Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Texto 1: Preservar e cuidar da manutenção do patrimônio cultural construído é um grande desafio da atualidade. O crescimento das cidades, a expansão imobiliária, o déficit habitacional e os impactos ambientais constituem fatores que desafiam os gestores públicos a confrontar o desenvolvimento eminente, com a necessidade de minimização de impactos ambientais e sociais. No âmbito do patrimônio cultural, esforços têm sido canalizados visando a consolidação de uma política de proteção de acervos, assim como ações efetivas de restauração de bens culturais que se encontram em estado de conservação ruim. Ao circular pelas cidades do interior do país, observa-se, com frequência, a degradação de inúmeros imóveis seculares, de valor artístico e cultural, de propriedade particular ou pública, que lamentavelmente dão lugar a outras edificações. Estas surgem de maneira abrupta e se sobrepõem à paisagem vernacular, tradicional, desconsiderando todos os condicionantes conformadores do espaço urbano e sua história. Desse modo, a leitura espacial e sua compreensão ficam comprometidas, uma vez que os suportes físicos da memória das cidades são apagados, dando lugar a construções que não dialogam e não respeitam o meio existente. Fonte: estado de minas – o papel de cada um na preservação do patrímonio cultural Texto 2: O Museu Nacional do Rio de Janeiro perdeu 90% de seu acervo em um incêndio que varou a noite do dia 2 de setembro de 2018. As chamas devoraram quase 20 milhões de artefatos da construção bicentenária, reduzindo a cinzas espécimes botânicas e zoológicas, ossadas de titânicos dinossauros e também inventários únicos da cultura de populações indígenas e africanas originárias. O incêndio é parte de uma cronologia de descaso que assombra museus e instituições de cultura no Brasil, metaforizando – e materializando – o desdém para com a memória, o patrimônio e as ciências do país. Nos últimos dez anos, oito instituições culturais e históricas foram dizimadas em incêndios. O Museu da Língua Portuguesa, o Instituto Butantan, ambos em São Paulo, e o Museu de Ciências Naturais da PUC Minas Gerais, são alguns do exemplos. O que ainda não foi consumido em labareda é ameaçado pelo lento devoro de traças e do abandono. Deborah relembra a situação do Parque Nacional da Serra da Capivara, museu a céu aberto no Piauí e que está sofrendo um desmonte ante a falta de verba, além de tantas outras instituições que sofrem o mesmo destino. O próprio Museu Nacional passou por um corte de 77% de seu orçamento em relação ao ano passado, e há anos seus funcionários alertavam sobre o risco de incêndio e falta de verba para proteger devidamente o acervo. O crânio de Luzia, que datava de 11 mil anos e era fundamental para se compreender a ocupação do continente americano, estava sem verba para ser exibido ao público. Fonte: portal aprendiz – incêndio museu nacional e perda irreparável para educação patrimônio e memória país Texto 3 Fonte: diariodocentrodomundo Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: Memória e preservação do patrimônio cultural. Confira mais temas: Tema de redação: As principais dúvidas do homem pós-moderno Tema de Redação: Fake News no Cenário Político Mundial Tema de Redação: O histórico desafio de se valorizar o professor

Oi, gente, tudo bem? Hoje estamos aqui pra ajudar vocês a inserirem citações nos textos sem que elas pareçam descontextualizadas. Vocês talvez não saibam, mas é extremamente irritante para o corretor quando ele se depara mil vezes com textos que apresentam citações desconexas, que não têm nada a ver com o tema. Quer um exemplo? Hoje em dia se usa muito uma citação do personagem Brás Cubas, que fala “não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria”. E se isso pra falar sobre educação, sobre segurança, sobre redes sociais e por aí vai. Não faça isso! Mas, então, como saber se a citação vai ser boa? Pra isso, você tem que pensar se ela tem algo a ver com o assunto, com o tema ou com o seu argumento naquele momento. Então, vamos pensar em citações específicas para alguns temas, que tal? 1.Tema: Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil. Eis aqui uma ótima citação de Charles Saint-Evremond que diz: “A saúde como a fortuna, deixa de favorecer os que abusam dela”. Percebe-se que a citação tem tudo a ver com saúde, um dos assuntos abordados na proposta de redação. Então, para todos os temas que tratem sobre saúde, a citação pode servir 2. Temas que falem sobre tecnologia. Veja uma ótima citação para este tema: “Se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade”. Albert Einstein; 3. Temas que falem sobre educação. Eis a frase de kant: “É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade”. 4. Temas sobre preconceitos. Olha esta frase do Maquiavel, se não é um tapa na cara: “Os preconceitos têm mais raízes do que os princípios”. 5. Fake News. “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Atribui-se esta frase a Paul Joseph Goebbels. 6. Temas sobre refugiados. “Direito de asilo é direito humano”, diz Habermas, filósofo alemã. 7. Temas sobre drogas. Vejamos a frase de Carl Jung: “Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo”. Deve-se tomar cuidado com a citação, devido à sua ambiguidade. E aí, curtiu? Tentamos inserir citações impactantes e curtas, para que você consiga lembrar delas na hora de escrever. Pra gravar elas na memória, que tal discorrer sobre os temas listados aqui, e enviar a sua redação pra gente corrigir? Aguardamos seu texto! Leia também: Conjunto de temas já cobrados no ENEM Conjunto de temas cobrados em vestibulares Como fazer uma boa citação?

