
Abordar na redação sobre guerras no mundo, principalmente tensões que envolvam o Oriente Médio é algo sempre bastante complexo, já que as influências religiosas e culturais que afetam a guerra falam muito alto e exigem de nós, analisadores do tema, bom senso e atenção redobrada.
Separamos para vocês indicações diversas que vão fornecer um bom panorama sobre o embate que envolve os Estados Unidos e o Oriente Médio e como o Brasil está relacionado ao assunto. Se for abordada uma redação sobre a terceira guerra mundial, já temos um panorama contextualizado do que está acontecendo no mundo, além das tensões que envolvem o embate da Rússia com a Ucrânia envolvendo o Estados Unidos.

Disponível em: a relacao entre eua e ira em 10 capitulos (g1.globo.com) Acesso em 11/01/2020.
Por meio da leitura da matéria, vamos saber com mais profundidade que a relação entre os Estados Unidos e os países do Oriente Médio não é algo novo, por isso, um retorno “aos capítulos anteriores” é essencial para compreendermos a fundo o desenrolar desse relacionamento tão conturbado como vemos hoje.
Disponível em: youtube.com Acesso em 11/01/2020.
Precisando entender um pouco mais sobre a cultura e os costumes do Oriente Médio? Nesse vídeo do canal Nerdologia, há um apanhado muito rico de informações que vão te auxiliar a interpretar um pouco melhor esse universo tão diferente do nosso.
Disponível em: internacional 51015111 (bbc.com) Acesso em 12/01/2020.
Mas por que a morte de Qasem Soleimani tem causado tanta revolta a ponto de quase fazer estourar uma guerra? Por meio do artigo da BBC, passamos a conhecer sobre a importância política e ideológica do general iraniano, tido como o segundo homem mais poderoso do Irã (você saberá quem é o primeiro homem mais importante durante a leitura da matéria) e dos motivos que o fazem ser considerado até mais relevante do que Osama Bin Laden.
Recomendamos a leitura presente no link internacional 50981383 (bbc.com), em artigo também da BBC.
Já para relembrar as informações essenciais sobre Osama Bin Laden e o ataque do 11 de setembro, sugerimos consultar o link osama bin laden (veja.abril.com.br) , da revista Veja.
Disponível em: os efeitos para o brasil de uma possivel guerra entre eua e ira (veja.abril.com.br) Acesso em 12/01/2020.
No último fim de semana, a revista Veja fez um apanhado de informações e uma análise bastante apurada sobre as consequências que nosso país sofreria no caso de uma efetiva guerra entre Estados Unidos e Irã.
Com gráficos bastante ricos que facilitam a compreensão sobre o assunto, a matéria ainda traz índices e pontos de vista de especialistas na temática, tudo para deixar sua redação muito bem fundamentada.
Disponível em: conflito eua ira (noticias.uol.com.br) Acesso em 12/01/2020.
Sabemos que redações como a do ENEM e de vestibulares exigem que tomemos uma posição a favor ou contra um determinado assunto, mas posicionar-se diante de um conflito que ceifa vidas inocentes e promove tanta violência mundo afora, é, no mínimo, uma situação delicada, e é justamente isso que o artigo disponível no link acima vai discutir.
Para quem está buscando argumentos contra e a favor dos dois países, a leitura é obrigatória, pois ela está cheia de apontamentos do tipo, o que nos permite traçar uma linha comparativa após o entendimento da matéria.
Disponível em: internacional 51026485 (bbc.com) Acesso em 12/01/2020.
Já é sabido que o presidente Jair Bolsonaro, por meio do Palácio do Itamaraty, ao ser consultado a respeito de seu apoio no conflito entre americanos e iranianos, declarou estar ao lado de Donald Trump, e, assim, necessariamente, contra o Irã, porém, nessa acepção, há pontos positivos e negativos, ganhos e perdas que precisam ser considerados. Quer saber quais são? Então corre lá para a matéria.

Disponível em: youtube.com Acesso em 12/01/2020.
Neste pequeno vídeo de pouco mais de 5 minutos, o jornalista Alexandre Garcia, respeitado em cenário nacional, aborda o tema sobre a posição adotada pelo Brasil no embate, explicando por quê, de acordo com seus argumentos, o país fez uma escolha acertada ao oferecer seu apoio aos Estados Unidos.
O vídeo traz outras informações de temas variados no início. A parte a respeito da posição brasileira começa por volta dos dois minutos e dez segundos.
Disponível em: ainda ha risco de guerra entre estados unidos ira 24178934 (oglobo.globo.com) Acesso em 12/01/2020.
Passada mais de uma semana do primeiro ataque dos Estados Unidos contra o general iraniano, surge a dúvida: A guerra entre os dois países ainda pode acontecer ou tudo não passa de dramatização? O podcast discute exatamente a probabilidade (e os motivos) de haver uma guerra.
Disponível em: petroleo pode ser usado como arma do ira contra os eua (economia.uol.com.br) Acesso em 12/01/2020.
Mais um ponto a ser tratado com extremo cuidado, já que alguns especialistas dizem que todo esse embate entre as duas nações tem apenas um motivo: o domínio sobre o petróleo, abundante no Oriente Médio.
Com pareceres de nomes de peso no assunto e evidências numéricas, o artigo do UOL é uma excelente ferramenta para você esclarecer suas dúvidas sobre a importância do petróleo na crise estabelecida.
Disponível em: em meio a crise eua x ira brasileiros pedem bolsonaroficacalado (diariodaamazonia.com.br) Acesso em 12/01/2020.
Você já deve ter ouvido que, no Brasil, qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, vira meme. E não é que conseguimos transformar até a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial em meme? Na matéria indicada, você poderá saber um pouco mais sobre o movimento #BolsonaroFicaCalado, que foi inclusive endossado pelo youtuber Felipe Neto.
Aliás, caso você tenha acesso ao Twitter, a própria hashtag pode ser pesquisada.
Disponível em: 30 filmes de guerra que voce precisa assistir (gq.globo.com) Acesso em 12/01/2020.
Apesar de o brasileiro conseguir fazer memes (você pode conferir alguns aqui memes sobre 3 guerra provam que o brasileiro nao tem limites veja 03012020 (noticias.r7.com) e refletir a respeito do assunto) mesmo diante de uma possível guerra iminente, a situação de guerra é algo absolutamente desolador.

Na matéria que indicamos, a GQ, disponível no site da Globo, faz o levantamento de 30 filmes imperdíveis para quem quer conhecer um pouco mais sobre as guerras que já aconteceram. É um excelente recurso para que se perceba como é a vida dentro de um cenário como esse.
Ao assistir aos filmes, além de se preparar para um provável tema de redação, você também conseguirá revisar vários tópicos importantes da disciplina de História, ou seja, é um “dois em um” perfeito.
Alguns filmes estão disponíveis na Netflix, outros, na Amazon Prime e para locação no YouTube Filmes.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br