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    Claudia Bechler
    5 min

    Desafios na alfabetização infantil | Repertórios para o tema

    Repertório sociocultural bem utilizado eleva o nível da redação. Conheça algumas referências para escrever sobre a alfabetização infantil. Confira o tema ”Desafios na alfabetização infantil”. Durante o ano de 2020, o Ministério da Educação focou sua comunicação, especialmente nas redes sociais, no tema da alfabetização. Por essa razão, chegamos mesmo a desconfiar que esse é um possível tema de redação Enem. Independentemente disso, é sempre importante refletirmos e treinarmos a redação com assuntos da atualidade. A alfabetização infantil e os desafios para concretizá-la são demandas sociais relevantes. Certamente escrever sobre isso será um excelente treino para o dia da prova. Veja na sequência algumas referências para que você saiba mais sobre alfabetização infantil e escreva um texto com uso produtivo de repertório sociocultural. Então, vamos lá? 1. Política Nacional de Alfabetização (PNA) Conhecer as políticas públicas e a legislação sobre o tema deve ser a sua primeira preocupação para desenvolver uma argumentação bem fundamentada. Assim, acesse o site exclusivo sobre a questão da alfabetização infantil do MEC. Nele, você encontrará informações sobre o Decreto n. 9.765, de 11 de abril de 2019, que instituiu a PNA, inclusive comentada artigo a artigo. Há também um espaço para professores e outro para pais e responsáveis, os quais explicitam dois programas governamentais que você deve conhecer: Tempo de aprender e Conta pra mim. Na aba “O que dizem as pesquisas”, há dois depoimentos a respeito do método fônico, que o governo brasileiro quer priorizar. Enfim, navegue pela página e encontre muitas referências que podem ajudar na hora da escrita. 2. Vídeo: Alfabetização pelo método fônico divide especialistas Neste vídeo, publicado no canal da TV UNESP, você conhecerá as opiniões de especialistas na área de educação e alfabetização a respeito do sistema que a PNA indica como mais eficiente para promover a alfabetização na idade certa. Acesse e saiba mais sobre isso. O vídeo é curtinho, em menos de 11 minutos você já ficará bem informado(a) sobre o assunto! https://youtu.be/0663kgsqoFM 3. Vídeo: Métodos de alfabetização – Magda Soares – Entrevista Magda Soares é  professora titular emérita e pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da UFMG. Certamente, é um dos grandes nomes brasileiros nessa área, o que pode ser um argumento de autoridade interessante para ter na manga. Nessa entrevista, a professora da UFMG comenta os métodos para alfabetizar. Assim, ela esclarece o debate entre aqueles que pensam a associação entre sons e letras como mais eficaz e os que condenam esse tipo de abordagem. De fato, o método fônico desconsidera o contexto social do aluno e o conhecimento que ele já possui sobre leitura. Portanto, em um país com tamanhas desigualdades como o Brasil, tal método funcionaria? Reflita. 4. Cealecast Sempre gostamos de dar uma dica de podcast para quem não tem muito tempo de ver vídeos ou ler nossas outras indicações. O CEALE – Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da UFMG, do qual Magda Soares é uma das pesquisadoras, lançou neste ano o seu canal. O primeiro episódio trata do desafio da educação durante a pandemia e o papel dos pais e da família nesse processo. Vale a pena dar uma “ouvida”, pois pode ser um caminho para abordar o tema. Confira também os demais episódios já lançados. 5. Filme: Como estrelas na Terra (2007) Outra visão que pode ser trazida como um desafio para a alfabetização infantil são os casos de crianças disléxicas que desconhecem a sua condição. De fato não é raro encontrar quem apresenta dificuldades de aprendizado devido a fatores que nada têm a ver com a qualidade do ensino, mas sim com algo externo à sala de aula. Nesse filme é narrada a história de Ishaan, de 9 anos de idade, cujo irmão é o exemplo da sala, enquanto Ishaan apresenta dificuldades no ensino-aprendizado e repetiu a terceira série pela segunda vez. Na escola onde estuda o ensino é tradicional e há uma professora autoritária e arrogante que trata as dificuldades de Ishaan como um caso de indisciplina. Então, certo dia, a diretora relatou à família que o aluno não acompanha as aulas e, ao fazer alguma leitura, ele relata que “as letras são dançarinas”. Com isso, é transferido a um colégio interno em que, depois de algum tempo, encontra um professor substituto de artes que percebe que há algo acontecendo com o estudante. É um filme emocionante e você certamente terá uma boa visão sobre essa questão e como ela afeta a alfabetização. Afinal, quanto brasileiros não devem passar por situações parecidas? Assista! 6. Série documental: Alfabetismo Brasil A série documental “Alfabetismo Brasil”, produzida pelo Canal Futura, trata-se de uma reflexão para a sociedade. Isso porque ela mostra como está o país em relação ao alfabetismo funcional entre os brasileiros de 15 a 64 anos. Sim, é importante conhecer um pouco mais sobre isso porque um dos efeitos de uma má alfabetização infantil ou mesmo a sua ausência é uma nação de pessoas que desconhecem o fantástico mundo da leitura e da escrita. Assim, a série conta com 8 episódios que comentam o assunto por diversos vieses. Confira! 7. IBGE Educa Sempre é bom conhecer alguns dados estatísticos a respeito do tema de redação para usar na argumentação. No site do IBGE você poderá encontrar alguns deles que tratam da questão da alfabetização e do analfabetismo. Dê uma olhada nos números e anote aqueles que julgar mais relevantes. Há muitos percentuais disponíveis. Por exemplo, as taxas por região, por idade, por raça, por gênero. Certamente algum deles poderá fazer parte do seu projeto de texto. Então, gostou dessas dicas? Também faça sempre a sua própria pesquisa sobre o tema relacionado à alfabetização infantil! Escreva um rascunho, releia, passe a limpo. Reescreva. Sim! Essa é a rotina de quem está se preparando para a redação Enem. Conhece algum repertório pertinente ao tema? Divida seus conhecimentos conosco nos comentários! E não esqueça: caso queira a correção de um profissional, conte com a nossa ajuda!

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    23 de dez. de 2020
    menina aprendendo a ler
    Claudia Bechler
    6 min

