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Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
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Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
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Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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CONFIRA O TEMA CLICANDO AQUI! A discussão a respeito dos crimes cometidos virtualmente é relativamente nova, datada do final dos anos 90, muito disso por conta do avanço da internet, entretanto, cibercrimes têm sido registrados desde a década de 60 em ambiente norte-americano. Inicialmente, os crimes cibernéticos tinham como foco principal o acesso indevido a informações de caráter sigiloso tanto de usuários de grande importância social quanto de empresas. Os anos passaram, a internet ganhou um grande espaço na sociedade e invadiu a casa de muitas pessoas. Com isso, indivíduos comuns começaram a ser atingidos por fraudes, exposições e outras ações on-line. Estamos plenamente conscientes da enorme quantidade de benefícios promovidos pelo avanço da internet, mas não podemos nos esquecer de analisarmos o lado obscuro de tal evolução. E a obscuridade acaba sendo tão profunda que se torna até crime. Primeiramente, precisamos compreender o que se configura enquanto crime em nosso país. Este conceito não é tão facilmente definido e não há exatamente unanimidade entre os especialistas, mas você pode ter uma noção um pouco mais ampla sobre o tema lendo esta recomendação AQUI! Na sequência, separamos algumas indicações de leitura que podem ser úteis na construção de sua redação. 1- Artigo sobre as leis que definem os crimes digitais. Disponível em: justificando – crimes digitais quais sao Acesso em: 31/08/2020. Você já viu no link que indicamos anteriormente como um crime é caracterizado em nosso país e agora também é essencial entender quais situações se enquadram enquanto crime digital. Este artigo explica de maneira pormenorizada quais são os crimes digitais e quais são as principais leis que amparam essas incidências. 2- Artigo sobre a “Lei Carolina Dieckmann”. Disponível em: jusbrasil – a nova lei carolina dieckmann Acesso em: 31/08/2020. Em maio de 2012, a atriz Carolina Dieckmann teve seu computador invadido por hackers. Os criminosos subtraíram arquivos e fotos íntimas do aparelho da atriz e ainda a chantagearam cobrando o valor de R$10.000 para que as fotos não fossem publicadas na internet. As fotos foram publicadas na rede e a atriz abriu boletim de ocorrência na Polícia, dando ênfase a uma discussão mais aprofundada sobre crimes cibernéticos no Brasil. No fim do mesmo ano, a lei 12.737 entrou em vigor e acabou apelidada com o nome de Carolina. Para saber mais sobre todas as ocorrências que geraram esta lei e sobre o conteúdo dela, é só acessar o link indicado aqui. 3- Artigo sobre a posição do Brasil no ranking de crimes cibernéticos. Disponível em: uol – brasil é o segundo pais no mundo com maior número de crimes ciberneticos Acesso em: 31/08/2020. Muito bem, já percebemos que os crimes virtuais são um problema bastante sério, mas o que ou quanto isso tem a ver com nosso país? Pois é, infelizmente estamos bastante relacionados ao assunto. O artigo acima irá te explicar numericamente (com base em pesquisas e na evolução dos dados coletados ano a ano) como o Brasil conseguiu a incrível posição de segundo lugar na escala de países com maior número de crimes on-line. 4- Artigo com pesquisa científica sobre o número de casos de crimes virtuais por minuto no Brasil. Disponível em: amp mg jusbrasil – brasil registra 54 crimes virtuais por minuto Acesso em: 31/08/2020. Para saber exatamente a condição dos crimes cibernéticos no Brasil, sua extensão e seu crescimento, a empresa Symantec, referência em segurança na internet, realizou uma pesquisa aprofundada para tentar chegar ao número exato de crimes on-line registrados por minuto. O resultado não é nada animador. É importante que você se lembre de que a pesquisa só deu conta de analisar aqueles crimes que foram de alguma forma registrados. Muitas outras ocorrências se dão na internet, mas acabam passando em branco por falta de registro adequado. 5- Artigo sobre as medidas que precisam ser tomadas com relação aos crimes cibernéticos. Disponível em: brasil elpais – medidas que devem ser tomadas aos crimes cibernéticos Acesso em: 31/08/2020. Os crimes cibernéticos são uma realidade da sociedade brasileira e seu alto e veloz crescimento tem chamado a atenção para a necessidade de medidas mais claras para combater o problema. O artigo de El País tem a proposta de promover uma discussão sobre o que as autoridades brasileiras poderiam fazer diante do fato. 6- Artigo sobre as penalidades legais atuais no caso de crimes cibernéticos. Disponível em: gazeta do povo – crimes cibernéticos moro Acesso em: 31/08/2020. Se os crimes virtuais têm crescido exponencialmente nos últimos anos e se há leis que foram pensadas para combater ou inibir a problemática, é possível pensarmos que essas leis não estão sendo eficazes. Mas por que elas não têm sido eficazes? Quais pontos carecem de melhoria? Venha saber mais nesta indicação. 7- Artigo sobre a nova forma de prevenir/remediar os crimes virtuais. correio braziliense – cibercrimes adeus ao jeitinho brasileiro Acesso em: 31/08/2020. Uma vez que a lei não tem sido eficaz para proteger a sociedade dos crimes cibernéticos, outras alternativas que visam a esse propósito têm surgido. A principal delas é o seguro contra crimes on-line. O artigo acima, além de explicar de forma pormenorizada como o seguro funciona, ainda traz a entrevista com Fábio Oliveira, presidente de uma grande empresa que realiza esse serviço. As informações fornecidas por Fábio podem servir como sustentação de argumento em sua redação, assim como vários dos dados que você conseguiu coletar por meio das indicações até aqui. 8- Crônica sobre a coragem atrás da tela. Disponível em: o popular – na internet somos todos corajosos Acesso em: 31/08/2020. Será que a internet deixou as pessoas mais corajosas? A crônica da autora Tércia Duarte tem esse ponto de partida. É inegável que muitas situações que ocorrem na esfera virtual não aconteceriam presencialmente e é por isso que alguns especialistas em comportamento têm apontado que, para alguns usuários, a internet funciona como uma capa de super-herói. 9- Vídeo sobre o aumento de crimes virtuais durante a pandemia. Acesso em: 31/08/2020. https://youtu.be/yKIk42htwJ4Se as dificuldades trazidas pela pandemia do coronavírus já não fossem
