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O preconceito linguístico em questão no Brasil

Nome: Caio Queiroz da Cruz


Tema: Preconceito Linguístico


Data de envio: 03/06/2019


Entendemos que a separação entre as regiões nacionais proporcionou uma independência em diversos quesitos para os estados, mas o principal foi a língua falada no local. Variadas em enormes proporções apresentam uma divergência entre as demais do território brasileiro, utilizando como meio principal deste fator a rotina de seus habitantes e a cultura.


Fazendo uso da colonização brasileira como fator primário para o surgimento desse preconceito, os portugueses acreditavam que os dialetos e gírias que utilizavam eram mais "civilizados" que os dos índios - algo visto nos dias de hoje pela população do sul e nordeste do Brasil - e por isso tinham o dever de corrigi-los, impondo seu eurocentrismo ao momento em que subjugava a cultura nativa. Desta forma, estabeleceu-se uma sequência de ordens gramaticais que passaram a ser consideradas como corretas, e todos aqueles que não a seguiam eram taxados como analfabetos - o que gerou uma intolerância para com outras áreas do país, que não as seguem rotineiramente, preferindo o uso de inúmeras gírias locais. É também sabido que, ainda que haja uma distinção pela forma que falam, o uso excessivo de jargões, abreviações e erros na pronúncia por parte deste grupo de pessoas, torna o preconceito ainda mais ativo, possibilitando que esses intolerantes propaguem ainda mais o preconceito. Podendo parafrasear o escritor brasileiro Augusto Cury, entendemos que: "O sonho da igualdade só cresce no terreno de respeito pelas diferenças"; e desta forma o preconceito linguístico com as variações da língua falada tornam-se cada vez menores, uma vez que quando se há um respeito maior para com as diferenças, estas tornam-se praticamente nulas.


Com base nisso, entendemos que para a aceitação dessas variadas línguas, precisamos de diversas apresentações dessas ramificações faladas; e portanto, cabe ao Governo Federal a conscientização – por meio de campanhas e mídias sociais – dessas alternâncias linguísticas dentro do território brasileiro, enfatizando que é dever do povo entender e respeitar a diversidade sem nenhum tipo de preconceito, endurecendo as penalidades para quem o cometer com base na Lei nº 7.716, de 1989, do Código Penal brasileiro.

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