    Desafios na alfabetização infantil | Tema de Redação

    Escreva uma redação sobre o tema “Desafios na alfabetização infantil” e teste seus conhecimentos sobre o texto dissertativo-argumentativo. Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Desafios na alfabetização infantil”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema “Desafios na alfabetização infantil”: Texto 1 5 desafios da alfabetização no Brasil No dia 8 de setembro se comemora o Dia Mundial da Alfabetização. No entanto, no Brasil, ainda temos muito a percorrer para uma alfabetização eficiente para todos. Desse modo, listamos os cinco principais desafios desta que é uma etapa de extrema importância para o desenvolvimento educacional e pode refletir negativamente por toda a vida do estudante. 1- Falta de dados Os dados mais recentes sobre o assunto referem-se a 2016, já que a Avaliação Nacional da Alfabetização foi descontinuada. Porém, sem informações atualizadas, fica ainda mais difícil buscar soluções para equiparar a grande desigualdade na aprendizagem das crianças existente no Brasil. 2- Alfabetização adequada De acordo com a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), as dificuldades já se dão no início do processo de aprendizagem no Brasil. Assim, em 2016, menos da metade dos estudantes do 3° ano do Ensino Fundamental alcançaram os níveis de proficiência suficientes em Leitura (45,3%) e em Matemática (45,5%). 3- Impacto da desigualdade social As diferenças dos níveis de proficiência em Leitura, Escrita e Matemática de acordo com o Nível Socioeconômico (NSE) são gritantes. Isso é o que mostra a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA). Em 2016, o grupo com NSE muito baixo e baixo tiveram média de 23,4 em Leitura, enquanto o grupo alto e muito alto mais que dobrou a média, alcançando 68,2. 4- Disparidades regionais As diferenças da educação oferecida nos estados brasileiros também influenciam no nível de proficiência da alfabetização. Dados do MEC, Inep e Doeb de 2014 e 2016 mostram que a Região Norte e Nordeste ficaram abaixo da média brasileira nos níveis de proficiência em Leitura e Matemática em 2014 e 2016 e em escrita em 2016. Obs: Não há dados de Escrita em 2014. 5- Distorção entre Idade e Série O Relatório SAEB/ANA 2016 indica que cerca de 14,9% dos estudantes do Brasil têm dois anos ou mais acima da idade de referência para a sua etapa do ensino. No entanto, nas regiões Norte e Nordeste, a média é ainda maior que a nacional, com 20,2% e 21,4%, respectivamente. A Meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE) é alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3° ano do Ensino Fundamental. Para quem abandonou a escola ou não teve acesso na idade apropriada, há a possibilidade de alfabetização na Educação de Jovens e Adultos (EJA), que oferece os níveis da Educação Básica em todo o país. Fonte: futura org Texto 2 MEC prioriza método fônico e alfabetização aos 6 anos, mas aceita que ciclo só termine aos 8 Assinada pelo presidente Jair Bolsonaro na manhã desta quinta-feira (11.04.2019), a nova Política Nacional de Alfabetização (PNA) só foi divulgada publicamente pouco antes das 22h de quinta, com a publicação do texto em uma edição extra do “Diário Oficial da União”. No documento final, manteve-se a diretriz presente em um rascunho dela, pela qual a priorização da alfabetização deve acontecer no 1º ano do ensino fundamental, quando as crianças têm 6 anos. No entanto, o MEC incluiu um objetivo novo no texto que saiu no DOU, que é cumprir a meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE). Assim, a meta, que entrou em vigor em 2014 e tem vigência até 2024, quer todas as crianças alfabetizadas até no máximo o final do 3º ano do fundamental, ou seja, aos 8 anos de idade. Mas a política não é obrigatória às redes estaduais, municipais e privadas. Qual é a idade certa para alfabetizar? A questão está em debate no Brasil na última década. Assim, veja os principais pontos: A tendência de antecipar a alfabetização começou nas escolas particulares depois de 2010, quando o ensino fundamental passou de oito para nove anos de duração, e o antigo “pré” se tornou o 1º ano do fundamental; Em 2013, o MEC lançou o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic). Trata-se de uma iniciativa para estimular que crianças estejam plenamente alfabetizadas aos 8 anos, no 3º do fundamental; Mesmo assim, não é isso o que acontece na realidade: dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2014 mostram que um quinto dos alunos da rede pública chegou ao 4º ano do fundamental sem aprender a ler adequadamente; Além disso, estudos indicam que o processo de alfabetização é longo. Para ser concluído aos sete anos, precisa começar com as crianças mais novas, que ainda não estão preparadas para isso; Os defensores das ciências cognitivas de leitura afirmam que é possível o “ensino explícito e organizado das relações entre os grafemas da linguagem escrita e os fonemas da linguagem falada”, como diz nova política do MEC; Secretários estaduais e municipais de Educação já afirmaram que não são contra o método fônico. Porém, são contra a definição de um método em detrimento dos demais. Fonte: G1 – globo Texto 3 PERFIL DAS CRIANÇAS DO BRASIL A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2018 estimou que temos no Brasil  35,5 milhões de crianças (pessoas de até 12 anos de idade). Isso corresponde a 17,1% da população estimada no ano, de cerca de 207 milhões. […] Entre a população brasileira a partir dos 15 anos de idade, a taxa de alfabetização em 2018 foi estimada em 93,2%. Assim, como se vê no gráfico a seguir, quase ¼ das crianças brasileiras de 5 anos (23,6%) são alfabetizadas. Entre as crianças de 12 anos, quase todas (98,7%) sabem ler e escrever. Escreva uma redação sobre o tema Desafios na alfabetização infantil após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    23 de dez. de 2020
    Claudia Bechler
    6 min

    Plataforma de correção de redações: conheça o Redação Online

    Conheça o Redação Online! Primeira startup de educação no mundo acelerada pelo Facebook e que oferece uma correção humanizada. Você já sabe da importância da prova de redação Enem para conseguir uma boa média e ter mais chances de conseguir a vaga na universidade. Além disso, a prova de redação assusta também em vestibulares e concursos, principalmente porque existe uma grande defasagem educacional relativa à escrita no país. Considerando como parâmetro o Enem, o número de redações zeradas entre 2014 e 2018 supera a marca de 1 milhão. Enquanto isso, as redações nota mil, nos últimos 3 anos, não chegam a 60 textos. Assim, essa grande diferença reflete uma desigualdade que merece um atento olhar da sociedade, mas também abriu caminho para o surgimento de ideias inovadoras no mercado da educação que fazem a diferença na vida dos estudantes e de quem já concluiu a etapa básica do ensino. Hoje convidamos você para que conheça o Redação Online. O Redação Online é uma plataforma direcionada para correção de redações. Em 2017, tornou-se a primeira startup de educação acelerada pelo Facebook do mundo e também recebeu o prêmio “Talentos da Educação” da Fundação Lemann e o InovAtiva Brasil. Certamente esses acontecimentos atestam a relevância e o impacto social causado pela plataforma na vida de muitos brasileiros. Mas você sabe como ela funciona? Acompanhe a leitura e tire suas dúvidas. A plataforma Treinar a escrita é  fundamental para quem quer melhorar o desempenho nas produções textuais. No entanto, mais do que escrever uma boa quantidade de textos, é essencial compreender em que se está errando para poder aperfeiçoar essa escrita. Pense: é possível evoluir em alguma atividade sem ter o feedback de alguém sobre nosso desempenho? Se levarmos o conceito para o mundo dos esportes, por exemplo, é como imaginar que um jogador talentoso não precisa de um técnico. Ele até pode ser excelente no que faz, mas sem orientação dificilmente usará 100% do seu potencial. Aqui no Redação Online funciona mais ou menos assim… Veja como é simples: Escolha um tema de redação entre os mais de 300 disponíveis; Escreva uma redação. Você pode digitá-la diretamente na plataforma ou escrevê-la à mão e enviar por foto; Nossos professores, especializados e capacitados para as correções, avaliam sua redação segundo os parâmetros do Enem, de concursos ou de vestibulares. Você é quem sinaliza que tipo de correção precisa! Em até 3 dias úteis você recebe a sua redação corrigida e comentada. Então, a partir da análise do corretor você pode fazer uma reescrita ou então escolher um novo tema para treinar. Além de contar com uma equipe superespecial de professores que fornece uma correção humanizada dos textos, o Redação Online é a primeira plataforma em Língua Portuguesa do mundo que usa inteligência artificial nas 5 competências do Enem. Assim, mais que facilitar a correção do professor, permite que ele possa focar ainda mais no processo de aprendizagem dos alunos. Desse modo, ele poderá dar maior atenção às orientações para a melhoria das redações. De fato, os resultados aparecem: nas 4 primeiras correções, em média, o aluno já aumenta 100 pontos nas suas redações. Gradativamente, essa evolução é ainda maior, chegando a 400 pontos a partir de 24 redações! Muito bom, não é mesmo? Nossos planos O Redação Online é uma plataforma paga, porém com valores bastante atrativos e que se encaixam em muitos bolsos. O processo de escolha e compra do plano é 100% digital e seguro. Hoje, temos 3 planos disponíveis e é possível pagar com cartão de crédito, boleto bancário ou pix. Em cada um dos planos, você escolhe o pacote e a quantidade de correções que quer comprar. Além das correções, alguns planos contam com videoaulas, monitorias e material didático de redação. Os créditos de correção são válidos por até 12 meses, ou seja, você tem total liberdade de usar seus créditos da forma e no tempo que quiser até este período. Mas se os créditos acabarem antes, basta renovar o plano ou escolher outro. Depois, é só você colocar a mão na massa e ver a evolução da sua escrita acontecer! Redação Online para escolas A plataforma inteligente de correção do Redação Online também pode fazer parte das escolas e faculdades. É isso mesmo! O processo de envio dos textos tem todas as facilidades disponíveis para alunos, professores e instituições como um todo. Além da plataforma, os gestores escolares têm acesso a uma série de relatórios e diagnósticos que auxiliam na melhora do ensino de redação. Assim, é possível, por exemplo, entender quais são as maiores dificuldades dos alunos e, com mais tempo para dedicar-se ao ensino, o professor pode traçar uma planejamento para resolver esses problemas. Portanto, se sua instituição têm interesse nesse serviço, conheça o Redação Online para escolas. Depoimentos dos nossos alunos É claro que você deve estar pensando que tudo que foi mostrado aqui parece tão maravilhoso porque somos nós que estamos falando, não é mesmo? Então que tal você conhecer agora o que dizem nossos alunos? Alguns deles alcançaram a nota 1000! Acompanhe alguns depoimentos: O Redação Online é uma excelente forma de treinar a produção textual na prática. A plataforma certamente contribuiu com o meu 1000. Considero-o uma excelente ferramenta de preparação para o ENEM. Recomendo! – Gabriel Nogueira Caldas Melo (nota 1000 na redação Enem 2019) O Redação Online foi fundamental para conseguir conquistar a redação nota 1000! – Bárbara Vicentini (nota 1000 na redação Enem 2018) Seja um corretor Mais do que ajudar estudantes a melhorar a escrita, o Redação Online também pode ser uma fonte de renda extra para professores e pessoas formadas em Letras. Pois é! Participar dessa verdadeira revolução no ensino está a um clique de você. Tem a formação necessária e quer essa oportunidade? Então faça seu cadastro. Depois, basta realizar a capacitação em 4 etapas para ser um corretor de redação certificado. Veja os passos: Você assistirá vídeos e receberá um material

