
Neste artigo você vai encontrar uma comparação entre as provas de redação para concurso público das principais bancas organizadoras: FCC, Vunesp, Cespe/Cebraspe e FGV.
Seu sonho de passar em um concurso vai ficar mais perto com a análise de cada estilo – você vai superar seus concorrentes!
A FCC (Fundação Carlos Chagas) tem longa experiência na organização de concursos públicos – desde a década de 60. As provas com redação, especificamente para nível superior, costumam aparecer mais nos concursos para tribunais – TST, TRE, TSE, TRF – e para analista.
Assim, o que você deve estar querendo saber exatamente é qual tipo de tema cai na redação da banca de concurso. Bem, costumam ser temas de assuntos da atualidade, e não raro com um aspecto mais filosófico. Quando você quiser se atualizar mas não puder ler nada, use podcasts – estes podcasts são os que a gente sugere. Para os cargos de analista, poderá ser solicitado um estudo de caso.
Vai ficar mais claro vendo temas que já caíram – vamos a eles!
Logo, dê uma olhada neste, que é do ano de 2014 – prova para Técnico Judiciário, Administrativa, para vagas do TRF 3ª região. Em seguida vamos comentar o que achamos mais importante observar.
1 – a própria FCC faz copia itens importantes do edital, lembrando quando a redação é zerada, e dando orientações gerais sobre o que pode ou não ser feito nela.
2 – a proposta em si é curta, já que inclui apenas os significados de um termo central do tema.
3 – o tema vem em negrito e é do tipo mais “aberto”, quer dizer, o candidato fica à vontade para dizer o que pensa sobre ele; está claro também que se trata de dissertação argumentativa.
4 – não há textos de apoio, portanto o candidato que costuma ler sobre todo tipo de assunto na mídia sai na frente.
Veja agora esta outra prova, que foi para quem pretendia uma vaga de Analista Judiciário, Administrativa, para o TRE DF, no ano de 2015. Em seguida comentamos!
1 – mais uma vez a FCC tem o cuidado de reproduzir detalhes sobre o que zera a redação e mais detalhes gerais sobre como escrevê-la. Inclusive vem ali um aviso sobre uma dúvida constante dos candidatos: não precisa pôr título!
2 – e novamente é pedida uma dissertação argumentativa; desta vez há alguns textos de apoio (textos de apoio ajudam muito o candidato: ele consegue definir sua posição mais rápido), neste caso de um mesmo texto, extraído do site da PUC SP.
3 – não há um tema em destaque – o candidato com boa capacidade de interpretação deduz com segurança o tema central; e esta proposta versava sobre o nível de participação política que temos – esse era o tema.
Para terminar a análise das propostas de redação da FCC, temos esta para Defensoria Pública, Administrador, do ano de 2015:
Assim, você deve ter notado que:
1 – a FCC fez questão de reproduzir na folha de prova as informações básicas retiradas do edital.
2 – a proposta oferecia apenas algumas frases curtas – eram todas frases do site da filósofa Marcia Tiburi.
3 – pedia-se uma dissertação argumentativa.
4 – você adivinhou o tema implícito? seria algo como “o ato de ver TV que envolve ignorar os próprios sentimentos e entrar na vida alheia”.
Então, um padrão que temos visto na prova de redação da FCC é:

Partimos agora para a redação de concurso da banca FGV (Fundação Getulio Vargas). Esta organização tem mais de uma década de experiência em “selecionar e formar quadros técnicos de excelência para a administração pública nacional”, como se pode ler em seu site.
Esta prova que você vai ver agora foi organizada para o cargo de Advogado, da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), no ano de 2021.
Será que é parecida com a da FCC? Veja você mesmo:
1 – tema explícito (aquele em negrito), e bastante direto, em forma de pergunta.
2 – pergunta que deixa margem para opiniões pessoais dos candidatos, envolvendo um comportamento brasileiro.
3 – tipo de redação claramente descrito: texto argumentativo (é o mesmo que dissertação argumentativa, se você não sabe).