Leia os textos motivadores sobre o tema de redação de crimes cibernéticos abaixo para redigir o que se pede. Texto 1 Crimes cibernéticos disparam e expõem fragilidade tecnológica no Brasil Postado em 04/08/2019 Diariamente, são registrados pelo menos 366 crimes cibernéticos em todo o país. O levantamento mais recente, feito em 2018 pela associação SaferNet Brasil, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), contabilizou 133.732 queixas de delitos virtuais, como pornografia infantil, conteúdos de apologia e incitação à violência e crimes contra a vida e violência contra mulheres ou misoginia e outros. Em comparação ao ano anterior, a quantidade de ocorrências deu um salto de quase 110% – em 2017, a associação registrou 63.698 denúncias. Um fator que contribui para a ação criminosa, na visão de especialistas, é o descuido da população quanto ao uso de ferramentas que protejam os aparelhos celulares das invasões de hackers. Apesar de ser impossível estar 100% a salvo, o mínimo de precaução pode reduzir as ameaças à privacidade de cada um. “Utilizamos os celulares intensamente. Eles são dispositivos que contêm dados individualizados sobre o que cada um de nós pensa e como nos comportamos. Portanto, por eles serem um grande guardião de informações sobre nós mesmos, são necessários cuidados com relação à segurança deles. Vivemos em uma sociedade onde a vigilância está se incrementando”, diz o professor Jorge Henrique Fernandes, do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, além do crescimento da quantidade de crimes cibernéticos no último ano, os recentes ataques a celulares de autoridades da República, como o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, mostram que o sistema telefônico é bastante suscetível à interceptação de mensagens. “O sistema telefônico não garante o sigilo das comunicações de forma perfeita. O investimento das empresas tem sido mais para fazer com que o usuário não perca uma ligação ou conexão do que no sentido de impedir que essa conversa seja interceptada. Essa fragilidade é um problema mundial”, afirma. Para Jorge Henrique, atitudes mais convencionais, como a utilização de senhas para controlar o acesso a aplicações, e a cópia de documentos importantes em outro dispositivo são o primeiro passo para se resguardar da ação de invasores. Especialista alerta para comportamento na internet “Os aparatos tecnológicos, de fato, foram feitos para nos espionar, e o principal problema desses equipamentos é não deixar claro qual tipo de informação ele coleta do usuário. Isso é agravado pela falta de educação informática das pessoas, que não sabem a dimensão do poder do dispositivo que têm em mãos. Por isso, é recomendável que cada pessoa que usufrui da tecnologia reflita sobre até que ponto o que elas fazem virtualmente tem importância e como vão se comportar na internet”, recomenda o professor. Professor e advogado especializado em direito digital e proteção de dados, Fabricio Mota sugere que, ao utilizar computadores públicos, as pessoas evitem acessar redes sociais e sempre navegar na internet em abas anônimas. Além disso, não repetir a mesma senha em vários dispositivos. Segundo ele, é recomendável um código para cada aplicação. Quanto mais difícil ele for, alternando entre caracteres especiais, números e letras maiúsculas e minúsculas, melhor. “Senhas biométricas, que solicitem a impressão digital, uma confirmação por voz ou a leitura da íris do olho são preferíveis. O usuário tem de ser receoso. Sempre atualizar o antivírus dos seus aparelhos e usar uma rede privada virtual para filtrar as redes de wi-fi gratuitas. A partir do momento em que temos a percepção do risco, adotar providências para diminuir as ameaças será algo quase instintivo”, garante o especialista. Desafio das empresas é barrar ataque sem atrapalhar usuários Ao incorporar esses hábitos no cotidiano, o usuário deixará de se incomodar com a quantidade de ferramentas de proteção, frisa o coordenador do curso de segurança da informação do Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), Francisco Marcelo Marques. No entanto, ele reconhece que um dos grandes desafios às empresas de tecnologia é conseguir gerar consumo com os níveis de segurança necessários, sem interferir na comodidade de quem utiliza os aparelhos. “O objetivo de qualquer aplicação é facilitar a ação do usuário. Portanto, o ser humano acaba tendo um comportamento mais relaxado. Além disso, muitos acham que nunca serão hackeados, pois julgam que as suas informações pessoais não são importantes. Aí é que está o perigo. É preciso desconfiar sempre”, alerta. Marques destaca que a disponibilidade é inversamente proporcional à confidencialidade. Ou seja, quanto maior for a segurança, a tendência é que menos algum dado confidencial esteja disponível. “É fundamental ativar todos os mecanismos de proteção que a aplicação oferece, pois existem instabilidades que fogem do nosso controle. Maior segurança significa menor conforto. A preguiça é inimiga da precaução”, finaliza. Fonte: em | Acesso em 30/08/2020 Texto 2 Fonte: professoraelaine blogspot | Acesso em 01/09/2020 Com base em sua interpretação e compreensão dos textos motivadores, somadas ao seu conhecimento sobre o tema, redija uma dissertação argumentativa, com tamanho máximo de 30 linhas, na modalidade culta da Língua Portuguesa, sobre o tema Crimes cibernéticos no Brasil. CONFIRA REPERTÓRIOS PARA ESTE TEMA CLICANDO AQUI! Leia também: Tema de Redação: Os cuidados com a exposição na internet Tema de Redação: Marco Civil da Internet Tema de redação: limitação da internet fixa no Brasil Tema de Redação: Fake news no cenário político mundial Tema de redação: Charlatanismo nas redes sociais Tema de redação: Redes Sociais e o novo conceito de felicidade
O nome te pareceu estranho, até mesmo coisa de filme? É, sabemos que a primeira impressão é bastante esquisita mesmo, mas os GOMIFES são essenciais para a construção de uma boa conclusão na redação do ENEM. Vamos relembrar um pouquinho a estrutura da conclusão de uma redação do ENEM. Nela, você deve, obviamente, fechar todos os pontos que ainda estejam em aberto, propor uma solução viável ao problema apresentado ao longo do texto, a famosa proposta de intervenção, e exemplificar como essa solução será implementada. E é aqui que os GOMIFES entram na história. As propostas de intervenção criadas para o problema em questão precisam ser executadas por algum agente social. Frequentemente, ouvimos que a solução deve conter uma ação para o governo, uma para a escola e uma para a sociedade como um todo, mas é possível fazer uma ampliação incluindo outros elementos. Daí, temos os Gomifes, que nada mais são do que uma sigla para representar: – Governo; – Organizações não governamentais; – Mídia; – Indivíduo ou Iniciativa Privada; – Família; – Escola; – Sociedade. É claro que os agentes escolhidos para a proposta de intervenção vão depender muito do tema da redação, pois não são todos os agentes que se encaixam em todos os assuntos, apesar de haver uma grande probabilidade de se encontrar ações para cada um deles em inúmeras temáticas. Mesmo assim, é importante que você, candidato, selecione quais agentes são mais coerentes com a sua proposta de intervenção, caso contrário, sua conclusão tenderá a ficar imensa e, ao mesmo, com ações pouco abrangentes. Apesar de não haver uma regra a respeito de quantos agentes devem ser selecionados para a conclusão, o ideal é que você escolha pelo menos dois. A seguir, você conferirá um pouquinho do que é competência de cada um dos agentes dos GOMIFES no que diz respeito a uma proposta de intervenção. GOMIFES: Governo O governo pode criar, atualizar ou revisar leis, no sentido de proteger ou ampliar direitos, visando ao bem-estar de todos. Além disso, é competência do governo fiscalizar a implementação das leis e criar projetos de acordo com a necessidade real do povo. Não poderíamos deixar de salientar que o trabalho de administrar o orçamento (que permite com que projetos saiam do papel e tornem-se escolas, hospitais, moradias, saneamento básico etc.) também é do governo, seja ele municipal, estadual ou federal. Nosso país é organizado com base em ministérios, que têm como funções específicas trabalhar em prol de um setor, atendendo às suas demandas, fazendo com que a população tenha melhor qualidade de vida e desenvolvendo o setor em questão no Brasil. Atualmente, nossos ministérios são divididos entre: – Agricultura, Pecuária e Abastecimento; – Cidadania; – Ciência, Tecnologia e Inovações; – Comunicações; – Defesa; – Desenvolvimento Regional; – Economia; – Educação; – Infraestrutura; – Justiça e Segurança Pública; – Meio Ambiente; – Minas e Energia; – Mulher, Família e Direitos Humanos; – Relações Exteriores; – Saúde; – Turismo; – Controladoria-Geral da União. Há também duas secretarias