Texto 1 Temos no Brasil um Sistema Único de Saúde (SUS), desde a Constituição de 1988, cujos princípios são Universalidade, Equidade e Integralidade da atenção à saúde. No entanto, é preciso tentar entender o que isto tudo significa. Universalidade significa que este sistema precisa ser acessível a toda a população, uma vez que entre outras características ele é financiado a partir dos impostos pagos, direta e indiretamente, por todos. Não basta ter o direito garantido (como é o caso) para que o acesso seja disponível a todos. É preciso conseguir que os serviços sejam efetivamente oferecidos para a população e informar/educar, com diferentes campanhas sobre doenças e sobre a utilização de medicamentos. Equidade tem a ver não com tratar igualmente toda a população, mas sim com tratar desigualmente os desiguais. Um dos melhores exemplos que se verifica atualmente é o chamado envelhecimento da população, que hoje pode ser considerado como uma espécie de democratização da sobrevivência, independente de renda, educação e local de residência. Os cidadãos são desiguais a priori, a partir de carga genética. É diferente vir de uma família com antecedentes de câncer, com alta concentração de diabéticos, hipertensos ou portadores de problemas cardíacos. Além dos genes, porém, existe na sociedade uma grande desigualdade entre as pessoas e grupos sociais. Por exemplo, é muito mais comum ocorrer gravidez em adolescentes de classe baixa ou mortalidade de menores de um ano entre filhos de mães com baixo grau de educação formal. Integralidade de atenção tem a ver com um modelo que desenvolva desde ações de promoção à saúde (como situações de vida que permitam controlar a presença de mosquitos da dengue no ambiente, condições de higiene em locais que servem alimentos e acesso a preservativos), até a continuidade de cuidados quando os pacientes podem ter alta de hospitais, mas não necessariamente podem ir para sua casa sem necessidades de outro tipo de acompanhamento. Entre essas duas situações ainda há o acesso a vacinas, saneamento básico, alimentação saudável e oportunidades de detecção precoce de doenças sempre que possível bem como disponibilidade de serviços de emergência para ocorrências agudas. Fonte: politica estadao Texto 2 Há um consenso suprapartidário no Brasil: a saúde pública é subfinanciada. A divergência é como resolver este fato. Desde o final da CPMF, que retirou R$40 bilhões anuais do orçamento do Ministério da Saude, o Brasil investe na saúde pública em média 3 vezes per capta menos do que parceiros sul americanos como Chile, Argentina e Uruguai; cerca de 7 a 8 vezes do que sistemas nacionais europeus recentes como Portugal e Espanha, cerca de 11 vezes menos do que o tradicional Sistema Nacional Inglês. Ao mesmo tempo, segundo dados recentes publicados pelo IPEA, a isenção fiscal referente aos planos de saúde no Brasil chegou a cerca de R$ 18 bilhões. Ou seja, o mesmo Estado que não garante recursos suficientes para prover um sistema público para todos, co-financia a alternativa para uma parcela da população, que se vê obrigada a pagar valores expressivos para ter acesso a saúde. Fonte: carta maior Texto 3 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de redação: Formas para alcançar o equilíbrio entre saúde e beleza Tema de redação: Maus Hábitos e Infarto em Jovens

Texto 1: Se há algo que define o homem pós-moderno é sua situação de desencanto. Ele é aquele que já não acredita na modernidade e a considera em um canto frio, ao qual teme olhar, como a maior das mentiras. Sua decepção alcançou tudo o que ele achava valioso ou importante, todos os âmbitos nos quais acreditava contar com apoios firmes, com passos sólidos pelos quais cruzar as montanhas mais inclinadas: economia, política, arte, moral, religião. Agora sabemos que as concepções fundamentais da modernidade estavam equivocadas. Mas o homem pós-moderno carece de convicções suficientemente confiáveis para poder alicerçar sua vida sobre elas. A pós-modernidade é fundamentalmente a rejeição da modernidade A história da humanidade é, em essência, a história da constituição e desenvolvimento do que as diversas gerações consideraram vigente. O leito do rio pelo qual transcorre o devir do homem sobre a terra está formado pela decantação daquelas concepções da vida e do mundo que cada tempo considerou verdadeiras. Alguns poderiam alegar que as ideias são matéria sutil demais e heterogênea para produzir um efeito tão notável, pois na verdade se trata de noções vagas que se guardam e comemoram na intimidade do nosso ser e que carecem da força necessária para arrastar e tocar a realidade. Talvez pensemos que somente os batalhões, tropas, tanques e bombas, ou talvez algumas descobertas científicas é que podem se tornar os eixos do universo humano. Esta é uma ideia que pode ser perigosa. Entender uma época implica o nunca simples trabalho de compreender o que as pessoas que nela viveram consideravam como verdadeiro, real. Cabe então perguntar-se: em que acreditam os pós-modernos? Só há uma ideia clara: que a modernidade foi uma falácia. Ainda não encontramos nenhum traço positivo para acrescentar ao panorama, porque, se o homem pós-moderno descobre que algo em que acreditava afeta fortemente a sua ação, logo perceberá que se trata de um resíduo da modernidade. Fonte: aleteia – quem é o homem pós moderno Texto 2: Fonte: 1.bp.blogspot.com Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: as principais dúvidas do homem pós-moderno. Confira mais temas: Tema de Redação: Fake News no Cenário Político Mundial Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de redação: Cooperativismo como alternativa social

