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    educação física importância
    Claudia Bechler
    5 min

    Repertório para o tema: A importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil

    Refletir sobre a importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil é fundamental. Amplie o repertório sobre o tema e tenha bons argumentos na sua redação. Confira este tema de redação CLICANDO AQUI! A prática da Educação Física na escola é extremamente benéfica para os estudantes. Além de desenvolver o corpo, auxilia a mente, proporcionando bem-estar. Por isso, discutir sobre a importância da Educação Física no desenvolvimento infantojuvenil é relevante na atualidade, especialmente nesse momento de distanciamento social. Visando dar a você mais informações sobre o assunto, separamos alguns conteúdos que podem ser utilizados como fontes na argumentação. Assim, você terá um repertório pertinente ao tema, desenvolvendo seu ponto de vista de maneira aprofundada diante dessa proposta de redação. Portanto, esperamos que o material selecionado ajude com esse e outros temas que relacionem saúde, prática de atividades físicas e educação escolar. Vamos lá! 1 – Vídeo: Você sabe qual a importância da Educação Física na escola? https://youtu.be/6KjxmXfIACcNeste vídeo, publicado pelo canal Câmara de Ciência e Tecnologia – CREF1, é possível reconhecer os benefícios da educação física escolar. Pelas palavras dos profissionais da área, em apenas 2 minutos são explicitadas as vantagens relacionadas à melhora do desempenho escolar como um todo. Além de desenvolver as funções motoras, os estudantes aprendem a trabalhar em equipe, ter responsabilidade consigo e com os outros. Assim, também são destacadas vantagens cognitivas, com aumento da autoestima, respeito e disciplina. 2 – Vídeo: Educação Física Escolar vai muito além da diversão https://youtu.be/nW-0Q1EBWZQNa reportagem, publicada no canal do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), é mostrado que a prática de Educação Física na escola auxilia na redução dos problemas causados pela obesidade. O vídeo repercute uma pesquisa do Ministério da Saúde, de 2017, que revelou que 1 em cada 5 brasileiros estão obesos. Assim, por meio de depoimentos de professores e alunos, discute-se a importância da Educação Física não só na infância e juventude. Além de ser fundamental para o desenvolvimento dos pequenos, o acesso aos esportes desde cedo prepara futuros adultos com melhor qualidade de vida. De acordo com a pesquisa, 45% da população afirmou ser sedentária. Um dos fatores apontados para a diminuição da prática das atividades físicas é o excesso de uso das tecnologias. Assim, o vídeo alerta para a necessidade do brincar e do equilíbrio entre a utilização de recursos midiáticos com atitudes saudáveis. A relação entre corpo e mente também é evidenciada pelo ensino de xadrez nas aulas de Educação Física de uma escola. Você sabia que xadrez é um esporte? Em 2017 foi aprovado o Projeto de Lei 5840/16 que reconheceu poker, xadrez e dama como esportes a serem inseridos no Calendário Esportivo Nacional. Vale a pena dar uma pesquisada também sobre esses que são chamados “esportes da mente”. 3 – Vídeo: 150 minutos de exercícios por semana https://youtu.be/alZZ2PQ0SL8 O famoso Dr. Dráuzio Varella mostra, neste vídeo, que para evitar o sedentarismo e uma de suas consequências mais graves – a obesidade – são recomendados 150 minutos de prática de atividade física por semana. Essas atividades precisam ser de moderadas a intensas, conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Embora não fale especificamente da Educação Física escolar, o vídeo é uma boa fonte de informação relacionando exercícios físicos a uma melhor qualidade de vida. 4 – Artigo: O quebra-cabeças da educação física à distância Como proporcionar aulas de Educação Física eficientes em tempos de distanciamento social? Essa é a questão abordada pela reportagem da revista GQ. Desde março de 2020, as instituições escolares tiveram de se adaptar para o ensino remoto. No entanto, a Educação Física – que muitas vezes requer espaço amplo para a prática – acaba prejudicada nesse novo modelo. Especialmente para as crianças, a ausência de atividades físicas pode ser prejudicial de muitas formas. Além da atividade em si, a importância da Educação Física se revela na interação com os colegas. Assim, à distância esse aspecto não consegue ser contemplado. Fora isso, nem sempre os pais têm as qualificações necessárias – ou mesmo tempo – para realizarem as atividades com os filhos. Algumas alternativas são mostradas, como videoaulas e brincadeiras mais simples, com objetos que se tem em casa. Porém, geralmente as aulas não são ao vivo, impedindo a interação entre professores e alunos e um acompanhamento mais cuidadoso. Pensar como a pandemia afeta as aulas de Educação Física é um caminho para falar da importância dela na redação. 5 Artigo: Como trabalhar a inclusão na Educação Física Escolar A educação inclusiva pode ser um caminho original para tratar sobre a importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil. O olhar para as minorias é pouco explorado por muitas pessoas, por isso merece nossa atenção. De fato, é pouco comum pensarmos nas dificuldades de promover o acesso de pessoas com deficiência a aulas adaptadas. Portanto, é essencial discutir a prática de atividades físicas para esse público na escola. No artigo, você vai conhecer as diferenças entre a Educação Física adaptada e a Educação Física inclusiva. Também vai identificar os benefícios da inclusão para o desenvolvimento de competências socioemocionais. Além disso, ao final são descritas algumas práticas que podem ser aplicadas na escola, envolvendo todos os estudantes. Vale a leitura! Agora, a partir do que selecionamos e suas próprias pesquisa, escreva uma excelente redação sobre a temática da semana. Bons estudos e siga treinando!