    Para vestibulandosFundo de funilOnde estudar
    22 de dez. de 2020
    globo cercado pelo vírus do COVID-19
    Claudia Bechler
    5 min

    Assuntos ligados à pandemia para seu repertório | Redação ENEM 2020

    Conheça assuntos ligados à pandemia que podem fazer parte do tema de redação 2020. Enriqueça seu repertório e tire uma boa nota! É inegável que a pandemia de coronavírus que enfrentada neste ano de 2020 mudou nosso modo de viver. Hoje, não são apenas medidas de proteção, uso de máscaras, distanciamento social que entraram na nossa rotina. Certamente, mudamos também nosso modo de estudar, de trabalhar e de obter momentos de lazer. E tudo isso com o cuidado que o momento exige. Assim, essas “novidades” alertaram para muitos problemas na nossa sociedade, e escancararam outros. Por isso – e por ser um evento ainda do primeiro semestre do ano – vale a pena conhecer alguns assuntos ligados à pandemia que podem fazer parte do tema de redação Enem. Já comentamos aqui que é pouco provável que a crise gerada pela Covid-19  seja o tema de redação Enem. De fato, o assunto esteve muito presente nos noticiários e no cotidiano de todos nós. Assim, por geralmente o Enem buscar surpreender com a temática da prova, é normal pensarmos que buscarão outra questão para ser debatida. Mas, justamente pela força e relevância da pandemia, nada impede que a banca nos surpreenda de outra forma. Além disso, outras instituições de ensino superior podem cobrar essa temática em seus vestibulares. Portanto, não custa nada nos prepararmos para tratar sobre os assuntos ligados à pandemia que listaremos a seguir. Boa leitura! Mas lembre-se: não se trata de tentar adivinhar o tema, pois não temos como saber. São apenas sugestões para que você se prepare e busque repertório para ir bem na redação diante de qualquer possiblidade! 1. Saúde Mental Muito se comenta sobre os efeitos da pandemia no estado emocional das pessoas. O distanciamento social, imposto especialmente nos primeiros meses no Brasil, levantou essa questão. Embora muitas pessoas não sigam mais rigorosamente os protocolos e já exista há algum tempo um relaxamento das medidas protetivas, tudo isso ainda impacta a saúde mental. Quem está longe de suas atividades, trabalhando  ou estudando em casa desde março, pessoas em grupo de risco, profissionais de saúde têm sido os mais afetados. Portanto, vale a pena ler alguns artigos sobre o assunto – abundantes na internet – e pensar também na saúde mental como um todo. Como é a oferta desse tipo de tratamento no Brasil? A população tem fácil acesso a esse serviço? Pesquise! 2. Miséria e desemprego Com a necessidade de as pessoas evitarem sair de casa, fechamento do comércio e serviços, a crise econômica se agravou. Muitas pessoas não tinham recursos para se manter, pois dependiam dos empregos – que muitos perderam. O governo instituiu o auxílio emergencial no sentido de diminuir o problema, mas não foi o suficiente para todos. Além disso, houve muitos problemas no sistema implementado para solicitação e recebimento das parcelas. Atualmente, com os números de casos e mortes superando, em alguns estados, os do primeiro semestre, a preocupação é saber como será  início de 2020. Quais medidas tomar para garantir emprego e renda? Como fica a situação da população mais vulnerável? 3. Liberdade de imprensa e direito à informação O caos gerado pela pandemia criou tensões entre governo e imprensa logo nos primeiros meses. Entre as medidas provocadas por esse embate está a criação do Consórcios de Coletivos de Imprensa, que passou a divulgar os números relativos à contaminação e mortes. Isso porque o governo tentou impedir a apuração de tais dados. Cabe pensar no direito da população a receber informações corretas, no dever do jornalismo de informar e do governo em preservar a população. Como haver harmonia nessas relações? Quais interesses estão em jogo? Reflita! 4. Negacionismo A solução para a pandemia depende muito da ciência. No entanto, ela está extremamente desvalorizada em nosso país. O surto de coronavírus fez surgir indicações de remédios sem comprovação de eficácia para Covid-19 como milagrosos e até como tratamento precoce. Além disso, tais medicações apresentam contraindicações que pouco ou nada se comentou. Aqui além da negação da ciência, podemos pensar também na automedicação e seus efeitos. Medidas de proteção, como uso de máscara, foram desacreditadas por uma parcela da população. Isso agravou ainda mais o quadro sanitário do país. Pense, portanto, nos impactos disso tudo em nossa sociedade, caso isso apareça na prova! 5. Movimento antivacina Um dos assuntos ligados à pandemia que pode virar tema de redação é o movimento antivacina. Inclusive, se quiser treinar e saber mais sobre isso, acesse a nossa proposta e escreva uma redação sobre essa questão. 6. Importância da saúde pública Há algum tempo se aposta que o Enem pedirá um tema relacionado à saúde pública. Será que finalmente chegou a vez? De fato, sem o Sistema Único de Saúde, em um país com tantas desigualdades, muitas pessoas não conseguiriam arcar com seu tratamento em caso de contaminação por coronavírus. Basta obervarmos a situação de endividamento de muitas famílias em países em que não possuem sistema de saúde gratuito para entender a gravidade da questão. Com certeza é relevante, então, conhecer mais sobre o nosso SUS e sobre o serviço de saúde nacional. 7. Exclusão digital Na maioria das localidades brasileiras, as aulas presenciais foram e seguem suspensas. Seja ensino público ou privado, o fato é que todos os atores desse cenário precisaram se adaptar. Mas como aprender sem acesso à internet em casa ou sem ter um bom computador? Quem está se preparando para Enem neste ano e concluía o ensino médio teve um desafio duplo. Pense em como foi para você essa experiência e também coloque-se no lugar de quem tem menos recursos do que você. O que pode e deve ser feito para que a educação seja, de fato, para todos? Essas são algumas das nossas sugestões de assuntos ligados à pandemia que têm chance de aparecer na redação. E qual o se palpite? Escreva-o nos comentários e ajude outras pessoas a se prepararem também!

    Para vestibulandosDados para redaçãoTopo de funil
    18 de dez. de 2020
    educação inclusiva no brasil
    Claudia Bechler
    5 min

