Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Você já sabe tudo sobre a de redação do Enem? Veja as respostas para as dúvidas mais comum sobre essa prova que tira o sono de muita gente! Estamos a cada dia mais próximos do momento de fazer a redação do Enem e é normal que ainda existam questões a serem respondidas. Mesmo com toda a preparação durante o ano, há muitos mitos divulgados e desencontros de informação. Assim, muitas pessoas acabam inseguras sobre algumas situações que surgem durante a aplicação do Exame. Por isso, hoje vamos falar sobre as dúvidas mais comuns dos participantes sobre a redação do ENEM. Acompanhe a leitura! 1. Preciso colocar título na redação do Enem? Conforme consta na cartilha do participante 2020, divulgada pelo Inep, o título é um elemento opcional. Portanto, você pode ou não utilizá-lo. Ele conta como linha escrita, porém não se avalia a existência de título em nenhum aspecto relativo às competências da matriz de referência. Mas cuidado: ele pode levar à nota zero o seu texto se apresentar qualquer característica passível de anulação, como desenhos, sinais gráficos, impropérios etc. Assim, fique atento! Na dúvida, melhor não se prejudicar por causa de um título, não é mesmo? 2. A redação precisa ser escrita obrigatoriamente com letra cursiva? Não. Você pode escrever a redação com letra de forma, sem que haja qualquer prejuízo à sua nota. Porém, é preciso diferenciar claramente as letras maiúsculas e minúsculas, pois isso é um critério de avaliação da competência 1. Além disso, é extremamente importante que você escreva com uma letra bem legível. Isso consta, inclusive, na cartilha do participante 2020. Nela, há o seguinte destaque: Procure escrever sua redação com letra legível, para evitar dúvidas no momento da avaliação. Redação com letra ilegível poderá não ser avaliada. Então, capriche na sua letra! 3. Qual o número mínimo de linhas escritas na redação Enem? Para chegar aos corretores do Enem, uma redação precisa ter, no mínimo, 8 linhas escritas. Com sete linhas ou menos, o participante recebe a nota zero e o texto nem chega aos avaliadores. Mas se você estudou e treinou redação dificilmente estará diante de uma situação como essa, certo? Respeite também o número máximo de linhas. Você tem 30 linhas para desenvolver as suas ideias sobre o tema. Jamais passe disso, pois linhas a mais são desconsideradas. Respeite os limites da sua folha de prova. 4. Posso usar informações dos textos motivadores na argumentação? Já fizemos um post sobre o assunto, e a resposta é sim. Preferencialmente, você deve usar um repertório sociocultural que extrapole os textos da proposta de redação. Porém, caso você não saiba nada sobre o assunto ou tenha o famoso “branco” na hora da prova, pode utilizar dados da coletânea. O que você não pode fazer de jeito algum é copiar partes dos textos motivadores. Muitos trechos de cópia podem até mesmo levar a nota à zero. Assim, leia com atenção os textos e interprete-os, selecione aqueles mais pertinentes ao seu projeto de escrita e, na medida do possível, traga algum repertório próprio (citação, relação com alguma obra – livro, filme, série -, notícia) para complementar o seu desenvolvimento. 5. Quantos parágrafos minha redação precisa ter? O ideal é que seu texto esteja bem estruturado no gênero dissertativo-argumentativo e que ele apresente as três partes obrigatórias. São elas: introdução (1 parágrafo), desenvolvimento (2 parágrafos, geralmente) e conclusão (1 parágrafo). De preferência, deve haver harmonia entre o número de linhas de cada uma dessas partes. Portanto, não faça uma introdução de duas linhas (considerada pelos avaliadores como “embrionária”) e o desenvolvimento em um parágrafo de 15 linhas. Distribua as suas ideias em parágrafos de mais ou menos 5 a 7 linhas. E fique atento(a): é fundamental que exista claramente a divisão em parágrafos, pois textos em monobloco (quando não há parágrafos definidos) não ultrapassam o nível 2 na competência 4 mesmo que estejam muito bem escritos do ponto de vista do uso da língua e de desenvolvimento das ideias. 6. Qual o segredo para tirar 200 pontos na competência 5? Essa é mais uma das dúvidas comuns dos participantes do Enem. Saiba, então, que uma conclusão com proposta de intervenção completa ajuda a garantir os 200 pontos na competência 5. Mas o que define que uma proposta de intervenção está completa? Lembre-se de que existem 5 elementos obrigatórios que precisam estar na sua proposta de intervenção: ação, agente, modo/meio, efeito e detalhamento. Assim, ao elaborar sua proposta, responda às seguintes perguntas: 1) O que é possível apresentar como solução para o problema? 2) Quem deve executá-la? 3) Como viabilizar essa solução? 4) Qual efeito ela alcançará? 5) Que outra informação acrescento para detalhar a proposta? 7. Em quanto tempo preciso escrever a redação? Um dos grandes inimigos do participante do Enem, além do nervosismo e da ansiedade, é o tempo. Você precisa ter uma estratégia para que, além de escrever a redação muito bem, ainda consiga responder a todas as questões sem atropelos. Desse modo, uma sugestão é que você leia a proposta de redação assim que receber o caderno de prova. Depois, já faça o projeto do seu texto e escreva o rascunho. Faça algumas questões que tenha mais facilidade e depois retome o texto. Releia, revise, faça os ajustes necessários e passe a limpo. Não deixe essa tarefa para os minutos finais, pois você pode acabar cometendo erros bobos por causa da pressa. Não perca mais de 1 hora em todo esse processo (escrita + ajustes + passar a limpo). Respire fundo! Você consegue! E então? Sabia a resposta para essas questões? Essas são algumas das dúvidas mais comuns dos participantes sobre a redação do ENEM. Você ainda tem algum questionamento sobre essa prova? Escreva-o nos comentários que a gente responde!

