
A prova de redação da FUVEST é uma etapa decisiva para os candidatos que desejam ingressar na Universidade de São Paulo (USP), uma das mais prestigiadas instituições de ensino superior do Brasil. Para os professores, o desafio está em orientar seus alunos de maneira eficaz, preparando-os para alcançar um desempenho exemplar nessa prova.
Pensando nisso, elaboramos este guia de como corrigir a Redação da FUVEST, uma vez que visa auxiliar professores a aprimorarem suas técnicas de avaliação.
Leia também:o guia completo para dominar a escrita em vestibulares
A FUVEST, porta de entrada para a Universidade de São Paulo (USP), ou seja, exige dos candidatos redações que superem o simples domínio da língua portuguesa.
Nesse sentido, é necessário demonstrar capacidade crítica, profundidade nas argumentações e uso adequado de referências. Para isso, os textos não podem ter menos de 20 linhas e devem possuir títulos, sendo que nenhum dos aspectos avaliados pode ser zerado.
Além disso, a redação deverá ser, obrigatoriamente, uma dissertação, na qual se espera que o candidato demonstre capacidade de mobilizar conhecimentos e opiniões, argumentar coerentemente e expressar-se de modo claro, correto e adequado.
Desse modo, na correção da redação, serão avaliados três aspectos (Tipo de Texto e abordagem do Tema, Estrutura e Expressão) que somam nota 10.
A correção da redação da FUVEST se concentra em três aspectos principais:
Dessa forma, cada um desses aspectos é crucial para a construção de uma redação de qualidade, isto é, refletindo o entendimento do candidato sobre o tema proposto e sua habilidade em comunicar suas ideias de forma clara e estruturada.
Assista este vídeo da professora Chay sobre a redação da Fuvest:
Dessa forma, apresentamos os critérios detalhados para cada aspecto avaliado, organizados em tabelas para facilitar a compreensão e aplicação por parte dos professores.
| Nível | Critérios |
|---|---|
| 0 | Fuga total do tema ou do tipo textual, ou seja redação anulada. |
| 0,5 | Desvio ou ampliação do tema. Pouca consideração da interlocução. Texto sem tese clara. |
| 1,0 | Cópia da coletânea ou articulação rudimentar. Ponto de vista objetivo, porém fraco. |
| 1,5 | Desenvolvimento parcial do tema. Paráfrase da coletânea, como também estrutura dissertativa perceptível. |
| 2,0 | Bom desenvolvimento do tema. Tese mal construída, bem como tentativa de argumentação. |
| 2,5 | Consideração e bom uso da coletânea. Tese clara e bem construída. Desenvolvimento limitado. |
| 3,0 | Muito bom desenvolvimento. Tese madura e original, bem como argumentos consistentes. |
| 3,5 | Excelente desenvolvimento com ponto de vista crítico, já que usa de referências intelectuais externas. |
| 4,0 | Argumentação e interpretação competentes e originais, como também a tese substancial e autorais. |
| Nível | Critérios |
|---|---|
| 0 | Incoerência completa. Redação anulada. |
| 0,5 | Texto caótico, sem conexão entre os parágrafos. |
| 1,0 | Estrutura precária, problemas no uso de coesivos. |
| 1,5 | Estrutura falha, tentativa de argumentação. Presença de incoerência externa. |
| 2,0 | Problemas pontuais de articulação. Mas a estrutura textual respeita a ordem dissertativa. |
| 2,5 | Boa articulação de argumentos, já que tem estrutura logicamente formulada. |
| 3,0 | Excelente domínio dos recursos de coesão e coerência. Portanto, uma estrutura transparente e segura. |
| Nível | Critérios |
|---|---|
| 0,5 | Uso precário da norma culta, ou seja, muitas construções inadequadas. |
| 1,0 | Muitos problemas gramaticais graves, como também uso excessivo de clichês. |
| 1,5 | Alguns desvios gramaticais e imprecisões lexicais, bem como falta de clareza. |
| 2,0 | Bom uso da norma culta, com poucos desvios. Todavia, ainda pode melhorar. |
| 2,5 | Bom domínio vocabular. Uso adequado da pontuação. Ou seja, insegurança linguística. |
| 3,0 | Domínio pleno da norma culta. Isto é, quase nenhuma transgressão gramatical. |
Por fim, o aprimoramento na correção de redações exige dos professores um entendimento profundo dos critérios de avaliação e a capacidade de transmitir esses conhecimentos aos alunos. Agora que você já sabe como corrigir a Redação da FUVEST esperamos facilitar esse processo, contribuindo para a preparação eficaz dos estudantes para esse vestibular.
