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A influência das fake news nas redes sociais para o aumento do discurso de ódio no Brasil | Tema de redação

A influência das fake news nas redes sociais

Você está pronto para mergulhar em um tema atual e significativo como a influência das fake news e do discurso de ódio nas redes sociais? Em meio à vasta expansão digital, encontramos um oceano de informações, muitas vezes marcadas pela falta de veracidade.

Por exemplo, refletindo sobre os riscos desse fenômeno, é válido recordar o caso de uma jovem de 22 anos cujo suicídio foi impulsionado por notícias falsas espalhadas por diversas páginas, entre elas a “Choquei”.

Dessa forma, esse trágico acontecimento sublinha as severas consequências da propagação de conteúdo irresponsável.

Por fim, você conseguiria argumentar e redigir um texto sobre a influência das fake news e do discurso de ódio nas redes sociais? Aqui você encontrará os textos motivadores, argumentos e repertórios para prepará-lo caso este tema seja abordado na redação do Enem.

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A influência das fake news nas redes sociais para o aumento do discurso de ódio no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. 

Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista.

  1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
  2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta preta, na folha própria, em até 30 (trinta) linhas.
  3. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para a contagem de linhas. 
  4. Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que:
  • 4.1 tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo consideradas “textos insuficiente”; 
  • 4.2 fugir do tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo; 
  • 4.3 apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto;
  •  4.4 apresentar nome, assinatura, rubrica, ou outras formas de identificação no espaço destinado ao texto.

Texto I

Como identificar fake news ou desinformação

Em um mundo onde a desinformação e as fake news se espalham rapidamente, é crucial saber distinguir a realidade da ficção. Uma estratégia comum das fake news é o uso de títulos chamativos, que apelam para as emoções e incentivam o compartilhamento.

Nesse sentido, estes títulos muitas vezes não refletem o conteúdo real da notícia, e é importante ler além do título, verificando a integridade da informação no texto completo. Outrossim, a presença de erros ortográficos ou gramaticais pode ser um indicativo de fake news.

Outro ponto de atenção é a presença de textos opinativos disfarçados de notícias. Notícias objetivas devem ser neutras; portanto, se um texto parece carregar opiniões pessoais, é aconselhável buscar outras fontes confiáveis.

A verificação da fonte da notícia representa um aspecto crucial; deve-se checar informações provenientes de fontes desconhecidas em veículos de imprensa estabelecidos para assegurar sua credibilidade. Além disso, é importante verificar a data de publicação para compreender o contexto atual da notícia.

Por outro lado, a criação de URLs falsificadas, imitando veículos de imprensa conhecidos para espalhar informações falsas, é uma tática comum. Portanto, é essencial prestar atenção aos endereços dos sites para evitar ser enganado.

Por fim, para conteúdos suspeitos, é recomendável consultar agências de checagem de notícias, como as parceiras do Programa de Enfrentamento à Desinformação do TSE, incluindo a página Fato ou Boato, e o TRE-S.

Fonte adaptada: Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo

Texto II

O projeto de lei das fake news e o combate à desinformação

O Projeto de Lei 2.630, mais conhecido como PL das Fake News, foi o foco de discussões no Seminário Informação, Big Techs e Democracia na América Latina. Rená ressalta que as soluções para combater a desinformação devem ser ágeis, seguras e responsáveis.

O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) acredita que mesmo a aprovação do PL não encerrará a luta contra a desinformação e o monopólio das big techs. Silva enfatiza a importância do financiamento do jornalismo público e plural como parte crucial dessa batalha.

Ele cita a Fenaj e a necessidade de explorar diferentes opções de financiamento para a produção e difusão de informações confiáveis.

Brant destaca a educação midiática como uma estratégia vital para combater a desinformação e menciona iniciativas recentes do governo federal. Este Projeto de Lei, assim como as iniciativas mencionadas, representam esforços significativos na luta contínua contra a disseminação de notícias falsas e desinformação em uma era digital cada vez mais complexa.

Fonte adaptada: Agência Brasil

Texto III

O relatório do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania destaca o triplo aumento dos crimes relacionados ao discurso de ódio nas redes sociais nos últimos seis anos. Este dado alarmante sublinha a necessidade urgente de uma “Constituição” digital para proteger os direitos fundamentais dos usuários online.

O documento sugere a implementação de vigilância constante contra desinformação e conteúdo de ódio pelas grandes empresas de tecnologia, as chamadas big techs. O objetivo é criar um ambiente digital mais democrático e seguro, promovendo a proteção dos direitos e liberdades individuais.

Além disso, o relatório destaca a necessidade de debater o “constitucionalismo digital”, propondo um novo marco regulatório para plataformas digitais e inteligência artificial. Desse modo, tal proposta busca regular as redes sociais, assegurando que sejam responsabilizadas por conteúdos de ódio.