    Educação inclusiva no Brasil: Repertórios para o tema

    Uma boa redação precisa ter um repertório interessante. Confira conteúdos para falar sobre a educação inclusiva no Brasil! O tema que lançamos nesta semana é “Educação Inclusiva no Brasil”. Assim, para poder escolher fatos, dados e opiniões para usar na sua argumentação, é necessário pesquisar sobre o assunto. Não sabe por onde começar? Fique tranquilo(a)! Como sempre, neste post selecionamos alguns conteúdos que podem fazer parte do desenvolvimento da sua redação. Vamos lá! 1. Política Nacional de Educação Especial -PNEE O primeiro passo para poder falar bem sobre o tema é conhecer a PNEE na íntegra. Leia o documento e tenha informações sobre a contextualização da sua implementação, princípios e objetivos, público-alvo, entre outras. No material há ainda uma nota do ministro da educação sobre essa nova política. Assim, não deixe de acessar! 2. Constituição Federal de 1988 O principal documento do país também pode ajudar a entender o porquê das polêmicas em torno da nova PNEE. Nele, estão dispostos nossos direitos e deveres dos cidadãos brasileiros, inclusive quando o assunto é educação. Embora seja bastante clichê citar a Constituição na redação Enem, é inegável a sua importância e relevância. Desse modo, é um recurso que, se bem utilizado, funciona com a maioria dos temas. 3. Vídeo: Educação inclusiva: toda criança tem direito de ir à escola Este vídeo curto da trata-se de uma animação sobre a importância de um sistema educacional que respeite as características de cada criança. Produzido pelo Instituto Alana, é um meio acessível para entender um pouco mais sobre a temática. Caso você nunca tenha ouvido falar, o Alana é uma organização sem fins lucrativos com a missão de fomentar e promover assistência social, educação, cultura, proteção e amparo da população em geral. Para saber um pouco mais sobre as suas ações, portanto, entre no site. Assim, quem sabe você não o escolhe como um agente na sua proposta de intervenção? #ficadica 4. Palestra: Pensar utopicamente a educação: David Rodrigues at TEDxLisboaED Partindo da ideia de utopia de Thomas More, o professor de educação especial da Universidade Técnica de Lisboa David Rodrigues comenta sobre a possibilidade da educação inclusiva de forma efetiva e real. Certamente, esse bate-papo ajudará a você a ter ideias sobre a argumentação da sua redação. O vídeo tem menos de 18 minutos! Não deixe de assistir e, assim, refletir um pouco mais sobre a educação inclusiva.https://youtu.be/0kDL5kxDg_A 5. Filme: Extraordinário (2017) Você deve lembrar que este filme estava nas indicações de repertório do tema “Capacitismo no Brasil“. Pois é! Então, se ainda não viu, é uma boa hora para assisti-lo! Baseado no livro homônimo de R. J. Palacio, escritora norte-americana, mostra a rotina de Auggie Pullman, o protagonista. O menino tem uma uma deformidade facial conhecida como síndrome de Treacher Collins. Portanto, ao ingressar na escola, ele precisa aprender a conviver nesse ambiente, que não está preparado para lidar com o diferente. Assim, Auggie é vítima de bullying e tem sua autoestima abalada. No entanto, ele persiste na escola, apoiado por sua família e pelos novos amigos que conheceu. Enfim, a história mostra que a inclusão escolar da pessoa com deficiência traz novas experiências para a vida dela.https://youtu.be/6g80d7igX0k 6. Filme: Hoje eu quero voltar sozinho (2014) Este longa brasileiro mostra a rotina de Leonardo, estudante cego de uma escola regular de ensino. Além de mostrar as dificuldades e também as suas relações de amizade na escola, o filme mostra a descoberta do amor pelo personagem principal. O roteiro e a direção são de Daniel Ribeiro e a obra cinematográfica foi baseada no curta “Eu não quero voltar sozinho”, disponível no Youtube.https://youtu.be/lpHKXyko358 7. Podcast: “Cá entre nós” Para aqueles que curtem se informar em qualquer momento, seja na ida ao supermercado ou à padaria, com seus fones de ouvido, temos uma indicação de podcast. No primeiro episódio, a pergunta norteadora do debate é: O que está em jogo na revisão da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI), atualmente em andamento no âmbito do MEC e do CNE? A partir disso, a professora Maria Teresa Eglér Mantoan, coordenadora do LEPED da FE-Unicamp, faz uma análise e mostra porque esse processo pode causar um retrocesso nas políticas de inclusão educacional para milhares de crianças e adolescentes. Certamente essa discussão poderá contribuir para a sua argumentação, não é mesmo? Então, ouvidos atentos! Acesse agora mesmo! 8. Reportagem especial – Educação inclusiva: o Brasil está preparado? Publicada no site da Câmara dos Deputados, essa reportagem repercute o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Ele possui três artigos que asseguram o direito à educação inclusiva adaptada às necessidades das pessoas com deficiência. No entanto, a garantia desses direitos na prática ainda é um desafio. Desse modo, acesse o material e saiba quais as punições para o descumprimento desta lei, as dificuldades dos docentes e também quais avanços já foram feitos na área. Ah! Além de ler, também é possível ouvir esse conteúdo! Agora é com você! Continue a pesquisa sobre o tema Educação Inclusiva no Brasil ou, então, faça seu projeto de texto com base nas nossas sugestões. Tá precisando de uma mãozinha para a avaliação? Que bom que você está no lugar certo! Conheça nossos planos de correção de redação e, assim, conte com uma equipe focada no seu sucesso! É redação nota mil que você quer? Venha para o Redação Online! A gente mostra o caminho para chegar lá!

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    16 de dez. de 2020
    Educação inclusiva no Brasil | Tema de redação
    Claudia Bechler
    6 min

    Educação inclusiva no Brasil | Tema de redação

    Reflita sobre a questão da educação inclusiva no Brasil com base nos textos motivadores. Depois, escreva uma redação sobre este tema! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Educação inclusiva no Brasil“. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Texto 1 Educação Especial – Inclusão ou Segregação? Notas sobre o Decreto 10502/20 Desde o dia 30 de setembro de 2020 publicaram-se diversas notas de repúdio e de susta ao decreto 10502/20, que instituiu a “Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida”. As polêmicas entre especialistas, educadores, associações e Conselhos de Direitos parecem intermináveis, pois a proposta do decreto parece atraente, ao oportunizar à família e ao educando o direito de escolher a alternativa educacional mais adequada às suas necessidades. Sendo assim, os educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação poderão receber atendimento educacional em classes e escolas especiais ou em classes e escolas bilíngues de surdos, em detrimento ao ensino inclusivo nas escolas comuns. Acontece que desde a promulgação da Constituição Federal, de 1988, um conjunto de leis e de políticas inclusivas como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e a  Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva reforçaram o direito de acesso e permanência na escola para todos os cidadãos, garantindo às pessoas com deficiência o atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino. Nesse contexto, nas últimas décadas as crianças e os adolescentes migraram das escolas especiais para escolas regulares, oportunizando mais interação e convivência social. O Censo Escolar (2018) demonstra que 92,1% dos alunos com algum tipo de deficiência entre 4 a 17 anos estão matriculados em escolas comuns. […] Reconhecido o avanço na inserção de, pelo menos, parcela desse público nas escolas comuns, apontam-se novos desafios, pois o sistema educacional fundado com valores e saberes coloniais, homogêneos, feito para alunos ideais, não incluiu de forma satisfatória os diferentes. […] É por causa dessa lacuna que o Decreto 10502/20 conta com alguns defensores. A justificativa é de que as escolas regulares não dão conta de atender todos os alunos na sua singularidade, sobretudo aqueles com deficiências mais graves. Assim, alguns acreditam que as escolas especiais seriam a solução para as falhas que ocorreram na inclusão ou, pelo menos, ofereceriam mais oportunidades para o educando. De fato as escolas especiais nunca deixaram de existir, notoriamente são equipamentos sociais importantes na prestação de serviços de apoio e complemento pedagógico, terapêutico, assistência social e, certamente, carecem de investimento estatal, pois a maioria é mantida pela sociedade civil. No entanto, de forma alguma, esse serviço deveria substituir o direito à educação no ensino regular. O poder de escolha imbuído à família e ao educando pelo decreto 10502/20 poderá ser limitado. Isso porque foi instituída a base orçamentária para a implementação das classes e escolas especiais e bilíngues. No entanto, sem prever investimentos e ações de melhoria da educação inclusiva nas escolas regulares. Obviamente, as famílias e os educandos serão induzidos para inserção nas escolas especiais. Conforme ressalta o Presidente da Federação Brasileira das Associações de Sindrome de Down, Sr. Sestaro (2020) “nas doces palavras desse decreto está o veneno amargo da exclusão […]”. Fonte: https://www.ecodebate.com.br/2020/11/30/inclusao-ou-segregacao-notas-sobre-o-decreto-1050220/ Texto 2 Como a educação inclusiva tem avançado no Brasil A maioria dos brasileiros concorda que a educação inclusiva é um caminho positivo para buscar equidade e qualidade na educação, como apontou a pesquisa O que a população brasileira pensa sobre educação inclusiva, então encomendada pelo Instituto Alana e realizada pelo Datafolha em julho deste ano. Foram entrevistadas 2.074 pessoas acima de 16 anos e colhidas informações de mais de 7.000 brasileiros, de 130 municípios. Segundo os dados, 86% acreditam que as escolas se tornam melhores ao incluir pessoas com deficiência. Para 76%, crianças com deficiência aprendem mais quando estudam com crianças sem deficiência. Entre os que convivem com pessoas com deficiência na escola, a atitude é ainda mais favorável. 93% concordam que as escolas se tornam melhores quando há inclusão. Uma década de avanços Garantir que todos os seres humanos possam realizar seu potencial com dignidade, segurança e igualdade é um dos pilares do 4º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Desse modo, a promoção da educação inclusiva é fundamental. Segundo dados do IBGE, 6,7% da população brasileira tem algum tipo de deficiência. Cerca de 3,5 milhões são crianças de até 14 anos. Dados do Censo Escolar de 2010 mostram que quase 30% dessa população está fora da escola. O número ainda é alto, mas uma série de políticas públicas e marcos legais promoveram avanços inegáveis. Fonte: https://fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/como-a-educacao-inclusiva-tem-avancado-no-brasil/ Texto 3 Nova política de educação especial propõe separação de alunos A inclusão de alunos portadores de deficiência é um desafio que escolas, pais e as próprias crianças enfrentam diariamente. Assim, é necessário ter um espaço adequado, profissionais capacitados, além do pensamento de que esses estudantes têm direito à educação como qualquer outro. Após anos de luta para garantia da inclusão, o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto, tornando pública a Política Nacional de Educação Especial (PNEE), que incentiva a segregação de estudantes com deficiência. Especialistas que convivem com a realidade refletem que a nova medida é um passo atrás nas conquistas que pautam a inclusão. O objetivo da PNEE é fornecer mais flexibilidade aos sistemas de ensino, na oferta de alternativas como: classes e escolas comuns inclusivas, classes e escolas especiais, classes e escolas bilíngues de surdos, segundo as demandas específicas dos estudantes. Portanto, fica a critério dos pais a escolha de qual instituição matricular os filhos. Além disso, a política também pretende aumentar o número de educandos que, por não se beneficiarem das escolas comuns, evadiram em anos anteriores. Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/2020/10/4879645-nova-politica-de-educacao-especial-propoe-separacao-de-alunos.html Escreva uma redação sobre o tema Educação inclusiva no Brasil após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