4 – três textos foram fornecidos para dar uma ajudinha ao candidato – um deles do O Globo, outro d’O Estado de Minas, e mais outro de um site informativo; portanto são textos, presumivelmente, sem dificuldades em sua compreensão.
Vejamos outra prova da FGV… Esta agora foi para Técnico Judiciário, Judiciária, CE, nível médio, em 2019:
1 – o tipo de texto se repete: pede-se um texto dissertativo-argumentativo; a diferença é que desta vez há apenas um texto para a pergunta-tema, e é um texto que merece mais de uma leitura para ser totalmente compreendido.
2 – não é um tema que pareça simples, à primeira vista: “o contraste entre nossa reação contra o que vai errado na vida pública e a imagem de país apático que temos”.
Bem breve, mas não tão fácil quanto poderia parecer, não é? (Desafio: treine fazendo todos os temas que estão em nosso blog!)
Vejamos o último exemplo para a FGV: técnico Judiciário, Administrativa, TRT, 12ª região, em 2017:
Nossas observações:
1 – a proposta acima foi um pouco diferente em termos de tipos de textos fornecidos! O candidato recebeu uma série de descrições de, digamos, fenômenos humanos advindos da globalização, quase todos com consequências claramente nocivas.
2 – a pergunta era clara: o candidato escolheria, dos fenômenos descritos, aquele mais danoso ao ser humano, e faria a dissertação argumentativa.
Assim, sobre a proposta de redação FGV, o que se pode esperar?

Pois é, a Cespe é um órgão da UnB (Universidade de Brasília) que organizou concursos até alguns anos atrás. Ela deixou de ter essa atribuição, e no lugar dela temos hoje o Cebraspe, que já existia desde 2013.
Assim, os concurseiros veteranos tinham um certo “receio” do método Cespe… era um método em que, basicamente, o candidato escolhia se uma certa frase era certa ou errada. Quer dizer, “era” não: o Cebraspe mantém o mesmo sistema, inclusive para a redação, que é o que nos interessa.
Então, a prova de redação da banca de concurso abaixo foi aplicada em 2015 para Advogado da AGU. Vamos ver como ela é:
Esta é uma prova para uma área bastante específica, por isso é pedido um parecer, baseado em legislação. No parecer está um caso fictício que é descrito para saber qual decisão você tomaria, se já trabalhasse como advogado da AGU.
Logo, se você vai prestar uma prova que pede um parecer, é bom observar o seguinte:
1 – das orientações costumeiras que estão no caderno de provas, nós ressaltamos: nunca assine nada!
2 – normalmente não é necessário fazer o relatório da situação, apenas mostrar qual sua decisão no caso.
3 – embora o uso do português seja, logicamente, fundamental, mais da metade da pontuação depende do seu domínio de assuntos jurídicos.
Portanto, para as provas que envolvem parecer técnico (isso será descrito no edital, fique tranquilo), domine tanto a língua portuguesa quanto a legislação.
Agora, se você vai fazer uma prova que não é específica, vai encontrar algo como esta abaixo – para Agente de Polícia, Polícia Civil, PE, e 2015:
1 – um texto curto de apoio – também chamado de motivador-, extraído de um livro (que não é de literatura).
2 – o texto em si não é de difícil compreensão – dão o tema numa frase em negrito.
3 – pede-se uma dissertação, sem especificar que tipo de dissertação; sendo assim, ela pode conter traços expositivos ou argumentativos, como o candidato achar melhor.
4 – a Cebraspe já adianta 3 tópicos que quer ver na redação do candidato; observe que o item “1” é tipicamente expositivo, enquanto os outros itens permitem uma argumentação.
Vamos ver mais uma prova Cebraspe, esta de 2019, para a Polícia Rodoviária Federal:
Então, nesta prova temos o seguinte material:
1 – dois textos extraídos de um portal de notícias – leitura tranquila.
2 – novamente pede-se um texto dissertativo, sem especificar se seria argumentativo ou expositivo.
3 – tema bastante adequado ao candidato, já que versa sobre trânsito.