Chegam momentos na vida em que precisamos decidir sobre coisas bem importantes. Escolher uma pessoa especial para estar com a gente, se vamos continuar morando na mesma cidade, se teremos filhos ou qual é a melhor série para maratonar num final de semana chuvoso. Mas agora você está com uma decisão bem importante nas mãos: qual será a sua escolha profissional? É importante saber que não existe certo e errado e que você tem muito tempo de vida pela frente. Então fica tranquilo com relação ao teu futuro que o Redação Online, em parceria com a Que Curso?, vai te ajudar com algumas dicas. Dicas valiosas para sua escolha profissional 1. Você se conhece bem? Dizem por aí que não existe ninguém melhor que você para conhecer a si mesmo. Mas será que você presta atenção no seu perfil? Tem muita gente que acha que ama uma área e quando vivencia a realidade, vê que não é bem assim. É bem importante sempre se avaliar e ver o quanto você se conhece. Pare um pouco e tente saber mais sobre você mesmo. Nem que para isso você tenha que passar um tempo meditando com monges no meio do Tibete (ou com aplicativos de meditação – um pouco mais baratos). Esse passo é importantíssimo para saber o que pode ser feito do seu futuro e qual escolha profissional faz mais sentido. Tá, mas como fazer isso? De vários jeitos: pergunte características suas para a família e para os amigos, tente listar os seus hobbies, o que te deixa feliz, o que mais te motiva e até mesmo o que você odeia! São informações valiosas para se conhecer melhor. 2. O você gosta de fazer? Ama números? Quer viver viajando para lá e para cá? Sempre para no Discovery Channel quando está zapeando canais? Curte ficar fazendo cruzada nas horas vagas? Sempre achou um máximo cuidar do namorado (ou namorada) doente? Então faça esse autoexame e comece a perceber do que você realmente gosta. Pense que seu trabalho te fará companhia por horas do seu dia e por muitos anos da sua vida. Logo, precisa ser algo que te faça bem, mesmo que não seja fácil. Um ponto importante aqui é: gostos e prazeres mudam com o tempo, isso é normal. Mas sempre existem coisas que amamos fazer sem saber muito bem o porquê. 3. O que eu vou fazer? A escolha profissional é algo que não é simples de ser feita. Então, além de aspectos pessoais, conheça a fundo sua área. É muito comum entrar num curso e não fazer ideia das áreas de atuação que existem. Isso faz com que muitas pessoas se frustrem e até desistam do curso. É fundamental pesquisar bem antes para não entrar em uma “roubada”. Ou seja, não basta apenas decidir qual curso fazer, tem que pesquisar que rumo dentro do curso você poderá seguir. Para isso, tem que ser íntimo do curso que pretende fazer. Esse estudo a fundo pode te ajudar a ser mais decidido dentro da faculdade ou, em último caso, te fará repensar se é essa a escolha profissional da sua vida. 4. Sua profissão passa bem? Sabemos que ninguém aqui quer trabalhar apenas por grana. Isso é bem pouco e, vai pela gente, não vale tanto a pena estar preso num lugar que apenas te dá um bom punhado de dinheiro. Por outro lado, também temos que estar atentos às mudanças da nossa sociedade e ver que algumas profissões podem nem existir num futuro próximo. Isso com toda certeza deve ser levado em consideração para sua escolha profissional. Veja como está o mercado de trabalho para sua profissão e também pesquise sobre as tendências que estão prestes a acontecer. Isso pode te ajudar nesta difícil decisão. 5. Faça um bom teste vocacional Sim, testes vocacionais ajudam. Lá você consegue fazer alguns dos pontos que falamos acima. Você pode se conhecer melhor, saber dos seus gostos, talentos, habilidades e até saber um pouco do que rola na área que deseja trabalhar. E não é por nada, mas o teste vocacional da Que Curso? é irado! É um teste completo, que procura entender o que você gosta de fazer, suas ambições, te mostra um pouco sobre as atividades que poderá desempenhar e até chega a resultados que te farão dizer: “como é que não pensei nisso antes?”. Conclusão Sabemos que a escolha profissional não é tão simples, mas com esses pequenos passos você pode ficar ainda mais perto da carreira dos sonhos. É normal ter dúvidas, incertezas, inseguranças. Afinal de contas, você está na fase correta de estar dessa maneira. Continue firme e forte nos estudos para o ENEM, mas não esqueça que depois que ele passar, você terá ainda uma vida inteirinha pela frente. Escolha bem seu futuro, padawan. Agora que você sabe mais como escolher sua carreira, conte com o Redação Online para seguir em frente com seus sonhos.