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    16 de dez. de 2020
    enem 2020
    Claudia Bechler
    5 min

    Enem 2020: Como estudar redação faltando 1 mês para a prova

    É possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Veja nossas dica e dê o seu melhor nessa reta final! Pois é: 2020 está chegando ao fim. Neste ano, em função da pandemia, os participantes do ENEM 2020 ganharam alguns meses para se prepararem, pois a prova acontecerá em janeiro de 2021. No entanto, também por conta do surto de coronavírus, apareceram outras dificuldades com as quais os estudantes precisaram lidar. Assim, caso você não tenha gerido bem o seu tempo, é provável que esteja se perguntando: é possível estudar redação faltando 1 mês para a prova? Nossa resposta é sim! Separamos algumas dicas para quem viu o ano passar e não aproveitou ou não teve condições de estudar. Acompanhe a leitura! O ano que estamos vivendo trouxe uma série de desafios, mas para quem está tentando uma vaga na universidade eles ficaram ainda maiores. O impedimento das aulas presenciais e o ensino remoto pegaram muita gente de surpresa. A desigualdade de condições e de acesso à internet e a outros recursos educacionais provavelmente ampliará ainda mais as distâncias na busca por seu lugar na faculdade. No entanto, houve uma maior propagação de informações online, videoaulas, minicursos, além, é claro, de plataformas de correção como a Redação Online. Tudo isso isso pode ser usado para melhorar a performance do participante, mesmo que o dia das provas já esteja quase aí. Mesmo que você esteja muito cansado(a), vale a pena dar um último fôlego nos estudos. O que fazer nos próximos dias para escrever uma boa redação? Se você já concluiu o ensino médio, o foco deve ser em ampliar seu repertório sociocultural, relembrar alguns fatos importantes da política, cultura, saúde, educação. Enfim, pense nas diversas possibilidades de temas que a banca pode cobrar na prova de redação. Leia algumas redações nota mil, disponíveis na internet, e perceba como elas foram construídas. Use-as como inspiração. Depois, é hora de treinar! Não existe outro jeito de estudar redação, portanto, escreva! Conheça as particularidades do texto dissertativo-argumentativo e pratique muito! Faça um cronograma de estudos e reserve, pelo menos, 4 redações até a prova (uma por semana). Escolha temas interessantes e pesquise antes de escrever, isso ajuda a ter mais argumentos para desenvolver. Depois de prontos os textos, peça que alguém corrija e reescreva até atingir todos os objetivos. Não tem ninguém de confiança para ler e avaliar o seu texto? Conheça nossos planos! Certamente será importante o olhar de alguém que conhece a avaliação e sabe apontar o que melhorar nas suas redações! Se você está finalizando o terceirão, é provável que as ideias sobre redação ainda estejam fresquinhas na sua mente. Aproveite para conhecer tudo o que você não deve fazer no seu texto. Desse modo, evitará surpresas desagradáveis por falta de atenção aos detalhes. Mesmo cansado(a), continue a rotina de treinamento! Escreva pelo menos uma redação por semana e faça reescritas orientadas. Não é o momento de aprender coisas novas, então apenas revise. Relembre as três partes da dissertação-argumentativa e desenvolva algumas propostas de intervenção completas para diversas áreas. Assim, você terá ideias que ajudarão na hora de produzir a redação “pra valer”. Relembre quais são os elementos obrigatórios da proposta de intervenção e sempre faça a contagem deles para garantir que estão todos lá! Prepare a sua estratégia Por ser uma prova de duração extensa, não dá pra ir pro Enem sem um plano. Sim, é preciso PLANEJAMENTO para poder dar conta de tudo durante as horas de prova. Por essa razão treinar a escrita ANTES da prova é essencial. Desse modo, você conseguirá calcular o tempo que leva fazer a interpretação dos textos motivadores, esboçar o projeto, rascunhar e passar a redação a limpo. Não se esqueça que além de tudo isso você ainda terá que responder as questões das outras provas. É claro que cada pessoa tem o seu método e a tendência é que com a prática você consiga escrever cada vez mais em menos tempo. Se esse ainda não é o seu caso, preste atenção na nossa sugestão: Comece lendo os textos motivadores e saiba o tema, isso fará com que você se tranquilize e já comece a pensar em possíveis repertórios; Anote quais argumentos, dados e referências usará na prova e depois já inicie o rascunho; Feito o esboço, deixe de lado o texto e parta para a resolução de uma das outras provas, de preferência aquela que você tem mais facilidade. Isso ajuda com a autoestima. Volte ao seu texto e o releia algumas vezes. Faça ajustes, corrija problemas de fluidez do texto. Perceba se usou operadores argumentativos em todos os parágrafos. Confira se a proposta de intervenção está completa. Enfim, passe a limpo. Pronto! Agora é foco total nas outras disciplinas! Se sobrar tempo, releia mais uma vez seu texto antes de entregá-lo. Ajustes de última hora ainda poderão ser feitos – com cuidado! É isso! Não dá para perder mais nenhum segundo a partir de agora, portanto comece a se organizar já! Seguindo essas dicas você poderá se dar muito bem na redação Enem. Precisa de ajuda? Então conheça nossos planos!

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    15 de dez. de 2020
    direitos autorais e plágio na internet
    Claudia Bechler
    5 min