Você precisa escrever uma redação sobre exclusão digital, mas não possui repertórios para o tema? Leia este artigo e fique preparado(a)! Aqui, você encontrará informações relevantes e dicas úteis que enriquecerão seu texto. De fato, se antes da pandemia de coronavírus já estávamos cientes dos malefícios da exclusão digital para a sociedade, com a chegada dela isso se tornou ainda mais evidente. Certamente, você ou alguém que você conhece já esteve sem acesso à internet. No mundo atual, isso é quase como estar em isolamento duplo. Assim, para muitas pessoas, a falta de acesso ao mundo digital significa estar excluído de oportunidades essenciais. Além disso, com o advento do ensino remoto em 2020, diversos estudantes viram seu direito à educação ser comprometido, sem dúvida, destacando a urgência de abordar a exclusão digital. Desse modo, incluir mulheres, idosos e pessoas com deficiência no mundo digital segue sendo um desafio. Então, para que você consiga fazer um bom projeto de texto na sua redação, separamos alguns repertórios para o tema. Repertórios para o tema sobre exclusão digital! 1. Vídeo: Exclusão Digital – Conexão – Canal Futura Primeiramente, no programa, Luiza Mesquita e Bernardo Sorj discutem “o que o país perde com os excluídos digitais?”. Além disso, eles exploram como a exclusão digital afeta diferentes camadas da sociedade. https://youtu.be/3l1_DZ4mpbk 2. Artigo: Direito à Internet e às Novas Tecnologias Digitais Em seguida, Victor Hugo Pereira Gonçalves argumenta que a inclusão digital é um direito fundamental. Igualmente, ele analisa as causas da exclusão digital, como a falta de políticas públicas e exclusões sociais históricas. 3. Filme: Eu, Daniel Blake (2016) Ademais, este filme ilustra os desafios da exclusão digital. Daniel Blake, um carpinteiro que não domina a tecnologia, enfrenta barreiras burocráticas para acessar benefícios governamentais. Isto é, o filme aborda a interação de gerações e questões sociais relevantes. 4. Pesquisa: PNAD Contínua TIC 2018 A pesquisa do IBGE revela que 79,1% dos domicílios brasileiros têm acesso à internet. Porém, ainda há uma porcentagem significativa excluída digitalmente. Portanto, é essencial explorar esses dados. 5. Livros clássicos da literátura: “1984” de George Orwell Este clássico distópico reflete sobre o controle da informação, já que a exclusão digital pode ser comparada ao acesso restrito em 1984, destacando a importância do acesso à informação. 6. Livro “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley Da mesma forma, Huxley explora um mundo dominado pela tecnologia. A obra reflete sobre as consequências da exclusão digital em uma sociedade hiperconectada. 7. Documentário: “The Social Dilemma” (2020) Por outro lado, este documentário recente da Netflix realça o papel das redes sociais no mundo moderno, destacando a relevância da inclusão digital. Dessa maneira, é relevante para o tema da exclusão digital, já que mostra como a falta de acesso às redes sociais pode significar estar fora de importantes conversas sociais. https://youtu.be/uaaC57tcci0?si=yWe8xi3ByoSoeXCD 8. Podcast: Café da Manhã É válido mencionar que o episódio “A Pandemia Expõe a Desigualdade da Internet Brasileira” discute como a crise sanitária ampliou a exclusão digital. Ademais, aborda a dependência de uma boa conexão para educação e trabalho durante a pandemia. 9. Artigo: Plataformas Digitais Acessíveis para Pessoas com Deficiência Em contra partida, este artigo mostra a exclusão digital enfrentada por pessoas com deficiência. Apenas um dos 50 sites de empresas brasileiras analisados era acessível. Portanto, a questão vai além do acesso à internet, incluindo a acessibilidade. 10. Artigo: LIVE | Acesso à Internet: Desigualdades, Qualidade e Direitos do Consumidor Outrossim, uma live do Idec discute a importância do acesso à internet durante a pandemia, já que a discussão é fundamental para entender como a exclusão digital afeta os direitos do consumidor e a igualdade social. https://youtu.be/fD5rRSc2NaI Por fim, essas são nossas dicas de repertórios para “Exclusão digital” e lembre-se: seu repertório deve ser relevante e bem aplicado. Faça sua pesquisa e organize os dados para um texto coerente. Confira , também, uma videoaula completa da professora Chaiany Farias para saber tudo sobre esse eixo temático! https://youtu.be/lpWaveoBmWQ?si=XkePspVRXrAPgJiI Quer melhorar na redação? Conheça nossos planos de correção no Redação Online e receba feedback detalhado de nossa equipe. Venha melhorar suas habilidades conosco!

Durante a pandemia, a questão da exclusão digital ganhou evidência. Você já refletiu sobre essa questão e os impactos disso na sociedade brasileira? Se não, aproveite para pensar sobre isso e escrever uma redação! Assim, fique preparado(a) para o Enem! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Exclusão digital”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema sobre Exclusão Digital: Texto 1 Fonte: https://petletras.paginas.ufsc.br/files/2020/05/charge.jpg Texto 2 Exclusão digital em tempos de pandemia Desde 2005, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) — com a finalidade de mapear o acesso à infraestrutura das tecnologias de informação nos domicílios urbanos e rurais do país, e as formas de uso delas por indivíduos de 10 anos de idade ou mais — realiza, anualmente, a pesquisa TIC Domicílios. De acordo com o último desses estudos, publicado em 28 de outubro de 2019, percebeu-se que, entre 2008 e 2018, ocorreu significativo aumento no número de lares brasileiros com acesso à internet. O estudo aponta que, em 2008, apenas 18% dos domicílios brasileiros tinham acesso à rede. Dez anos depois, esse percentual saltou para 67% de residências conectadas. Sem dúvida, um notável avanço. […] Isso, no entanto, não quer dizer que esses direitos estejam igualmente distribuídos entre a população brasileira. Afinal, se o acesso à rede mundial de computadores já é realidade em mais de 90% dos lares mais abastados, menos da metade (48%) das residências dos indivíduos das classes D e E gozam do mesmo privilégio, conforme detalha a referida pesquisa. E, como aponta o TIC Domicílios 2018, o alto custo dos serviços em questão é, segundo os moradores desses domicílios, o principal motivo que os levou a não possuir internet em suas casas. Essa constatação – baixíssimo nível, quando se fala da camada menos favorecida da população, de acesso à rede mundial de computadores – é, para dizer o mínimo, preocupante. Isso porque, em consonância com o relatório elaborado em 2009 pelo Banco Mundial, cada aumento de 10 pontos percentuais nas conexões de internet de banda larga de um determinado país corresponde a um respectivo crescimento de 1,3% no Produto Interno Bruto (PIB). Nítido, sobretudo em um mundo cada vez mais globalizado e conectado, que não há como se falar em comunicação, liberdade de expressão ou desenvolvimento, sem considerar a internet como um meio fundamental para a geração de conhecimento e circulação de informações. Com a chegada da pandemia de Covid-19, a desigualdade ganhou contornos ainda mais claros, na medida em que a internet tem funcionado como ferramenta essencial para diversas atividades como o trabalho remoto, o acesso à informação e entretenimento e a utilização de serviços tecnológicos, tais como aplicativos de comida delivery e mobilidade urbana – que, igualmente, contribuem para que os usuários de tais serviços fiquem mais protegidos dos riscos causados pela pandemia. Portanto, enquanto alguns encontram-se amplamente conectados, ampliando suas ações online (teletrabalho, videoconferências, cursos e aulas virtuais), outros, em virtude de sua precária situação econômica, permanecem à margem de um processo evidenciado como nunca antes: o papel da tecnologia cada vez maior e a importância de uma agenda de inclusão digital. Fonte: https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/exclusao-digital-em-tempos-de-pandemia/ Texto 3 Exclusão digital é barreira para mulheres rurais As mulheres rurais são o grupo menos conectado às Tecnologias da informação e Comunicação na maior parte dos países da América Latina e do Caribe. É isso que concluiu um estudo conduzido pela Universidade de Oxford, da Inglaterra. O levantamento foi coordenado pela cientista social italiana Valentina Rotondi. Ela