que tem a mesma valia de um ministério: – Secretaria de Governo; – Secretaria-Geral da Presidência da República. E dois órgãos também com a mesma valia de um ministério: – Advocacia-Geral da União; – Banco Central do Brasil. Ao invés de citar o governo federal, estadual ou municipal, é possível incluir na proposta de intervenção o ministério competente por cuidar daquele setor, desde que se tenha certeza de que a tarefa proposta é função real daquele ministério. GOMIFES: Organizações não governamentais As ONGs têm funcionado como uma espécie de braço direito dos órgãos governamentais, já que fazem um excelente trabalho de conscientização e auxílio ao acesso a direitos básicos, como educação e saúde. Elas são de iniciativa privada e sem fins lucrativos e podem ser utilizadas na proposta de intervenção como auxiliares das ações do governo a fim de atingirem comunidades ou grupos específicos. Mídia Sabemos da imensa influência e poder que a mídia tem atualmente no sentido de levar informações e ajudar na formação de pontos de vista. E são esses dois aspectos que podem ser usados em sua proposta de intervenção. A mídia pode ser o veículo para que as ações do governo, das ONGs, das iniciativas privadas, das escolas e das sociedades sejam divulgadas, tendo assim seu alcance amplificado. Indivíduo ou Iniciativa Privada Todas as propostas de intervenção são pensadas para que o indivíduo, a partir de uma ação, seja beneficiado, mas esse mesmo indivíduo pode ser o beneficiado e o beneficiador. Um indivíduo bem conscientizado pode ajudar na conscientização e mobilização de toda a sua rede de convívio, multiplicando a ação proposta. Já a Iniciativa Privada pode ter a utilidade de subsidiar projetos que sejam de interesse social. Família A depender do tema e da proposta de intervenção, é imprescindível considerar que a solução só poderá ser colocada em prática caso haja uma rede de suporte. E a principal rede de suporte é a família. É na família em que acontecem os primeiros momentos de conscientização individual e social, por isso, há várias ações que podem ser pensadas para esse agente. A transmissão de valores e princípios elementares de convivência em sociedade também devem ser ensinados no seio da família. Escola É na escola que o indivíduo vê sua rede de convivência se ampliar. As regras e normas de convívio, antes destinadas a um pequeno grupo, ganham amplitude e o bem-estar geral começa a ser discutido com mais profundidade. Poucos agentes são tão potentes no sentido da conscientização coletiva quanto a escola, por isso, é essencial que haja investimento estrutural e qualitativo para que esse agente possa fazer seu trabalho com cada vez mais excelência. Enquanto agente da proposta de intervenção, as opções incluindo ações promovidas pela escola são inúmeras e é pertinente pensar que a escola é capaz de alcançar os alunos, suas famílias e a comunidade em seu entorno. Sociedade Na sociedade é que tudo acontece, tanto é que temos visto quantos resultados positivos são advindos de movimentos sociais. A sociedade precisa estar plenamente consciente

Explore a inclusão de autistas no Brasil! Analisamos a nova lei do censo, a série 'The Good Doctor' e os desafios enfrentados. Descubra como a falta de conhecimento e o despreparo escolar impactam a v

Explore o tema do turismo e seus impactos socioambientais! Prepare-se para sua redação com este texto dissertativo-argumentativo que aborda os impactos positivos e negativos, a interferência na cultur

Se você nos acompanha por aqui, com certeza deve saber que livros são uma ótima forma de sustentação ou exemplificação de argumentos em uma redação, principalmente se forem livros de maior conhecimento geral, como os da literatura brasileira. Nossa literatura é extremamente rica. Temos obras para todos os gostos e que podem ser encaixadas em temas diversos. Por isso, foi muito, muito difícil mesmo escolhermos apenas cinco obras para indicarmos para vocês. Vamos ver o que separamos especialmente para o enriquecimento da sua redação? 5 livros da literatura brasileira para enriquecer redações Lucíola, de José de Alencar Ano de publicação: 1862 Lucíola é daqueles livros inesquecíveis da literatura brasileira. Sua história entra na mente e fica ali, sempre vindo à tona, já que o tema do livro, mesmo com a passagem de mais de um século, continua sendo atual: uma garota de programa (que não tinha essa alcunha no enredo, evidentemente) que sofre numa sociedade moralista, mas desmoralizada. Lucíola tem como personagem principal Lúcia, uma jovem que passou por uma infância sofrida, cheia de necessidades e que encontra em seus amantes uma forma de vencer a miséria que a rodeava. Mas acontece que Lúcia está inserida numa burguesia cheia de “virtudes”, que prega o valor da moral e dos bons costumes e que enxerga a mulher como casta, pura, boa esposa e boa mãe, ou seja, o ideal mesmo do Romantismo no Brasil, período em que a obra se insere. Por conta de sua profissão, Lúcia sofre amargamente, sendo impedida, inclusive, de viver seu grande amor. E o desfecho do enredo nada mais é do que o clássico castigo romântico aplicado às pessoas que não seguem as regras da sociedade. Lucíola é cheio de simbologia e mostra às claras a hipocrisia da sociedade e a desvalorização da mulher, usada enquanto objeto para fins variados. Senhora, de José de Alencar Ano de publicação: 1875 Gente, sabe aquele livro babadeiro? É este aqui. O começo parece meio esquisito, pois somos jogados no meio da história, quando os fatos já estão se desenrolando, sem obediência à ordem cronológica, mas quando começamos a entender o que aconteceu e o que está acontecendo, o negócio fica bom, muito bom. Não é à toa que este foi o último livro de Alencar publicado ainda em vida. Nele, o autor, que soube traçar os perfis de mulher como poucos na literatura brasileira, juntou todo seu repertório e criou Aurélia, um nome incomum para uma jovem também incomum. Aurélia, uma mocinha romântica, desenvolvida dentro do estilo do Romantismo. É pobre, sonhadora e apaixonada por Fernando. Fernando também é pobre, mas ambicioso. Os dois começam um belo relacionamento que tinha tudo para virar casamento, até que Fernando decide trocar Aurélia por uma moça rica. O livro poderia virar aquele dramalhão mexicano? Até poderia, se não fosse o fato de que Aurélia recebe uma herança inesperada de um tio distante e fica rica, mas rica mesmo. E aí, meus queridos, é o famoso momento do “parece que o jogo virou, não é mesmo?”. O enredo, por si só, já é excelente e vale demais a leitura, mas, além disso, você pode usar passagens da obra para ilustrar temas que tratem da valorização do superficial, das mudanças sociais, do estereótipo da mulher, dentre muitas outras possibilidades que você descobrirá ao ler Senhora. Bom-Crioulo, de Adolfo Caminha. Ano de publicação: 1895 O título já te conta que o livro é polêmico, afinal, usar o termo crioulo para alguém em nossa sociedade atual é ofensivo, mas no contexto histórico do livro, essa prática era natural e ainda não existiam ações que promovessem o combate ao racismo. Não se esqueça de que a própria Abolição da Escravatura tinha acontecido apenas sete antes, em 1888. O personagem principal da obra é Amaro, um negro que fugiu da escravidão e que serve na Marinha. Como Amaro é retratado enquanto um homem forte, de porte físico grande e bastante musculoso, o trabalho braçal imposto a ele é algo simples de ser feito, principalmente quando comparado à realidade da escravidão, segundo a própria obra. Se Amaro tivesse “apenas” essas características, o enredo já seria extremamente útil para se abordar temas relacionados ao racismo, preconceito, marginalidade do trabalho e costumes sociais