Portanto, lembre-se, a prática constante e o feedback construtivo são essenciais no desenvolvimento das habilidades de escrita dos alunos. Para mais recursos e apoio nesse processo educacional, não deixe de acessar nossa plataforma.
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Ver Planos de CorreçãoJá estamos em 2024, por isso é crucial entender as tendências que estão moldando o futuro da educação. Nesse sentido, este artigo busca responder a perguntas fundamentais sobre as tendências educacionais e tecnológicas que estão definindo o cenário do ensino no Brasil e no mundo. O que são tendências educacionais? Tendências educacionais são padrões e inovações emergentes que influenciam a maneira como ensinamos e aprendemos. Dessa maneira, elas refletem mudanças sociais, tecnológicas e pedagógicas e têm o poder de remodelar o ambiente educacional. Quais as principais tendências para a Educação? Personalização do ensino: À medida que avançamos na educação do futuro, a personalização torna-se um elemento essencial. Com efeito, esta abordagem que adapta o ensino às necessidades individuais dos alunos, efetivamente promove uma experiência de aprendizagem mais eficaz. Portanto, garante-se que cada estudante possa prosperar em seu próprio ritmo. Educação inclusiva: Certamente, a educação inclusiva representa um marco importante na jornada educacional. Ela se foca em tornar a educação acessível e relevante para todos os alunos, independentemente de suas habilidades ou origens. Assim, este compromisso com a inclusão assegura que cada estudante tenha a oportunidade de aprender e prosperar em um ambiente acolhedor e adaptado às suas necessidades únicas. Desenvolvimento de habilidades socioemocionais: a valorização da inteligência emocional, resiliência e outras habilidades essenciais para a vida pessoal e profissional é essencial na educação moderna. Além disso, ao enfatizar estas habilidades, as instituições de ensino preparam os alunos não apenas para o sucesso acadêmico, mas também para o bem-estar emocional e social, indispensável no cenário profissional atual. Métodos de ensino inovadores: além disso, a implementação de abordagens como aprendizagem baseada em projetos e ensino híbrido está transformando a dinâmica educacional. Essas metodologias tornam o aprendizado mais interativo e engajador, incentivando a participação ativa dos alunos e a aplicação prática do conhecimento adquirido. Quais as tendências atuais na educação brasileira? A educação brasileira está se adaptando a tendências globais, com um aumento no uso de tecnologias digitais e um foco crescente em habilidades do século 21. Também há uma ênfase crescente na educação ambiental e na sustentabilidade. Quais são as tendências da tecnologia na educação? Inteligência artificial e aprendizado adaptativo: ademais, o uso crescente de IA na educação está revolucionando o ensino. Com a implementação de sistemas de aprendizado adaptativo baseados em IA, as experiências educacionais tornam-se mais ricas e personalizadas. Dessa forma, esta tecnologia permite ajustar o conteúdo e o ritmo do ensino às necessidades individuais de cada aluno, promovendo um ambiente de aprendizado mais eficiente e focado no aluno. Veja como a Inteligência Artificial pode ajudar na educação de jovens em um caso real Realidade virtual e aumentada: Efetivamente, essas tecnologias revolucionam o ensino, oferecendo experiências imersivas e inovadoras. Transformam significativamente a abordagem de ensino, permitindo que alunos interajam com conceitos de maneira envolvente e dinâmica. Assim, o aprendizado se torna não apenas mais eficaz, mas também memorável, redefinindo o processo educativo com ferramentas interativas e avançadas. Plataformas de aprendizagem Online: Atualmente, observa-se um notável aumento na oferta de cursos e recursos educacionais na internet, o que propicia uma maior acessibilidade e flexibilidade no processo de aprendizado. Este cenário facilita a inclusão de uma diversidade maior de estudantes, já que oportunidades para aqueles que buscam educação de qualidade com conveniência e adaptabilidade. Assim, as plataformas online tornam-se essenciais para atender às necessidades variadas de aprendizes em todo o mundo, democratizando o acesso ao conhecimento. Análise de dados na educação: Na educação contemporânea, a utilização de big data e analytics vem se destacando por sua capacidade de entender melhor os padrões de aprendizagem dos alunos. Essa abordagem inovadora permite aprimorar as estratégias educacionais, tornando-as mais eficazes e adaptadas às necessidades individuais dos estudantes. Com isso, educadores e instituições conseguem identificar tendências, prever dificuldades Por fim, as tendências para a educação em 2024 estão redefinindo o cenário do ensino, com um forte enfoque na tecnologia e na personalização. Se você deseja estar à frente nessas tendências e se beneficiar de uma educação inovadora e tecnologicamente avançada, nossa plataforma é a escolha certa. Seja professor ou instituição, junte-se a nós e faça parte dessa revolução educacional. Experimente agora gratuitamente e descubra como podemos ajudá-lo a alcançar seus objetivos!
