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A romantização da maternidade e a culpabilização da mulher

A "Revolta de cachaça", ocorrida no período colonial, foi uma revolução com o intuito de manter a produção e venda de aguardente na colônia, a qual tinha sido proibida por Portugal. De maneira análoga à realidade, embora legalizado, o consumo de álcool, em excesso, gera imbróglios para a sociedade brasileira. Nesse contexto, as principais consequências dessa prática são o aumento das taxas de óbitos, além do impacto na saúde psicológica do indivíduo e de seus próximos. 


 


   Antes de tudo, é fulcral apontar a embriaguez como uma das causas que intensificam tanto os acidentes de trânsito, como os problemas de saúde ocasionados pela droga. Nesse sentido, o que parece ser apenas um meio de distração e diversão, além de diminuir a expectativa de vida do cidadão, também coloca a vida de outras pessoas em risco. Outrossim, a novela "Malhação", exibida em 2000, retrata Jorge, um homem alcoólatra que provoca o atropelamento de um estudante. Diante disso, é inadmissível a continuação excessiva dessa postura, em virtude dos diversos impactos que são gerados.


 


  Ademais, outro aspecto importante a ser destacado é a condição vivida por aqueles que sofrem com o alcoolismo, como também os que presenciam a situação. Sob essa óptica, podem haver diferentes circunstâncias para o refúgio no álcool, dentre elas, a dificuldade de enfrentar as diversidades do cotidiano, o que acarreta em depressão e tristeza emocional. Com base nisso, em acordo com o filósofo Arthur Schapenheur, nada vale a abdicação da saúde. Diante disso, são imprescindíveis ações dos órgãos superiores com o fito de reverter esse quadro.


 


Portanto, a ingestão exagerada de bebida alcoólica promove óbices na vida dos cidadãos e, por isso, precisam ser solucionados. Para tanto, é essencial que o Poder Legislativo - órgão responsável por criar as leis que regem o país -, por meio de discussões com advogados e uma banca de médicos, estabeleça um limite máximo de bebida que pode ser ingerida por pessoa, com o fito de tornar crime o ultrapasso da quantidade determinada que, segundo os especialistas, leve a promoção de insuficiências a curto prazo. Em adição, a mídia - o quarto poder -, deve aumentar o alcance dos alertas que proíbem os indivíduos de dirigirem enquanto bebem. Assim, o corpo social terá mais segurança. 

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