hipócritas, mas Amaro é homossexual e se apaixona por Aleixo, um adolescente branco e de olhos azuis. Precisa dizer mais alguma coisa? O livro está inserido no período literário do Naturalismo, o que significa que você pode esperar uma descrição bastante fiel dos personagens e da sociedade. Aliás, a obra tem como intenção criticar a hipocrisia da sociedade. Bom-Crioulo foi o primeiro livro da literatura brasileira que abordou a temática do homossexualismo. Incidente em Antares, de Érico Veríssimo. Ano de publicação: 1971 Um livro com uma temática muitíssimo séria, uma vez que aborda a violência do regime militar no Brasil, além de criar um enredo num contexto de desenvolvimento do país, com a chegada de indústrias estrangeiras, mas que mesmo assim te faz rolar de rir. No calhamaço de mais de 300 páginas, a pacata cidade de Antares é abalada por um fato sobrenatural: sete mortos ressuscitam e saem andando pela cidade, como se nada tivesse acontecido. Porém, esses sete mortos não são quaisquer pessoas. Eles sabem muitos segredos de pessoas importantes e influentes na sociedade local e esses segredos podem causar bastante confusão. Até aí, sem problemas, certo? Sim, certo, se não fosse pelo fato de que esses mortos ressuscitados não se contentam em simplesmente andar pela cidade de Antares, mas resolvem que, como já estão mortos mesmo, essa é uma excelente oportunidade para darem com a língua nos dentes e saírem ruas afora revelando informações sigilosas. Além de todo o pano de fundo histórico que existe neste livro, é interessante ver como as menores sociedades estão baseadas em mentiras e podem ser ameaçadas por um simples “abrir de boca”. A Árvore que Dava Dinheiro, de Domingos Pellegrini. Ano de publicação: 1981 A Árvore que Dava Dinheiro conta o que aconteceria se aquele

Não foi à toa que escolhemos este tema para esta semana: infelizmente, temos tido muitos exemplos de abusos de autoridade e de poder não só no Brasil, mas no mundo, então o que seria tão pertinente quanto discutirmos um pouco mais a fundo sobre o assunto? Neste roteiro, vamos passar um pouquinho pela definição legal de abuso de autoridade, vermos casos em que isso ocorreu, suas consequências e a própria construção do conceito de autoridade, afinal, isso deve ter vindo de algum lugar, não é mesmo? Confira o tema clicando aqui! Artigo sobre o conceito: Disponível em: direito net – Abuso de autoridade caracterização Acesso em: 23/08/2020. Nossa lei tem bem definidos quais são os casos de abuso de autoridade ou poder e, acredite, são várias as situações, algumas das quais nem nos damos conta. O artigo indicado explica qual é esse conceito à luz de nossa Constituição, além de pormenorizar os casos para facilitar a compreensão. Artigo sobre a atualização da lei de abuso de autoridade. Disponível em: migalhas – a nova lei de abuso de autoridade Acesso em: 23/08/2020. A lei 4.898/65, a qual temos chamado de lei de abuso de autoridade, sofreu algumas modificações no ano de 2019 no sentido de atualizá-la, porém, muitos juristas têm declarado que a atualização não foi benéfica nem adequada, além de ter sido feita no momento errado. Não se esqueça de que, quando incluímos leis em nossas redações, precisamos estar sempre atualizados para acertarmos nossos apontamentos. As leis são modificadas, com ampliações ou diminuições, a todo tempo e precisamos estar atentos a isso. Artigo sobre as motivações por trás da atualização da lei do abuso de autoridade. Disponível em: bbc – atualização da lei de abuso de autoridade Acesso em: 23/08/2020. Como acontece muitas vezes em nosso país, a atualização da lei de abuso de autoridade teve outras intenções além das intenções básicas de todas as leis: proteger as pessoas e assegurar os direitos básicos a todos. Com muitos detalhes, a BBC fez uma análise de quais motivos poderiam impulsionar a atualização da lei. Matéria sobre o aumento dos casos: Disponível em: g1 globo.com – denuncias de abuso de autoridade cometidos por pms de sp crescem Acesso em: 23/08/2020. Segundo algumas pesquisas do segmento, os casos registrados de abuso de autoridade ou poder cresceram mais de 70% de 2017 para 2019, uma informação que nos assusta, mas que nos parece correta, dada a quantidade de exemplos de abuso que vemos nas mídias semanalmente. Com a indicação desta matéria, não pretendemos encontrar culpados para as ocorrências de abuso de autoridade, mas te mostrar que essa prática tem ganhado cada vez mais espaço em nossa sociedade. Matéria com caso real: Disponível em: jus – um caso de abuso de autoridade Acesso em: 23/08/2020. Um caso envolvendo suposto abuso de autoridade (confirmado, posteriormente) analisado de acordo com o que diz a lei e sob o olhar de um profissional experiente na área, esses são os temas da matéria indicada. O texto é curto, mas contém muitas informações de grande valor para o assunto que estamos estudando. Vídeo sobre o que é possível fazer (ou não) nesse caso: Disponível em: g1 globo – veja o que pode ser feito em caso de agressão ou abuso de autoridade Acesso em: 23/08/2020. Sabemos que uma pessoa que sofre com o abuso de autoridade tem seus direitos, mas quais são eles? E de que forma é possível requerê-los? Muitas vezes, as pessoas abrem mão de seus direitos por puro desconhecimento ou por saberem o quanto a justiça em nosso país é morosa e burocrática, mas casos como o do abuso de autoridade só poderão ser resolvidos quando mais e mais pessoas expuserem a situação e buscarem seu direito. Reportagem com caso real: Disponível em: noticias r7 – sargento do bope é preso por abuso de autoridade Acesso em: 23/08/2020 A reportagem é de 2015, mas, se fosse de hoje, não nos traria qualquer espanto, de toda forma. Será que ter uma posição social privilegiada nos concede direitos exclusivos? Sabemos que não, ao menos oficialmente. Mas por que será que pessoas com alto posicionamento na sociedade ainda continuam abusando de sua autoridade? Vamos pensar um pouco mais sobre isso? Matéria sobre abuso de autoridade na educação. Disponível em: gestão escolar – o poder não pode tudo Acesso em 23/08/2020. Não é só entre alguns policiais que o abuso de autoridade acontece, na escola, local onde passamos uma boa parte de nossa vida, há inúmeros casos assim. A revista Gestão Escolar, que é específica e especializada no ramo da educação, propõe a discussão sobre a temática. 9- Caso de abuso de autoridade na escola. Disponível em: jus – abuso de autoridade por coordenadora de escola Acesso em: 23/08/2020. Vamos ler sobre mais um caso de abuso de autoridade discutido à luz da lei? Nesta situação em específico, o abuso de autoridade ocorrerá numa escola. Artigo acadêmico sobre as origens da autoridade. Como dissemos no início, o conceito de autoridade (e de respeito a ela) deve ter nascido de alguma forma e em algum local e realmente foi isso o que aconteceu. A partir dos estudos da filósofa política Hannah Arendt, o artigo faz um passeio histórico pela construção da autoridade e organização do conceito. Filme Até o limite da honra (G.I. Jane) Disponível para locação no YouTube Filmes. Ano de estreia: 1997 Filme bom é assim, pode completar mais de 20 anos que sua qualidade não é abalada. E é isso o que acontece com Até o limite da honra. Na trama, Demi Moore interpreta Jordan O’Neil, uma mulher que passará pelo mesmo treinamento militar de guerra do que os homens, mas, por ser “diferente” do resto do grupo (ela é a única mulher no treinamento), Jordan vê o abuso de autoridade estampado em várias situações e sente na pele as consequências desse comportamento. Se você nunca viu esse filme, com redação ou sem redação, precisa vê-lo. Filme À espera de um milagre. Disponível para locação no YouTube Filmes.

