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Racismo velado | Tema de redação

O combate ao racismo velado é mais do que uma pauta, é uma responsabilidade social e um dever como escritores críticos. Nossa mais recente postagem explora como o tema do racismo não apenas testa nossos conhecimentos, mas também nossa empatia e consciência. Descubra como abordar esse assunto com sensibilidade e contribuir para um mundo mais igualitário através da sua escrita lendo esse artigo no blog sobre redação de racismo racial!

Texto 1 sobre racismo velado e racial

“Por ser negra e mulher, tenho diversas histórias. Racismo e machismo se combinam”, disse à reportagem uma universitária, de 27 anos, que preferiu não se identificar. A estudante, que já foi vítima de agressão dentro da universidade onde estuda, se recorda de um dia quando, ao entrar em um shopping da capital, foi obrigada a apresentar seu documento de identidade. No mesmo momento, uma mulher loira da mesma idade, que entrava ao lado, passou direto sem ser abordada. “Nós temos no Brasil o pior tipo de racismo que existe. É um racismo velado, escondido, que ninguém vê, mas que acontece”, critica. “A sociedade está o tempo todo tentando abafar e silenciar a opressão, invertendo a situação e culpando o negro”. Em sua visão, é preciso dar visibilidade a tantas atitudes racistas e preconceituosas que acontecem cotidianamente nas cidades. “Tanto o Estado quanto a mídia contribuem para esse racismo velado e institucional, construindo o modo como as mulheres são retratadas. A imagem da Globeleza na TV, por exemplo, é uma mostra da hipersexualização da mulher negra como produto de exploração sexual”, avalia. Segundo ela, isso também acontece quando muitos a chamam de morena, em uma tentativa de ‘esbranquiçar’ sua cor. “Não sou morena, sou negra. Temos essa identidade e queremos sensibilizar quem não se reconhece assim”.

Fonte: https://www.otempo.com.br/cidades/temos-o-pior-tipo-de-racismo-que-existeo-que-ningu%C3%A9m-v%C3%AA-1.776003

Exemplo

     O racismo velado no brasil é histórico e estrutural. Com a abolição da escravidão em 1888, o negro ganhou sua liberdade que revelou-se ser falsa e ilusória através do tempo, pois ficou a margem da sociedade desde então. Mesmo com muita resistência e luta por direitos igualitários na sociedade que felizmente foram adquiridos, o preconceito com a cor negra atravessa gerações e sobrevivi com pequenas atitudes e conceitos que existem no dia a dia do brasileiro e as poucas oportunidades recebidas.
    Antes de tudo, é preciso entender que muito já foi feito para essa horrível atitude ser totalmente ridicularizada e criminalizada. Porém devemos analisar alguns preceitos enraizados na população brasileira, contêm alicerce preconceituosos que afetam diretamente a vida do negro porém, não são escandalosos e sim pouco notórios, assim escondem um racismo ainda forte em nossos dias. As palavras ”preta”, ”escura”, ou chamativo ”nego”   associados a algo ruim e corruptivo são provas fortes que compravam o racismo disfarçado na sociedade atual.
    Ademais, o espaço que a pessoa negra tem em todos os setores da sociedade hoje em dia ainda é pequeno. É bem importante ressaltar que mesmo em maior número na população brasileira, o negro tem pouco ou quase nenhum espaço em faculdades, colégio e nos empregos mais bem assalariados. Amargando poucas oportunidades dadas pelo mercado de trabalho devida a pouca formação recebida do estado. E além disso sofre um preconceito escondido em seu dia a dia. Como disse rapper, Emicida, ”táxi não para, mas a viatura para”, se referenciando ao tema supracitado, demonstra esse racismo velado e escondido praticado pelo estado e sua população.
    É evidente que o preconceito contra pessoas negras tem que ser erradicado no Brasil. Portanto, o governo federal junto aos ministérios de educação e de cidadania deve produzir incentivos através de propagandas nos meios de comunicação que quebram alguns padrões e atitudes cotidianas e racistas além de incentivar com verbas, programas e movimento negros que lutam e protestam contra essa prática. Cabe ao governo federal também ter avanços em comunidades na educação com mais escolas e saúde com melhores hospitais. Afim de que o negro tenha mais oportunidade e o racismo velado saia do esconderijo e seja combatido diariamente.

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Veja as principais dúvidas sobre o tema de redação sobre racismo velado e racial:

O que falar na redação sobre preconceito?

Na redação sobre preconceito, aborde sua definição, origens, impactos sociais e a importância de combatê-lo para construir uma sociedade mais justa e inclusiva.

Como começar uma redação sobre preconceito?

“Inúmeras vezes, a sombra do preconceito obscurece a harmonia social, revelando a urgente necessidade de explorar suas raízes e impactos para promover a mudança.”

Qual foi a origem do preconceito?

A origem do preconceito é complexa e multifacetada, sendo influenciada por fatores históricos, culturais, psicológicos e sociais. Pode ser rastreada até os primórdios da humanidade, onde diferenças percebidas entre grupos levaram à categorização e hierarquização, resultando em atitudes discriminatórias.

O que é a discriminação social?

A discriminação social é o tratamento desigual, injusto ou prejudicial dado a indivíduos ou grupos com base em características como raça, gênero, origem étnica, religião, orientação sexual, classe social, entre outras. Isso pode se manifestar em formas variadas, incluindo exclusão, estigmatização, limitação de oportunidades e direitos, reforçando desigualdades e marginalizando certos grupos na sociedade.