4 – 3 tópicos obrigatórios a serem incluídos na dissertação
É bom dominar os dois tipos de dissertação – essa é nossa sugestão para a Cebraspe, e se você não sabe diferenciar ambas, aqui ensina tudo.
Podemos deduzir que existe uma tendência na Cebraspe:
Chegamos enfim à conhecidíssima Fundação Vunesp, criada no final da década de 1970 e totalmente ligada à própria Unesp (Universidade Estadual Paulista). Nos últimos anos os concursos organizados por ela raramente incluíram redação na banca de concurso, precisamos observar isso.
Então, começamos a análise de um possível padrão Vunesp, pela prova de Oficiais da PM de SP, do Barro Branco, de 2016. Observe a proposta:
1 – 3 textos, sendo uma reportagem de revista, um texto de site, e um artigo de site de notícias; nenhuma dificuldade especial.
2 – é pedida uma dissertação, sem especificar qual o tipo; entretanto, o tema vem em forma de pergunta, que por sua vez leva automaticamente a uma opinião do candidato; sendo assim, o correto seria escrever uma dissertação argumentativa.
3 – tema em destaque.
Parece uma prova tranquila, com um tema sem grandes dificuldades, o qual não exige esforço de interpretação acima da média. Mais uma vez, você vê a importância de treinar temas de conhecimento geral (os que a mídia divulga) para detonar na redação das bancas de concursos públicos, e que l ançamos semanalmente no nosso blog, aliás.
Será que é um padrão? Vamos ver se ele se repete na prova de Tecnólogo de Administração, Policial Militar, prova de 2010:
1 – 2 textos relativamente longos, um de um cientista político, e outro de cientista social, ambos extraídos de um jornal, o que pressupõe que não são textos de difícil compreensão.
2 – a proposta pede um texto dissertativo, mais uma vez sem especificar o tipo, mas com um tema em destaque que leva a um tipo argumentativo.
3 – tema em destaque.
Sim, parece que o padrão Vunesp é bem claro, você deve estar percebendo.
Então vamos ver uma última proposta de redação dessa banca? Esta é para cargos variados, da Cetesb, em 2013. Observe se o padrão se confirma e veja nossos comentários a seguir:
Logo, aí está:
1 – dois textos fornecidos: um de jornal e outro de livro de filósofo.
2 – pede-se uma dissertação, sem especificação de tipo, mas com tendência argumentativa.
3 – tema explícito em forma de pergunta.
Então, sem dúvida existe um padrão na redação de concurso da Vunesp:

Depois desta comparação entre as propostas de redação das principais bancas de concurso público, é só começar a se preparar para o dia da prova, treinando a escrita.
Observe que, mesmo FCC, Vunesp, FGV e Cebraspe tendo padrões um pouco diferentes, em todas as propostas é oferecido pelo menos um texto ou frase de apoio, e a maioria espera uma dissertação argumentativa.
Mantenha-se lendo habitualmente e com atenção, exatamente para treinar interpretação de texto!
Diversas bancas organizadoras de concursos exigem a prova de redação como parte do processo seletivo. Algumas das bancas mais conhecidas que costumam incluir a redação são:
1. Fundação Carlos Chagas (FCC)
2. Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe, antigo Cespe)
3. Fundação Getúlio Vargas (FGV)
4. Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC)
5. Instituto AOCP
6. Instituto Americano de Desenvolvimento (IADES)
7. Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Selecon)
8. Fundação Vunesp
9. Fundação Cesgranrio
10. Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná (NC-UFPR)
A redação dissertativa-argumentativa é o tipo de redação mais comumente cobrado em concursos. Ela consiste em apresentar um ponto de vista sobre determinado tema e sustentá-lo por meio de argumentos e evidências.
Vários concursos exigem a prova de redação como parte do processo seletivo. Alguns exemplos de bancas que costumam cobrar essa prova são: FCC, Cebraspe, FGV, IBFC, AOCP, Selecon, Vunesp, Cesgranrio, NC-UFPR e IADES.