Leia os textos motivadores sobre abuso de poder e de autoridade no Brasil abaixo para redigir o que se pede. Texto 1 Desembargador humilha guarda após multa por não usar máscara em SP: ‘Analfabeto’ Vídeo obtido pelo G1 mostra Eduardo Siqueira rasgando multa, jogando no chão, e tentando pedir ajuda para o Secretário de Segurança pública do município. Por Isabella Lima, G1 Santos 19/07/2020 06h32 Um desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo foi flagrado humilhando um guarda civil municipal de Santos, no litoral de São Paulo, após ser multado por não utilizar máscara enquanto caminhava na praia. Um vídeo obtido pelo G1 neste domingo (19) mostra Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira chamando o GCM de ‘analfabeto’, rasgando a multa e jogando o papel no chão e, por fim, dando uma ‘carteirada’ ao telefonar para o Secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel, para que o mesmo ‘intimidasse’ o guarda municipal. Um novo vídeo obtido pelo G1, neste domingo (19), mostra o mesmo desembargador ameaçando e humilhando um outro guarda municipal. Em determinado momento do vídeo, ele chega a falar em francês com o rapaz, que fica sem entender. De acordo com informações apuradas pelo G1, o desembargador Eduardo Siqueira foi flagrado por uma equipe da Guarda Civil Municipal caminhando sem máscara pela faixa de areia da praia de Santos durante a tarde deste sábado (18). O vídeo mostra o momento em que os agentes abordam Eduardo, pedindo a colocação do item obrigatório. Na cidade de Santos, pessoas que não usam a máscara, por conta da pandemia do novo coronavírus, podem ser multadas. Nas imagens, o desembargador diz que não vai assinar a multa e confronta o guarda afirmando que rasgaria o papel se ele insistisse em aplicar a sanção pela falta de uso do item de proteção. O Guarda Municipal, em seguida, alerta que se o desembargador jogasse a multa, ele seria autuado por desperdício em via pública, levando uma segunda multa. Ignorando o profissional, o desembargador rasgou o papel, jogou na faixa de areia da praia e foi embora em seguida. “Você quer que eu jogue na sua cara? Faz aí, que eu amasso e jogo na sua cara”, diz o desembargador ao ser abordado sem máscara, se referindo à multa por não usar o acessório. Em seguida, o homem pega o celular e, segundo ele, liga para o Secretário de Segurança Pública do município, Sérgio Del Bel Junior. “Estou aqui com um analfabeto”, diz o homem ao telefone. “Eu falei, vou ligar para ele [Del Bel] porque estou andando sem máscara. Apensar eu estou andando nessa faixa da praia e ele está aqui fazendo uma multa. Eu expliquei e eles não conseguem entender”, reclama ao telefone. No momento em que o guarda municipal está finalizando o preenchimento do papel da multa, o desembargador arranca o papel da prancheta, o amassa e joga no chão. O homem dá as costas para a equipe e sai andando, indo embora do local. Procurada pelo G1, a Prefeitura de Santos informou que, durante força-tarefa realizada neste sábado, o munícipe que aparece nas imagens foi abordado por não cumprir o decreto nº 8.944, de 23 de abril de 2020, que determina o uso obrigatório de máscara facial sob pena de multa no valor de R$ 100. Uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) abordou o homem pedindo que o mesmo colocasse a máscara. Diante da recusa, foi lavrada a multa. Trata-se de um caso de reincidência: o mesmo cidadão já foi multado em outra data por cometer a mesma infração. O secretário de Segurança de Santos, Sérgio Del Bel, deu total apoio à equipe que fez a abordagem e a multa foi lavrada na tarde deste sábado (18). A Prefeitura de Santos se diz veemente contra qualquer ato de abuso de poder e, por meio do comando da GMC, dá total respaldo ao efetivo que atua na proteção do bem público e dos cidadãos de Santos. A administração municipal também esclarece que a gestão das praias está sob a competência e responsabilidade do município. De acordo com o artigo 14 da Lei Federal nº 13.240/2015, a Prefeitura de Santos celebrou, em 2017, termo de adesão com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU), por meio do qual a União outorgou ao município a gestão das praias marítimas urbanas, inclusive bens de uso comum com exploração econômica, pelo período de 20 anos. Em nota, o desembargador Eduardo Siqueira diz que o vídeo é verdadeiro, mas alega que foi tirado de contexto. Para ele, a determinação por decreto do uso de máscaras em determinados locais é um abuso. No texto divulgado, Siqueira explica que “decreto não é lei” e que, por isso, entende não ser obrigado a usar máscara, e que qualquer norma que diga o contrário é “absolutamente inconstitucional”. Ele alega que esse não foi o primeiro incidente que aconteceu entre ele e agentes da Guarda Civil Municipal, e que em todas as ocasiões foi ameaçado de prisão de modo agressivo, justificando a exaltação. “Infelizmente, perseguido desde então, ontem, acabei sendo vítima de uma verdadeira armação”, completa. Ele diz que tomará as providências cabíveis para que os direitos dele sejam preservados e que está à disposição das autoridades judiciais, para esclarecimentos. […] Fonte: g1 globo | Acesso em 23/08/2020. Texto 2 O Abuso de Autoridade é crime e abrange as condutas abusivas de poder, conforme a explicação abaixo. O abuso de poder é gênero do qual surgem o excesso de poder ou o desvio de poder ou de finalidade. Assim, o abuso de poder pode se manifestar como o excesso de poder, caso em que o agente público atua além de sua competência legal, como pode se manifestar pelo desvio de poder, em que o agente público atua contrariamente ao interesse público, desviando-se da finalidade pública. Tratam-se, pois, de formas arbitrárias de agir do agente público no âmbito administrativo, em que está adstrito ao que determina a lei (princípio da estrita legalidade). No caso do abuso de autoridade,

