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Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Por que o Brasil ainda não universalizou o acesso a bibliotecas escolares, mesmo após leis específicas e promessas políticas? A biblioteca é um espaço essencial para o desenvolvimento da leitura, da alfabetização e da cidadania. No entanto, a realidade brasileira revela um cenário marcado por desigualdades estruturais e falta de investimentos. Este post analisa a situação atual e propõe um tema completo para você treinar sua redação. Proposta de Redação sobre democratização do acesso a bibliotecas no Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Democratização do acesso a bibliotecas no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre democratização do acesso a bibliotecas no Brasil Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre democratização do acesso a bibliotecas no Brasil Texto 1 – Longe da universalização, 63% das escolas brasileiras não têm bibliotecas para formar leitores Em 2010, foi sancionada a Lei nº 12.244, que determinava que todas as instituições de ensino do país deveriam contar com uma biblioteca até 2020. A meta, porém, não foi alcançada. De acordo com o Censo Escolar de 2024, 114,4 mil escolas brasileiras — o equivalente a 63% das unidades — ainda não possuem bibliotecas. Na ausência de estrutura adequada, muitas escolas tentam improvisar “salas de leitura”, geralmente precárias e abastecidas por livros doados. Dados oficiais indicam que 47,4% das escolas não possuem nem biblioteca nem sala de leitura. Em regiões como o Distrito Federal, o cenário é crítico: uma escola com mais de 600 crianças atende seus alunos em um espaço pequeno, com estantes quebradas e apenas uma professora responsável pelos dois turnos. O problema é ainda mais grave na educação infantil. Apenas 32,8% das escolas municipais com ensino infantil possuem bibliotecas, o que compromete iniciativas como o programa federal Criança Alfabetizada, lançado em 2023 para garantir a alfabetização até o 2º ano do ensino fundamental. Em 2024, o governo atual prorrogou o prazo da universalização para 2028 e instituiu o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares, com previsão de investimentos e incentivos. No entanto, especialistas afirmam que o ritmo atual é insuficiente: seriam necessárias mais de 3.300 bibliotecas construídas por mês até 2028 para atingir a nova meta. Enquanto isso, cidades como Porto Velho e Manaus seguem com a maioria das escolas sem bibliotecas. Mesmo com o repasse de milhões de livros pelo Ministério da Educação, a ausência de bibliotecários, infraestrutura e políticas contínuas revela uma urgência: democratizar de fato o acesso à leitura. Fonte adaptada: O Globo – 30/06/2025 TEXTO 2- Quais são os desafios das bibliotecas nos dias de hoje e qual é seu futuro? Entre 2015 e 2020, o número de bibliotecas públicas no Brasil caiu de 6.057 para 5.293, segundo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. No mesmo período, dados do Censo Escolar mostram que apenas 39% das escolas municipais possuem bibliotecas ativas. Além da falta de estrutura, há também um crescente movimento de desvalorização das bibliotecas. Isso se manifesta tanto na ausência de recursos quanto na censura a livros e autores — como o caso da obra O Avesso da Pele, de Jeferson Tenório, vetada em ao menos três estados. Em 2015, uma pesquisa do Instituto Pró-Livro mostrou que apenas 12% dos responsáveis por bibliotecas tinham formação específica na área. Além disso, quase mil municípios brasileiros não possuem nenhuma biblioteca pública, segundo dados do Ministério da Cultura. Apesar disso, evidências mostram que a presença de bibliotecas nas escolas melhora o desempenho educacional. Um estudo do Instituto Pró-Livro apontou que estudantes com acesso a bibliotecas escolares apresentam avanços de até 1,5 ano em português e matemática. A falta de recursos tecnológicos também é um entrave. A maioria das bibliotecas não possui site próprio e poucas têm presença ativa nas redes sociais. A pandemia até acelerou alguns investimentos, mas ainda há muito a avançar. A pesquisa da Associação Americana de Bibliotecas revelou que 54% dos jovens entre 14 e 44 anos visitaram bibliotecas presencialmente no último ano. E mais da metade deles também acessou livros digitais das mesmas instituições. Fonte adaptada: https://leiaisso.net/wc8xo Texto 3 — Por que tantas pessoas não frequentam bibliotecas no Brasil? Um dado da Pesquisa Retratos da Leitura 2024 chama atenção: 75% da população brasileira não frequenta bibliotecas. Entre esses, 39% afirmam que nada os motivaria a ir até uma. Apesar de serem locais com grande potencial educativo e cultural, apenas 18% das pessoas enxergam as bibliotecas como espaço para empréstimo de livros. Quem frequenta esses espaços costuma avaliá-los positivamente. No entanto, 38% relatam que não encontram os títulos que procuram. Além disso, há um impacto social relevante. A edição de 2024 da pesquisa incluiu, pela primeira vez, dados sobre bibliotecas digitais. Apenas 6% dos frequentadores dizem usá-las. A baixa adesão está ligada à falta de letramento digital. Segundo a SP Leituras, isso passa por oferecer programações culturais, oficinas, clubes de leitura, internet, jogos e integração com redes sociais. Plataformas como TikTok e booktubers são aliados para reconectar jovens leitores com os livros. Texto 4 — Por que a gratuidade do acesso aos livros ainda causa estranhamento? Fonte adaptada: tirinha “Peanuts” (Schulz) e artigo “A função social da biblioteca” — Redalyc. Repertórios socioculturais para entender a democratização do acesso a bibliotecas no Brasil A seguir, veja repertórios organizados para aprofundar sua compreensão sobre esse grave problema contemporâneo e enriquecer sua redação com argumentos fundamentados. Quais repertórios socioculturais usar para o tema da democratização do acesso às bibliotecas? 🎬 Filmes e séries que ajudam a refletir sobre o papel das bibliotecas 📚 Livros que fortalecem o debate sobre bibliotecas, leitura e educação ⚖️ Legislações que embasam a importância das bibliotecas públicas e escolares 🕰️ Fatos históricos que ajudam a entender o contexto da exclusão ao conhecimento 📰 Atualidades que podem reforçar sua redação Quais

O avanço das tecnologias digitais trouxe benefícios para a educação e a comunicação. No entanto, também ampliou os riscos enfrentados por crianças na internet. Atualmente, os crimes digitais contra crianças assumem diversas formas: abuso sexual, exposição indevida de imagens, assédio virtual, cyberbullying e aliciamento. Esses atos violam direitos fundamentais e afetam profundamente o desenvolvimento infantil. Casos recentes mostram a gravidade do problema. O influenciador Hytalo Santos, por exemplo, foi preso em agosto de 2025, acusado de tráfico de pessoas, exploração sexual e trabalho infantil artístico. Já o vídeo de denúncia publicado por Felca, com mais de 45 milhões de visualizações, impulsionou um aumento de 114% nas denúncias de violência sexual online, segundo a SaferNet. Diante disso, é preciso refletir: quais são os principais desafios para proteger as crianças dos perigos digitais? E como garantir que as plataformas e os adultos cumpram seu papel na prevenção desses crimes? Proposta de Redação sobre crimes digitais contra crianças no Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para combater o etarismo nas relações sociais no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre crimes digitais contra crianças no Brasil Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre crimes digitais contra crianças no Brasil? Texto 1 – Quais crimes digitais afetam as crianças e adolescentes no Brasil? Com a expansão das redes sociais, aumentam os riscos para crianças e adolescentes no ambiente digital. Plataformas como Instagram, Twitter, Discord e Telegram se tornaram canais de aliciamento, exposição indevida e violência psicológica. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, são crimes digitais o aliciamento sexual (Art. 241-D), a posse e o compartilhamento de pornografia infantil (Art. 241), além de estelionato digital e crimes contra a honra (calúnia, difamação e injúria). Segundo a juíza Vanessa Cavalieri, muitos desses crimes são invisibilizados, pois não chegam a ser denunciados. O ambiente digital facilita o contato entre adolescentes e redes criminosas, o que agrava ainda mais o problema. Além disso, práticas como cyberbullying, páginas de exposição e grupos de ódio têm gerado sérios impactos psicológicos, contribuindo para quadros de ansiedade, depressão, automutilação e, em casos extremos, suicídio. A exposição precoce à pornografia e à violência virtual também tem provocado danos emocionais severos, além de incentivar a reprodução de comportamentos abusivos. Jovens de 12 a 14 anos já são vítimas e, por vezes, agentes desses crimes. É fundamental que famílias, escolas e o poder público ajam de forma coordenada. Iniciativas como o Movimento Desconecta, que propõe o uso consciente de celulares e redes sociais, e o Protocolo Eu Te Vejo, criado no Rio de Janeiro, são exemplos de medidas de proteção. A juíza ressalta que as plataformas digitais devem ser responsabilizadas. A ausência de mecanismos eficazes de verificação etária e moderação de conteúdo alimenta um ciclo de impunidade e desproteção. Fonte adaptada: Câmara dos Deputados – Programa Rádio Câmara, episódio 97 Texto 2 — Quais são as ações do governo federal contra crimes digitais envolvendo crianças? Com o avanço da tecnologia, surgem novas ameaças à infância no ambiente digital. A violência sexual online, o aliciamento, a exposição de imagens íntimas, o cyberbullying e o assédio são alguns dos crimes que afetam diretamente crianças e adolescentes. Casos recentes, como a denúncia do influenciador Felca sobre adultização infantil nas redes, evidenciam a urgência de medidas públicas eficazes. Diante disso, o governo federal tem articulado iniciativas com foco em três eixos: prevenção, responsabilização e apoio às vítimas. Entre as ações, destaca-se o Diagnóstico da Violência Sexual Online, realizado pelo Ministério dos Direitos Humanos em parceria com a UFRN e o PNUD. O estudo traz dados inéditos sobre crimes virtuais contra crianças, mapeia padrões de aliciamento e propõe estratégias para escolas, redes de proteção e segurança pública. Também foi criado o Banco de Boas Práticas no portal ENDICA, com 55 iniciativas replicáveis, como campanhas, protocolos, formações e projetos de mediação escolar. No campo legal, a Lei nº 14.811/2024 passou a criminalizar o bullying e o cyberbullying como crimes hediondos quando há lesão ou morte. A nova legislação também reforça a proteção de crianças e adolescentes no ECA. Outra medida estratégica é a criação da DCIBER, diretoria da Polícia Federal especializada em crimes cibernéticos. Desde sua fundação, a DCIBER já coordenou mais de 400 operações, prendeu suspeitos, resgatou vítimas e apreendeu conteúdos ilegais. Além disso, foi lançado o Guia “Crianças, Adolescentes e Telas”, com orientações para famílias e educadores sobre o uso seguro da tecnologia, mediação parental e prevenção de riscos digitais. Para denúncias, o Disque 100 segue como canal gratuito e sigiloso, ativo 24h por dia. Fonte adaptada: Governo federal Texto 3 — O caso Hytalo Santos e a urgência do combate aos crimes digitais contra crianças Em agosto de 2025, o influenciador Hytalo Santos foi preso, junto com o marido, acusado de crimes graves envolvendo crianças e adolescentes. Entre as acusações estão tráfico de pessoas, exploração sexual, trabalho infantil artístico e produção de conteúdo sensível com menores. A prisão aconteceu dias após a denúncia pública feita pelo youtuber Felca, que apontou o uso de adolescentes em conteúdos digitais com teor de sexualização. A denúncia viralizou nas redes sociais e despertou um alerta sobre a exposição de menores no ambiente digital. As investigações revelaram um possível esquema de benefícios financeiros e materiais a familiares dos menores, como pagamento de escolas, aluguéis e celulares, em troca de participação dos jovens nos vídeos do influenciador. Houve também bloqueios judiciais, mandados de busca e apreensão e ações civis para proteger os menores envolvidos. O caso escancarou as falhas na regulação das redes sociais e a dificuldade de impedir a exploração de crianças e adolescentes por criadores de conteúdo com grande alcance. Mais do que uma exceção, esse episódio reflete uma realidade

Por que a sociedade brasileira ainda insiste em invisibilizar os idosos? Essa pergunta tem ganhado espaço nos últimos anos, à medida que o etarismo — preconceito baseado na idade — se mostra cada vez mais presente nas relações sociais. Embora o Brasil tenha uma população idosa em crescimento, ainda são comuns atitudes que marginalizam e desvalorizam essas pessoas. Do mercado de trabalho às redes sociais, o idoso é frequentemente excluído ou tratado como incapaz. Diante desse cenário, o Projeto de Lei 2617/24, em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe ações importantes para combater esse tipo de preconceito. Entre as medidas estão a capacitação de profissionais da saúde, educação e assistência social, além do estímulo à inclusão digital e ao respeito nas empresas. Mais que uma proposta jurídica, o PL traz à tona um debate urgente: como combater o etarismo em uma sociedade que valoriza excessivamente a juventude e ignora a experiência de quem envelhece? Neste post, você vai entender os impactos do etarismo no Brasil e conferir repertórios, argumentos e possíveis caminhos de intervenção para usar esse tema em sua redação do ENEM ou vestibular. Proposta de Redação sobre desafios para diminuir o feminicídio no Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para combater o etarismo nas relações sociais no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre caminhos para combater o etarismo nas relações sociais no Brasil Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre caminhos para combater o etarismo nas relações sociais no Brasil? Texto I – O que o Projeto de Lei 2617/24 propõe para combater o etarismo? O etarismo, também chamado de idadismo, refere-se ao preconceito com base na idade, afetando especialmente a população idosa. Em outubro de 2024, foi apresentado o Projeto de Lei 2617/24, com propostas concretas para enfrentar essa forma de discriminação no Brasil. Entre as medidas, estão a criação de programas de capacitação sobre etarismo para profissionais da educação, saúde e assistência social, além do incentivo à inclusão digital e à valorização da pessoa idosa no mercado de trabalho. O texto também sugere penalidades mais severas para casos de discriminação, apoio psicológico e jurídico às vítimas e a criação de um observatório permanente sobre o tema. A iniciativa reconhece que o preconceito contra a idade não se combate apenas com punição, mas também com informação, políticas públicas e educação cidadã. Fonte adaptada: Agência Câmara de Notícias Texto II – Como o preconceito por idade afeta os idosos no Brasil? Mesmo com o crescimento da longevidade no país, o etarismo ainda é um desafio invisibilizado. Essa forma de discriminação se manifesta em frases, atitudes e decisões que excluem pessoas idosas dos espaços de convivência, estudo e trabalho. Um caso recente de grande repercussão aconteceu em Bauru (SP), onde estudantes universitárias debocharam de uma colega de 40 anos. No vídeo divulgado nas redes sociais, elas sugerem que ela “deveria estar aposentada”. O episódio reacendeu o debate sobre o preconceito etário. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o etarismo envolve estereótipos, preconceitos e práticas discriminatórias com base na idade. No Brasil, ele se revela nas barreiras enfrentadas para conseguir emprego, na ausência de espaços acessíveis e na exclusão digital. Além disso, o etarismo afeta diretamente a saúde mental. O isolamento, a insegurança e a sensação de inutilidade são consequências graves e persistentes, como apontam especialistas em geriatria. Contudo, é preciso ressaltar o potencial dessa população. A chamada economia prateada já movimenta bilhões de reais por ano. Pessoas idosas possuem ampla experiência e capacidade de contribuir, inclusive com mentorias e apoio emocional no ambiente de trabalho. Portanto, o combate ao etarismo não é apenas uma questão de justiça social — é também uma oportunidade de construir uma sociedade mais produtiva, respeitosa e colaborativa entre as gerações. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto III – Por que o mercado de trabalho exclui tantos idosos no Brasil? O preconceito etário não se limita a piadas ou estereótipos. Ele compromete diretamente o acesso de pessoas idosas a direitos básicos, como o trabalho formal e digno. Segundo levantamento do Observatório dos Direitos Humanos, com base na PNAD, em 2022 o Brasil registrou mais de 4 milhões de idosos na informalidade, número recorde e crescente desde o início da pandemia. Esses dados mostram que a exclusão do mercado formal é real. A maioria dessas pessoas perdeu o emprego com carteira assinada, nunca teve um ou voltou a trabalhar após se aposentar para complementar a renda. Em comum, enfrentam o preconceito: são vistas como ultrapassadas, incapazes de se adaptar ou “desatualizadas”. A realidade é outra. O professor Maurício, de 74 anos, segue dando aulas em cursinhos e aulas particulares. Sem acesso a empregos formais, ele relata o estigma que sofre: “A sociedade acha que velho é descartável”. Ainda assim, busca se atualizar com o uso de tecnologia e valoriza a educação contínua como forma de pertencimento e dignidade. Para especialistas, o problema está na cultura empresarial e na lógica produtivista do sistema. Empresas resistem a contratar pessoas mais velhas por estereótipos infundados e ignoram o valor da diversidade etária. No entanto, a união entre juventude e experiência é vista como essencial por especialistas para ambientes inovadores, equilibrados e criativos. Soluções como políticas de inclusão etária, requalificação profissional e programas de mentoria entre gerações já começam a surgir. Mas ainda há um longo caminho para que o trabalho digno seja uma realidade para quem ultrapassa os 60. Fonte adaptada: Governo Federal Texto IV – Como os jovens vão se aliar com os mais experientes se sentem neles a desconfiança em sua capacidade de inovar e liderar? Fonte adaptada: Instagram da HSM Management 📚 Quais livros ajudam a compreender o etarismo no Brasil? 1. “Etarismo: um novo nome