    Direitos autorais e plágio na internet | Repertórios para o tema

    Conheça algumas referências que poderão fundamentar a sua argumentação na redação sobre “Direitos autorais e plágio na internet”. Uma das frases mais célebres aprendida na escola é a do “Pai da Química Moderna”, Lavoisier. Segundo o cientista, “na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Anos mais tarde o comunicador Abelardo Barbosa (o famoso Chacrinha) “transformou” também a frase de Lavoisier. Assim, ele afirmou que “nada se cria, tudo se copia”. Embora a ideia aqui se referisse a programas de televisão, aos poucos a adaptamos para outros contextos. De uma certa forma, isso nos remete à ideia de plágio e mostra a dificuldade de sermos originais em tudo que fazemos. As facilidades trazidas pela rede mundial de computadores potencializou tudo isso e, portanto, são muito comuns casos violação de direitos autorais e plágio na internet. E é sobre isso que você precisa refletir para escrever uma redação sobre o tema desta semana. Como sempre, selecionamos alguns conteúdos para você consultar e melhorar os argumentos em defesa do seu ponto de vista. Então, acompanhe a leitura! 1. Artigo: A Diferença Entre Direitos Autorais e Plágio Antes de começar a sua redação, é importante que saiba o que são os direitos atorais e o que é plágio. Nesta matéria você terá acesso a essa explicação. Assim, você conseguirá saber a diferença entre os dois, as similaridades, bem como os casos em que a legislação pode ser aplicada. 2. Artigo: Mark Zuckerberg, o homem que copiava O dono do Facebook  chama atenção desde a fundação de sua Companhia que hoje é uma das mais lucrativas do mundo. Um dos motivos para a fama, no entanto, são as acusações de roubo de ideias de outras organizações. A mais recente diz respeito a uma suposta cópia do aplicativo TikTok. O artigo que você vai diz respeito a todas esses situações controversas em que ele se envolveu. Você acha que Zuckerberg é um “plagiador”? Ou se, de outro modo, pensa que se estão na internet as ideias são públicas e passíveis de cópia? Enfim, dá para refletir por esse caminho na sua redação. 3 Filme: A rede social Ainda falando sobre Zuckerberg, você pode assistir ao filme “A rede social”, de 2010. Assim como comentado no artigo que sugerimos acima, esse drama biográfico mostra como surgiu o Facebook e os processos judiciais que seu criador enfrentou no caminho. Um desses processos foi impetrado pelos irmãos Winklevoss, que acusaram o criador de uma das redes sociais mais lucrativas do mundo de ter roubado as suas ideias. https://youtu.be/kAwIKMYN6UU 4. Vídeo: Plágio – Não CTRL + C essa ideia Então, aproveite que você já está no Youtube e assista a este vídeo produzido pela Unisinos explicando o que é plágio. Ele é curtinho (tem menos de 2 minutos) e pode trazer mais subsídios para você falar sobre o assunto. Aqui, no entanto, o foco é o plágio acadêmico, que já foi responsável pela queda de ministros mesmo antes de assumirem.https://youtu.be/6wEy3vGZSnA 5. Artigo: As consequências do plágio acadêmico Já que estamos falando de plágio no meio acadêmico, acesse este material da Universidade Federal de Minas Gerais. Nele, discute-se qual o limite entre a inspiração e a apropriação de ideias. Além de saber o que pode ser considerado plágio na academia você se informará sobre o que pode acontecer com quem pratica essa ação. No link, ainda, você consegue assistir a um vídeo produzido pela TV UFMG sobre o tema. Então, tá esperando o que pra clicar? 6. Artigo: Direito Autoral na Internet e Plágio No artigo publicado na JusBrasil, a advogada Rosane Monjardim explica tudo o que você precisa saber sobre propriedade intelectual. Embora tenha bastante linguagem jurídica, pois fala das leis sobre o tema, é acessível e você conseguirá entender sobre o panorama geral do assunto no Brasil, direitos de uso e de distribuição, exploração comercial e pirataria etc. Há também uma parte a respeito exclusivamente de conteúdo distribuído on-line. Vale a leitura! Certamente é uma referência bem fundamentada para você citar em seu texto! 7. Artigo: Pirataria, plágio e outras violações autorais Agora mais um conteúdo escrito por uma especialista em Direito para você se informar! Nesta matéria, a autora reflete sobre as possibilidades de transmissão, execução, exibição e reprodução das obras autorais que as tecnologias ampliaram. Violação de direitos autorais e plágio já existiam antes da internet, no entanto é evidente que ela facilita muito para que isso aconteça. Muitas pessoas inclusive desconhecem que estão cometendo esse crime. Enfim, quem nunca publicou um vídeo e depois ele foi bloqueado por direitos autorais? Entenda também o que é a “pirataria” nesse contexto. Boa leitura! E essas são as nossas dicas de hoje. Pesquisar sobre o tema, como sempre afirmamos aqui, é fundamental para que você faça um bom desenvolvimento da redação. Por isso, não deixe de fazer a sua própria pesquisa. Aqui são só alguns conteúdos para que você se inspire e busque seu próprio caminho. Afinal, para defender seu ponto de vista é preciso escolher as referências pertinentes ao seu projeto de texto. Se você já usa a nossa plataforma, mande seu texto para corrigirmos. Se ainda não comprou um plano de correções, tá esperando o quê? Conte conosco para conseguir uma boa nota na redação! Estamos esperando por você!

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    10 de dez. de 2020
    direitos autorais
    Claudia Bechler
    6 min

    Direitos autorais e plágio na internet | Tema de redação

    Reflita sobre direitos autorais e plágio e aproveite para treinar seus conhecimentos de redação! Leia atentamente os textos a seguir. Com base na leitura e nos conhecimentos obtidos ao longo de sua formação, escreva um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas sobre o tema “Direitos autorais e plágio na internet“. Use a linguagem formal da língua portuguesa e escreva uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema Direitos autorais e plágio na internet: Texto 1 O que são direitos autorais? Direitos autorais são os direitos que todo criador de uma obra intelectual tem sobre a sua criação. Assim, esse direito é exclusivo do autor, de acordo com o artigo 5º da Constituição Federal. Está definido por vários tratados e convenções internacionais, entre os quais o mais significativo é a Convenção de Berna. No Brasil a Lei n. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, consolida a legislação sobre os direitos autorais. O registro da obra permite que a autoria seja reconhecida e garante a validade contra terceiros. Ademais, os direitos morais, patrimoniais, prazos de proteção e direito dos sucessores estão regulados na Lei n. 9.610/98. Desse modo, o registro contribui para a preservação da memória nacional, uma das missões da Fundação Biblioteca Nacional, por meio da Lei do Depósito Legal (Decreto nº. 1825, de 20 de dezembro de 1907). O Escritório de Direitos Autorais, que funciona desde 1898, é o órgão da Fundação Biblioteca Nacional responsável pelo registro de obras intelectuais e tem por finalidade dar ao autor segurança quanto ao direito sobre sua obra, de acordo com a Lei n. 9.610/98. A violação de direitos autorais, então, constitui crime com pena prevista de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa, de acordo com o Decreto Lei n. 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Fonte: sebrae Texto 2 A excelente ideia de querer uma escola livre de plágio O plágio não é um crime nascido com a Internet. Assim, se é verdade que ela torna extraordinariamente simples o copiar e o colar, não é menos certo que também permite apurar com muita facilidade, ainda que, eventualmente, com algum dispêndio de tempo, o que foi copiado e colado. Nas escolas, o plágio é uma prática banalíssima, não muito sancionada. Mas, no Verão, o indigitado ministro da Educação brasileiro não chegou a tomar posse por causa de suspeitas de plágio (e de ostentação de falsos títulos acadêmicos). A circunstância de o procedimento ser punido por lei é, tratando-se de alunos, menos relevante do que aquilo que revela sobre um modelo de ensino. Prestar atenção ao plágio escolar é também, por isso, cuidar de incentivar aprendizagens de qualidade. Fonte: Diário Domínio Texto 3 Direitos autorais e plágio na internet Fonte: Brasil Escola Texto 4 Pesquisa: 87% dos alunos chegam à universidade sem saber o que é plágio Pesquisa inédita realizada com alunos de graduação e pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que 87% deles chegaram à universidade sem ter noção exata do que é plágio e sem saber ao certo o que configura uma citação ou uma cópia de conteúdo em um trabalho acadêmico. (…) O levantamento, “Estudo para o desenvolvimento de uma política de integridade acadêmica para a Unicamp”, realizou-se em agosto e setembro deste ano [2018], por meio de um questionário online, seguido de entrevistas com amostras de estudantes. Ao todo, 958 estudantes de graduação (35%) e de pós-graduação (65%), de todas as áreas do conhecimento, responderam todas as questões. O trabalho é da consultoria acadêmica Data 14, em parceria com a empresa de software educacional Turnitin. A pesquisa mostrou, por exemplo, que a maioria dos alunos (98,4%) considera que copiar trechos de trabalhos é algo grave ou gravíssimo. No entanto, apenas uma minoria (4,5%) acredita que o plágio seja sempre intencional. Além disso, o levantamento aponta que 36,7% dos alunos admitem já ter copiado trechos de textos sem fazer a devida citação. Ademais, oito em cada dez alunos ouvidos afirmam que ações educativas podem prevenir que alunos cometam plágio. Certamente a preocupação com a ocorrência de plágio em trabalhos acadêmicos é universal, especialmente nos tempos atuais em que o acesso à informação é muito mais fácil. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 46% dos casos de retratações dos artigos científicos brasileiros foram causados por cópias de conteúdo. Portanto, significa que quase metade dos trabalhos identificados com alguma forma de má-conduta no Brasil copiaram trechos de outros textos publicados anteriormente. Fonte: Veja Abril Texto 5 Imagens na internet e o que vai pelo ar (…) Fiquei imaginando como seriam hoje as Iluminuras e achei na internet a imagem que principia esse texto, um trabalho do designer da Costa Rica, Jose Carlos Chaves, que fez uma linha chamada Eletromechanical Type. Assim, creio que encontrei a Iluminura representativa do início do século XX (a do séc. XXI ainda falta ser inventada). E aqui entramos no tema principal do artigo: a questão da autorização de uso de obras encontradas na internet. A preocupação que tive, portanto, para usar com tranquilidade essa letra, foi a de pedir autorização do autor para usar a imagem como capitular. Achei o site onde estavam expostas as letras, localizei o e-mail do designer, enviei uma primeira mensagem, sem resposta, insisti com outro e-mail, e o simpático autor me respondeu autorizando o uso (…). Ademais, já tinha falado a respeito com o meu zeloso editor, Leonardo Neto, que só usa imagens com autorização expressa ou em domínio público. Já o Carlo Carrenho ficou surpreso com envio da autorização por um simples e-mail, pois pensava que viria um contrato de seis folhas. Destaco esse ponto, pois recente decisão do Superior Tribunal de Justiça, de 20.02.2020, no Recurso especial 1822619, julgado inicialmente em São Paulo, considerou que: “o fato de a fotografia estar acessível mediante pesquisa em mecanismo de busca disponibilizado na internet não priva seu autor dos direitos assegurados pela legislação de regência, tampouco autoriza a presunção de que ela esteja em domínio público,