se baseou em dados da Pesquisa Mundial Gallup, informações dos países e de rastreamento da rede social Facebook, em 17 dos 23 países da região analisada. Menos mulheres declararam possuir celulares em comparação com homens. Mulheres de baixa escolaridade que vivem em áreas rurais são as menos conectadas. Segundo autoridades a situação mostra o quadro de desigualdade e que a conectividade traz acesso a mercados, informação e serviços financeiros. “O estudo revela que o acesso reduzido a telefones celulares e a internet se soma a diversos problemas enfrentados pelas mulheres no campo, como as barreiras à obtenção de financiamento, à captação, ao emprego formal e à propriedade da terra”, disse o diretor-geral do IICA, Manuel Otero. A proporção de pessoas que possuem telefones celulares nos países analisados aumentou cerca de 80% em 2017 e 45% desde 2006 e a lacuna entre os gêneros na posse de celulares diminuiu na última década. No entanto, voltou a piorar nos últimos cinco anos. Enquanto no Brasil e na Argentina há uma situação de quase paridade entre homens e mulheres, Guatemala e o Peru são exemplos de nações onde a diferença é maior, enquanto no Chile e no Uruguai a proporção tende a favorecer as mulheres. O estudo concluiu que, de modo geral, quanto menor a diferença de gênero na posse de celulares, melhores são as perspectivas para a inserção de mulheres no mercado de trabalho e menores são as disparidades entre os gêneros em trabalhos vulneráveis e desemprego juvenil. O estudo “Desigualdade digital de gênero na América Latina e Caribe” teve apoio do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/exclusao-digital-e-barreira-para-mulheres-rurais_440947.html Escreva a sua redação sobre o tema Exclusão digital após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Faltando só 1 semana para o Enem, você sabe o que priorizar nos estudos de redação para tirar uma boa nota? Não perca este post! Está chegando a hora! 17 é primeiro dia de aplicação de provas do Enem 2020, adiado em função da pandemia. E você? Está preparado(a)? Antes de mais nada, se esta é a sua estreia no Exame Nacional, saiba que é totalmente normal se sentir ansioso e apreensivo nos próximos dias. Afinal, trata-se de uma oportunidade para depois tentar uma vaga na universidade. Caso você já tenha experiência com as provas, mesmo que já conheça como funciona o processo, pode também estar com os cabelos em pé neste momento. Calma! Nós hoje daremos algumas dicas para você revisar seus estudos de redação, faltando 1 semana para o Enem. Boa leitura! É provável que você esteja estudando para esses dois dias de provas que se aproximam desde o começo do ano passado. Certamente, se concluiu o Ensino Médio recentemente, você ainda tem bem frescos na memória os principais conteúdos que são cobrados no Enem. No entanto, para quem já encerrou a Educação Básica há mais tempo talvez não seja assim tão simples estudar para o exame. Além disso, o fechamento das escolas por causa da Covid-19 e a implantação do ensino remoto atrapalharam os planos de muita gente. O Enem 2020 será uma verdadeira prova de superação. Se você conseguiu manter uma rotina de estudos “normal”, está de parabéns. A recomendação sempre é de escrever uma redação por semana, mas, se você não fez isso até agora, ainda há chance de correr atrás! Abandone a ideia de aprender coisas novas agora É isso mesmo que você leu. Se você acredita que não conhece todas as regras de gramática (e saiba que isso é muito comum!), não tente usar esta última semana para fazer isso. Respire fundo! Vamos explicar o porquê. Faltando tão pouco para a prova, tentar aprender algo que você sempre sentiu dificuldades de compreender pode ser fatal para a autoestima e para a segurança que precisa ter para desenvolver a proposta de redação. Em vez disso, reforce pontos que você já domina. Conheça os critérios de correção do Enem Sempre que nos avaliam, é fundamental conhecer o que pode elevar a nossa nota e o que pode baixá-la. Sem isso, é como tatear no escuro. O Inep disponibilizou o material de capacitação dos avaliadores de 2019 e também divulgou há poucos dias a Cartilha de redação Enem 2020 (confira nosso post sobre ela!). Trata-se de materiais indispensáveis para todo participante. Se você perdeu esses conteúdos, acesse-os agora mesmo. A cartilha, além de diversas dicas sobre como a prova é corrigida, ainda traz algumas redações de 2019 comentadas. Assim, ao lê-las e ao ler as análises delas, você poderá entender um pouco melhor a estrutura do texto dissertativo-argumentativo. Desse modo, reforçará sua compreensão sobre o gênero textual e também aprenderá um pouco mais sobre repertório sociocultural e como usá-lo de maneira produtiva no seu texto. Faça mapas mentais por eixos temáticos Ter um repertório sociocultural previamente pensado (mesmo que se saiba qual o tema da prova) ajuda a tirar aquela sensação de “eu não sei nada”. Assim, você vai para o Enem mais confiante! Ao longo do ano, diversas sugestões de propostas foram lançadas, inclusive aqui no nosso blog, e a partir delas você pode pensar quais têm mais chance de cair. Se você não faz ideia de por onde começar, é bom se informar sobre algumas apostas que estão circulando por aí! Sobre elas, podemos citar alguns eixos: saúde (importância do SUS, saúde mental), educação (alfabetização infantil, literacia familiar, acesso aos livros), tecnologias (educação a distância/remota, exclusão digital), meio ambiente (queimadas, crise hídrica). Então, nos mapas, coloque dados, referências sobre o assunto, citações, livros, filmes que trabalhem a temática. O legal dos mapas mentais é que uma ideia puxa outra, e, como são bastante visuais, ajudam a memorizar melhor. Não se preocupe em fazer mapas muito elaborados: estamos na reta final! Nessas horas, vale contar um pouquinho com a intuição também! Enfim: confie em você! Confira o exemplo abaixo: Fonte: https://bit.ly/2LtJeuz Treine a proposta de intervenção A proposta de intervenção é avaliada na competência 5. Embora seja a que tem critérios mais objetivos, é a que recebe as notas mais baixas! Normalmente, o que acontece é que os participantes não incluem os cinco elementos obrigatórios que ela precisa ter. Caso você não lembre ou não saiba quais são eles, anote: AGENTE + AÇÃO + MODO/MEIO + EFEITO + DETALHAMENTO Eles não precisam estar necessariamente nessa ordem, mas precisam constar na mesma proposta. Ou seja, não adianta você sugerir três ações e nenhuma delas estar completa. Na avaliação da competência 5, os corretores verificarão se uma proposta contém todos esses elementos. A nota é para aquela que estiver mais completa. ou seja, a que tiver o maior número de elementos obrigatórios. Garanta seus 200 pontos usando os cinco! Como não temos mais tempo para que você escreva várias redações, treine ao menos a proposta. Para isso, você pode usar alguns textos que já escreveu ou mesmo pensar nos eixos temáticos e fazer uma proposta para cada um. Assim, chegará no dia da prova afiado(a)! Lembre-se de que a conclusão com a proposta ocupa mais ou menos 7 linhas da folha de redação. Então, treine com esse número em mente! Escreva pelo menos uma redação Sim, escolha um tema e escreva sobre ele. Faça o projeto de texto, recolha repertórios, pesquise, faça um rascunho, revise, passe a limpo. Se puder, peça para alguém ler e dizer o que achou. Quer uma ajuda profissional? Conte com a nossa plataforma. Ainda é possível receber dicas e saber como está o seu desempenho antes do grande dia. Se você já tem um plano do Redação Online, envie a sua redação até o dia 12 para que haja tempo de receber esse precioso retorno. Ter um feedback sobre nossos textos ajuda – e muito – a melhorar a escrita e