A prova de redação é uma das etapas comuns em muitos concursos. Geralmente, consiste em um desafio que requer que os candidatos escrevam um texto dissertativo-argumentativo sobre um tema proposto.
Agora, é só seguir estes passos:
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h. Nossos especialistas aprovados nas melhores universidades vão te ajudar a alcançar a nota máxima.
Ver Planos de CorreçãoSe você é dessas pessoas que só em pensar em fazer a redação do concurso público já fica com vontade de chorar, não pode perder nossas dicas. Redação em concurso público não é todo esse mistério que se ouve por aí. Claro, você precisa se organizar e colocar a redação em sua rotina de estudos. Para te ajudar nesse momento tão difícil, listamos alguns itens que você não pode deixar de lado, vamos lá? Nos preparativos para o concurso: Edital: Leia o edital do concurso com atenção. Certamente, você vai encontrar algumas diretrizes do que o concurso espera dos candidatos quanto a redação.Histórico de provas: Busque as provas anteriores do concurso que pretende seinscrever, assim você consegue se familiarizar com a proposta de texto e os tipos de temas que costumam cair. Fazendo a prova de redação no concurso Rascunho: rascunho não é perda de tempo. Ele pode ser um grande aliado para que você possa organizar suas ideias e revisar a redação antes de passar para a folha da prova. Letra feia: Não há problema em escrever em letra de forma, o importante é que o corretor consiga entender o seu texto. Tamanho do texto: Geralmente, os concursos pedem para que a redação seja feita em um espaço de 30 (trinta) linhas. O que passar desse número não vai ser lido pelos corretores, será desconsiderado. Atente-se também quanto ao número mínimo de linhas,esse número varia de concurso para concurso. Gramática: Atente-se a aspectos gramaticais. O domínio da normal culta é cobrado nessas provas. Por isso, tome cuidado com deslizes de grafia, regência verbal, pontuação, entre outros. Rotina de estudos Se você é concurseiro e está se preparando para as provas, vale a pena se inscrever em um curso preparatório para redação de concursos, seja presencial ou online. Uma das opções é entrar no site e ver qual a melhor forma de praticar sua escrita e ainda contar com a correção feita por professores especializados.Isso vai ajudar a você perceber os pontos em que seu texto precisa melhorar, além de ter uma avaliação profissionais de sua redação. O ideal é que você escreva pelo menos uma redação por semana, aprimorando sua escrita ao longo do tempo. Redação só se aprende praticando. Foque no seu objetivo final e boa sorte!
Dicas para aqueles que estão iniciando sua jornada pela busca do emprego público. Concursos: por onde começar? Em tempos de crise e instabilidade, jovens e profissionais experientes estão, cada vez mais, aderindo à busca por cargos públicos. Porém, a tão sonhada carreira pública traz dúvidas para quem está adentrando nessa jornada. Vamos de dicas para Concursos: por onde começar? Para te ajudar, confira algumas dicas que pode orientar sua caminhada. A escolha não é fácil, exige foco e determinação, mas, ao final, os resultados são compensadores! Estudar sozinho ou entrar em um cursinho preparatório? Essa é uma dúvida que incomoda à grande maioria dos concurseiros. Além do mais, a escolha, muitas vezes, não depende apenas do candidato, mas, também, de fatores externos (tempo ou dinheiro para se matricular em um curso preparatório). A verdade é que há vantagens e desvantagens nos dois métodos e vai depender de cada um o sucesso na empreitada. Então, para optar entre uma das opções (ou as duas, se puder), o ideal é fazer uma auto-análise: quanto posso investir financeiramente, sem comprometer outras obrigações? Sou disciplinado o suficiente para seguir minha própria rotina de estudos? Quanto tempo do meu dia posso disponibilizar para minha rotina de estudos? Área de atuação para estudar matérias gerais Outra questão pertinente é a que concurso se dedicar. Por mais que tenha havido reduções devido a corte de gastos, ainda há ofertas em todas as esferas do poder, deixando muita gente confusa sobre