Oi, pessoal, tudo certo? Vocês lembram que a gente já falou aqui sobre o conjunto de temas já cobrados no Enem? Pois bem, chegou a hora de falarmos sobre o conjunto de temas de redação já cobrados em outros vestibulares! Obviamente não conseguiremos falar sobre tooodos os temas de tooodos os vestibulares, mas vamos falar sobre os mais recentes e fazer uma análise de cada um, para entendermos melhor como funcionam os vestibulares. #Partiu então? Vamos começar pela Fuvest? Não temos nenhum motivo especial pra começar por este, além do fato de que UM DOS VESTIBULARES MAIS IMPORTANTES DO BRASIL, cof cof cof. As provas deste vestibular servem como seleção de alunos que visam estudar na Universidade de São Paulo (USP) ou na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSC-SP). Todos os anos são mais de 100 mil estudantes disputando pouco mais de 10 mil vagas. 2017: em 2017 o vestibular da Fuvest trouxe o tema “O homem saiu de sua menoridade?”. Para entender este tema o candidato precisou de bastante interpretação! Basicamente, ele falava sobre o homem sempre se orientar a partir da opinião dos outros. Bastante subjetivo, né? 2016: naquele ano a Fuvest trouxe o tema “As utopias: indispensáveis, inúteis ou nocivas?”. Repare que, novamente, o tema lançou uma pergunta que deveria ser respondida, ou seja, ele obrigatoriamente pedia que você se posicionasse perante o tema! E, novamente, trouxe um assunto bastante subjetivo. 2015: “Camarotização” da sociedade brasileira: a segregação das classes sociais e a democracia”, este foi o tema da redação daquele ano. Apesar de já terem se passado 3 anos, o tema continua bastante atual; aqui, diferente dos outros dois, a Fuvest trouxe um tema com cunho social. Mas peraê, então quer dizer que as bancas não seguem um padrão claro de temas??? A resposta é: depende! Neste caso acima houve uma variação, mas isto nem sempre se aplica. A dica mesmo é estar preparado pra tudo! Vestibular UNICAMP: outra grande porta de entrada para milhares de candidatos. Que tal conhecer um pouco mais sobre os temas deste vestibular? 2017: o aluninho tinha duas opções aqui: carta argumentativa do leitor a um órgão de imprensa sobre Imigração no Brasil; OU artigo sobre uma campanha publicitária para arrecadar fundos para uma biblioteca. Já de cara podemos dizer o óbvio: nada de dissertação. Os gêneros aqui são carta argumentativo e artigo. Um pouco difícil, né? 2016: resenha crítica a partir da leitura de uma fábula; texto de divulgação científica sobre um trecho de um livro do neurocientista António Damásio. #minhanossasenhoradovestibulandosofrido o que são estes temas, minha gente? Está claro que o aluno, pra se dar bem neste vestibular, precisa dominar vários gêneros textuais. 2015: Síntese sobre a humanização no atendimento à saúde; carta-convite de uma reunião escolar para discutir casos de violência nas dependências de um colégio. Tá bom, já chega, né? Não sei vocês, mas a gente acha mais fácil correr pras montanhas do que escrever estas coisas! Claro que com uma forcinha do Redação Online, o aluno consegue se preparar, seja qual for o gênero (hehehe). UNESP: A Unesp também mobiliza milhares de candidatos todos os anos. Vamos conhecer os últimos temas de redação? 2017: naquele ano o tema foi “A riqueza de poucos beneficia a sociedade inteira?” óia os temas de cunho social aí, gente! Bem parecido com a Fuvest, né? 2016: “O conceito de família proposto pelo Estatuto da Família: discriminação contra outros arranjos familiares”. Outro tema atual e de cunho social. Poderia até ser um tema do Enem, se fosse reformulado um pouquinho. 2015: “A redução da maioridade penal contribuirá para a diminuição da criminalidade no Brasil?” mais um tema que lança uma pergunta a ser respondida pelo candidato. Percebemos, portanto, que a Unesp se assemelha muito à Fuvest na questão dos temas cobrados. Claro que trouxemos apenas 3 das muitas universidades que existem neste nosso país tão grande, mas já deu pra ter uma ideia geral de como os temas são cobrados. Alguns seguem a linha do Enem, a maioria traz propostas de textos dissertativos, mas há também vestibulares que pedem a escrita de outros gêneros, então, não basta apenas saber um, é preciso dominar tudo aquilo que a universidade, para a qual você está se preparando, cobra. Sorte a sua que a gente tá aqui pra ajudar e no Redação Online o aluno pode escolher qualquer gênero, tema e prova para se preparar. Vamos lá então? Leia também: Diferenças e semelhanças entre a redação do ENEM e de vestibulares Dicas para detonar na redação do vestibular Conclusão de Redação para Vestibulares