Saiba mais sobre a literacia familiar por meio de repertórios que selecionamos para ajudar a fundamentar a sua argumentação na redação! O tema de redação que preparamos para esta semana tem como foco a literacia familiar. Você já tinha ouvido falar sobre isso? Trata-se de um conceito trabalhado por pedagogos norte-americanos e que, em 2019, veio para o Brasil. Mais especificamente, o tema passou a ser evidenciado no país em função de um programa governamental, o “Conta pra mim”. No entanto, isso não significa que algumas das ideias sobre literacia familiar já não fizessem parte do nosso cotidiano. Assim, o envolvimento dos pais na educação dos filhos e no incentivo à leitura já é previsto tanto pela Constituição quanto pelas políticas educacionais. Caso você não esteja familiarizado com o assunto, separamos alguns conteúdos que poderão ajudar a fundamentar a sua argumentação na redação. Lembre-se de que o desenvolvimento de um bom projeto de texto é um passo fundamental para um bom texto ( e quem sabe até uma redação nota mil!). Portanto, a pesquisa sobre a temática deve ser aprofundada, então não fique restrito(a) às nossas sugestões. Selecionar, relacionar, interpretar e organizar as informações deve ser o seu objetivo em todo o texto que for produzir. Então, vamos às dicas? Acompanhe! 1. Notícia: MEC lança material para incentivar pais a lerem para os filhos Que tal começar vendo esta notícia de quando o “Conta pra mim” foi lançado pelo MEC? No vídeo e no texto, você saberá que se trata de um programa que faz parte da Política Nacional de Alfabetização (PNA). Além disso, conhecerá os objetivos do programa, materiais produzidos e os valores de verba destinados a ele. Também saberá um pouco mais sobre a PNA e sobre o que é a literacia familiar. Assim, não perca tempo: clique e confira! 2. Entrevista: Catherine Snow Lei a íntegra da entrevista com a professora de Harvard Catherine Snow para a Revista Nova Escola. Realizada em março de 2020, buscou mostrar o que a educadora – que é uma das referências do MEC na defesa da literacia familiar – sugere como forma de as famílias contribuírem para o desenvolvimento literário dos filhos. Então, por se tratar de um argumento de autoridade, vale a pena você conhecer mais sobre essas ideias. 3. Reportagem: Incentivo à leitura na Educação Infantil: como envolver a família Ainda na revista Nova Escola você pode encontrar esta matéria que explica de que forma a escola pode ajudar a envolver os pais na educação dos filhos. Além de mostrar algumas iniciativas de educadores para estimular essa aproximação entre família e escola, a matéria explica um pouco mais sobre a literacia familiar. Além disso, apresenta alguns pontos de normativas da educação nacional e aponta dicas para educadores estimularem as crianças a terem o gosto pela leitura. Então, quem sabe algumas delas não ajudam você a pensar em uma proposta de intervenção? Não deixe de ler! 4. Filme: O contador de histórias (2009) Este filme baseia-sena história real do educador e contador de histórias Roberto Carlos Ramos. Aos 6 anos ele foi deixado por sua mãe na Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor (Febem), pois ela acreditava que assim ele teria uma vida melhor. No entanto, a instituição não era nada do que se imaginava à época. Assim, o menor passou a se envolver em delitos e chegou até a ser usuário de drogas. A vida do garoto muda aos 13 anos quando uma pedagoga francesa, Margherit Duvas, aparece. Ela dá a ele um lar, alfabetiza e incentiva a estudar. Trata-se, portanto, de uma história de sucesso de uma responsável que transformou o destino de um jovem por meio da educação, do carinho e da literatura. Assista! https://www.youtube.com/watch?v=1Aqn_jO_HAM&pp=ygUhbyBjb250YWRvciBkZSBoaXN0w7NyaWFzIHRyYWlsZXIg 5. Filme: As Aventuras do Avião Vermelho (2014) Esta animação inspirou-se na obra de Érico Veríssimo de mesmo nome. Nela, narra-se a história de Fernandinho, menino de 8 anos que, após a morte da mãe, fica solitário. O pai, então, tenta animá-lo com presentes. Mas o que consegue tirá-lo da tristeza é receber do pai um livro que foi da sua infância. Tem bastante a ver com o nosso tema de redação, hein? Procure saber mais sobre o filme ou mesmo sobre o livro que deu origem a ele.https://www.youtube.com/watch?v=VSSdaFnekmY&pp=ygUlYXZlbnR1cmFzIGRvIGF2acOjbyB2ZXJtZWxobyB0cmFpbGVyIA%3D%3D 6. Caderno da Política Nacional de Alfabetização (PNA) Em agosto de 2019 o MEC divulgou o Caderno da Política Nacional de Alfabetização. Ele é um guia que explica detalhadamente a PNA. Além de trazer dados a respeito do cenário atual da alfabetização, marcos históricos e normativos brasileiros, aborda conceitos, como o da literacia familiar. De acordo com o Ministério da Educação, a política se inspira no que é realizado em países que tiveram aumento de seus indicadores educacionais. Assim, cita como exemplos: Austrália, Canadá, Chile, Estados Unidos, França e Portugal. Então, consulte o caderno e anote algumas informações para fundamentar a argumentação da sua redação. Certamente você encontrará muitos dados nele. Agora é com você! Depois de ler e acessar as nossas recomendações, procure outros conteúdos que tenham a ver com seu projeto de texto sobre a Literacia Familiar. Faça uma redação no estilo Enem e mande pra gente! Ainda não conhece nossos planos de correções de redação? Não perca mais tempo! Escolha o seu agora mesmo e receba a ajuda dos nossos corretores para se dar muito bem na prova! Até mais!

Você sabe o que é literacia familiar? Venha saber mais a partir desta proposta de redação e aproveite para treinar a sua escrita para o Enem! Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “A importância da literacia familiar”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema “A importância da literacia familiar”: Texto 1 “Literacia familiar não significa ensinar crianças a ler em casa” O Conta Pra Mim, programa do Ministério da Educação (MEC) que integra a Política Nacional de Alfabetização (PNA), propõe maior engajamento dos pais e responsáveis no incentivo à leitura de bebês e crianças. Assim, uma das principais referências teóricas do MEC para defender a chamada “literacia familiar” é Catherine Snow. Ela é professora da Escola de Graduação em Educação de Harvard, nos Estados Unidos. Catherine entende que a própria expressão “literacia familiar” em inglês (“literacy at home”) é ambígua. Isso porque a prática não necessariamente envolve o uso de livros ou de outras referências da língua escrita. Portanto, sob essa perspectiva, mesmo pais e responsáveis com baixa escolaridade ou mesmo analfabetos conseguem contribuir para a formação das crianças. Desse modo, a ideia, diz a pesquisadora, não é que a família assuma a responsabilidade pela alfabetização. Então, diante desse cenário, portanto, Catherine sugere diversas atividades que não levem os responsáveis a se tornarem “professores de leitura”. Conversar e responder às perguntas dos filhos, estimulá-los a planejar uma rota de ônibus ou ajudar a família a preparar uma receita são algumas possibilidades. […] a professora de Harvard defende que todas as famílias podem contribuir para o desenvolvimento literário de seus filhos. “Famílias muito pobres podem fazer muito para promover a curiosidade de suas crianças, suas habilidades linguísticas e atitudes positivas relacionadas ao aprendizado”, diz Catherine. “Assim como famílias muito mais ricas podem não estar engajadas nessas interações importantes.” […] Fonte: nova escola – literacia familiar Texto 2 O que a BNCC fala sobre leitura na Educação Infantil? Os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da BNCC preveem o incentivo à leitura para bebês na creche. Confira um trecho do documento sobre a prática: “Desde cedo, a criança manifesta curiosidade com relação à cultura escrita: ao ouvir e acompanhar a leitura de textos, ao observar os muitos textos que circulam no contexto familiar, comunitário e escolar, ela vai construindo sua concepção de língua escrita, reconhecendo diferentes usos sociais da escrita, dos gêneros, suportes e portadores. Na Educação Infantil, a imersão na cultura escrita deve partir do que as crianças conhecem e das curiosidades que deixam transparecer. As experiências com a literatura infantil, propostas pelo educador, mediador entre os textos e as crianças, contribuem para o desenvolvimento do gosto pela leitura, do estímulo à imaginação e da ampliação do conhecimento de mundo. Além disso, o contato com histórias, contos, fábulas, poemas, cordéis etc. propicia a familiaridade com livros, com diferentes gêneros literários, a diferenciação entre ilustrações e escrita, a aprendizagem da direção da escrita e as formas corretas de manipulação de livros. Nesse convívio com textos escritos, as crianças vão construindo hipóteses sobre a escrita que se revelam, inicialmente, em rabiscos e garatujas e, à medida que vão conhecendo