Por fim, o relatório sugere a criação de um “Fórum Permanente de Enfrentamento ao Discurso de Ódio e ao Extremismo”, além da ratificação da “Convenção Interamericana contra Toda Forma de Discriminação e Intolerância” pelo Brasil.

Fonte adaptada: Estado de Minas

Texto IV

A influência das fake news nas redes sociais

Fonte: G1

Livros sobre o tema 

  1. “1984” de George Orwell: aborda o controle da informação e a manipulação da verdade pelo governo.
  2. ” Fahrenheit 451″, de Ray Bradbury, aborda a censura e a destruição de livros em uma sociedade futurista, isto é, relacionando-se ao controle de informações.
  3. “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley, apresenta uma sociedade em que a verdade é manipulada, ou seja, vinculando-se à temática de fake news.
  4. “A Revolução dos Bichos” de George Orwell: uma alegoria sobre manipulação e distorção da verdade, já que é similar ao fenômeno das fake news.
  5. “O Senhor das Moscas” de William Golding: explora o comportamento humano em sociedade, como também inclui aspectos de manipulação e poder.

Filmes e Séries

  1. “The Social Dilemma” (Documentário): explora os impactos das redes sociais na sociedade, uma vez que inclui a disseminação de fake news e discurso de ódio.
  2. “Spotlight” (Filme): aborda o jornalismo investigativo, porque ressalta a importância da verificação de informações.
  3. “Citizenfour” (Documentário): sobre Edward Snowden e a vigilância governamental, já que levanta questões sobre privacidade e verdade.
  4. “Black Mirror” (Série): episódios como “Hated in the Nation” lidam com temas de tecnologia, mídia, bem como a influência social.
  5. “The Great Hack” (Documentário): examina o caso da Cambridge Analytica e a manipulação de informações em redes sociais.

Constituição Brasileira

  • Artigo 5º, IV e IX: garante a liberdade de expressão e de informação, já que ressalta a importância de disseminar informações verdadeiras e combatendo a disseminação de fake news e discursos de ódio.
  • Artigo 220: estabelece a liberdade de comunicação, mas impõe limites ao abuso dessa liberdade, como no caso de propagação de informações falsas ou incitação ao ódio.

Agenda 2030 – ONU

  • Objetivo 16: promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionando acesso à justiça para todos e construindo instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.
  • Objetivo 10: reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles. Além disso, o combate às fake news e ao discurso de ódio nas redes sociais pode contribuir para a redução de desigualdades.

Argumento 1: manipulação midiática

  • O que é: a manipulação midiática refere-se ao uso de meios de comunicação para influenciar a opinião pública de forma enviesada ou tendenciosa.
  • Causa: agentes específicos, motivados por interesses políticos, ideológicos ou comerciais, geralmente impulsionam a manipulação midiática com o objetivo de moldar a percepção pública para atingir seus objetivos.
  • Consequência: sem dúvida, a consequência é um público mal informado e polarizado, como também o aumento do discurso de ódio, e enfraquecimento da democracia e do diálogo social construtivo.
  • Solução possível: a solução envolve educação midiática e digital robusta, regulamentação das plataformas digitais para combater fake news.
  • Repertório: Noam Chomsky, em “Manufacturing Consent”, explora como a mídia é usada para manipular a opinião pública. Ademais, a obra pode ser referenciada para ilustrar como a mídia pode ser usada para criar um terreno fértil para o discurso de ódio.
  • Relação com o argumento: o repertório de Chomsky sustenta a ideia de que a mídia, quando manipulada, ou seja, pode ser uma ferramenta poderosa para disseminar fake news e discursos de ódio.

Argumento 2: impunidade

  • O que é: impunidade no contexto das fake news e do discurso de ódio se refere à falta de responsabilização legal dos indivíduos ou entidades que disseminam essas informações.
  • Causa: a impunidade muitas vezes decorre de lacunas legais, dificuldades em rastrear a origem das fake news e da complexidade em enquadrar o discurso de ódio como crime.
  • Consequência: a falta de punição encoraja a propagação contínua de notícias falsas e discursos de ódio, como também contribui para um ambiente digital tóxico e prejudicial.
  • Solução possível: criar e fortalecer legislações específicas para tratar de fake news e discurso de ódio, além de mecanismos eficazes para rastrear e punir os responsáveis.
  • Repertório: Hannah Arendt, ao analisar a banalidade do mal, ilustra como a ausência de responsabilidade, como também a aceitação passiva de atos prejudiciais podem conduzir a consequências desastrosas para a sociedade.
  • Relação com o argumento: a referência a Arendt reforça a ideia de que a impunidade e a indiferença em relação ao discurso de ódio e às fake news podem levar a resultados desastrosos.

Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema de redação sobre a influência das fake news nas redes sociais, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Então, ao acessar a nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida.

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