Texto 1: O luto pode ser descrito como um sentimento de tristeza e dor provocado pela perda de alguém ou algo que é precioso e amado. Este processo natural que mais cedo ou mais tarde todo mundo vive traz consequências emocionais que precisam ser compreendidas e superadas. Afinal, não é nada fácil lidar com a angústia e a saudade da ausência de um ente querido. A possibilidade de falar sobre os sentimentos e expor os pensamentos sobre a morte ajudam na integração emocional, fazendo com que a pessoa em luto se reorganize internamente diante desta perda. “O auxílio e suporte emocional da família e amigos, assim como uma crença ou religião em que a pessoa acredita, também são fatores importantes e positivos na maneira de lidar com este processo delicado”, explica Aline Cristina de Melo, psicóloga do Hospital e Maternidade São Cristóvão. Fases do luto O processo do luto em si é composto por cinco estágios: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. “Inicialmente, costuma-se apresentar uma defesa temporária manifestada por meio da negação. Neste momento, a morte apresenta-se inconcebível e difícil de acreditar. Outra reação comum é a raiva, onde o indivíduo entra em contato com a revolta da perda. Nesta hora, a pessoa se apresenta mais arisca diante de qualquer acolhimento e intervenção”, analisa Aline Melo. Uma das reações mais reconhecidas do luto é o estado depressivo, quando a morte desencadeia uma avalanche de sentimentos ruins e que, muitas vezes, desestabiliza o indivíduo. “E por fim, podemos citar também o estágio da aceitação, quando a pessoa entra em um estado mais equilibrado, conseguindo compreender a realidade de maneira mais consciente e serena”, reitera. Mas é importante ressaltar que não existe tempo e nem ordem exata para percorrer cada um destes estágios e isso varia de pessoa para pessoa. Para lidar com casos de perda, é fundamental demonstrar os sentimentos, seja de tristeza, raiva e até negação. Como lidar com a perda no dia a dia? Ter consciência de que o período de luto precisa ser vivido e enfrentado, com o acolhimento da família e amigos; Reconhecer que cada pessoa tem uma reação em relação ao luto e um tempo pra vivenciá-lo. Ou seja, é preciso respeitar e entender seu próprio tempo; Buscar forças em aspectos positivos e que dão alegria; Falar sobre o que sente e o que ocorreu não fará com que a tristeza seja potencializada, e sim diluída e integrada por meio da conversa; Manter as atividades diárias e buscar ocupar o pensamento; Ninguém e nem o tempo fará esquecer a pessoa que faleceu, mas ajudará a administrar e aprender a lidar com a falta. Se o processo estiver difícil de ser enfrentado, procure a ajuda de um psicólogo. Fonte: https://arevistadamulher.com.br/familia/content/2181782-saiba-como-lidar-com-o-luto-e-superar-a-morte-de-um-ente-querido Texto 2: Fonte: Robson Pires Xerife Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: A dificuldade de lidar com a morte. Confira mais temas: Tema de redação: Depressão no meio acadêmico Tema de Redação: Ansiedade: a doença dos millennials Tema de Redação: Drogas ilícitas na sociedade contemporânea

Olá estudantes do meu Brasil! Estamos aqui com mais um texto sobre o Enem pra você que tá se preparando pra essa prova! Já escrevemos anteriormente um texto sobre a receita infalível pra se dar bem na redação ENEM nesse ano. Agora chegou a hora de separarmos um pouco este conteúdo, falando sobre cada uma das competências do ENEM. Assim, poderemos analisar cada uma de forma individual. Belezinha, então? Vambora! Como a gente já cansou de contar pra vocês, a redação do Enem é avaliada de acordo com 5 competências e o aluno deve se sair muito bem em todas elas pra conseguir obter a nota máxima nesta redação. Mas, seria humanamente possível se dar bem em todas as competências do ENEM? Sim senhor, senão não teria tanta gente por aí tirando nota 1000 neste teste, né? Pra você ser um desses no Enem deste ano, você precisa saber a teoria e conseguir aplicá-la na prática, então, vamos ver como são as tais competências: Competência 1: avalia a estrutura sintática e a quantidade de desvios. Para ganhar nota máxima nela, a estrutura sintática deve ser excelente e pode haver, no máximo, dois desvios. Esta é a teoria. E na prática? Você só vai conseguir se dar bem nessa competência se praticar MUITO a sua escrita! Não adianta ler e estudar várias regras gramaticais se, na hora do “vamovê”, você se atrapalhar todo. Sim, leitura e aulas são muito importantes, mas você precisa escrever também. Associe, então, aulas de gramática, redação e prática textual. Competência 2: avalia a compreensão da proposta e domínio da tipologia. “comassim?” você me pergunta. Pra se sair bem nessa competência você precisa saber muito sobre interpretação de texto, e sabe por quê? Porque o Enem vai trazer vários textos motivadores e um tema pra você, e é a partir disso que você precisa escrever seu texto. Então, nesta competência é avaliado se você conseguiu compreender a proposta de forma correta. No Enem passado, por exemplo, o aluno deveria falar sobre “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil” e teve gente falando sobre a necessidade de haver rampas de acesso para cadeirantes nas cidades! Além disso tudo, a competência 2 avalia também o domínio da tipologia que, no