letras, em escritas espontâneas, não convencionais, mas já indicativas da compreensão da escrita como sistema de representação da língua.” (BNNC, p. 42) Fonte: Nova escola – incentivo a leitura na educação infantil Texto 3 Literacia é um conceito pouco utilizado entre pesquisadores brasileiros e mais comum à pedagogia norte-americana. Então, segundo a definição do MEC, literacia familiar é “o conjunto de práticas e experiências relacionadas com a linguagem oral, a leitura e a escrita, que as crianças vivenciam com seus pais ou responsáveis”. Fonte: Nova escola – incentivo a leitura Texto 4 Em manifesto, educadores questionam programa ‘Conta pra Mim’ No fim de 2019, o Ministério da Educação (MEC) lançou a campanha Conta pra Mim, cujo objetivo é incentivar o hábito da leitura entre pais e filhos. Um grupo de educadores, no entanto, acredita que o modelo representa um retrocesso nas políticas públicas do livro e da leitura no país. Juntos – e eles são mais de três mil – lançaram um manifesto. Nele, defendem que o Conta pra Mim é “sustentado por concepções ultrapassadas, preconceituosas e excludentes de educação e de família, oferece à primeira infância (crianças de zero a cinco anos) e às suas famílias produtos (cartilhas, vídeos, “livros”) e muita propaganda sobre o que alguns desconhecidos elegeram, a partir de valores morais e religiosos, como o certo e o errado, o bom e o mau, o bonito e o feio”. Desse modo, o grupo ressalta que os livros são “feitos de ideias”, mais do que de “histórias bonitas e divertidas para passar o tempo com os pequenos”. “Nos livros de literatura, a criança encontra aberturas diversas para compreender o mundo, que é grande e complexo. No entanto, esse programa do atual governo decide privilegiar narrativas que estabelecem verdades prontas e fechadas ao invés de proporcionar um repertório que contemple os conflitos, os desejos, os medos, as alegrias e os sonhos humanos, com convites para caminhos plurais”, diz o documento. Além disso, os educadores apontam ainda que o programa desconsidera “o vasto e qualificado conhecimento acumulado de pesquisas sobre a literatura infantil e formação de leitores, experiências sobre leitura e infâncias e a intensa criação e produção editorial brasileiras”. Fonte: Publish news Escreva uma redação sobre o tema A importância da literacia familiar após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Conheça as leis aprovadas em 2020 que podem virar tema ou fazer parte do seu repertório para a redação Enem. Leia agora! Embora seja muito difícil acertar o tema que será cobrado no Enem, fato é que a prova há muito tempo se debruça sobre questões sociais. Muitas delas, inclusive, foram temas de debates na Câmara de Deputados e no Senado. A proposição de uma nova lei, a depender da temática, gera muita polêmica. Desse modo, os palcos virtuais de debate, como o Twitter, e os canais de comunicação dão muita atenção às propostas dos nossos parlamentares. Por essa razão, é importante que você se atualize a respeito desses assuntos sempre que possível. Assim, para ajudá-lo, montamos uma lista das principais leis aprovadas em 2020 para você ficar de olho! Acompanhe! 1. (Novo) Código de Trânsito Brasileiro (Lei n. 14.071, de 13 de outubro de 2020) A lei aprovada em 2020 altera a Lei n. 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro). Assim, modifica a composição do Conselho Nacional de Trânsito e amplia o prazo de validade das habilitações. Além disso, dá outras providências, como o aumento considerável do limite de pontuação por infrações. Nesta matéria do UOL você lerá as principais mudanças e as que geraram maiores polêmicas. 2. Lei n. 14.026, de 15 de julho de 2020 Com a aprovação desta lei, segundo o sociólogo Edson Aparecido da Silva, “o Brasil dá um passo atrás na perspectiva da universalização do acesso aos serviços de saneamento básico“. Para ele, os agentes privados ganharão espaço com a nova lei. Assim, áreas mais carentes e que demandam maiores investimentos não serão contempladas com os benefícios do saneamento. Desse modo, não se alcançará a universalização visto que o lucro é o que importa a esses agentes que, certamente, visarão às áreas já urbanizadas. Confira o texto da lei e também o artigo de opinião do sociólogo para saber mais. 3. Lei n. 14.038, de 17 de agosto de 2020 Entre as leis aprovadas em 2020 temos esta que dispõe sobre a regulamentação da profissão de Historiador e dá outras providências. Mas por que essa lei gerou certo debate na sociedade? Bom, você sabe que muito do que constrói a Nação vem do nosso passado. A História é responsável não só pela manutenção da memória como também auxilia a entendermos o presente. Na atualidade, porém, há quem conteste dados e acontecimentos históricos, e uma interpretação equivocada da proposta, feita por alguns grupos, deu a entender que se trataria de uma questão ideológica tal aprovação. Contudo, a regulamentação visa apenas garantir que se considere historiador aquele que de fato possui formação na área ou em situações correlatas. No Brasil, muitos professores de história estão fora das salas de aula por desmotivação e, assim, professores de outras áreas ministram a disciplina. Isso, além de evidenciar a desvalorização da profissão, demonstra descaso com a Educação. Uma das possibilidades abertas com a nova lei é permitir a regulamentação a professores com outras graduações que ministram História há pelo menos cinco anos. Saiba mais neste artigo da ANPUH. 4. Lei n. 14.069, de 1º de outubro de 2020 O objetivo dessa lei foi criar o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro. Ela determina que o cadastro conterá as características físicas e as impressões digitais dos estupradores, além de informação do DNA e fotos. Para o preso em liberdade condicional, também deverá constar informação do local de moradia e de trabalho nos últimos três anos. A proposta, do deputado Hildo Rocha (MDB-MA), então, pretende barrar o crescimento de uma assustadora estatística. De fato, no país, são registrados 181 estupros por dia de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020. Além disso, os dados mostram que 57,9% das vítimas de estupro no Brasil, em 2019, tinham no máximo 13 anos; 18,7% tinham entre 5 e 9 anos de idade; e 11,2% eram bebês de zero a 4 anos. Certamente esse tipo de violência é algo sobre o qual precisamos ficar bem atentos! 5. Lei n. 14.113, de 25 de dezembro de 2020 Esta lei regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), de que trata o art. 212-A da Constituição Federal, revoga dispositivos da Lei n. 11.494, de 20 de junho de 2007 e dá outras providências. O Fundeb é uma das principais formas de financiamento da Educação Básica. Assim, uma emenda à Constituição prevê repasses maiores da União, de forma progressiva, até 2026. Portanto, a complementação que hoje é de 10% chegará a 23%. Uma das polêmicas envolvendo a tramitação dessa lei no Congresso dizia respeito ao desejo de o atual governo permitir que escolas privadas sem fins lucrativos, entre elas as ligadas a igrejas (confessionais) recebessem recursos do Fundeb, dentro de um limite de 10% das vagas ofertadas. Porém, devido a ações de entidades organizadas, alguns políticos e até o Ministério Público Federal, essa proposta não foi adiante. Saiba mais lendo a matéria da Folha. 6. Decreto n. 10.502, de 30 de setembro de 2020 (Política Nacional de Educação Especial) Quando lançamos os temas de redação sobre capacitismo e educação inclusiva já comentamos sobre esse decreto. Ele prevê implementação de programas e ações voltados para o atendimento especializado das pessoas com deficiência ou necessidades especiais. Além disso, pretendia incentivar a criação de escolas e classes especializadas ou bilíngues de surdos. No dia 18 de dezembro de 2020, no entanto, o STF assinou uma liminar suspendendo este decreto. Essa legislação gerou muito debate e foi considerada um retrocesso ao trabalho de inclusão nas escolas regulares. Informe-se mais sobre esse assunto e escreva uma redação para treinar! 7. Lei Geral de Proteção de Dados Embora aprovada em 2018, entrou em vigor em agosto de 2020 a Lei n. 13.709/2018. A LGPD funcionará como ferramenta governamental que regulamentará o modo como os dados dos brasileiros são tratados, armazenados e protegidos. Assim, prevê multas altas às empresas que vazarem informações. Embora a