Como diminuir os índices de feminicídio no Brasil?Apenas endurecer a pena é suficiente para resolver esse problema? Em 2023, o país registrou 1.467 casos de feminicídio. Esse foi o maior número desde a criação da lei que tipifica o crime. Diante desse cenário, o governo sancionou a Lei 14.994/2024. Ela aumenta a pena para até 40 anos de prisão. A nova norma também traz agravantes e medidas complementares. O agressor pode perder o poder familiar e usar tornozeleira. No entanto, mesmo com mudanças na legislação, o problema persiste.A violência de gênero ainda é estrutural e recorrente. Quais são, então, os desafios para combater o feminicídio? Esse é o tema que você vai refletir e desenvolver neste post. Proposta de Redação sobre desafios para diminuir o feminicídio no Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para diminuir o feminicídio no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre desafios para diminuir o feminicídio no Brasil Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre desafios para diminuir o feminicídio no Brasil? Texto I – O aumento da pena é suficiente para conter o feminicídio no Brasil? No Brasil, o número de mulheres assassinadas por razões de gênero segue em crescimento. Diante da gravidade dos dados, o governo sancionou a Lei 14.994/2024, conhecida como Pacote Antifeminicídio, que torna o feminicídio um crime autônomo, com pena de 20 a 40 anos de reclusão. Antes, o feminicídio era tratado como uma qualificadora do homicídio comum. Agora, passa a ter tipo penal próprio, com pena superior à do homicídio qualificado (12 a 30 anos). Além disso, a nova norma amplia penas para outros crimes cometidos em contexto de violência contra a mulher, como lesão corporal, injúria, calúnia, ameaça e difamação. Há ainda agravantes que ampliam a pena, como crimes cometidos durante a gestação, contra mulheres com deficiência, na presença de filhos ou em violação de medidas protetivas. Contudo, embora o endurecimento da legislação represente um avanço, ele não atua nas causas profundas do feminicídio, como a cultura machista e a impunidade. Nesse contexto, a pergunta central se mantém: apenas aumentar as penas basta para reduzir esse tipo de crime? Ou é preciso investir também em educação, prevenção e proteção? Fonte adaptada: Agência Senado Texto II – Por que o feminicídio ainda é uma realidade tão persistente no Brasil? Segundo o 18º Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 1.467 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2023, o que representa uma mulher morta a cada seis horas. Além disso, os números mais recentes são ainda mais preocupantes. Apenas no primeiro semestre de 2024, já foram registradas mais de 2 mil mortes violentas de mulheres com indícios de feminicídio, segundo o Monitor de Feminicídios no Brasil. Esses dados reforçam que o feminicídio não é um caso isolado, mas sim um grave problema social, estrutural e de segurança pública. Para entender por que esses crimes continuam a ocorrer, é necessário olhar para suas causas profundas. O feminicídio está diretamente ligado ao machismo estrutural, herança de uma sociedade patriarcal que historicamente subjuga e controla as mulheres. No Brasil, ainda é comum a ideia de que o homem tem autoridade sobre a mulher, o que justifica, para muitos, a violência como forma de punição ou controle. Embora existam políticas públicas importantes, como a Lei Maria da Penha (2006), que prevê punições ao agressor e medidas de proteção à mulher, a aplicação da lei ainda enfrenta obstáculos. A ausência de suporte institucional, o medo da denúncia e a ineficácia dos mecanismos de acolhimento e proteção tornam o enfrentamento à violência mais difícil. Fonte adaptada: Fundo Brasil de Direitos Humanos Texto III – Até quando casos extremos de violência serão tratados como exceção? A história de Juliana Garcia dos Santos, vítima de 61 socos dentro de um elevador em Natal (RN), é prova disso. O agressor, Igor Eduardo Cabral, seu ex-namorado, foi indiciado por tentativa de feminicídio após espancá-la violentamente em um episódio registrado por câmeras de segurança. O crime não foi um ato isolado. Juliana já havia sofrido agressões anteriores, tanto físicas quanto psicológicas, em um relacionamento descrito como tóxico, abusivo e repleto de violência emocional. Segundo a Polícia Civil, o histórico incluía empurrões, manipulação e até incentivos à automutilação e suicídio. Apesar de Igor alegar que teve um “surto claustrofóbico”, a motivação apontada pela investigação foi o ciúme, o que reforça a lógica de controle e posse presente em muitos casos de violência contra a mulher. Juliana sobreviveu, mas teve o rosto gravemente lesionado e passou por uma cirurgia de reconstrução facial de mais de sete horas. Infelizmente, episódios como esse não são exceção, são sintomas de uma sociedade que normaliza sinais de abuso, minimiza agressões anteriores e age com lentidão diante das denúncias. O caso escancara a urgência de políticas preventivas, de acolhimento imediato às vítimas e de ações educativas que combatam o machismo estrutural desde cedo. Além disso, mostra que o feminicídio raramente acontece de forma súbita. Ele costuma ser o ato final de uma escalada de violências toleradas ao longo do tempo. Por isso, é preciso atuar muito antes do desfecho fatal, com proteção efetiva e responsabilização firme dos agressores. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto IV – O que revelam os dados mais recentes sobre feminicídio no Brasil? Os dados regionais ajudam a entender o tamanho do problema nacional. Na Paraíba, por exemplo, o número de feminicídios registrados entre janeiro e junho de 2025 chegou a 19 casos. Esse número é o segundo maior dos últimos dez anos, ficando atrás apenas do ano de 2018, quando o estado registrou 22 assassinatos de mulheres em razão de gênero. O dado representa um alerta. Mesmo com leis mais rígidas, campanhas de conscientização e maior visibilidade

Você já se perguntou por que consumir se tornou uma forma de se sentir aceito? Ou por que tantas pessoas compram para “fazer parte” de algo? Na sociedade digital, o consumismo nas redes sociais ganhou um novo significado. Não se trata apenas de suprir uma necessidade, mas de afirmar identidade, status e pertencimento nos grupos virtuais. Redes sociais como Instagram e TikTok ampliam essa lógica. Curtidas, filtros e tendências criam um cenário onde consumir também é uma maneira de existir e se conectar. Porém, essa busca por aceitação via consumo pode gerar consequências preocupantes: endividamento, frustração, impactos ambientais e relações superficiais. Como refletir criticamente sobre isso? A seguir, você confere quatro textos motivadores com base em perguntas reais sobre esse fenômeno. Eles vão ajudar você a construir argumentos sólidos sobre o tema. Proposta de Redação sobre consumismo como forma de pertencimento nas redes sociais A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As consequências do consumo como forma de pertencimento nas redes sociais “, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre o consumismo como forma de pertencimento nas redes sociais Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre o consumismo como forma de pertencimento nas redes sociais? Texto 1 – Por que tanta gente consome para se sentir aceita? Em primeiro lugar, é preciso entender que o ato de consumir vai além da utilidade. Segundo o antropólogo Everardo Rocha, ele também comunica identidade social. Isso significa que o que vestimos, comemos ou usamos passa uma mensagem. Esses hábitos definem com quais grupos queremos nos parecer. No ambiente digital, essa lógica se intensifica. O feed virou uma vitrine pessoal, onde se expõe estilo de vida, gostos e conquistas materiais. A psicologia econômica explica: buscamos reconhecimento. Assim, comprar o que está em alta pode ser uma forma de conquistar pertencimento e autoestima. Entretanto, essa prática nem sempre está conectada à real necessidade. Muitas vezes, consumimos para sermos vistos, mesmo sem ter condições financeiras para isso. Texto 2 – Os dados confirmam que o consumo está fora de controle? Sim, e os números não mentem. Segundo a pesquisa do SPC Brasil, apenas 21,8% dos brasileiros são considerados consumidores realmente conscientes. Ou seja, a maioria consome por impulso ou influência, muitas vezes sem refletir sobre os impactos sociais e ambientais dessas escolhas. Além disso, dados da ONU apontam que a indústria da moda, altamente promovida nas redes, é responsável por até 8% das emissões de carbono globais. Outro dado relevante: o Brasil é o terceiro país que mais consome redes sociais no mundo. Cada pessoa passa, em média, 46 horas por mês conectada. Nesse contexto, as plataformas se tornam vitrines de consumo constante. A pressão por “seguir tendências” pode afetar a saúde emocional e o orçamento. Fonte adaptada: Agência Brasil – SPC BrasilFonte adaptada: Portal Luneta – consumismoFonte adaptada: Forbes Brasil – redes sociais Texto 3 – Como um simples doce viralizou e virou símbolo de pertencimento? (Notícia recente e fenômeno cultural) Você se