caso do Enem, é um texto dissertativo-argumentativo. Para ganhar nota máxima nesta competência, o aluno precisa trazer uma argumentação consistente, a partir de repertório sociocultural produtivo, e apresentar excelente domínio da tipologia. E aí, você domina bem a redação dissertativo-argumentativa? Não esqueça que nela você precisa desenvolver uma tese e trazer argumentos bem embasados para defendê-la. Competência 3: o aluno deve selecionar, interpretar e organizar os argumentos. Além disso, deve ser capaz de relacionar os argumentos em defesa de um ponto de vista. Agora ficou fácil, né? Se esta competência avalia a organização do seu texto, basta você planejar ele antes de começar a escrever. A gente sempre fala, aqui no blog e nas redes sociais, sobre a importância de fazer o “esqueleto” da redação antes de começar a escrever. Bom, agora você sabe que esta organização é cobrada na competência 3. Então, faça o esqueleto, delimite qual será a sua tese e quais serão os argumentos a serem desenvolvidos em cada parágrafo, e retome a tese na conclusão. Com isso você vai conseguir apresentar um texto bem organizado, com desenvolvimento consistente e raras falhas, além de apresentar traços de autoria. Competência 4: esta competência avalia se existem ou não recursos coesivos e se eles são usados com propriedade, de maneira adequada e diversificada. Outro ponto que você só vai conseguir desenvolver bem a partir da prática. Já falamos aqui sobre recursos coesivos, basta você conseguir inserir isso na sua redação. Competência 5: trata da tão temida proposta de intervenção. Para atingir nota máxima nela o aluno precisa apresentar uma proposta muito bem elaborada, detalhada e articulada à discussão. Vale destacar que, no Enem 2017 esta competência teve uma variação, então, não sabemos se ela vai continuar sendo cobrada da mesma forma neste ano, até porque agora a banca também será outra. Mas, seguindo os padrões do Enem do ano passado, para se dar bem nesta competência o aluno precisa apresentar os seguintes elementos: Ação – o que deve ser feito? Agente – quem irá fazer? Como? – modo, meio através do qual a ação será realizada; por meio de quê? Como é executada? Efeito/finalidade – para quê? Com qual objetivo? Além disso, o aluno precisa trazer detalhamento, seja na ação ou na forma de implementação dela. Assim, para ganhar nota máxima, a proposta deve apresentar 4 elementos válidos e detalhamento. Depois de todas estas dicas, tá na hora de colocar elas em prática, né? Em nosso site você vai encontrar planos que vão te ajudar a desenvolver estas competências com um acompanhamento de um profissional qualificado. Tá esperando o quê, querido? Leia também: Como estar pronto para qualquer tema que caia no Enem Como não zerar a redação do Enem

Leia os textos abaixo e faça uma redação com o Tema de Redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais? Texto 1 Cerca de 3,5 milhões de crianças e adolescentes brasileiros, com idade entre 9 e 17 anos, isto é, em idade escolar, nunca acessaram a internet em suas vidas e, em 2015, cerca de 6 milhões não estavam conectados à rede – 20% da população dessa faixa etária. Os dados são da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2015, realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) com a finalidade de investigar o acesso e uso das TIC (Novas Tecnologias de Informação e Comunicação) entre os jovens do País. O levantamento apontou a desigualdade socioeconômica como um entrave para a inclusão digital. No Brasil, enquanto 97% dos jovens da classe AB são usuários de Internet e 85% da classe C, apenas 51% das crianças e adolescentes da classe DE têm acesso à rede. Fonte: carta educacao Texto 2 Uma análise de alguns indicadores diponíveis sobre as classes sociais revela que é a classe alta a que regista maiores taxas de utilização de novas tecnologias como o computador, telemóvel e ligação à Internet. Os três indicadores analisados, e representados no gráfico, revelam grandes discrepâncias de posse e utilização segundo a classe social. Se, por exemplo, 86.7% dos indivíduos da classe alta residem em lares com computador pessoal, apenas 13.2% dos que pertencem à classe baixa também estão nessas condições. Da mesma forma, enquanto 59.2% dos indivíduos da classe alta residem em lares com ligação à Internet, apenas 4.2% dos que pertencem à classe baixa também têm meios de aceder a esta plataforma. Fonte: marktest Texto 3 Fonte: Ivan Cabral A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Tecnologia une ou separa as diferentes classes sociais?, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: Tema de redação: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões Tema de redação: Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado Tema de Redação: Pobreza no Brasil