Você sabia que a reescrita da redação ajuda – e muito – a desenvolver melhor a estrutura de um texto? Saiba a importância dela e como fazer. Durante o processo de preparação para o Enem, muitos estudantes estabelecem metas de escritas de redação. Certamente, escrever muitos textos é uma excelente forma de treinar, mas não é a única. Você tem o hábito de reescrever os seus textos? Pois é, mesmo se você for um aluno nota 10 pode tirar proveito dessa atividade. Então, prepare-se que nós vamos falar tudo o que você precisa saber sobre a reescrita da redação. O processo de escrever é, para muitas pessoas, bastante difícil – e até mesmo doloroso. Isso acontece por diversos motivos, desde uma educação deficitária, falta de hábito, crença de que “não sabe”, entre outros. A verdade é que, como todo processo, pode ser aprendido e aprimorado ao longo de certo tempo. É comum que se escreva textos apressadamente, apenas para colocar um check numa lista de tarefas e se sentir aliviado com a entrega. No entanto, esse tipo de postura prejudica duas fases essenciais: a revisão e a reescrita da redação. Por que devo revisar meu textos? A revisão do texto, embora não seja o nosso foco deste artigo, é essencial para que possamos dizer com maior clareza o que queremos. Infelizmente, muitas pessoas não costumam realizá-la, sequer leem com calma o que escreveram antes de passar a limpo e entregar. Por isso, é importante reservar alguns minutos para realizar essa tarefa. Mas por onde começar? Por exemplo, com uma boa revisão, você pode assinalar erros banais, como a repetição de palavras ao longo do texto. Durante a leitura atenta, sublinhe as palavras repetidas e depois as substitua por sinônimos. Outro ponto importante da revisão é corrigir problemas de concordância, pois ao ler o texto conseguimos perceber quando ela está ausente por causa da quebra na fluidez da leitura. Também pode-se corrigir coesivos inadequadamente utilizados, verificar se há muitas repetições deles e ajustar esses pontos. Portanto, jamais dispense uma boa revisão textual das suas redações! Qual a importância da reescrita? Ao receber o retorno de um texto escrito, seja do seu professor ou da nossa plataforma de correções, é fundamental que seu foco não seja apenas a nota recebida ou os desvios marcados. Muita gente pensa que reescrever a redação é apenas corrigir erros de grafia ou gramaticais feitos ao longo do texto. Nada disso! A reescrita é um processo que o levará a um novo texto sobre o mesmo assunto. Diferentemente da revisão, em que corrigimos apenas detalhes, na reescrita da redação se refaz o texto. Trata-se, então, de reconhecer as falhas na abordagem e aprender com elas. O feedback recebido será o ponto de partida para novas reflexão e redação. Assim, você corrigirá não apenas as questões pontuais, mas refletirá sobre todo o desenvolvimento e estruturação textual realizado para melhorá-lo. Uma reescrita orientada na fase de treinamento para a redação Enem pode ser muito mais eficiente do que fazer um novo texto do zero ou escrever vários textos seguidos sem esperar a correção do avaliador. Isso porque é a partir daquilo que não está tão bom que podemos estabelecer parâmetros e realmente compreender o que falta, por exemplo, para chegar à redação nota mil. Como fazer uma boa reescrita da redação? Antes de mais nada, livre-se da ideia de que um texto que não obteve acima de 800 na avaliação de um corretor não pode melhorar. Afinal, quanto mais pontos a revisar e reescrever, provavelmente a chance de sua nota dar um salto de melhoria na segunda avaliação é grande. Isso por si só dá um up na autoestima e – melhor que isso – deixa você mais confiante na eficácia de reescrever suas redações. Fatores que podem levar seu texto a uma nota baixa incluem: Assim, ao receber o seu texto corrigido, leia-o novamente e se pergunte: o que faltou? Consegui abordar completamente o tema? Meu repertório estava, de fato, adequado ao meu projeto de texto? Há alguma incoerência na minha argumentação? E os desvios? O que posso fazer para evitá-los (dica: revisão!)? Se você usa a plataforma Redação Online sabe que os nossos corretores deixam, ao longo do texto ou ao final, comentários sinalizando aspectos que podem ser aprimorados, inclusive em alguns casos recomendando a reescrita. Não deixe essas informações preciosas para lá! Por mais que a gente muitas vezes se sinta frustrado por não ir tão bem quanto esperava numa redação, é essencial engolir o orgulho e aprender com os erros. Afinal, é assim que se evolui, não é mesmo? Ao receber a sua correção, faça o seguinte para uma boa reescrita: https://youtu.be/ByzOf1OBfks E você, costuma fazer a reescrita da redação? Se não, comece agora, ainda dá tempo de aprender bastante com essa técnica até o dia da prova. Precisa de alguém para corrigir seus textos? Conheça nossos planos e conte com uma equipe preparada para ajudá-lo a se dar muito bem!

A preparação Enem 2020 não deve ser apenas de estudos. Aprenda a relaxar a mente para se sair bem nos dias de prova! Faltando pouco tempo para o primeiro dia de provas é normal que a ansiedade aumente. Por isso a preparação Enem 2020 deve incluir alguns exercícios de relaxamento para que você consiga dar o máximo de si até o último dia. Os participantes da próxima edição do Exame Nacional, além da carga normal de estresse com as provas, teve ainda que lidar com os desafios da pandemia. Aulas remotas, distanciamento e preocupação constante com a saúde fizeram com que os estudos dividissem a atenção com muitas outras novidades. Portanto, torna-se ainda mais importante um olhar para o bem-estar e pra saúde mental. Não basta apenas estudar, o descanso também deve estar no seu cronograma. Certamente você sabe que a preparação Enem é um processo que não acontece apenas um ano antes da aplicação do exame. Trata-se do conhecimento adquirido ao longo de sua formação, portanto estudar em ritmo frenético até os dias das provas pode não ser a melhor estratégia. De acordo com especialistas, isso prejudica a memória e, consequentemente, a capacidade de fazer associações mentais, fundamentais para responder às questões. Então, se você está nesse nível de cansaço, estresse e ansiedade e não sabe bem como quebrar esse ciclo, acompanhe as dicas a seguir e, principalmente, coloque-as em prática! 1. Controle a sua respiração Respirar é algo sobre o qual nem pensamos, pois fazemos o tempo todo involuntariamente para permanecer vivos. No entanto, essa respiração pode trazer benefícios quando nos concentramos nela para relaxar. Respirar profundamente, prestando atenção na entrada e na saída do ar, devagar, ajuda a diminuir crises de ansiedade e a melhorar a qualidade do sono, se feito antes de dormir. Assim, antes de iniciar a sua rotina de estudos, quando ficar nervoso(a) durante uma questão mais difícil e perto da hora de ir pra cama, respire fundo algumas vezes. De fato isso trará uma boa sensação e mais qualidade tanto para os estudos quanto para o seu descanso. Experimente! 2. Meditação Os benefícios dessa prática milenar incluem bem-estar e equilíbrio, duas sensações importantes para quem está em uma maratona de estudos e provas. Em um mundo cada vez mais conectado virtualmente, a conexão com o próprio eu fica muitas vezes prejudicada. Assim, a busca pela meditação tem crescido exponencialmente, em especial durante a pandemia. Portanto, seja para descansar a mente do trabalho ou dos estudos, a prática auxilia a melhorar o foco para aquilo que é importante, trazendo os pensamentos para o momento presente. Você pode iniciar com 5 a 10 minutos diários, e há muitos aplicativos e vídeos disponíveis para você conhecer e dar os primeiros passos. O tema é tão relevante na atualidade que no dia primeiro de janeiro de 2021 a Netflix lançará uma série de animação sobre os benefícios da meditação, com técnicas e práticas guiadas. Chegou bem a tempo, não é mesmo? Não deixe de assistir!https://youtu.be/MxHzRVRkL_8 3. Yoga Calma! Não queremos que em menos de 25 dias você se torne um yogi ou uma yogini. Mas se você já tinha curiosidade sobre essa atividade, que tal aprendê-la agora? Sim! Esse pode ser o impulso que faltava para começar. Entre os benefícios, podemos destacar: mais relaxamento, maior consciência corporal e autoconhecimento. Além disso, melhora o condicionamento físico e controla a pressão arterial etc. Hoje, é possível contar com aplicativos e canais no Youtube que oferecem aulas desde o nível iniciante, alguns de forma gratuita. Assim, procure aquele que melhor se adapte a sua necessidade e comece! Quem sabe além de relaxar você não criará um importante hábito para sua vida? Não custa nada tentar! 