lembra do “Morango do Amor”? Em 2025, esse doce virou febre nas redes sociais e um verdadeiro símbolo do consumo como identidade. Tudo começou com vídeos virais no TikTok. Em poucos dias, milhares de pessoas passaram a buscar a sobremesa para experimentar e postar. O iFood registrou um aumento de mais de 2.300% nos pedidos em apenas um mês. Foram mais de 524 mil unidades entregues em julho de 2025. Mais de 10 mil estabelecimentos passaram a oferecer o doce no aplicativo, aproveitando a onda de pertencimento digital gerada pela tendência. Esse caso ilustra como o consumo impulsivo é estimulado pelas redes. Mais que desejo gastronômico, virou passaporte para “fazer parte” da conversa online. Fonte adaptada: InfoMoney – Morango do Amor Texto 4 – Como brinquedos viraram passaporte para aceitação nas redes? A febre do Labubu mostra como o consumo vai além do produto. O boneco, com aparência “fofa e estranha”, se tornou item de desejo em 2024. Criado pelo artista Kasing Lung, o Labubu viralizou em vídeos de unboxing, ASMR e colecionismo. E rapidamente se tornou símbolo de status digital. Algumas versões do brinquedo custam até R$ 1.000. Ter um Labubu não é apenas possuir algo bonito, mas afirmar presença no grupo que “entende”. Na lógica das redes, compartilhar o boneco nas postagens gera curtidas, comentários e pertencimento. Consumir vira uma linguagem de integração. Esse é mais um exemplo de como produtos se transformam em marcadores sociais. E de como o consumo virou linguagem para “ser alguém” online. Fonte adaptada: A Tribuna – Febre do Labubu 📚 Quais livros ajudam a entender o consumismo como identidade nas redes sociais? 1. “A sociedade do consumo” — Jean Baudrillard Você já se perguntou por que consumimos mais do que precisamos? Segundo Baudrillard, no capitalismo moderno, o consumo é um código cultural. O autor explica que não consumimos objetos apenas por suas funções, mas pelos signos que representam. Comprar é comunicar quem somos ou queremos parecer ser. Esse pensamento se encaixa perfeitamente no contexto das redes sociais, onde tudo é compartilhado para afirmar status e pertencimento. 2. “Extremos do consumo” — Colin Campbell Como o prazer imediato interfere nas nossas escolhas de consumo? Campbell explica que o consumo moderno é movido pelo desejo e pela fantasia. Ou seja, compramos movidos pela promessa de uma identidade idealizada — o que se conecta com os filtros, trends e performances online. Nas redes, o indivíduo projeta a vida que gostaria de ter. O consumo torna-se um atalho emocional para isso. 🎬 Quais filmes ajudam a refletir sobre o consumismo nas redes sociais exagerado e suas consequências? 3. “Clube da Luta” (1999) — David Fincher Você já pensou no que acontece quando a identidade de alguém é construída só pelo que consome? Esse é

Por que jovens de baixa renda ainda enfrentam tantos obstáculos para tirar a CNH no Brasil?A recente lei sancionada pelo presidente Lula, que permite o uso de recursos de multas de trânsito para custear a Carteira Nacional de Habilitação (CNH Social) de pessoas inscritas no CadÚnico, reacendeu um debate urgente: o direito à mobilidade urbana como parte essencial da cidadania. Em um país onde a CNH pode abrir portas para o mercado de trabalho e garantir autonomia, a desigualdade no acesso a esse documento reforça um ciclo de exclusão social. Para além da burocracia, o alto custo do processo de habilitação e a falta de políticas públicas abrangentes afetam, sobretudo, os jovens de baixa renda, que dependem da mobilidade para estudar, trabalhar e buscar melhores oportunidades. Neste post, vamos explorar os principais desafios que dificultam o acesso à CNH no Brasil, refletir sobre os impactos dessa desigualdade para a juventude e a sociedade, e analisar caminhos possíveis para a democratização do direito à mobilidade. Se você está se preparando para o ENEM, vestibulares ou concursos, este conteúdo vai te ajudar a entender o tema com profundidade e a estruturar uma redação com base crítica e argumentos consistentes. Proposta de Redação sobre CNH Social A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desigualdade de acesso à Carteira Nacional de Habilitação: obstáculos à mobilidade de jovens de baixa renda no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre a CNH Social Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre a CNH Social? Texto 1 — Como a nova lei que garante CNH gratuita busca combater a desigualdade no Brasil? Em junho de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma nova lei que pode transformar o cenário da mobilidade urbana no Brasil. A norma autoriza que os recursos arrecadados com multas de trânsito sejam utilizados para custear gratuitamente o processo de habilitação de pessoas de baixa renda, beneficiando especialmente os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Essa mudança representa um avanço importante, considerando que, até então, os valores arrecadados com infrações viárias eram destinados exclusivamente à sinalização, engenharia de tráfego, fiscalização e educação no trânsito. A proposta é de autoria do deputado José Guimarães (PT-CE) e foi aprovada no Congresso Nacional no final de maio. Além do benefício direto à população mais vulnerável, a lei também atualiza regras para a transferência eletrônica de veículos, permitindo que os contratos de compra e venda sejam assinados digitalmente com segurança jurídica garantida em todo o território nacional. A vistoria de transferência também poderá ser realizada por meios digitais, a depender da regulamentação de cada estado. A medida surge como resposta à histórica desigualdade de acesso à mobilidade urbana e pode ter impactos positivos na empregabilidade de jovens de baixa renda, para quem a posse de uma CNH pode significar o ingresso em diversas profissões ou a simples possibilidade de deslocamento seguro e digno. Fonte adaptada: Agência Brasil (2025). Texto 2 — Como o Programa CNH Social busca reduzir a desigualdade de acesso à habilitação no Brasil? Desde 2011, o Programa CNH Social vem se destacando como uma iniciativa relevante no enfrentamento da desigualdade de acesso à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil. Criado pela Lei 9.655, o programa é uma parceria entre o Serviço Social do Transporte (Sest) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), e oferece a possibilidade de obtenção gratuita da habilitação para pessoas de baixa renda. Em sua edição de 2016, o programa abriu inscrições para 1.290 vagas de primeira habilitação e 3.620 vagas para mudança de categoria, contemplando moradores de estados como Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Acre, Espírito Santo, Paraná e São Paulo. Essa distribuição demonstra o esforço por maior equidade territorial, mesmo com limitações de escala. Os critérios de participação reforçam o foco em vulnerabilidade social: candidatos à primeira habilitação devem ter entre 18 e 27 anos, ser alfabetizados e possuir renda individual de até três salários mínimos. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a ação contribui diretamente para ampliar o acesso ao mercado de trabalho. Diversas profissões exigem a CNH como requisito, como entregadores, motoristas de caminhão, ônibus e transporte por aplicativo. Para jovens de baixa renda, isso representa mais que uma oportunidade, é um mecanismo de inclusão produtiva e social. Iniciativas como essa dialogam diretamente com os desafios da mobilidade urbana e da justiça social no Brasil. Reduzir as barreiras para obter a CNH é fundamental para que jovens de baixa renda conquistem autonomia e igualdade de oportunidades. Fonte adaptada: CNM. Texto 3 — O que o alto número de motociclistas sem CNH revela sobre a desigualdade de acesso à habilitação no Brasil? Um levantamento recente da Secretaria Nacional de Trânsito escancarou uma realidade alarmante: mais da metade dos proprietários de motocicletas no Brasil não possui Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Dos mais de 30 milhões de condutores registrados de motos, motonetas e ciclomotores, 17 milhões não têm o documento obrigatório para dirigir. O custo elevado para tirar a CNH, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, tem sido um obstáculo para milhares de trabalhadores que dependem da motocicleta como ferramenta de trabalho, locomoção ou sustento familiar. Segundo o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, o preço do processo de habilitação é um dos principais entraves. A pesquisa também destacou que as motos já representam 28% da frota nacional e, ao ritmo atual, devem atingir 30% até 2030. No Maranhão, Piauí e Pará, a presença desses veículos é ainda mais acentuada. Esses dados revelam o seguinte paradoxo: enquanto cresce o uso de motos por pessoas de baixa renda, persiste a dificuldade de acesso à formação legal e segura. A consequência é preocupante: a

O Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025 já está com edital publicado! São 3.652 vagas distribuídas entre diversos órgãos públicos federais, com salários que chegam a R$16 mil. E sim, a prova de redação está confirmada! Se você quer saber como será a redação, quando será aplicada, o que elimina, quais os blocos temáticos e até temas que podem cair, você está no lugar certo. Neste post, respondemos às principais dúvidas sobre a redação do CNU e ainda oferecemos dicas estratégicas para alcançar a nota máxima. O que é o CNU 2025?? O Concurso Público Nacional Unificado 2 foi lançado pelo Governo Federal para preencher 3.652 vagas e formar banco de aprovados em lista de espera para cargos de nível superior e intermediário em diversos órgãos da administração pública federal. A seleção será organizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e coordenada pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Como estão organizadas as vagas? As vagas foram divididas em 9 blocos temáticos, conforme os órgãos e áreas de atuação: Cada bloco possui vagas específicas para diferentes cargos, com exigência de nível superior ou intermediário. Os detalhes por cargo estarão nos Anexos I a IX do edital. Validade do concurso O CNU 2 terá validade de 12 meses após a homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por mais 12 meses. Quem pode participar? O concurso oferece modalidades de concorrência específicas para garantir maior inclusão: A autodeclaração segue critérios do IBGE e das legislações mais recentes, como a Lei nº 15.142/2025 e os Decretos nº 12.536/2025 e nº 9.508/2018. Como será o Concurso CNU 2? O Concurso Nacional Unificado 2 será realizado em duas etapas, com diversas fases, conforme o cargo. Abaixo está o resumo completo de como o processo seletivo vai funcionar: Primeira Etapa – organizada pela FGV A primeira etapa é dividida em até 6 fases, de acordo com o cargo pretendido: 📍As provas presenciais serão aplicadas em 228 cidades, distribuídas pelas 5 regiões do país. A lista completa está no Anexo XI. ⚠️ Se faltar espaço em alguma cidade, a FGV poderá realocar candidatos para cidades próximas. Tudo será informado previamente. Segunda Etapa – Curso de Formação Para cargos que exigem formação específica (detalhados nos Anexos I a IX), haverá uma segunda etapa, com: Essas etapas terão editais próprios, publicados antes da convocação dos aprovados para o curso. Cargos, requisitos e o que você precisa saber antes de tomar posse O Concurso Nacional Unificado 2 oferece diversos cargos e especialidades de nível superior e intermediário, distribuídos entre os 9 blocos temáticos (Anexos I a IX). A descrição completa das vagas, salários, atribuições e lotação está nos anexos do edital. ✅ Quem pode tomar posse? Para ser nomeado em um dos cargos do CNU 2, é obrigatório cumprir todos os requisitos legais e administrativos: 📌 A verificação desses requisitos será feita no momento da posse, com documentos originais. 🩺 Sobre o exame médico admissional Será realizado para confirmar se o candidato está apto para as funções do cargo. A responsabilidade pela convocação é do órgão ao qual o cargo está vinculado. 📜 Regime de contratação Todos os aprovados atuarão sob o Regime Jurídico Único (RJU) — Lei nº 8.112/1990 — com estabilidade garantida após o estágio probatório, além de benefícios e plano de carreira definidos por cada órgão. ⚠️ Atenção antes da inscrição Antes de se inscrever, leia atentamente o edital. Você deve se certificar de que preenche todos os requisitos legais e específicos do cargo pretendido. Como se inscrever no Concurso CNU 2 As inscrições para o Concurso Nacional Unificado 2 estarão abertas de 2 a 20 de julho de 2025, exclusivamente pela internet. A taxa é R$70,00 tanto para cargos de nível superior quanto de nível intermediário. 🔗 Site oficial de inscrição:https://inscricao-cpnu.conhecimento.fgv.br 📆 Período de inscrição 💰 Valor da inscrição ⚠️ Atenção: Pagamento fora do prazo, com valor errado ou por meio não autorizado (como TED, depósito em caixa eletrônico, etc.) anula a inscrição. 📌 Passo a passo para se inscrever 🧠 Dicas importantes 📢 Divulgação das inscrições ⚠️ Observações finais Precisa de atendimento especializado no CNU 2? Saiba como solicitar Se você precisa de recursos especiais ou tecnologias assistivas para fazer as provas do Concurso Nacional Unificado 2, é essencial seguir as regras abaixo. 🗓️ Prazo para solicitação ✅ Quem pode solicitar? 💡 Recursos disponíveis (solicitados conforme necessidade) 🤱 Atendimento para lactantes ❗ Se não levar a criança e o acompanhante, não haverá tempo extra, mesmo com a solicitação aprovada. 🤰 Atendimento para gestantes 🔫 Candidatos armados (Lei nº 10.826/2003) Devem: Quem não declarar no ato da inscrição não poderá portar arma durante as provas. 📢 Resultados e recursos ⚠️ Fique atento Como será a Prova Objetiva do CNU 2? A Prova Objetiva do Concurso Nacional Unificado 2 será eliminatória e classificatória e trará questões de múltipla escolha com 5 alternativas e apenas uma correta. ✍️ Cargos de Nível Superior 📌 Cada um dos 5 eixos temáticos das questões específicas terá 12 questões. Os pesos dos eixos variam de 1 a 5, conforme o cargo, podendo somar até 150 pontos no total da prova. ✍️ Cargos de Nível Intermediário ⚠️ Eliminação por nota mínima Será eliminado quem obtiver: 🖊️ Preenchimento do cartão de respostas 🔍 Conferência dos dados Você deve conferir nome, CPF, data de nascimento e inscrição impressos nos documentos da prova. E no fim, entregar o cartão de respostas ao fiscal. Quem não entregar, será eliminado. 🧾 Resultado e recursos ⚠️ Não cabe recurso contra o gabarito definitivo. ✅ E depois da prova? Como será a Prova Discursiva do CNU 2? A Prova Discursiva é uma das etapas mais importantes do CNU 2. Ela será aplicada somente para quem for aprovado na Prova Objetiva, conforme os critérios de classificação do edital. 📘 Nível Superior 📗 Nível Intermediário 📋 O que será avaliado? Para nível superior, a nota será dividida igualmente: Atenção: quem tirar zero em Conhecimentos Específicos será eliminado, sem correção da parte de Língua Portuguesa. Para nível intermediário, 100% da nota será baseada no

Nos últimos anos, o debate sobre a justiça tributária no Brasil ganhou força, especialmente com a aprovação da Lei Complementar nº 214/2025, que regulamenta a nova reforma tributária. A proposta, considerada histórica, tem como objetivo principal simplificar a cobrança de impostos sobre o consumo, reduzir distorções e combater desigualdades estruturais. A nova legislação prevê a substituição de tributos como ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins por dois novos impostos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Ambos funcionarão em um modelo dual do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que incide apenas sobre o valor adicionado em cada etapa da cadeia produtiva. Dessa forma, o sistema evita a chamada cumulatividade tributária, um dos grandes problemas do modelo atual. É importante destacar que temas como reforma tributária, desigualdade fiscal e políticas redistributivas estão diretamente conectados aos eixos temáticos mais cobrados em redações do ENEM e vestibulares. A proposta de justiça tributária envolve não apenas a arrecadação, mas também o impacto social dos impostos sobre diferentes camadas da população. Proposta de Redação sobre Reforma tributária A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para garantir a justiça tributária no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre o Reforma tributária Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre a Reforma tributária TEXTO I — País terá nova tributação sobre consumo a partir de 2026 Foi sancionada nesta quinta-feira (16) a Lei Complementar 214, primeira regulamentação da reforma tributária. A nova lei simplifica a cobrança de impostos sobre o consumo de bens e serviços. O texto é originado do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, aprovado em dezembro pelo Congresso Nacional. A principal mudança é a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), de modelo dual: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) será destinado a estados e municípios, e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) ficará com a União. Eles substituirão os atuais ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins, combatendo a cumulatividade de tributos e promovendo maior equilíbrio fiscal. Além disso, a lei prevê a isenção total para itens da cesta básica e cashback de tributos para famílias com renda de até meio salário mínimo per capita, beneficiando mais de 94 milhões de brasileiros, segundo o governo federal. Produtos considerados nocivos, como bebidas alcoólicas, cigarros e veículos poluentes, serão taxados com o Imposto Seletivo, também chamado de “imposto do pecado”. A implementação será gradual: os testes começam em 2026 e a transição será concluída até 2033. Fonte: Agência Senado. Texto 2 — Justiça tributária: os conceitos de equidade e eficiência e as suas bases normativas A reflexão sobre o que constitui um sistema tributário justo passa necessariamente por dois pilares centrais: equidade e eficiência. Inspirada na Teoria da Justiça de John Rawls, a pesquisadora Lilian Sendretti propõe que a tributação deve ser pensada como um mecanismo de justiça intergeracional, capaz de combater a concentração de renda e assegurar o bem-estar coletivo em uma sociedade democrática. Segundo Sendretti, Rawls considera justo o sistema que evita o acúmulo excessivo de capital e promove a dispersão de riqueza. No