Texto 1: O mercado financeiro é um bom exemplo de como a tecnologia evolui de maneira escalável para transformar um setor inteiro e, consequentemente, a demanda por mão de obra. Imagine a transformação do trabalho como uma escada de muitos degraus. No setor bancário, o primeiro degrau foi o surgimento dos caixas eletrônicos. O segundo, os protocolos de segurança para o uso do banco online e, a partir daí, o surgimento de aplicativos de celular para gerenciar as contas. Até pouco tempo atrás era necessário nos deslocarmos até uma agência para efetuar um simples TED, ou seja, por muito tempo nem sonhávamos que um dia poderíamos fazer isso com alguns passos de onde quer que estivéssemos, sem sair do lugar. Tudo isso fez com que os clientes precisassem cada vez menos utilizar a infraestrutura das agências bancárias e, portanto, com a diminuição da clientela nas agências certamente houve a necessidade de rever a quantidade de Caixas disponíveis. Apesar de termos presenciado a redução deste posto de trabalho, a partir do surgimento da tecnologia, muitos outros foram criados nessa cadeia de produção. Se olharmos também mais adiante, enxergamos o surgimento de novas moedas digitais como os Bitcoins e o protocolo de pagamento Blockchain, que possivelmente são, os próximos degraus que irão revolucionar mais uma vez os meios de pagamento. Não é à toa que as fintechs estão chamando tanto a atenção. Quando pensamos em futuro do trabalho é fato presumir que as atividades relacionadas à tecnologia e ao mundo digital terão grande impacto no que diz respeito a novas profissões. Nesse sentido, novas e mais funções poderão surgir a partir de cientistas ou engenheiros de dados, especialistas em cloud computing, designer de realidade aumentada, entre outros. Fonte: Administradores.com.br Com base nos textos motivadores e no seu conhecimento, produza um texto dissertativo-argumentativo tendo como tema: O reflexo da tecnologia no mercado de trabalho e as novas profissões. Confira mais temas: Tema de redação: O comportamento jovem nas mídias sociais e suas consequências Tema de redação: As dificuldades inserção de jovens no mercado de trabalho Tema de redação: Cooperativismo como alternativa social

Oi, pessoal! O texto desta semana é leve, tranquilinho, bem amorzinho, pra vocês relaxarem, vai ser sobre temas do Enem! Hoje vamos falar sobre um conjunto de temas do Enem para os quais você deveria dar atenção. Não vamos abordar todos os temas do Enem, mas apenas os mais recentes para que a gente consiga, com isso, entender como a prova gosta de cobrar cada assunto. Já de cara, podemos dizer que os temas do Enem geralmente tratam de assuntos ligados à sociedade brasileira, demonstrando certa criticidade ao que ocorre em nosso país. Diferentemente de alguns vestibulares, que costumam cobrar temas mais subjetivos. Confira os temas do Enem solicitados pelo exame nos últimos anos Tema do Enem 2017 O tema da redação do Enem 2017 foi “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. O tema surpreendeu bastante os candidatos e professores, já que se trata de um tema com bastante especificidade. Enem 2016 Em 2016 o Enem teve duas aplicações, então, teve dois temas distintos. O primeiro deles foi “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” e o segundo foi “Caminhos para combater o racismo no Brasil”. Em 2016, 77 estudantes tiraram nota 1000 na redação. Alguns estudantes que tiraram nota 1000 na redação do Enem 2016 foram Vinícius Oliveira de Lima, Jornada Bottin Ecco e Giovanna Tami Soares Takahashi. Redação nota 1000 do Enem 2016 da Jornada Bottin Ecco transcrita: A curiosidade humana acerca do desconhecido e a sua incapacidade de explicá-lo através da razão fez com que, desde os primórdios, o homem atribuísse acontecimentos do seu cotidiano à vontade de seres sobrenaturais. Apesar dos avanços científicos e de suas respostas lógicas para fatos da realidade, as crenças em divindades perpassaram a história e continuam muito presentes nas sociedades, talvez por suprirem a necessidade humana de reconforto, talvez por levarem à transcendência espiritual. Atualmente, a grande diversidade religiosa existente traz a possibilidade de escolha a cada cidadão e essa liberdade é, ou deveria ser, garantida a todos os membros de uma população. Contudo, práticas de intolerância religiosa vêm impedindo um número cada vez maior de pessoas de exercitarem tal direito, ferindo sua dignidade e devendo, portanto, serem combatidas veementemente. O contexto histórico brasileiro indubitavelmente influencia essa questão. A colonização portuguesa buscou catequizar os nativos de acordo com a religião europeia da época: a católica. Com a chegada dos negros africanos, décadas depois, houve repressão cultural, consequentemente, religiosa que, infelizmente, perpetua até os dias de hoje. Prova disso é o caso de uma menina carioca praticante do candomblé que, em junho de 2015, foi ferida com pedradas, e seus acompanhantes, alvos de provocações e xingamentos. Ainda que a violência verbal, assim como a física, vá contra a Constituição Federal, os agressores fugiram e, como em