4. Outros exercícios leves A prática de atividades físicas, sejam elas quais forem, são benéficas para muitas coisas, inclusive para relaxar. Durante o período de isolamento, muitas pessoas se viram privadas de frequentar academias, parques e praças. Com a flexibilização, porém, está mais fácil tirar alguns minutos por dia para praticar exercício físico. Se você já é “atleta”, ótimo! Já sabe, então, que consegue dormir melhor, relaxar as tensões depois de um dia de estudos , entre outras coisas. Se ainda não pratica alguma atividade, comece agora. Não é necessário muito investimento financeiro. E tempo? Ah, você consegue separar de 20 a 40 minutos diários para cuidar de você, não é? Veja algumas possibilidades: caminhada leve; andar de bicicleta; patinar; subir escadas; alongamento. Importante: procure instrutores ou consulte um médico, dependendo da atividade escolhida. Se seu prédio tiver muitos andares, suba as escadas sem forçar o ritmo e desça de elevador. Assim, não machucará as articulações. 5. Massagens nas mãos Quem não gosta de uma boa massagem? No entanto, você sabia que pode conseguir um bom relaxamento massageando apenas as suas mãos? Sim! Não requer prática nem muita habilidade, apenas um pouco de boa vontade. Desse modo, use algum creme de sua preferência e massageie as palmas das mãos e os dedos. Se demore um pouco mais nos pontos doloridos e aos poucos sinta o bem-estar surgir. Dica: faça antes de dormir, pois ajuda a chamar o sono! Além disso, as mãos ficarão bem macias pra escrever a redação. 🙂 6. Dedique-se a algum hobby Separar alguns minutos do seu dia para se dedicar a algum hobby não fará mal algum à sua rotina de estudos. Ao contrário: pode fazer muito bem! Não importa qual é a sua preferência, fazer uma tarefa interessante e que não necessariamente tenha a ver com o Enem deixará você mais relaxado(a). Assim, toque algum instrumento, pinte, borde, cuide de plantas, passeie com seu animal de estimação. Ou seja, faça algo que lhe dê prazer e proporcione sensação de paz. E nada de sentir culpa por não estar estudando! Estamos na reta final, você já fez um grande esforço até aqui. Além disso, muitas vezes é em momentos de pausa, em que estamos fazendo atividades aleatórias, que nossa mente acaba descobrindo saídas para problemas que pareciam sem solução. Isso

Conheça alguns conteúdos que podem ajudar a pensar sobre a internet e o emburrecimento da sociedade. Treine seus argumentos para a redação! No nosso cotidiano, são inegáveis as diversas facilidades trazidas pelo avanço tecnológico, especialmente pela internet. No entanto, há quem acredite que o uso massivo dessa ferramenta tem prejudicado a capacidade de aprendizado de crianças e adolescentes. Certamente, a questão é polêmica, por isso escrever uma redação sobre o tema da semana, Internet e o emburrecimento da sociedade, pode ser um desafio. Em primeiro lugar, você precisa definir a sua tese: concorda ou não que há uma geração que está menos inteligente que a anterior? Se você está de acordo, busque referências que ajudem a defender esse ponto de vista. Mas, caso pense que isso não faz sentido, escolha repertórios pertinentes para argumentar bem por esse caminho. A seguir você encontra uma lista de materiais para ler, ver e ouvir e, assim, ajudar a ter mais fundamentação no desenvolvimento do seu texto. Confira nossas sugestões de repertório sociocultural para o tema Internet e o emburrecimento da sociedade e comece a treinar! 1. Entrevista com o neurocientista francês Michel Desmurget Nossa primeira dica é que você leia na íntegra a entrevista publicada pela BBC News com o neurocientista Michel Desmurget. Um trecho dela está nos textos motivadores do tema. Com vastos trabalhos na área, o entrevistado dá outras respostas interessantes que explicam a interferência da internet no desenvolvimento cognitivo das novas gerações. Assim, você vai compreender por que para ele viver conectado tem criado jovens menos inteligentes que seus pais. 2. Entrevista com a neurocientista britânica Susan Greenfield Sempre é bom ter uma segunda opinião sobre um tema complexo. Nesta entrevista, Susan Greenfield, pesquisadora sênior da Universidade de Oxford, afirma que “as tecnologias digitais afetaram nosso cérebro da mesma forma que qualquer elemento de interação que faça parte do nosso cotidiano”. Para ela, no entanto, o ponto mais crítico do uso da internet e suas ferramentas é a mudança que causaram na formação da nossa identidade. Assim, nos tornamos mais dependentes da visão de outras pessoas, alterando o modo de nos relacionarmos e de distribuirmos o uso do nosso tempo. Greenfield, ao contrário de Desmurget, afirma que é possível que a nova geração tenha QI mais alto e boa memória. #polêmica Leia toda a entrevista e saiba de que maneiras a internet afeta o nosso cérebro. Na mesma página você ainda conseguirá acessar a três vídeos de palestras da pesquisadora. Vale a pena conferir todo esse material! 3. Música: Televisão – Titãs A televisão me deixou burro, muito burro demais Agora todas coisas que eu penso me parecem iguais […]https://www.youtube.com/watch?v=7psItZeHmqUCertamente você já ouviu os versos acima em algum momento da sua vida. Antes mesmo da internet, outras telas já foram responsabilizadas por “emburrecerem” a população. A televisão até hoje não é bem-vista por muita gente, mas também é usada para entreter crianças desde muito pequenas. De fato, muitas vezes a chamam de “babá eletrônica”. Pense sobre os efeitos da programação televisiva nas pessoas, especialmente da nova geração. Assim, um caminho é traçar essa relação com a chegada da internet e de seus recursos na argumentação do seu texto. 4. Estamos ficando mais burros? | Nerdologia Neste episódio, roteirizado e apresentado pelo ícone da pandemia, Átila Iamarino, procura-se responder à pergunta: “será que estamos mais burros?”. A questão levantada tem muito a ver com o nosso tema de redação. Aqui, pretende-se compreender se a internet e a facilidade de encontrar informações com os smartphones estão afetando a nossa capacidade de apreender. Além disso, o vídeo sugere outras fontes que podem ampliar o seu repertório ainda mais. O vídeo tem menos de 7 minutos e bastante informação! Acesse!https://youtu.be/nW-Mqe9Tgjc 5. Matéria de Capa – A internet e o cérebro De 2012, esse programa da TV Cultura mostra que os efeitos da internet no cérebro não são uma preocupação só de agora. Portanto, pense em todos os avanços que ocorreram nas tecnologias de lá para cá, e mesmo assim estamos ainda debatendo a questão. A reportagem é bem completa e tem menos de 30 minutos. Um dos pontos levantados refere-se à queda de capacidade de memorizar informações, por exemplo. Assista!https://youtu.be/7OV1W7aXTl8 6. Entrevista com Nicholas Carr Em 2010, o escritor norte-americano Nicholas Carr esteve no Brasil e falou sobre “Os superficiais, o que a internet tem feito com nossos cérebros”. Então, na obra ele defende a tese de que a internet pode emburrecer e dificultar o aprendizado, embora seja considerada a revolução na área educacional. Acesse o conteúdo e, assim, conheça as suas ideias. 7. Vídeo: Uso abusivo da tecnologia pode causar problemas em crianças Nesta reportagem veiculada pela TV Brasil em 2016 já se discutia de que formas o uso exagerado da tecnologia afeta as crianças. Portanto, assista e saiba um pouco mais sobre esse assunto.https://youtu.be/LSB17LbYLJ4Conhece outra referência que pode ser usada na redação sobre “Internet e o emburrecimento da sociedade“? Compartilhe conosco nos comentários! Não sabe nada sobre o assunto? Então, além das nossas dicas, faça sua própria pesquisa na internet. Precisa de ajuda para saber se sua redação está no caminho certo? Conheça nossos planos e use a nossa plataforma de correção! Saiba todos os benefícios de receber orientações dos nossos corretores! Venha para o Redação Online! Ainda dá tempo de fazer aquela redação nota mil para o Enem!