O gênero textual da crônica é sempre bastante estudado durante nosso período de escolarização, mas, por algum motivo, acabamos deixando-o de lado quando falamos dos vestibulares, entretanto, a crônica é um dos gêneros textuais mais pedidos nos exames de admissão das universidades, ao lado da dissertação argumentativa. Não estamos querendo dar uma de Capitão Nascimento em sua famosíssima aula sobre o conceito de estratégia, mas não íamos perder a oportunidade de conceituar a palavra crônica para vocês, já que esse conceito tem tudo a ver com as características deste tipo de texto. O termo crônica está relacionado a duas raízes: uma grega e uma latina. No grego, a palavra crônica tem suas raízes em khrónos (tempo); já em latim, a raiz é chronica, palavra que faz referência ao registro dos acontecimentos numa sequência cronológica. E a crônica é exatamente isto: um recorte de uma situação num determinado tempo. Mas não é qualquer situação, é uma situação comum, rotineira, que o autor, por meio dos efeitos da língua e da literatura, consegue representar de um modo mais subjetivo, revelando algo que não é exatamente percebido pelo senso comum. Ou seja, podemos dizer que ela é uma forma especial, poética e até mesmo crítica de se olhar um fato cotidiano, fazendo com que esse fato torne-se arte. Por isso dizemos que ela está no meio do caminho entre um texto literário e um texto não literário, uma vez que ele se ocupa do retrato de uma cena/fato do cotidiano, mas com elementos linguísticos e estilísticos que são fornecidos pela literatura. Por terem como tema central um fato corriqueiro ou bastante atual, é comum que as crônicas sejam de menor extensão, mais curtas e objetivas. Não à toa, este gênero tem sido escolhido para vários vestibulares. Tendo se consolidado no século XIX, com a implantação da imprensa, ela era o modo usado pelos escritores para relatarem os grandes acontecimentos históricos e sociais de seu tempo, usando ora técnicas mais jornalísticas, para garantir a informação, ora técnicas mais literárias, para divertir, emocionar ou fazer o leitor refletir sobre um assunto. Os anos passaram e a crônica continua carregando a função de registrar fatos e comportamentos de um povo em um determinado período, mesclando informação e arte. Quais são os tipos de crônica? As crônicas podem abordar inúmeros temas e isso faz com que existam vários tipos de crônica, porém, dentre os mais comuns estão: É claro que numa crônica podem haver parágrafos de um estilo ou de outro, fazendo com que os temas se mesclem, por isso é importante analisar o que há em comum em todas as crônicas: seu ponto de partida é um fato cotidiano. Qual é o objetivo de uma crônica e a quem ela se dirige? Como você viu anteriormente, existem vários tipos de crônica e cada tipo tem seu objetivo específico, que pode ser divertir, criticar, contar um fato, emocionar etc. As crônicas circulam em diversos locais, como jornais, revistas e sites especializados. O público a quem as crônicas se dirigem depende muitíssimo do local de publicação do material, pois autores de crônicas costumam adaptar seus textos às preferências dos leitores desse jornal, revista etc. Que forma de linguagem é utilizada numa crônica? A linguagem é simples, informal, de compreensão mais ágil, até mesmo porque, como já te contamos, o texto é mais curto e circula em meios em que a leitura normalmente é feita de forma ágil, como os jornais e as revistas semanais. Da mesma maneira que a linguagem é simplificada, os personagens (quando existem, pois uma crônica pode ser escrita em primeira pessoa, sem outros personagens) são menos densos e suas características são apresentadas de forma mais superficial. Ao contrário do texto dissertativo-argumentativo, ela aceita verbos e pronomes em primeira pessoa do singular. Qual é a estrutura de uma crônica? A estrutura da crônica também depende muito do tipo e do objetivo do texto. Se a intenção é contar uma história, ela pode se dividir entre situação inicial, complicação, clímax e desfecho. Já se a intenção é criticar, faremos a divisão clássica entre introdução, desenvolvimento e conclusão. Em qualquer tipo de crônica, é essencial termos título e é possível incluirmos citações, caso haja coerência com o assunto abordado. Há muitas pessoas que confundem a crônica narrativa com o conto, uma vez que a estrutura de ambas é igual, mas há alguns fatores que distinguem esses dois gêneros: Quais são os principais cronistas em Língua Portuguesa? Se você quer ter excelentes referências de como escrever uma crônica em Língua Portuguesa, procure pelos trabalhos de Luis Fernando Veríssimo, Fernando Sabino, Carlos Drummond de Andrade, Moacyr Scliar, Rachel de Queiroz, Cecília Meireles, Rubem Braga, Afonso Romano de Sant’Anna, dentre tantos outros exemplos que poderíamos citar aqui, uma vez que nossa literatura é muito rica. Quais vestibulares utilizam a crônica na redação? O vestibular mais conhecido que utiliza ela como gênero textual avaliativo da redação é a Unicamp, em São Paulo, mas outras universidades estaduais e federais, como a Universidade Federal do Ceará e de Londrina, também selecionam a crônica para a redação. Aliás, variar os gêneros da prova de redação, fugindo um pouco do tradicional texto dissertativo-argumentativo, tem sido tendência nos vestibulares dos últimos anos. Tal variação permite que o aluno demonstre suas habilidades para escrita e mobilização dos recursos da língua com uma finalidade e não somente sua facilidade em “decorar” a estrutura de um determinado tipo de texto. A melhor forma de saber qual gênero será cobrado em sua prova é ler o edital do ano (pois isso pode variar de um ano para o outro) atentamente. Caso a universidade trabalhe com um gênero específico, sem espaço para escolha do candidato, essa informação constará no edital. LEIA MAIS: Gêneros textuais: Narração Gêneros textuais: Carta BRAINSTORMING: Como usar este método antes de escrever a redação? Podcasts brasileiros que irão te ajudar a escrever redações Como escrever uma redação sem saber nada sobre o tema?