outras ocorrências, não foram punidos. Além disso, é importante destacar que intolerância religiosa é crime de ódio: não é sobre ter a liberdade de expressar um descontentamento ou criticar certa crença, mas sim sobre a tentativa de imposição, a partir da agressão, de entendimentos pessoais acerca do assunto em detrimento dos julgamentos individuais do outro sobre o que ele acredita ser certo ou errado para sua própria vida. Tal visão etnocêntrica tem por consequência a falta de respeito para com o próximo, acarretando em episódios imprescritíveis e humilhantes para aqueles que os vivenciam. Conclui-se, então, que o combate à discriminação religiosa é de suma importância para que se assegure um dos direitos mais antigos a todas as pessoas e, por conseguinte, seu bem-estar. Para isso, é preciso que os órgãos especializados, em parceria às delegacias de denúncia, ajam de acordo com a lei, investigando e punindo os agressores de forma adequada. Ademais, o governo deve promover campanhas contra condutas de intolerância e as escolas devem gerar debates, informando seus alunos sobre o tema e desconstruindo preconceitos desde cedo. Por fim, a mídia pode abordar a intolerância religiosa como assunto de suas novelas, visto que causa forte impacto na vida social. Assim, o respeito será base para a construção de um Brasil mais tolerante e preocupado com a garantia dos direitos humanos de sua população. Tema do Enem Enem 2015 O tema de 2015 foi “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. Neste ano só havia um posicionamento possível perante o tema: contrário à violência; Enem 2014 Em 2014, o Enem cobrou o tema “Publicidade infantil em questão no Brasil”. Como já falamos antes, este tema também seguiu um viés social, abordando um dos aspectos de relevância para o nosso país naquele ano. Enem 2013 Em 2013 o tema surpreendeu um pouco: “Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil”. Esperava-se que o candidato conseguisse discorrer sobre um dos principais efeitos esperados por esta nova legislação: a redução das mortes provocadas por acidentes de trânsito. E aí, tá conseguindo entender como o Enem costuma cobrar o tema da redação? Como há diversos aspectos sociais possíveis de serem abordados, todo ano as propostas podem seguir por caminhos bem diferentes. Se em 2013 e 2014 a prova focou em temas relacionados a legislações específicas, em 2015 e 2016 o tema focou em aspectos culturais negativos da nossa sociedade. Interessante, né não?! Enem 2012 Naquele ano o Enem cobrou o tema “Movimento migratório para o Brasil no século 21”. Apesar de já fazer 6 anos da aplicação da prova, o tema continua super atual, né? O que demonstra que problemas sociais não são resolvidos com tanta facilidade como a simples criação de uma proposta de intervenção. Enem 2011 O tema, desta vez, foi “Viver em rede no século 21: os limites entre o público e o privado”. Outro tema bastante atual, certo? Se em 2011 já estávamos preocupados com nossa privacidade na internet, hoje em dia nem se fala, né?? Depois de 2011, porém, temos bastante novidade em relação a legislações sobre este assunto, já que em 2014 criou-se a lei sobre o Marco Civil da Internet, que regula o uso da internet no Brasil. Enem 2010 Em 2010 o Enem focou

Texto 1 O Brasil ainda tem cerca de 11,8 milhões de analfabetos, o que corresponde a 7,2% da população de 15 anos ou mais. Os dados, divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) e se referem ao ano de 2016. […] “Há uma questão estrutural do analfabetismo. Ele está muito mais presente entre a população idosa. O que vemos é algo histórico, mais concentrado em uma população mais velha. Vamos diminuir o analfabetismo à medida que essa população mais velha for morrendo, porque atualmente há mais crianças na escola. Basta olhar os percentuais por faixa etária para comparar isso”, avalia a pesquisadora do IBGE, Marina Aguas. Os dados mostram que, se entre a população de 15 anos ou mais a taxa de analfabetismo é de 7,2%, na faixa etária de 60 anos ou mais esse índice é quase três vezes maior e alcança 20,4%. Há diferenças também entre as regiões do país. O Nordeste é a área com maior taxa de analfabetismo de todo Brasil: 14,8%. O menor índice é registrado na região Sul, que apresenta percentual de analfabetismo de 3,6%. Somente as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste conseguiram alcançar a meta intermediária fixada pelo PNE (Plano Nacional de Educação). Fonte: oglobo – brasil ainda tem 118 milhões de analfabetos segundo ibge Texto 2 Fonte: Nani A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Medidas para superar o analfabetismo no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa do seu ponto de vista. Confira mais temas: “Escola sem partido” e suas consequências na educação brasileira O histórico desafio de se valorizar o professor Tema de Redação: Os cuidados com a exposição na internet
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