entanto, a autora defende que, no contexto brasileiro, é preciso uma abordagem mais realista, a chamada “teoria não ideal”, que considera as desigualdades históricas e a escassez de recursos. Além disso, o debate entre eficiência e equidade é inevitável. A eficiência, tradicionalmente medida pelo Ótimo de Pareto, não considera necessariamente a justiça distributiva. Já a equidade pode ser compreendida sob dois princípios clássicos: Nesse contexto, a ideia de justiça tributária requer equilíbrio entre esses princípios, especialmente considerando os custos envolvidos em redistribuir renda, o que o economista Arthur Okun chamou de “balde furado” (leaky bucket), uma metáfora para as perdas de eficiência no processo redistributivo. Fonte adaptada: Sendretti, Lilian. Justiça tributária: os conceitos de equidade e eficiência e as suas bases normativas. VIII Seminário Discente da Pós-Graduação em Ciência Política da USP, 2018. Link para o original Texto 3 — Por que discutir a taxação dos super-ricos e o impacto de tarifas internacionais é essencial para a justiça tributária? A taxação justa da população é uma pauta indispensável para garantir os direitos sociais e o fortalecimento da democracia. No Brasil, a carga tributária incide de forma desproporcional sobre as classes populares, enquanto os super-ricos seguem com isenções e benefícios fiscais que comprometem o financiamento de políticas públicas essenciais, como a educação. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) alerta para dois elementos centrais desse debate: a proposta de tributação mais justa para quem ganha até R$ 5 mil mensais, e a taxação progressiva sobre grandes fortunas, lucros e patrimônios, como heranças e bens de luxo. A medida é necessária para corrigir o atual modelo regressivo, onde a maior parte da arrecadação vem de impostos sobre o consumo, penalizando os mais pobres. Além do debate interno, outro fator de preocupação é o contexto internacional. As ameaças de sobretaxação feitas por Donald Trump contra produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos representam não apenas uma pressão econômica, mas também uma interferência política que atinge diretamente os trabalhadores brasileiros. Neste cenário, torna-se urgente a regulamentação de setores estratégicos como as big techs, que atuam com amplo poder de influência e pouca responsabilização fiscal, além de frequentemente estarem envolvidas em práticas de desinformação. Ao mesmo tempo, a aprovação do PL 1.087/2025, que isenta os contribuintes com renda de até R$ 5 mil e reduz a carga para quem ganha até R$ 7 mil, aparece como medida concreta para promover maior justiça social. Fonte adaptada: CNTE. Tarifaço de Trump e taxação de super-ricos: pautas que precisam ser debatidas. Publicado em 14 de julho de 2025. Acesso em: https://cpers.com.br/tarifaco-de-trump-e-taxacao-de-super-ricos-pautas-que-precisam-ser-debatidas/ Texto 4 — Como a má gestão dos tributos prejudica a

A infância é uma das fases mais importantes para o desenvolvimento humano, e o ato de brincar tem papel central nesse processo. No entanto, o avanço das tecnologias digitais, a desigualdade de acesso a espaços públicos e a falta de políticas efetivas têm colocado em risco um dos direitos mais fundamentais da criança: o brincar. A importância dessa pauta foi recentemente reforçada com a sanção da Lei nº 15.145/2025, que cria o Dia Nacional do Brincar, chamando atenção para os impactos da desvalorização das atividades lúdicas na sociedade brasileira. Proposta de Redação sobre o Dia Nacional do Brincar A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para garantir o direito ao brincar na infância no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre o Dia Nacional do Brincar Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre o Dia Nacional do Brincar? TEXTO I – Dia Nacional do Brincar (2025) O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, sancionou em 9 de junho de 2025 a Lei nº 15.145, que oficializa o Dia Nacional do Brincar, a ser celebrado anualmente em 28 de maio. O objetivo da medida é promover campanhas educativas e ações públicas que incentivem a valorização do brincar na infância, frente a um cenário de crescente substituição das brincadeiras tradicionais por atividades digitais e solitárias. Segundo o texto da lei, a proposta visa enfrentar a desvalorização crescente do brincar na sociedade atual, agravada pelo uso excessivo de internet e dispositivos eletrônicos. Esse contexto compromete aspectos fundamentais do desenvolvimento infantil, como criatividade, interação social, movimento físico e saúde emocional. A criação da data também busca estimular o convívio familiar, fortalecer a inclusão social e ampliar o acesso de crianças a espaços e experiências lúdicas. A proposta teve origem na Câmara dos Deputados e foi relatada no Senado pelo senador Esperidião Amin. Inspirada no Dia Mundial do Brincar, reconhecido pelo Unicef desde 2000, a lei brasileira pretende reforçar o direito ao brincar como parte essencial do desenvolvimento infantil, em consonância com os princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Esta, por sua vez, ressalta que a brincadeira contribui para o desenvolvimento cognitivo, emocional, sensorial e social da criança, ao promover contato com a cultura e com diferentes experiências humanas. Fonte adaptada: Agência Senado Texto II – Como o brincar contribui para o desenvolvimento integral das crianças? O brincar na infância tem um papel central e uma importância fundamental para o desenvolvimento global da criança. As contribuições para a formação infantil alcançam diferentes âmbitos, como o social, motor, cultural, cognitivo, afetivo e emocional. Por meio das brincadeiras, as crianças aprendem regras de convivência, ampliam o repertório simbólico, desenvolvem a comunicação e aprimoram habilidades para viver em sociedade. Para o psicólogo Lev Vygotsky, ao brincar, a criança assume papéis e aceita regras próprias da brincadeira, realizando tarefas imaginárias para as quais ainda não está preparada na vida real. Essa vivência simbólica permite à criança agir, reagir, criar, pensar e imitar, fortalecendo sua autonomia e senso crítico. Como afirma Zanluchi (2005), quando brinca, a criança se prepara para a vida: é no espaço lúdico que ela compreende o mundo físico e social, aprendendo como as coisas são e funcionam. Na atualidade, entretanto, observa-se uma diminuição do tempo dedicado ao brincar — seja pela ausência dos pais nas interações, seja pelo uso excessivo da tecnologia. Esse cenário exige uma reflexão urgente, sobretudo por parte da escola, sobre como garantir vivências significativas de aprendizagem por meio do lúdico. Fonte adaptada: Revista Acadêmica Online – RAO Texto III — Qual é a relação entre brincar e o desenvolvimento socioemocional das crianças? Ao contrário do que muitos pensam, brincar não é perda de tempo, é construção de vida. No áudio-documentário “Brincadeira é coisa séria”, da Rádio Câmara, diversas vozes explicam por que o ato de brincar é uma das formas mais completas de desenvolvimento infantil. Desde a criatividade ao convívio social, do exercício físico à construção de vínculos familiares, o brincar cumpre papel pedagógico, afetivo e social. Quando uma criança brinca de queimada ou bola de gude, por exemplo, ela aprende a lidar com frustrações, respeitar regras, perder e ganhar habilidades emocionais indispensáveis para a vida em sociedade. A psicóloga Laércia Abreu destaca que o contato lúdico entre pais e filhos é insubstituível. Muito mais valioso do que qualquer brinquedo comprado, o vínculo criado nas brincadeiras fortalece o afeto e os valores transmitidos entre gerações. A professora Ângela Carneiro, da PUC-SP, complementa afirmando que a criança se revela no brincar: é nesse espaço simbólico que ela mostra como enxerga o mundo e os adultos ao seu redor. Contudo, a modernidade tem dificultado esse direito. A falta de tempo dos pais, o excesso de atividades extracurriculares e o uso precoce e prolongado de telas reduzem drasticamente os momentos de brincadeira. Como lembra Laércia Abreu, uma rotina infantil cheia de compromissos não garante aprendizado e pode até impedir o desenvolvimento saudável da criança. Além disso, o afastamento das brincadeiras tradicionais, como pião, amarelinha ou pique-esconde, empobrece a vivência coletiva. A convivência entre crianças de diferentes idades e gêneros amplia a visão de mundo, favorecendo o respeito às diferenças e a empatia. Fonte adaptada: Rádio Câmara – Brincadeira é coisa séria (2005) Texto IV – Como a brincadeira contribui para o desenvolvimento integral da criança? O brincar é um direito previsto no artigo 31 da Convenção sobre os Direitos da Criança da ONU e deve ser garantido por todos os responsáveis pela educação infantil. Não se trata apenas de entretenimento, mas de uma forma legítima de aprendizagem, desenvolvimento emocional, social e físico. Fonte: CEI 16 Quais repertórios usar para o tema sobre o Dia Nacional do Brincar? Se o tema da redação for sobre a valorização do