Você avalia as redações de seus alunos e… eles voltam a cometer os mesmos erros! Pare de enxugar gelo e veja agora como seu trabalho pode ser mais eficaz – e como conseguir fazer a avaliação de redações sem se cansar! Nesse sentido, os alunos não falam abertamente, mas a gente vê que não aproveitam muito as avaliações que recebem… sem mencionar que acham que o professor está sempre irritado, a julgar pelas marcas vermelhas espalhadas pela folha. Afinal, Eles também confessam que certas perguntas feitas nas margens pelos professores parecem sem sentido. Sem dúvida, é inevitável: as avaliações acabam esquecidas, dobradinhas, no meio das apostilas. Isso porque o resultado é ruim: para desespero do professor, os alunos repetem exatamente os mesmos erros, redação após redação. Desse modo, vamos te ensinar agora o jeito ideal de avaliar redações (que pode ser potencializado com nossa plataforma para escolas!) A mentalidade correta para avaliar uma redação Primeiramente, estamos falando de “avaliar a redação” e não de corrigi-la, notou? Sim, porque “corrigir” implica apenas reescrever na forma correta. Alunos não precisam disso: eles precisam saber como não repetir uma falha, que é a função da avaliação. Por isso, o que você não imaginava é que a avaliação perfeita começa antes de pensar na gramática ou na clareza da redação do seu aluno. Coloque-se no lugar do aluno Lembra-se quando você, professor, era aluno? Caso você escrevia sua redação pensando em fazer seu melhor. Tudo que queria era que o professor entendesse você. Por isso, seu aluno também pensa assim: ele quer é que você entenda o que ele diz. O que ele diz é importante para ele. É muito frustrante para um aluno tentar explicar o que pensa e ver que o professor só prestou atenção nos erros de gramática! Portanto, não supervalorize erros em detrimento das ideias. Claro que as ideias dependem de uma escrita clara, com gramática correta (e às vezes até a letra impede que você entenda a ideia!). Mas corrija a gramática, ao mesmo tempo que mostra a seu aluno até que ponto o compreendeu. Ele ficará feliz pelo seu esforço e gentileza e evitará aquele erro gramatical nas próximas redações. Um exemplo: em vez de anotar “não entendi” prefira anotar “acho que você quis dizer [tal coisa], não? Ou será que queria dizer [tal outra coisa]?” Sim, porque – não seja desalmado – alguma coisa você entendeu! Nunca corrija a opinião do aluno Muito provavelmente seu aluno é egresso do ensino médio (ou ainda não o terminou) e você sabe como é o pensamento nessa faixa etária. Sem dúvida, ele vai evoluir com o tempo – nada de críticas! Por mais absurda que a opinião ou os argumentos de seu pupilo pareçam, “pegue leve”. Por isso, Faça-o raciocinar até o ponto que for possível para a maturidade dele, de maneira que ele comece a notar sozinho alguma possível fragilidade no argumento. Opinião não se corrige (nem se avalia). Aliás, como todo mundo, eles gostam muito de perceber que o professor os respeita! Avaliação de redações: evite tendências ideológicas ao avaliar Não avalie com base na sua tendência ideológica, por favor. As discussões ideológicas podem perigosamente levar a senso comum. Digamos que seu aluno esteja usando como opinião algum senso comum, como “o agronegócio brasileiro está destruindo a natureza” Pergunte a ele se há evidências desse fato. Ele precisa de provas do que diz. Sem evidências – sem provas – a argumentação é frágil demais! Isso não significa afirmar que o aluno está errado: apenas mostrar a ele que na dissertação não existe “porque sim” nem “porque não” – tudo tem que se basear em evidências. Isso porque é assim que você ajuda seu aluno a argumentar: mostre a ele que pode haver mais de um ponto de vista de um fato que ele considera verdade porque todos repetem. Um outro detalhe que você já deve ter notado: alunos que ainda estão no ensino médio tentam agradar ao professor, escrever o que o professor “gostaria” de ler. Vestibulares e concursos analisam as redações de forma neutra, então