O Lucas Felpi, que tirou nota 1000 na redação do ENEM 2018, preparou uma dica de repertório sociocultural para vocês: como usar a série de filmes e livros JOGOS VORAZES na redação! Bora anotar tudo?! JOGOS VORAZES 2012-2015 • 3 livros • 4 filmes • 12+ Sinopse: “A antes América do Norte, agora formada por 12 distritos, é comandada com mão de ferro pelo Presidente Snow. Uma das formas com que a Capital demonstra seu poder é pelos ‘Jogos Vorazes’, competição anual em que um garoto e uma garota de cada distrito são selecionados a lutar até a morte. Para evitar que sua irmã participe, Katniss se oferece em seu lugar. Até onde ela estará disposta a ir para ser vitoriosa nos ‘Jogos Vorazes’?” CONCENTRAÇÃO DE RENDA Panem é um país construído à base de desigualdades sociais. Os 12 distritos são vistos como meras propriedades do Estado que servem apenas para abastecer a Capital, sede do luxo e da riqueza. No Brasil, os cinco homens mais ricos detém o mesmo que 50% da população mais pobre, segundo estudo da Oxfam em 2018. FOME Como classes sociais, os distritos mais altos na hierarquia, 1 e 2, são os mais ricos, enquanto os mais baixos, 11 e 12, são os com piores condições de vida, habituados com a miséria e com a fome. Para sobreviver, Katniss Everdeen, uma moradora do distrito 12, aprende a caçar nas áreas florestais proibidas. TOTALITARISMO/VIGIAR E PUNIR Assim como diz Foucault no livro “Vigiar e Punir”, o papel do Estado totalitário de Snow é o de controlar a subversão pela guarda policial (ironicamente chamados de Pacificadores) e o de impôr punições. Os ‘Jogos Vorazes’ é o maior exemplo: após uma rebelião, jovens de cada distrito são selecionados para lutarem até a morte em um reality show. SOCIEDADE DO ESPETÁCULO Os Jogos Vorazes traçam claras relações com a Sociedade do Espetáculo de Guy Debord e a Indústria Cultural da Escola de Frankfurt. Inicialmente um marco de lembrança da opressão, tornaram-se entretenimento com tecnologia de ponta, transmitidos ao vivo e parte da estratégia de alienação em massa. PAPEL DA MÍDIA Ao dar início a uma nova revolução, Katniss se torna símbolo e rosto da rebelião. Durante “A Esperança”, vemos o processo de produção de propagandas políticas e o papel que as chamadas televisivas desempenham no levante da população. Pequenos detalhes como cenário, figurino e entonação são cruciais. CRIMES DE GUERRA A saga reflete de início a fim sobre o caráter dos crimes de guerra. Nos Jogos, matar é equivalente a sobreviver. Gale acredita que seja impessoal; Katniss discorda. Durante a guerra à Capital, diversos crimes são cometidos, como explosões a hospitais e massacre de crianças. Seria guerra justificativa? EXEMPLO DE INTRODUÇÃO Tema: “O poder de manipulação das mídias na sociedade brasileira” Na célebre trilogia “Jogos Vorazes” de Suzanne Collins, o Estado autoritário de Panem contém os motins populares por meio da repressão e da realização dos chamados Jogos Vorazes. O evento anual é televisionado e a violência selvagem imposta aos participantes é construída de modo a aparentar culpa dos distritos e repreender revoltas contra o status quo. Paralelamente, a propaganda política é um grande mecanismo de manipulação midiática no Brasil, que usa de fake news e efeitos emocionais para alienar eleitores. APROVEITE O CUPOM HELPDOFELPI PARA GANHAR 35% DE DESCONTO EM NOSSA PLATAFORMA! CLIQUE AQUI! Gostou desta super dica? Não deixe de seguir nosso perfil no instagram: @redacaonline LEIA MAIS: Como usar HARRY POTTER na redação? Como usar a série DARK em suas redações Como usar a série GAME OF THRONES em suas redações Como usar o filme CORINGA nas redações? Como utilizar o filme PARASITA na redação Como usar o filme O POÇO nas redações?

Se, ao sentar para fazer a redação, a primeira coisa que passa pela sua cabeça é a letra da música do CPM 22 “O tempo corre contra mim, sempre foi assim e sempre vai ser” (Um minuto para o fim do mundo, 2005), este artigo é para você. Provas de grande porte normalmente despertam o medo de não conseguir responder tudo a tempo, já que são muitas questões, leituras, contas, além, claro, da redação, que é uma das partes em que mais gastamos minutos (se não for a mais demorada de todas). Realmente, a gestão do tempo não é algo assim tão simples de se fazer. Prova disso é o número de vezes em que reclamamos que não há tempo suficiente para fazermos algo que queremos ou precisamos, mas há técnicas que podem nos ajudar nessa organização. O primeiro ponto que precisa estar bastante claro para você é que as provas têm horário certo e fixo para começar e terminar. Isso significa que não existe a opção de extensão do tempo de duração e você deve se programar para executar todas as partes dentro das horas estabelecidas. Cada dia da avaliação do ENEM, por exemplo, conta com duração máxima de 5h30min, sem nenhum minutinho a mais, portanto, não adianta você treinar a resolução da prova em 6h ou até mesmo em 5h40min. Por isso, sua primeira ação deve ser no sentido de saber exatamente quanto tempo de duração a prova tem e por quantas questões a prova é composta. Todas essas informações devem constar nos editais e você não terá dificuldade em encontrá-las. Vamos usar a estrutura do ENEM novamente como exemplo. A redação acontece no primeiro dia, que tem, como você já sabe, 5h30min de duração avaliativa. Os candidatos devem responder a um total de 90 questões (45 de Ciências Humanas e 45 de Linguagens e seus Códigos) e redigir uma dissertação argumentativa com tamanho máximo de 30 linhas. Para fins matemáticos, vamos considerar a redação como mais um bloco de questões, sendo assim, faremos a divisão de 5h30min por três blocos, o que nos dá o total de 1h50min por bloco. Sabendo exatamente o número de minutos ou horas que você pode gastar em cada parte da prova, incluindo a redação, fica muito mais fácil programar sua própria mente para desenvolver tudo o que for necessário dentro desse período. Mais especificamente no caso da redação, sabemos que um texto bem feito possui três fases: planejamento, escritura e revisão. Uma das técnicas utilizadas para otimizar o tempo da redação é dividir o tempo total destinado à redação igualmente em três. Vamos dar uma olhadinha em como ficaria essa divisão no caso da redação do ENEM? Definimos que podemos utilizar 1h50min ao todo na redação. 1h50min dividida por três partes nos dá cerca de 36 minutos por parte (a conta dá um resultado quebrado, sendo assim, você tem dois minutos de sobra para “respirar”). Se você for uma pessoa bastante disciplinada, que tem facilidade em seguir regras estabelecidas e gosta da segurança de saber exatamente quanto tempo pode ser gasto em cada etapa da prova, essa técnica pode funcionar muito bem. Já para aqueles que se sentem ainda mais pressionados e detestam ser limitados ao relógio girando e girando, recomendamos que você esqueça tudo isso de conta, divisões, números exatos etc. e defina o seguinte: em que disciplina ou parte você leva mais tempo na hora de resolver a prova? Normalmente, levamos mais tempo nas disciplinas que são mais difíceis para nós, porém, essa é uma escolha bastante pessoal. Não se deixe levar por pessoas que dizem que a disciplina “a” ou “b” requer mais minutos para a resolução das questões. Observe-se e veja o que acontece com você. Tendo isso determinado, comece pelo mais complicado, pois é ainda mais desesperador ter que fazer algo que é difícil para nós com um tempo muito apertado. Além do mais, o alívio de já ter deixado o mais complexo para trás concede um pouco de leveza para os blocos que faltam. É claro que isso não significa que você poderá gastar todo o tempo do mundo na parte mais complicada. Não se esqueça de que há uma série de pontos a serem resolvidos na sequência. Outra técnica que também tem sido útil para fazer muitos candidatos ganharem minutinhos preciosos no dia da prova de redação é ler o tema dela logo no início e depois partir para a