qual caminho seguir. Daí, o concurseiro acaba “atirando para todos os lados”, sem foco, gerando desmotivação pela falta de resultados. Por isso, é interessante que o candidato defina, pelo menos, em que carreira pretende investir. Quero der delegado? Trabalhar em área administrativa? Ou, por ter me formado na graduação, invisto em carreiras específicas? Assim, o candidato pode selecionar as matérias básicas que caem em praticamente todos os concursos da área, adiantando e facilitando o estudo. Agora, caso não tenha ainda em mente o que fazer ou se o órgão no qual pretende seguir carreira não tem previsão de certames ou cargos disponibilizados, uma boa é começar seus estudos por disciplinas de conhecimentos gerais, como Português, Informática e Raciocínio Lógico. Além disso, dê uma olhada em concursos previstos, estude sobre os órgãos que os planejam, carreiras, atribuições e remunerações. Vai te ajudar no processo de escolha! Conhecimento das bancas organizadoras – Concursos: por onde começar? Os conteúdos para um mesmo cargo podem até ser similares, mas, cada banca organizadora tem um estilo próprio de cobra-los nas provas. Por isso, é fundamental que o concurseiro as conheça, desde as menores até as mais conhecidas. Ok mas, como faço isso se nunca prestei nenhum concurso? A melhor forma de se familiarizar com o estilo das bancas é a prática! Leia os editais, faça simulados e provas anteriores, busque informações com concurseiros mais experientes. Assim, além de saber onde se aplicar em cada conteúdo, você vai saber o que te espera nos exames, auxiliando no controle da inevitável ansiedade. Monte um cronograma de estudos Independente de estudar sozinho ou matriculado em um curso preparatório, a organização e disciplina são peças chave para se sair bem nos estudos. Assim, planeje sua rotina de estudos, baseada no tempo que tem para estudar, os conteúdos que precisam ser conhecidos, elencando esses passos em uma planilha (essas de Excel, mesmo). Divida o conteúdo para que possa estudar as disciplinas de forma intercalada, sem ficar muito tempo sem estudar algumas delas. Separe, também, um tempo para revisar o conteúdo porque, afinal, é muita coisa para guardar e refrescar a memória é sempre bem vindo! Ferramentas: Houve um tempo em que o guia para qualquer candidato a concurso público eram as apostilas. Pois bem, mesmo para concursos mais simples, o ideal é esquece-las! Atualmente, há diversas ferramentas de estudo que oferecem conteúdo de melhor qualidade, mais atualizado e completo, como livros e vídeo-aulas. No caso das publicações, selecione aquelas especializadas em concursos públicos. Geralmente, são atualizadas e objetivas, principalmente se comparados com livros de faculdade, voltados para estudantes da graduação e, muitas vezes, incluindo assuntos que não são do interesse do concurseiro. As vídeo-aulas e cursos on-line também são um caminho interessante, pois, o aluno pode acessar o conteúdo no seu tempo, desfrutando da mesma qualidade obtida em cursinhos presenciais. Mas, o perigo também mora aí: acessar o conteúdo no seu tempo. Se indisciplinado, o aluno pode ir protelando, resultando em não assistir ao curso ou faze-lo na pressa, perdendo detalhes importantes. Também há grupos de concurseiros nas redes sociais nos quais os participantes compartilham materiais em troca de novos. Você pode buscar, nas lupas de pesquisa, pastas e arquivos específicos do concurso para o qual está se preparando ou materiais mais genéricos, que podem ser usados para vários certames. Informação (manter-se bem informado) Essa dica vale para a vida! Candidato a vestibulares, concursos ou processos seletivos PRECISAM manter-se atualizados porque, em grande parte, as questões abordam conteúdos de atualidades, seja de forma direta, seja na forma de textos ou excertos. Por isso, assista e ouça noticiários, leia jornais e revistas (on-line ou impressos), sites especializados, participe de grupos de informações, enfim, procure sempre estar a par do que acontece no Brasil e no mundo. Trabalho e estudo: consigo me preparar para um concurso? Sim, consegue! Seria ótimo se todos pudessem se