Você acredita que a internet está gerando uma legião de ignorantes? Reflita sobre o emburrecimento da sociedade provocado pela internet. Com base nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação e a partir da leitura dos textos motivadores a seguir, escreva uma redação de até 30 linhas sobre o tema “Internet e o emburrecimento da sociedade”. Para tanto, use a modalidade padrão da língua portuguesa. Além disso, apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Confira o tema “Internet e o emburrecimento da sociedade”: Texto 1 ‘Geração digital’: por que, pela 1ª vez, filhos têm QI inferior ao dos pais A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens. “Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”, alerta o especialista em entrevista à BBC News Mundo […]. As evidências são palpáveis: já há um tempo que o testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores. Desmurget acumula vasta publicação científica e já passou por centros de pesquisa renomados como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Além disso, seu livro se tornou um best-seller gigantesco na França. Assim, veja abaixo trechos da entrevista com ele. […] BBC News Mundo: E o que está causando essa diminuição no QI? Desmurget: Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Portanto, vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem. Desse modo, os principais alicerces da nossa inteligência são afetados: linguagem, concentração, memória, cultura (definida como um corpo de conhecimento que nos ajuda a organizar e compreender o mundo). Então, em última análise, esses impactos levam a uma queda significativa no desempenho acadêmico. BBC News Mundo: E por que o uso de dispositivos digitais causa tudo isso? Desmurget: As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, assim levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral. Fonte: bbc Texto 2 A ciência alerta: Crianças da internet tem QI diminuído No ano de 2010 fomos impactados com o fascinante e perturbador livro de Nicholas Carr – cuja edição brasileira saiu em 2011, com o título “A Geração Superficial: o que a internet está fazendo com as nossas mentes.” O autor, com qualidade de pesquisa e valor literário, intensificou de maneira profunda constatações assombrosas acerca das influências negativas que a Internet exerce sobre os seus usuários. O livro, então, surgia como um grave sinal de alerta, justamente no momento em que a Internet estava no seu auge e aí despontavam, fogosas e cativantes, as diversas redes sociais, que passaram a dominar o tempo, e o entusiasmado interesse das pessoas, especialmente de crianças e adolescentes. Em meio a esse entusiasmo, no entanto, o livro surgia como uma ducha de água fria, chamando a atenção para os diversos perigos que o uso desenfreado dessas tecnologias já estava causando. Assim, sem negar o benefício que a Internet trouxe à humanidade sob vários aspectos, a obra de Carr servia como um pé no freio nessa corrida massiva, incontida, à sua utilização. Desse modo, lembro aqui que li, há alguns anos, um bom artigo do pesquisador Valdemar W. Setzer, da USP, em que dava ênfase especial ao impacto em crianças e jovens. Além disso, trazia recomendações práticas aos usuários da Internet para contrabalançar, na medida do possível, os efeitos negativos apontados por Carr em seu livro. O autor alertava: “parece que a Net está desbastando a minha capacidade de concentração e contemplação. Hoje, quer eu esteja on-line ou não, a minha mente espera receber informação do modo como a Net a distribui. Ou seja, um fluxo de partículas em movimento veloz. Antigamente eu era um mergulhador em um mar de palavras. Agora, no entanto, deslizo sobre a superfície como um sujeito com um jet-ski.” Fonte: meio norte blog Texto 4 89% das crianças e dos adolescentes brasileiros são usuários de Internet No Brasil, 89% das crianças e dos adolescentes são usuários de Internet. No entanto, 4,8 milhões das pessoas de 9 a 17 anos ainda moram em domicílios sem acesso à rede, o que representa 18% dessa população. Os dados são da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2019, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O estudo também apontou que 1,4 milhão de crianças e adolescentes nunca acessaram à Internet. Escreva uma redação sobre o tema Internet e o emburrecimento da sociedade após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Conheça as orientações da cartilha de redação Enem disponibilizada pelo Inep aos participantes. Treine e consiga a sonhada redação nota mil! Estamos entrando na reta final para a aplicação das provas do Enem 2020, mas sempre é tempo de estudar. Mesmo tão perto, ainda dá para acessar materiais que ajudem a ter um bom desempenho. Todos os anos, o Inep disponibiliza diversos conteúdos que auxiliam os participantes a se prepararem para as provas. No dia 30 de dezembro foi finalmente publicado o documento “A redação do Enem 2020 – cartilha do Participante”. Com ele dá pra ter uma boa ideia de como dar o último fôlego nos estudos de redação antes do grande dia! Certamente, todos que prestarão as provas deveriam acessar todos os conteúdos disponíveis. Mas, na verdade, muitas pessoas sequer leem o edital na íntegra. Isso é um grande erro, pois nele há informações valiosas tanto com relação a questões práticas da prova (qual caneta, horários, documentos aceitos, entre outras) quanto a como se calculam as notas. Se você é um dos que ainda não leu, ainda dá tempo! Além disso, há outros materiais de estudo, como a cartilha de redação ENEM que iremos comentar aqui. Acompanhe os principais pontos dela que você precisa saber. Muitas informações constantes na cartilha de 2020 são semelhantes às que o Inep disponibilizou em maio, da capacitação dos avaliadores. A grande diferença – e que para o estudante é bem relevante – é a linguagem bem mais acessível. Como os materiais são para públicos diferentes, de fato fica mais interessante ler um mais focado no participante. O ponto alto da cartilha são as redações nota mil comentadas. Vale a pena você ler ao menos essa parte, pois entenderá ponto a ponto o que faz uma redação ser considerada excelente. Como a redação é avaliada? Você já sabe que produzirá uma redação sobre um tema específico, a partir de uma tese, com argumentação fundamentada e apresentando uma proposta de intervenção. Mas depois que seu texto é entregue, quem avaliará? Pelo menos dois professores capacitados para essa função corrigem cada uma das redações. Essas pessoas atribuem as notas conforme as 5 competências de forma independente. Um não sabe a nota do outro. O objetivo é garantir justiça na avaliação. Os critérios de avaliação são os da seguinte matriz de referência: Fonte: Inep (2020). Após as duas avaliações, a sua nota será a média das notas dadas pelos corretores nas 5 competências. Caso exista discrepância (uma grande diferença entre as notas dadas), algumas ações acontecem para resolver a questão. Mas, antes, saiba o que são as discrepâncias: quando as notas dos avaliadores diferirem, no total, em mais de 100 pontos; quando houver diferença maior que 80 pontos em qualquer uma das competências. Nesses casos, então, a redação passa por uma terceira avaliação independente e a nota será a média das duas avaliações que mais se aproximarem. E se ainda houver discrepância? Nesses casos, uma banca presencial, composta por três professores, atribuirá a nota para esse texto. Essas informações são importantes para que você entenda como se chegou à sua nota quando receber o resultado. Perceba que há um grande esforço em não prejudicar nenhum participante, portanto, fique tranquilo(a)! Situações que levam à nota zero Na sequência, a cartilha informa os motivos que levam à nota zero. Nós já temos no blog um post especial sobre isso, bem detalhado. Mas não custa relembrar aqui alguns dos itens que mais zeram provas de redação: fuga do tema ou texto escrito em outro tipo textual que não o dissertativo-argumentativo; cópia integral de textos motivadores ou do caderno de provas; texto menor que 8 linhas; impropérios, desenhos e formas de identificação; texto predominantemente em língua estrangeira; entre outros. Avaliação de provas de participantes surdos ou disléxicos Ainda visando a justiça na correção, os surdos têm assegurado direitos relativos ao Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais. Assim, contam com mecanismos de avaliação coerentes com o aprendizado da língua portuguesa como segunda língua. No caso dos participantes disléxicos, são adotados critérios de avaliação que levem em conta questões linguísticas específicas relacionadas à dislexia. Portanto, essas são formas de garantir que a singularidade de cada um seja considerada na hora de receber a nota. Avaliação de provas de participantes com transtorno do espectro autista Uma novidade da cartilha de redação Enem é que a partir de 2020 a avaliação das provas dos participantes que apresentam transtornos do espectro autista se realizará por meio de uma banca especializada. Assim, haverá critérios que considerarão questões linguísticas relacionadas ao autismo. Essa inovação na correção das redações está de acordo com a Lei n. 13.146, de 6 de julho de 2015, que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Matriz de referência Para que você saiba como se avalia cada competência, consulte a cartilha na íntegra e veja as tabelas. Por elas, é possível compreender o que faz com que uma redação receba 40 pontos em uma competência e o que precisa fazer para conseguir tirar 200. Assim, com base nessas informações, você mesmo pode avaliar seus textos já escritos e tentar melhorá-los. Aqui no blog já contamos tudo o que você precisa saber sobre cada umas das 5 competências, portanto não deixe de acessar esse conteúdo. Mas de todo modo, vamos relembrar alguns aspectos importantes da avaliação aqui: Na competência 1 você precisa demonstrar domínio da linguagem formal da língua portuguesa, portanto haverá descontos relativos a desvios e problemas de estrutura sintática. Na competência 2 você precisa respeitar a estrutura do texto dissertativo-argumentativo e fazer uma abordagem completa do tema. Veja no esquema abaixo, constante na cartilha de 2019, como a redação deve ser apresentada nesse aspecto: Fonte: Inep (2019). Continuando… Na competência 3 se analisa a capacidade de selecionar e organizar os argumentos em defesa do ponto de vista. Aqui, é legal você entender o que é projeto de texto. Então, segundo a cartilha de redação Enem, trata-se do
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