seja o mais neutro possível nessa hora. Elogie É garantido que elogiando seu aluno ele vai escrever cada vez melhor! Temos visto “correções” de redação em que o aluno só recebe críticas – quem se sente estimulado a continuar escrevendo desse jeito?! A cada redação cuja avaliação você finaliza, destaque algo que foi bom nela. Por mínimo que seja! Uma forma de pensar realmente cheia de personalidade… uma gramática praticamente perfeita… um argumento realmente indiscutível… seja o que for, elogie e veja o resultado com seus próprios olhos! Bem, você acabou de compreender a postura necessária de um professor ao avaliar a redação de um aluno. Como vê, isso precede a avaliação “técnica” da redação em si. Agora vamos a essa avaliação, especificamente, na ordem que consideramos a mais produtiva para você (seu tempo precisa ser valorizado, não é?). Avaliação de redações: o que avaliar na redação do seu aluno Além disso, como professor, você sabe o que deve analisar na redação do aluno, mas há uma sequência mais eficiente de fazer isso. Siga a ordem abaixo. Avalie a gramática e o vocabulário Avaliar a gramática e erros mais óbvios logo de início facilita na sua próxima leitura da redação. Assim você conseguirá compreender mais rápido o que o aluno escreve, principalmente se ele ainda não tiver um bom nível de escrita. Já que isso significa que você só avaliará a gramática e o vocabulário sem se preocupar com mais nada, nesta etapa inicial, ok? Há modos variados de indicar falhas de gramática, e isso é também pessoal de cada professor. Entretanto, sugerimos que você indique a falha sem destaques exagerados (isto é, você não quer assustar seu aluno). Se seu aluno está engatinhando na escrita, mostre a correção da falha (ou seja, não se limite a demarcá-la). Se ele já está aperfeiçoando a escrita, apenas indique que ali há uma falha e deixe que a descubra. Você pode circulá-la e anotar
Neste artigo você terá todas as orientações para se inscrever no processo seletivo para corretores do Enem, e também dicas do que estudar para passar no teste de seleção. Aliás, você pode começar a treinar imediatamente sendo um dos corretores da nossa equipe – envie seu currículo agora mesmo, porque nossos inscritos na plataforma estão esperando! Como se inscrever para ser corretor do Enem? No caso do Enem, tudo funciona como num concurso público, com inscrições para candidatos a corretores feitas diretamente à instituição organizadora da prova (que foi a FGV em 2021), de forma virtual. Fique atento – as inscrições costumam ocorrer no segundo semestre do ano do Enem ao qual você vai se candidatar – marque aí na sua agenda. Quem pode ser corretor do Enem? Há 3 pré-requisitos para ser candidato a corretor do Enem: ser graduado em Letras/Língua Portuguesa ou Linguística; não estar inscrito como candidato naquele exame do Enem; não estar trabalhando para o consórcio que aplica a prova; e não estar lecionando em cursinho pré-vestibular. Ah, você também precisará de um computador com conexão à internet! Então, se você preenche esses pré-requisitos, vamos ver como será sua avaliação. Como é a capacitação para ser corretor do Enem? 1. Curso on-line Assim começa sua avaliação: por meio de um curso on-line, com 93 horas de duração em 9 módulos. São textos e vídeos, seguidos de questões de múltipla escolha. No final, haverá uma questão dissertativa e um exercício final. Logo, se você obtiver nota zero em alguma dessas questões, fica automaticamente eliminado. Além disso, a aprovação fica para quem obtiver as notas mais altas na questão e no exercício final, e já estão selecionados para continuarem no processo seletivo. 2. Confirmação de interesse Exatamente: depois de aprovado no curso de capacitação, é preciso assinar um termo de compromisso e de sigilo, como dissemos antes: o corretor Enem não pode revelar informações sobre o processo de correção. Ademais, esse termo fica a cargo da organizadora da prova. 