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    10 de dez. de 2020
    provas do enem
    Claudia Bechler
    6 min

    Apostas de tema para o Enem 2020: pistas do Inep e do MEC

    Confira apostas de tema para o Enem 2020 com base nas redes sociais do Inep e do MEC. Prepare-se e saia na frente! Hoje estamos nos imaginando em um cassino, animados para fazer algumas apostas de tema para o Enem 2020. Nos últimos anos, circula um boato de que as redes sociais do MEC e do Inep costumam dar spoilers do tema de redação. No entanto, caso essa fofoca nunca tenha chegado até você, saiba que em 2019, cinco dias antes das provas, o Ministério da Educação fez a seguinte postagem no Instagram: Então, naquele ano, o tema da redação foi “Democratização do acesso ao cinema no Brasil“. Às vésperas da prova, o MEC publicou parceria com a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) para adaptar salas de cinema a pessoas com deficiência. Certamente, uma das formas de explorar o tema de redação 2019 era pelo viés da acessibilidade a PCDs. Coincidência? Há quem afirme que não! Nós – que não somos bobos nem nada – resolvemos dar uma boa olhada nas publicações dos dois órgãos a fim de caçar possíveis pistas. Assim, depois de uma análise dos temas mais recorrentes, podemos arriscar algumas dicas. Porém é importante que você siga esses perfis nas redes sociais (Twitter, Instagram, Facebook etc.) pois eles podem soltar a bomba mais próximo da aplicação das provas! Além disso, lembre-se de que estamos apenas especulando, não há como afirmar que os temas que levantamos cairão, de fato, no Enem. São apenas possibilidades que esperamos que cheguem bem perto da realidade! Acompanhe os resultados da nossa investigação! Alfabetização  Ao longo de 2020, o MEC fez diversas postagens no Instragram abordando questões ligadas à alfabetização. A preocupação com a infância e, em especial, com medidas que garantam a alfabetização na idade certa estão em pauta há algum tempo. O Ministério da Educação divulgou com bastante frequência o programa “Tempo de Aprender“, que visa o enfrentamento das principais causas das deficiências na alfabetização no Brasil. Assim, o programa propões ações estruturadas em 4 eixos que vão desde a formação continuada até a valorização dos profissionais da área. É importante, portanto, que você conheça esse programa e também procure alguns dados sobre alfabetização bem como sobre analfabetismo no país. Em julho deste ano divulgou-se que, com atraso, o Brasil atingiu a meta de alfabetização projetada para 2015, e o país ainda possui cerca de 11 milhões de analfabetos. Além de fazer essa pesquisa, aproveite e já vá pensando em possibilidades de propostas de intervenção. Literacia familiar Você sabe o que é literacia familiar? Trata-se de um conjunto de práticas e experiências relacionadas com linguagem, leitura e escrita vivenciadas entre pais/cuidadores e filhos. Esse conceito tem contato com o tema da alfabetização e também consta na política nacional sobre o tema. Assim, encontramos no perfil do MEC uma série de postagens sobre a questão, especialmente divulgando outro programa: o Conta pra mim. Nele, há orientações e técnicas facilitadoras e inovadoras da alfabetização. A ideia é estimular a leitura de forma lúdica e participativa, preparando desde cedo as crianças para os anos iniciais do ensino fundamental. Além disso, propõe momentos que podem fortalecer o vínculo familiar. O projeto conta com materiais multimídia e uma coleção de livros que podem ser acessados e lidos por pais para seus filhos. Pesquise sobre a leitura literária e sua importância para a primeira infância e conheça bem esse projeto. Como não é um conceito muito divulgado, cabe se apropriar dele. Busque referências de projetos como esse em outros lugares e seus efeitos. Assim desenvolverá a sua argumentação sem dificuldades. Educação Especial Outro tema que frequentou o perfil do MEC foi a Educação Especial. Certamente isso ocorreu porque, neste ano o governo instituiu a PNEE – Política Nacional de Educação Especial. Assim, por tratar-se de uma questão bastante polêmica, pode estar cotada para aparecer como tema de alguma forma. Há, de fato, um esforço governamental para divulgar essa política como positiva, com muitas propagandas nas mídias tradicionais sobre o assunto. Por outro lado, porém, há diversas entidades ligadas às pessoas com deficiência que a consideram um retrocesso. Recentemente lançamos um tema de redação para debater o capacitismo no Brasil. Desse modo, caso queira treinar, acesse também os repertórios para esse tema e saiba um pouco mais sobre como isso pode aparecer no Enem. Alimentação escolar Procurando com atenção, você encontrará algumas postagens sobre alimentação escolar. Desde o processo de escolha dos itens até a importância da nutrição na infância e adolescência, o tema aparece aqui e ali. Mas por que isso pode ser um tema? Bom, provavelmente você viu notícias que mostram o aumento da pobreza no país. O Banco Mundial divulgou que após 11 anos de redução da pobreza, o país retrocedeu nessa questão nos últimos 5 anos. Não é necessário ir muito longe para constatar esse dado na prática. Na sua cidade, aumentou o número de pessoas em situação de rua? Há mais pedintes? Está mais difícil comprar os itens da cesta básica? Possivelmente a sua resposta seja sim para uma ou mais dessas perguntas. Isso, obviamente, impacta a sociedade como um todo. Desse modo, a alimentação escolar têm novamente o papel central de talvez ser o único acesso à comida diário para muitas crianças adolescentes. É triste! É polêmico! E, sem dúvidas, bota a gente pra pensar, não é mesmo? E não é disso que o Enem gosta? Não é isso que o Enem quer? Portanto, cabe ficar ligado(a) nessa temática. Aproveite e escreva uma redação sobre isso também. Outras apostas de tema para o Enem Por conta da pandemia, tanto o perfil do MEC como do Inep trouxeram muitas postagens relativas ao coronavírus e seus efeitos na educação e na ciência. É pouco provável, no entanto, que a Covid-19 apareça como um tema de redação. Mas é possível que situações que tivemos que enfrentar em função da doença sejam abordados. Citamos duas que apareceram com frequência: ensino remoto e incentivo à pesquisa. Pois é, o distanciamento social e o fechamento das escolas forçou

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    07 de dez. de 2020
    poster da série o gambito da rainha
    Otavio Pinheiro
    4 min

    O GAMBITO DA RAINHA na redação: como usar a série como repertório?