Nos últimos anos, o debate sobre o abandono de idosos e de pessoas com deficiência no Brasil tem ganhado destaque na esfera pública. Esse tema, que envolve direitos humanos, saúde pública e justiça social, passou a ser ainda mais urgente com a aprovação do Projeto de Lei 4.626/2020, que aumenta significativamente a pena para quem abandona ou maltrata indivíduos em situação de vulnerabilidade. O novo projeto, aprovado em junho de 2025, não apenas reformula o Código Penal, como também altera o Estatuto do Idoso e o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Trata-se de uma medida que busca inibir práticas criminosas e proteger uma parcela da população frequentemente invisibilizada. Diante disso, o abandono institucional ou familiar desses grupos revela problemas estruturais profundos, como a negligência governamental, a precariedade das políticas públicas e a falta de conscientização social. Por essa razão, o tema se torna extremamente relevante para provas como o ENEM, vestibulares e concursos públicos, que cobram do candidato um olhar atento à realidade brasileira e capacidade de propor soluções eficazes. Neste post, você vai encontrar textos motivadores, repertórios socioculturais, argumentos, propostas de intervenção e estrutura completa de redação para treinar com base nesse recorte temático. Um conteúdo essencial para quem deseja se destacar nas provas mais concorridas do país. Proposta de Redação sobre abandono de idosos e pessoas com deficiência no Brasil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para combater o abandono de idosos e de pessoas com deficiência no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Quais textos motivadores ajudam a refletir sobre o abandono de idosos e pessoas com deficiência no Brasil? Texto I – Aumento de pena para abandono de idoso ou pessoa com deficiência vai a sanção O Projeto de Lei 4.626/2020, aprovado pela Câmara dos Deputados com emendas do Senado, seguiu para sanção presidencial em junho de 2025. O texto propõe aumento das penas para os crimes de abandono e maus-tratos a idosos ou pessoas com deficiência. Antes, a pena geral era de seis meses a três anos de reclusão. Com a nova redação, o tempo passa a ser de dois a cinco anos, além de multa. Nos casos em que o abandono resulta em lesão corporal grave, a pena pode chegar a sete anos. Se houver morte, o autor pode ser condenado a até 14 anos de prisão. Além disso, o projeto altera o Estatuto do Idoso e o Estatuto da Pessoa com Deficiência para reforçar a punição nesses casos, retirando a possibilidade de julgamento por juizados especiais. Com isso, o poder público reconhece a gravidade desses crimes, que expõem à vulnerabilidade física e cognitiva cidadãos que dependem de cuidado constante. Fonte adaptada: Agência Senado (18/06/2025).Acesso em: senado.leg.br Texto II – Como o Código Penal brasileiro trata o abandono de incapaz? O abandono de incapaz é um crime previsto no artigo 133 do Código Penal. Ele ocorre quando uma pessoa responsável se omite no dever de proteger alguém vulnerável. Em primeiro lugar, é necessário destacar quem pode ser considerado incapaz. A legislação reconhece essa condição em pessoas que não conseguem se defender sozinhas por causa da idade, deficiência ou estado de saúde. Dessa forma, estão incluídas crianças pequenas, idosos fragilizados, pessoas com deficiências físicas ou mentais e indivíduos sob efeito de drogas, álcool ou medicamentos. Além disso, o crime se caracteriza pela existência de um vínculo de cuidado entre a vítima e o agressor. Esse vínculo pode ser legal, como a tutela, ou de fato, como na convivência familiar. A conduta se configura quando há omissão no cuidado necessário, gerando risco concreto à vida, à saúde ou à integridade física da vítima. Para fins penais, não basta apenas a negligência. É preciso que a omissão tenha colocado o incapaz em perigo real. Quais são os tipos de abandono previstos em lei? Segundo o Código Penal, o abandono pode assumir três formas principais: físico, emocional e intelectual. No abandono físico, há negligência em relação à alimentação, higiene, vestuário e assistência médica. Esse é o tipo mais visível e frequentemente denunciado. O abandono emocional envolve a omissão de suporte afetivo e escuta. Mesmo presente fisicamente, o responsável pode negligenciar o bem-estar psicológico da vítima. Já o abandono intelectual se refere à falta de estímulo educacional. Ocorre quando o responsável impede ou negligencia o acesso à formação básica. Esses três tipos de abandono são penalmente relevantes, sobretudo quando a omissão compromete o desenvolvimento ou a segurança da vítima. Como a Justiça diferencia o abandono doloso e o culposo? No abandono doloso, o agente tem a intenção de deixar a vítima desamparada. Ele age com consciência do risco envolvido. No abandono culposo, a omissão decorre de negligência, imprudência ou imperícia. O agente não deseja o resultado, mas falha no dever de cuidado. Existe ainda o dolo eventual. Nesse caso, o agente assume o risco de causar dano, mesmo sem desejar diretamente o desfecho. Essa distinção é fundamental para a aplicação da pena, que varia conforme a gravidade da conduta e o resultado do abandono. Quais são as consequências legais do abandono de incapaz? A pena depende do dano causado à vítima. Se houver apenas risco, a detenção é de seis meses a três anos. Caso ocorra lesão corporal grave, a pena sobe para reclusão de um a cinco anos. Se resultar em morte, a punição chega a quatro a doze anos. Além disso, a pena aumenta em um terço se o abandono ocorrer em lugar ermo, se o autor for parente próximo ou se a vítima tiver mais de 60 anos. Na esfera cível, o agressor pode ser condenado ao pagamento de indenização por danos morais e materiais, além da perda da guarda, tutela ou curatela. Essas sanções reforçam o princípio da

O eixo temático saúde é um dos mais recorrentes nas propostas de redação do ENEM, vestibulares e concursos públicos. Isso porque questões sanitárias, acesso a serviços médicos, doenças contemporâneas e desafios estruturais da saúde pública brasileira são temas que envolvem tanto direitos fundamentais quanto políticas públicas. Além disso, a saúde está diretamente ligada a outras áreas sociais, como educação, tecnologia, meio ambiente e desigualdade. Por isso, compreender esse eixo de forma ampla e atualizada é essencial para desenvolver argumentos sólidos e bem embasados. Temas como crise no SUS, transtornos mentais entre jovens, impactos da pandemia na saúde pública, medicalização da vida, desigualdades no acesso a tratamentos e inteligência artificial na medicina já caíram ou têm alto potencial de cobrança nas provas dissertativas. O que é o eixo temático saúde? O eixo temático saúde reúne temas que abordam o bem-estar físico, mental e social da população. Trata-se de um campo multidisciplinar que articula direitos fundamentais, políticas públicas, acesso a serviços essenciais e desafios contemporâneos, como o avanço da tecnologia ou os impactos ambientais na saúde humana. Na redação, esse eixo exige do candidato uma visão crítica sobre como a saúde é tratada no Brasil e no mundo, além de argumentação sólida sobre causas, consequências e possíveis soluções para problemas reais. 📌 Exemplos de temas que fazem parte do eixo saúde: Esse eixo é muito explorado porque a saúde é um direito previsto na Constituição e um tema sempre atual nas políticas públicas. Saber articulá-lo na redação é uma forma de mostrar repertório, senso crítico e domínio da estrutura dissertativa. Quais são os temas da saúde? De forma geral, os temas ligados ao eixo da saúde envolvem questões sociais, éticas, políticas e tecnológicas. Eles costumam aparecer nas propostas de redação por estarem diretamente relacionados aos direitos humanos e ao bem-estar coletivo. Veja, a seguir, os principais temas cobrados dentro dessa área: 🏥 1. Acesso à saúde no Brasil Esse tema discute a dificuldade que parte da população tem em acessar serviços básicos de saúde, especialmente em regiões periféricas e rurais. Pode ser abordado por meio de tópicos como a precarização do SUS, a má distribuição de médicos e a sobrecarga nos hospitais públicos. 💉 2. Vacinação e prevenção de doenças Aqui, o foco está na importância da imunização, na resistência à vacinação (movimentos antivacina), e em como políticas de prevenção podem reduzir o número de internações e mortes, principalmente durante surtos e pandemias. 🧠 3. Saúde mental na contemporaneidade Com o aumento de transtornos como depressão, ansiedade e burnout, esse tema chama atenção para a falta de políticas públicas para saúde mental, a desinformação e o preconceito que ainda cercam o cuidado emocional. ⚖️ 4. Desigualdade no atendimento à saúde Esse é um tema transversal, pois relaciona desigualdade social, raça, gênero e território ao acesso a tratamentos de qualidade. Um bom exemplo é a diferença no atendimento entre hospitais públicos e privados. 🤖 5. Tecnologia e saúde: limites e avanços A integração de tecnologias como inteligência artificial, telemedicina e big data no setor da saúde traz benefícios e desafios. A proposta pode discutir os riscos da dependência tecnológica, a exclusão digital ou os dilemas éticos do uso de dados sensíveis. 🧬 6. Doenças negligenciadas e epidemias Assuntos como a dengue, a tuberculose e a hanseníase, que ainda atingem populações vulneráveis, costumam ser cobrados para debater a negligência histórica e a ausência de políticas consistentes. 