3. Capacitação presencial Quando o candidato se inscreve para o processo seletivo de corretores do Enem, já opta por duas cidades-sede onde gostaria de fazer as etapas presenciais, que vêm agora. A capacitação presencial durará 16 horas, divididas em 2 dias, e será um treino tendo como base a cartilha de correção do Enem. Essa cartilha contém os critérios de correção da redação, que foi disponibilizada no ano de 2020. 4. Pré-teste Este pré-teste é realizado on-line. Nada mais é que corrigir 50 redações do Enem daquele mesmo ano da aplicação. Essa correção será avaliada pelo Inep. Dicas para se preparar para o teste de corretor do Enem Acreditamos que você saiba corrigir redações. Contudo, se está “fora de forma”, pode passar pelo nosso treinamento indicado para quem quer corrigir redações Enem, peça detalhes! Enquanto isso, revise os itens abaixo para ajudar na sua aprovação. 1. Convenções de escrita Isso inclui acentos, ortografia, uso de maiúsculas e minúsculas, e separação silábica. Tenha em mente que está em vigor a ortografia do Novo Acordo Ortográfico, obrigatório desde 2016. No Enem, as palavras de outros idiomas numa redação não devem fazer parte da avaliação. Lembrete: não prejudique o aluno que não tem letra bonita. 2. Falhas gramaticais Aqui se enquadram aquelas falhas clássicas, de regência, concordância, pontuação, paralelismo, crase… Normalmente são as mais consideradas em redações escolares. 3. Falhas de registro Estas exigem um pouco mais de atenção do corretor: são as que envolvem coloquialismos e nível de formalidade. É que é preciso analisar o sentido dos termos em seus contextos. De maneira geral, não aceite gírias nem abreviações, como as usadas em conversas pela internet. No que diz respeito a falhas de vocabulário, especificamente, é comum ocorrer inadequação ou vaguidão, quando um termo não transmite a ideia precisa do aluno. 4. Conexão entre períodos Problemas com períodos truncados indicam falha de conexão (ou coesão), e são aqueles que criam, às vezes, frases que perdem o sentido; indicam dificuldade do aluno em subordinar ou coordenar frases. O oposto também vai aparecer nas redações: a sobreposição de frases é falha comum. 5. Análise da abordagem de um tema Esteja pronto para analisar até que ponto uma redação do Enem tangenciou o tema, ou se, simplesmente, fugiu do tema. Pergunte-se se o aluno focou a questão levantada pela proposta, sem deixar “escapar” um aspecto que faz toda a diferença para a discussão do assunto. 6. Análise do tipo de texto Acontecerá, às vezes, de você encontrar redações que nem são exatamente um texto, no sentido de ter palavras e frases interligadas. Isso, logicamente, é um problema que significa perda de pontos. E podem surgir redações que incluem outros tipos de composição textual – sua função será descobrir até que ponto elas dominam o texto (que deve ser dissertativo-argumentativo). 7. Análise de repertório Repertório é um tanto complexo de ser analisado. Nele o corretor do Enem avaliará estes aspectos: Foi obtido dos textos fornecidos? Se sim, é cópia ou é base para algum repertório próprio? Não foi obtido dos textos fornecidos? Se não foi, pertence a alguma área do conhecimento que dê garantia da veracidade? Está ligado ao tema? Se sim, até que ponto? Foi útil para discussão? 8. Análise do direcionamento do texto O corretor deve analisar se o candidato tinha um direcionamento no texto, que é indicativo de que ele fez um esquema/rascunho cuidadoso, raciocinando sobre onde queria chegar. 9. Tipos de coesão No Enem, a coesão deve ser analisada mais profundamente pelo corretor, em seus vários tipos. Aqui entra a análise de como foi feita a coesão por todo o texto – e coesão não é apenas uma palavra. 10. Análise da proposta de intervenção O diferencial do Enem é essa proposta de intervenção, e nela o corretor precisa verificar se os 5 elementos estão presentes ali: agente ação modo finalidade detalhamento E então, vai ser corretor de redação do Enem? Se você se sente “fora de forma” para isso, por que não começa hoje nosso treinamento para corretores? Ele