dedicar, em tempo integral, aos estudos para um concurso, mas, sabemos que a realidade não é essa. Porém, o aluno que tem compromissos concomitantes precisa ter mais disciplina, já que o edital é o mesmo para todos, mas, o tempo disponível, não. Dai, vem a importância da programação, montagem do cronograma de estudos (a famigerada planilha do Excel, lembra?) e, acima de tudo, disciplina! Foco e disciplina De novo? Sim, de novo! Batemos nessa tecla porque foco e disciplina são essenciais para quem quer atingir bons resultados em processos seletivos e concursos. O conteúdo a ser estudado é grande e, também o são as tentações! Portanto, cuidado com redes sociais abertas o tempo todo
Hoje em dia, muitos sonham em ter um cargo no setor público e, se você é um concurseiro que corre atrás dos seus sonhos, você está se preparando constantemente para os diversos concursos que abrem pelo Brasil. Algumas bancas pedem, além da prova objetiva, que você escreva uma redação. O gênero textual da redação pode variar, então é importante que você saia na frente e se prepare de acordo com o edital. Veja qual é o gênero pedido na redação e pesquise sobre ele, para saber como escrever o seu texto. Geralmente são pedidos textos dissertativo-argumentativos, assim como em muitos vestibulares e no Enem. O que pode variar, neste caso, são os temas, que muitas vezes são específicos e inerentes ao cargo ao qual você está se candidatando. Para te ajudar ainda mais, listamos, a seguir, dicas de como escrever bem a sua redação para concurso (do tipo dissertativo-argumentativo): 1 – Se você sabe que a banca vai pedir um tema específico (as disciplinas ou assuntos possíveis podem estar listados no edital), estude bastante sobre tal tema, leia artigos e autores que são autoridades no assunto, para ter conhecimento sobre o que vai escrever; 2 – Após ler bastante (e constantemente), treine fazer redações sobre o tema que você espera que vá cair ou sobre temas relacionados à prova de concurso que você irá realizar; 3 – Um texto é composto de três partes essenciais: introdução, desenvolvimento e conclusão. O correto é haver um elo ligando essas partes, como se formassem a costura do texto. Na introdução é onde o tema abordado é apresentado. O desenvolvimento é o “corpo” do texto, a parte mais importante dele. É onde quem escreve expõe seu ponto de vista e argumenta de uma forma lógica para que o leitor acompanhe seu raciocínio. Nesta parte do texto faz-se uso de no mínimo dois parágrafos. A conclusão é o fechamento, em que o ponto de vista e possíveis soluções são defendidas; 4 – Ao escrever sobre o tema, tenha um posicionamento. Antes de escrever, tenha em mente a resposta para O QUE VOCÊ VAI DEFENDER e, a partir disso, crie a sua tese. O ideal é que seu posicionamento já seja mostrado na introdução, para, depois, criar uma argumentação consistente que defenda o seu ponto de vista; 5 – Na argumentação, cite dados estatísticos e fontes científicas que legitimem o que você está defendendo. Não traga um parágrafo mostrando o ponto de vista de quem defende a situação e outro mostrando quem é contra ela: traga apenas argumentos falando sobre aquilo que VOCÊ está defendendo; 6 – Releia: colocou o último ponto final? Releia seu texto e corrija o que for necessário. Arrume palavras repetidas ou “comidas”, revise a pontuação, o encadeamento de ideias e a ortografia antes de partir para o próximo passo. Depois disso, passe sua redação a limpo com letra legível no local apropriado. Dicas para saber fazer uma boa redação para concursos: Escrever uma boa redação em concursos pode ser o diferencial entre o sucesso e a frustração. Dominar a arte da escrita é essencial para comunicar ideias de forma clara e persuasiva. Aqui estão algumas dicas para aprimorar suas habilidades e impressionar os avaliadores: Seguindo essas dicas, você estará no caminho certo para criar redações envolventes e impactantes em concursos. Para concursos que pedem outro gênero textual na redação, a dica é se preparar e conhecer as características do gênero, além de buscar provas anteriores da banca. Isso vai te ajudar a focar em uma preparação específica.