    O Lucas Felpi, que tirou nota 1000 na redação do ENEM 2018, trouxe uma dica de um repertório sociocultural para vocês: como usar a série O GAMBITO DA RAINHA na redação! Primeiramente, confira a ficha técnica e sinopse da série antes de conferir como usar O GAMBITO DA RAINHA na redação: O GAMBITO DA RAINHA: 2020 • Minissérie • 60min • 16+ SINOPSE: Em um orfanato no estado de Kentucky, EUA, nos anos 1950, uma garota descobre um talento impressionante para o xadrez enquanto luta contra o vício e os problemas que acompanham sua genialidade. ABANDONO PATERNO Em 1950, Beth Harmon, de 9 anos, sobrevive a um acidente de carro trágico que mata sua mãe. Mais tarde, é revelado que o ato tivera sido proposital, motivado pelo abandono à familia por parte do pai. No Brasil, o abandono paterno continua sendo uma das grandes pautas sociais a serem combatidas, com consequências graves à mãe e à criança. ADOÇÃO Dirigida ao orfanato Lar Methuen, Beth conhece Jolene, uma garota negra que espera pela chance de ser adotada há algum tempo. Jolene aponta um dos maiores problemas da seletividade injusta no processo adotivo em sua fala: “Ninguém vai vir atrás de nós agora. Estamos velhas demais. Ou pretas demais”. ABUSO DE DROGAS Na instituição, enquanto pílulas tranquilizantes eram distribuídas às crianças, Beth manipula o seu uso para alcançar prazer e torna-se dependente química. As pílulas Xanzolam, embora não sejam um medicamento real, se assemelham muito a um remédio popular nos anos 60, receitado como cura para a ansiedade, chamado Librium. ALCOOLISMO A longo prazo, todos esses elementos entram em jogo desenvolvendo o alcoolismo que Beth vivencia em sua vida adulta. O trauma na infância, o contato com tranquilizantes, a rejeição pelo pai adotivo, todos foram fatores que levaram o álcool a se tornar válvula de escape para a vida de Beth. SOCIEDADE PATRIARCAL “O Gambito da Rainha” retrata a realidade patriarcal dos anos 50 a 70, destacando os estereótipos impostos à protagonista. Ao demonstrar interesse pelo xadrez, seus pais adotivos sugerem algo “mais para meninas”. Campeã brasileira de xadrez, Juliana Terao diz que a série até pegou leve: “Os jogadores não aceitariam tão facilmente serem dominados por uma mulher”. INCLUSÃO NO ESPORTE A pauta feminina no xadrez implica um tema ainda maior: a inclusão no esporte e sua importância como mecanismo de reparação social. Como um grande polo de atenção global, o esporte se vê no dever de incluir grupos minoritários/reprimidos a fim de estabelecer um espaço igualitário e representativo. ESPORTE COMO POLÍTICA Além disso, o esporte também pode atuar como meio de comunicação de ideologias políticas. No contexto da série inserida na Guerra Fria, a disputa de Beth Harmon contra os russos se vê estendida além do tabuleiro: ela se torna peça política para a vitória simbólica dos americanos contra os soviéticos. EXEMPLO DE INTRODUÇÃO Tema: ”O abandono paterno no Brasil” Na minissérie norte-americana “O Gambito da Rainha”, Elizabeth Harmon perde sua mãe em um acidente de carro na infância e não conhece seu pai, que as abandonou cedo. Ao longo da narrativa, é revelado que o acidente fora proposital, provocado por uma discussão com o pai da garota, e o trauma gerado na criança é perpetuado na forma de dependência química, alcoolismo, e tabagismo. Fora da ficção, faz-se necessário discutir o abandono paterno no Brasil, como forma de injustiça social a mães-solteiras e como fator desencadeador de traumas afetivos a crianças. Agora que você já sabe como usar O GAMBITO DA RAINHA na redação, não deixe de enviar sua redação para que um de nossos professores a corrija em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosSéries para citar na redaçãoMeio de funil
    04 de dez. de 2020
    pessoa fazendo contas
    Claudia Bechler
    5 min

    A importância da educação financeira | Repertórios para o tema

    Precisa escrever um texto, mas não lembra de nada que explique sobre a importância da educação financeira na vida das pessoas? Veja a nossa lista! Nesta semana lançamos o tema de redação “A importância da educação financeira”. Você já viu nos textos motivadores que a relação dos brasileiros com o dinheiro é bastante emocional. Além disso, não temos uma cultura que privilegie o ensino sobre esse assunto no dia a dia. Assim, para poder argumentar melhor no seu texto, selecionamos alguns conteúdos que você poderá acessar para se informar melhor e poder desenvolver a sua tese. Quem sabe até se empolgue para cuidar das suas próprias finanças com mais responsabilidade, não é mesmo? Boa leitura! 1. Filme: Os delírios de consumo de Becky Bloom (2009) Quem nunca, na infância, imaginou que cartões de crédito eram mágicos, pois com eles não era necessário ter dinheiro? Pois bem, infelizmente a gente cresce e logo se depara com as famigeradas faturas . Geralmente, elas contêm diversos itens de “última necessidade” e levam boa parte do salários das pessoas comuns. Nessa comédia, Rebecca é uma dessas pessoas que se deslumbra com a facilidade dos cartões e não leva a sério seu consumismo. Dessa forma, acumula dívidas e precisa encarar o problema. No meio disso tudo, ainda vira colunista que dá dicas sobre finanças pessoas. Como isso funciona? Assista ao filme e saberá! 2. Palestra: O poder do não e o dinheiro | Nathalia Arcuri | TEDxDanteAlighieriSchool Partindo de uma experiência pessoal sobre a sua primeira meta financeira, Nathalia Arcuri conta como finanças passaram a ser preocupações suas desde os seus 8 anos de idade. Na história, ela conta situações com as quais muitos de nós se identificam, pois pensar sobre dinheiro não é comum para a maioria dos brasileiros. Assim, reforça como o hábito de cuidar da própria grana depende de questões culturais e familiares que a psicologia econômica explica. Também mostra a importância da economia para conseguirmos atingir metas maiores. Assista! Tem pouco mais de 15 minutos e muito aprendizado! 3. Palestra:  Os três piores conselhos sobre dinheiro | Thiago Nigro | TEDxSantos Aproveite o embalo e assista a mais esta palestra em que o educador financeiro Thiago Nigro comenta alguns dos piores conselhos que recebemos sobre dinheiro. Além disso, ele reforça como um histórico econômico instável do país há alguns anos criou gerações que não aprenderam a pensar no conceito de poupar. Assim, educação financeira tem sido uma problemática recente e que, se desenvolvida, pode mudar a vida das pessoas. Tem menos de 10 minutos, não deixe de assistir! 4. Podcast: Drops de Inteligência Financeira Hora de colocar os fones de ouvido! Nesse podcast, o educador financeiro Gustavo Cerbasi disponibiliza conteúdo sobre inteligência financeira, investimentos e finanças pessoais. São áudios curtos com diversos esclarecimentos e dicas que vão desde como lidar com dívidas até aumentar sua renda. Portanto, vale a pena acompanhar e quem sabe seguir algumas das sugestões desse especialista quando o assunto é a importância da educação financeira. 5. Caderno de Educação Financeira Gestão de Finanças Pessoais – Banco Central do Brasil Se você não tem medo de encarar um obra um pouco mais extensa (mesmo que seja só para dar uma olhadinha), acesse o caderno de educação financeira do BCB. O conteúdo pretende estimular os cidadão a desenvolverem habilidades para melhorar sua qualidade de vida. Dessa forma, estimula decisões assertivas a partir de uma gestão de finanças pessoais para aplicar no dia a dia. Assim, , ajuda na redação e ajuda a ter um bom relacionamento com o dinheiro. Além desse caderno, diversas entidades fizeram cartilhas sobre o tema que podem ser acessadas on-line. Então, como sempre dizemos por aqui: faça também a sua própria pesquisa para poder defender a sua tese! 6. Artigo:  Como trabalhar a educação financeira na escola? Nesta matéria publicada no G1, comenta-se a inclusão na Base Nacional Comum curricular da educação financeira como tema transversal. Assim, corrobora a importância de o assunto ser abordado desde a infância. Desse modo, criam-se hábitos mais conscientes sobre consumo, também propiciando um planejamento para a vida. O artigo ainda trata da importância da educação financeira e de como isso pode ser trabalhado na sala de aula. Quem sabe não rolam umas ideias para proposta de intervenção aí? Leia o conteúdo na íntegra! 7. Vídeo: DESABAFO: SAÚDE MENTAL NA VIDA FINANCEIRA | Finanças com a Nath Além de abalar a saúde financeira, o descontrole com os gastos afeta, e muito, a saúde mental das pessoas. Muitas pessoas perdem até o sono porque não sabem como lidar com esse tipo de problema. Nesse vídeo, a Nath desabafa sobre essa questão e sobre como é difícil para pessoas de baixa renda começar a organizar suas finanças. Na descrição do vídeo, ela disponibiliza uma série de cursos gratuitos e outros conteúdos para pensar sobre o tema de uma forma realista para todos. Confira! Depois de consumir esses materiais selecionados por nós, pesquise, leia e escreva seu rascunho da redação sobre o tema A importância da educação financeira. Precisa de ajuda para saber qual seria a sua nota caso esse fosse o tema do Enem? Mande sua redação pela nossa plataforma. Nossos corretores estão esperando para dialogar com você e ajudar a chegar à nota 1000! Bora treinar!

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    02 de dez. de 2020
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