resolução das questões de Linguagens. Essa pode ser uma boa ideia, pois as questões de Linguagem frequentemente trazem textos, dados e outras informações que podem auxiliar na compreensão do tema da redação ou até mesmo na construção dos argumentos, dessa forma, será possível ganhar tempo durante a fase de seleção e organização dos argumentos. Independentemente da técnica que você escolher, um princípio é o mais básico de todos: treine num contexto real. Somente o treino vai te ajudar a enxergar qual parte da redação tem sido uma pedra no seu sapato, fazendo com que você gaste tempo em excesso. Desenvolva o hábito de cronometrar o tempo gasto na redação, mas não perca seu foco vendo os minutos passarem no cronômetro do celular ou no aplicativo. Isso é mais comum do que parece. Aliás, um excelente aplicativo para te ajudar na tarefa de otimização do tempo da redação (e da prova, como um todo) é o Forest, inicialmente criado para fazer com que os usuários fiquem um tempo longe do celular. A cada meta cumprida você planta uma árvore em sua floresta. Caso você não consiga cumprir a meta, a arvorezinha morre e fica seca. Você não vai querer matar uma árvore, vai? Procure sempre estudar cada vez mais a estrutura da redação de sua prova. Quanto mais informações você tiver, menos tempo será gasto na estruturação do texto, pois isso acabará sendo natural, desde que você tenha treinado muitas vezes, claro. Se treinar as três partes da redação de uma vez ainda te parece uma tarefa muito pesada, tudo bem! Treine parte por parte,

Seja muito honesto (a) com a gente aqui do Redação: Quantas vezes você já pensou na preservação ambiental ou cultural de um local para onde foi viajar? Nesse sentido, perguntamos porque frequentemente ficamos muito empolgados com o novo local e seus pontos turísticos e nos esquecemos de que a atividade turística, apesar de ter muitos pontos positivos, também tem pontos negativos, como o turismo e seus impactos socioambientais. Então, foi pensando nesse contraponto entre questões positivas e negativas que selecionamos as indicações da semana. Vamos a elas? 1- Artigo com a definição de cidade turística. Disponível em: jornal do comercio Acesso em: 16/08/2020. Para entendermos as questões envolvendo o turismo, precisamos primeiramente entender quais características fazem com que uma cidade seja turística e o que atrai visitantes para um local e não para outros, mesmo que haja atrativos naturais semelhantes em ambas. 2- Artigo com a relação entre o turismo e a preservação ambiental. Disponível em: turismo gov Acesso em: 16/08/2020. Fonte confiável, muitas referências de autores e leituras extras, tudo num texto conciso e de fácil compreensão. Todavia, apesar de ser um texto com 10 anos, as informações contidas nele, sobretudo, continuam sendo bastante úteis para o desenvolvimento do nosso tema da semana. 3- Artigo acadêmico comparativo sobre o turismo com estudo de caso. Disponível em: ucs Acesso em: 16/08/2020. Por outro lado, no artigo acima, a autora Rita de Lourdes Michelin, da Universidade de Caxias do Sul, faz uma análise mais aprofundada sobre os benefícios e os prejuízos da atividade turística. Por isso, o Parque Estadual de Itapuã, no Rio Grande do Sul, serviu como exemplo para o estudo de caso. Sem dúvida, há citações relevantes e, como em todo artigo acadêmico, mais indicações de leitura nas referências bibliográficas. 4- Artigo com o conceito de turismo sustentável. Disponível em: sustentavel turismo Acesso em: 16/08/2020. Além disso, uma das alternativas que se tem colocado em prática nos últimos anos a fim de preservar o ambiente é o turismo sustentável, mas você sabe exatamente do que se trata o turismo sustentável? Para que você não tenha mais dúvidas, selecionamos o artigo acima, que explica de forma bastante compreensível este conceito. Aliás, você sabia que existem diferenças entre turismo sustentável e turismo ambiental? Para saber mais, é só acessar assistir a este vídeo: 5- Artigo com os sete princípios do turismo sustentável. Disponível em: portal sustentabilidade Acesso em: 16/08/2020. Em seguida, a Organização Mundial do Turismo, mais conhecida pela sigla OMT, como forma de estruturar o turismo sustentável, elaborou sete princípios que devem ser seguidos por qualquer local que pretenda aderir a esse formato ou pessoa que pretenda praticar o turismo sustentável, por exemplo. Conforme fizer a leitura, analise quantos desses princípios são realmente colocados em prática e que diferença faria exercê-los ou não. 6- Resumo com os programas governamentais sobre turismo e seus impactos socioambientais Disponível em: mma gov Acesso em: 16/08/2020. O Ministério do Meio Ambiente, sabendo da necessidade de se ampliar o conceito de turismo sustentável, como também colocá-lo em prática, tem desenvolvido alguns projetos nesse sentido. Afinal, a indicação acima te levará para um resumo do próprio Ministério sobre alguns projetos em andamento ou já concluídos e que foram pensados na linha do turismo sustentável. 7- Artigo com dicas de prática de turismo sustentável. Disponível em: viajar verde Acesso em: 16/08/2020. Ok, notamos o quanto o turismo sustentável é essencial, mas como fazer isso na prática? Quais atitudes individuais garantem um turismo que respeita o meio ambiente e os moradores do local? sem dúvida, o artigo propõe algumas ações para tanto. 8- Artigo sobre os impactos culturais gerados pelo turismo. Disponível em: eco debate Acesso em: 16/08/2020. Então, já vimos em outras referências aqui do roteiro que, de acordo com alguns especialistas, o turismo sem princípios pode não só destruir a natureza, mas também os próprios aspectos culturais do local e do povo. Por isso, escolhemos um artigo curtinho, mas muito esclarecedor no sentido de debater de que forma o turismo gera impactos na cultura. 9- Artigo de revista sobre o Brasil e suas riquezas turísticas. Disponível em: pan rotas Acesso em: 16/08/2020. Mas por que falar sobre turismo é algo tão relevante em nosso país? É simples, o Brasil é um país com muitos pontos turísticos, ou seja, ou seja, que traz pessoas de todas as partes do mundo interessadas em ver suas belezas. Logo, precisamos abordar a temática do turismo, até mesmo por uma questão econômica, por exemplo você poderá observar na leitura deste texto folha de londrina. 10- Artigo de revista com os 10 locais turísticos mais visitados. Disponível em: exame Acesso em: 16/08/2020. Afinal, num país com tantas opções maravilhosas de turismo, quais são os 10 pontos mais visitados e preferidos do turistas? por isso a revista Exame fez a pesquisa para a gente. 11- Artigo com a visão de moradores de várias partes do mundo sobre como é viver numa cidade turística. Disponível em: bbc Acesso em: 16/08/2020. Muitas vezes, quando viajamos, ficamos pensando como deve ser incrível viver naquele local repleto de tantas coisas maravilhosas, mas será que os moradores pensam do mesmo jeito? Além disso, o mais interessante nesta referência é que a BBC entrevistou moradores de pontos turísticos em locais diferentes no mundo, já que, assim, o material tenha várias perspectivas. 12- Artigo sobre o impacto do Coronavírus no setor do turismo e seus impactos socioambientais . Disponível em: istoedinheiro Acesso em: 16/08/2020. Realmente, a pandemia do Coronavírus não poupou praticamente nenhum setor de seus grandes prejuízos e o setor mais atingido sem dúvida foi o do turismo. Desse modo, a revista Istoé Dinheiro estima perdas financeiras na casa dos bilhões, bem como explica tudo detalhadamente neste material. 13- Álbum de fotos com animais circulando livremente nas cidades durante a quarentena imposta pelo Coronavírus. Disponível em: noticias uol Acesso em: 16/08/2020. Mas se o Coronavírus tem nos trazido uma porção de prejuízos, ao menos para a natureza ele tem sido benéfico. Prova disso é que animais que não
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