🚬 7. Doenças crônicas e estilo de vida Obesidade, diabetes, hipertensão e sedentarismo são problemas de saúde pública muitas vezes associados a hábitos modernos prejudiciais, como má alimentação, estresse e inatividade física. Um tema atual seria: “Os impactos do sedentarismo na saúde dos jovens brasileiros”. Quais são os temas do eixo saúde no Enem? No Enem, os temas ligados à saúde costumam explorar dimensões sociais, econômicas e comportamentais que afetam o bem-estar da população. Eles se conectam diretamente com os direitos humanos, a cidadania e as políticas públicas, pilares da prova. A seguir, listamos exemplos de temas já cobrados ou com grande potencial de aparecer nas próximas edições, todos com base em atualidades e debates relevantes: Saúde mental e redes sociais ➡️ Esses temas exploram a saúde emocional no mundo contemporâneo, marcada por hiperconectividade, pressões no trabalho e traumas recentes, como a pandemia. Saúde do homem e masculinidade ➡️ Traz à tona estigmas e comportamentos prejudiciais à saúde, que impedem muitos homens de buscar ajuda médica ou emocional. Sistema de saúde e desigualdade ➡️ São temas que evidenciam as lacunas no acesso à saúde, principalmente para populações marginalizadas. 🦟 Doenças e epidemias ➡️ Relaciona-se à eficiência das políticas públicas de prevenção e à responsabilidade coletiva na contenção de surtos. Alimentação e obesidade infantil ➡️ Envolve questões de publicidade infantil, acesso a alimentos saudáveis e desigualdade social. Primeira infância e saúde preventiva ➡️ Tópicos que abordam o cuidado com a infância como base para uma sociedade mais saudável. Quais filósofos falam sobre saúde? Michel Foucault, Friedrich Nietzsche e Georges Canguilhem são os principais filósofos que abordam a saúde em suas obras — cada um com perspectivas únicas sobre corpo, normalidade e cuidado. Michel Foucault: saúde, poder e controle Foucault enxergava a saúde não apenas como uma questão biológica, mas como uma construção social e política. Em obras como “Vigiar e Punir” e “Nascimento da Clínica”, ele analisa como instituições médicas passaram a regular o corpo e o comportamento das pessoas. ➡️ Para ele, a medicina é uma forma de controle social, usada para normatizar condutas. A saúde, nesse contexto, é parte de um sistema de poder que define o que é “normal” ou “patológico”. Friedrich Nietzsche: saúde como potência de vida Nietzsche critica a ideia de saúde apenas como ausência de doença. Em vez disso, propõe uma visão vitalista: ser saudável é ter força interior, é afirmar a vida mesmo diante do sofrimento. ➡️ No livro “O Anticristo”, ele questiona os valores morais que negam o corpo e exalta uma saúde que envolve vontade, superação e autonomia. Georges Canguilhem: o normal e o patológico Canguilhem é um pensador-chave

A presença da inteligência artificial (IA) na vida cotidiana deixou de ser tendência para se tornar realidade consolidada. Plataformas como o ChatGPT, desenvolvido pela OpenAI, e o Gemini, do Google, oferecem respostas rápidas, personalizadas e em linguagem natural, o que facilita estudos, decisões, interações e até alívio emocional. No entanto, essa facilidade pode se tornar armadilha. À medida que milhares de usuários interagem diariamente com essas ferramentas, surge um alerta: a IA, inicialmente projetada para produtividade, também está sendo usada como companhia emocional. E quando a inteligência artificial começa a substituir o contato humano, o risco de desenvolver vínculos afetivos com a máquina cresce, trazendo à tona sentimentos de solidão, dependência e isolamento social. Por isso, esse cenário levanta uma pergunta importante: quais são os riscos de se tornar emocionalmente dependente de inteligências artificiais como o ChatGPT? Esse tema é atual, relevante e tem grande potencial para aparecer em provas discursivas, como a redação do ENEM, vestibulares como a Fuvest, e concursos públicos que exigem dissertação, como o da Polícia Federal. A seguir, você confere a análise completa do tema e os textos motivadores que ajudam a refletir sobre esse fenômeno contemporâneo. Proposta de Redação sobre dependência emocional de inteligências artificiais A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os riscos da dependência emocional de inteligências artificiais como o ChatGPT”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Quais os Textos motivadores sobre os riscos da dependência emocional de inteligências artificiais como o ChatGPT? Texto I – Uso prolongado do ChatGPT pode aumentar solidão e dependência emocional? Pesquisas recentes realizadas pela OpenAI, em colaboração com o MIT Media Lab, analisaram o comportamento de mais de 4.000 usuários assíduos do ChatGPT. A investigação, publicada pela revista Exame, revelou que o uso intenso da ferramenta de IA pode estar relacionado a sentimentos de solidão, engajamento social superficial e dependência emocional, especialmente entre mulheres. Com cerca de 40 milhões de interações reais analisadas, o estudo dividiu-se em duas fases: na primeira, houve o monitoramento passivo do uso da ferramenta; na segunda, um grupo de 1.000 pessoas interagiu com o ChatGPT diariamente por quatro semanas, por pelo menos cinco minutos ao dia. Os resultados mostraram que, embora muitos usem a IA com fins produtivos, uma parcela dos participantes relatou laços emocionais estabelecidos com a máquina, o que indica o surgimento de uma nova forma de apego digital, algo que, se não for equilibrado, pode levar ao isolamento social e à dificuldade de manter vínculos humanos reais. Fonte adaptada: Exame.com Texto II – Como se preparar para uma Inteligência Artificial viciante? De acordo com especialistas do podcast da MIT Technology Review Brasil, a inteligência artificial está caminhando para se tornar não apenas uma ferramenta, mas um vício digital. A hiperpersonalização dos sistemas de IA permite que os usuários criem vínculos profundos com assistentes virtuais, que respondem com empatia, usam voz humana e são capazes de imitar padrões afetivos. O problema, apontam os pesquisadores, é que esse tipo de interação ativa estímulos semelhantes aos causados por redes sociais — como liberação de dopamina — mas de forma mais intensa. O resultado é uma espécie de bolha emocional: o indivíduo prefere conversar com a IA, que o compreende e não o contraria, do que lidar com os desafios naturais da convivência humana. Além disso, há riscos psicológicos e sociais. A substituição de mentores, terapeutas e relacionamentos por IAs pode levar ao empobrecimento da vida social e ao isolamento. Casos extremos incluem pessoas que namoram IAs, ou recriam entes queridos falecidos para manter um vínculo artificial. A médio prazo, isso pode comprometer o desenvolvimento emocional e a saúde mental da população. Fonte adaptada: MIT Technology Review Brasil Texto III – IA degenerativa: quando a inteligência artificial enfraquece o pensamento crítico? Muito se fala sobre as maravilhas da inteligência artificial generativa, aquela capaz de escrever textos, gerar imagens, compor músicas e até oferecer soluções complexas em segundos. No entanto, um debate ainda pouco explorado é o dos efeitos colaterais silenciosos do uso contínuo dessas tecnologias. É nesse contexto que surge o conceito de IA degenerativa: a forma como certos recursos tecnológicos, ao invés de apenas facilitar, podem enfraquecer nossas funções cognitivas mais básicas. O termo, apesar de provocativo, não se refere a falhas técnicas, mas sim ao impacto gradual que o uso indiscriminado de IA pode causar sobre nossa memória, raciocínio lógico e autonomia de pensamento. Em outras palavras, ao transferirmos para as máquinas a responsabilidade de pensar por nós, passamos a exercitar menos as próprias capacidades intelectuais. Um exemplo claro está no uso de ferramentas como o Waze, que, embora úteis, levaram muitos usuários a perderem a noção espacial ou a habilidade de memorizar trajetos. O mesmo ocorre com o ChatGPT e plataformas similares: a facilidade em obter respostas prontas pode incentivar o abandono do pensamento crítico. Segundo um estudo da Universidade de Stanford, 92% das pessoas que usam apps de navegação frequentemente não sabem se orientar sozinhas. No ambiente educacional, esse fenômeno se torna ainda mais preocupante. De acordo com o artigo publicado na CNN Brasil, 30% dos usuários do ChatGPT são estudantes, muitos dos quais utilizam a IA de forma automatizada para resolver tarefas escolares. Isso resulta em aprendizagens superficiais, cópias automáticas e queda da curiosidade intelectual. Além disso, dados da UCLA apontam que o uso constante de dispositivos digitais pode reduzir a memória humana em até 20%, e estudos da Universidade de Harvard mostram que 85% dos alunos do ensino fundamental já não conseguem resolver divisões simples sem calculadora. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto IV — A relação emocional entre humanos e máquinas: o perigo da dependência afetiva da IA Fonte adaptada: Encontro de jovens cientistas Repertórios para usar em temas sobre inteligências artificiais
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