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    29 de set. de 2020
    Tema de Redação: A importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil
    Claudia Bechler
    7 min

    Tema de Redação: A importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil

    Você já refletiu sobre a importância da Educação Física para o desenvolvimento das crianças e jovens? Pratique a escrita da redação por meio desta proposta. Leia os textos a seguir e, a partir das reflexões suscitadas, analise a questão a respeito da Educação Física e sua importância para o desenvolvimento infantojuvenil. Texto 1 BNCC – A ETAPA DO ENSINO FUNDAMENTAL – A ÁREA DE LINGUAGENS –  EDUCAÇÃO FÍSICA A Educação Física é o componente curricular que tematiza as práticas corporais em suas diversas formas de codificação e significação social, entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais no decorrer da história. Nessa concepção, o movimento humano está sempre inserido no âmbito da cultura e não se limita a um deslocamento espaço-temporal de um segmento corporal ou de um corpo todo. Nas aulas, as práticas corporais devem ser abordadas como fenômeno cultural dinâmico, diversificado, pluridimensional, singular e contraditório. Desse modo, é possível assegurar aos alunos a (re)construção de um conjunto de conhecimentos que permitam ampliar sua consciência a respeito de seus movimentos e dos recursos para o cuidado de si e dos outros e desenvolver autonomia para apropriação e utilização da cultura corporal de movimento em diversas finalidades humanas, favorecendo sua participação de forma confiante e autoral na sociedade. É fundamental frisar que a Educação Física oferece uma série de possibilidades para enriquecer a experiência das crianças, jovens e adultos na Educação Básica, permitindo o acesso a um vasto universo cultural. Esse universo compreende saberes corporais, experiências estéticas, emotivas, lúdicas e agonistas, que se inscrevem, mas não se restringem, à racionalidade típica dos saberes científicos que, comumente, orienta as práticas pedagógicas na escola. Experimentar e analisar as diferentes formas de expressão que não se alicerçam apenas nessa racionalidade é uma das potencialidades desse componente na Educação Básica. Para além da vivência, a experiência efetiva das práticas corporais oportuniza aos alunos participar, de forma autônoma, em contextos de lazer e saúde. Fonte: base nacional comum Acesso em: 28 set. 2020. Texto 2 Fonte: vestibular uem. Acesso em: 28 set. 2020. Texto 3 Crianças precisam de educação física, mesmo fora da escola Falta de atividades estruturadas, seja por causa do isolamento social ou das férias, contribuem para o sedentarismo Quando notei que meu filho de 12 anos passava cerca de sete horas por dia fazendo seus deveres escolares on-line devido à pandemia da covid-19, me preocupei de imediato. Como pesquisador com foco em ‘como tornar as crianças mais ativas fisicamente’, eu sabia que meu filho e seus colegas de classe estavam sedentários por muito tempo. Ser fisicamente ativo é bom para a saúde física e mental de todos, incluindo crianças de todas as idades e habilidades. Crianças mais ativas fisicamente tendem a obter notas melhores e a desenvolver a autoconfiança que poderá capacitá-las a ter sucesso mais tarde em suas vidas. No caso de pessoas com deficiências, a atividade física pode ajudá-las a obter certa independência. (…) O Departamento de Saúde e Serviços Humanos americano recomenda que crianças e adolescentes passem pelo menos uma hora por dia correndo, andando de bicicleta ou fazendo qualquer atividade física. No entanto, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), apenas uma em cada quatro crianças entre 6 e 17 anos estava cumprindo essa recomendação antes da pandemia. Mesmo crianças que participam de esportes organizados podem não estar atingindo os 60 minutos de atividade por dia prescritos. Um estudo descobriu que crianças em ligas de futebol-bandeira (uma variação menos violenta do futebol americano) passavam apenas 20 minutos se exercitando durante os treinos em equipe. Essa descoberta é bastante consistente em outros esportes também, como futebol e basquete, onde não mais da metade do tempo de treino era dedicada à prática de exercícios físicos. O nível de atividade física despenca quando as crianças chegam ao ensino fundamental, não fazendo muita diferença se elas estão em equipes competitivas ou não. Um estudo em San Diego descobriu que crianças entre 11 e 14 anos gastam um total de sete minutos a menos em atividade física, do que crianças entre 7 e 10 anos, durante práticas esportivas. Ainda assim, crianças e adolescentes gastam em torno de oito horas por dia em ocupações como assistir a TV, usar smartphones e jogar videogame. Educação física escolar – a pílula não tomada Quando se trata de promover a atividade física, os pesquisadores se referem à educação física como “a pílula não tomada”. Atualmente, apenas o estado de Oregon e o Distrito de Columbia têm políticas que exigem que as escolas forneçam a quantidade de tempo recomendada nacionalmente para educação física – 150 minutos semanais para séries do ensino infantil e 225 minutos para alunos do ensino fundamental e médio. Além disso, mais da metade dos estados possui brechas que permitem que os alunos do ensino médio se abstenham da educação física. No geral, a maioria dos sistemas escolares não estava fazendo o suficiente para manter as crianças em forma antes da covid-19 dar início a meses de aprendizado remoto improvisado. O CDC deu às escolas uma nota D- por seus esforços nessa frente. Em resumo, a grande maioria das crianças precisa gastar mais tempo sendo ativa tanto na escola quanto em casa. O tempo adicional gasto nas aulas de educação física aumenta a capacidade dos alunos de aprender as habilidades para se manterem ativos quando adultos. Fonte: nexo jornal. Acesso em: 28 set. 2020. Texto 4 Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 2015 Percentual de estudantes fisicamente ativos cresceu de 30,1% em 2012 para 34,4% em 2015 Em relação à prática de atividade física, a maioria dos estudantes do 9º ano (60,8%) foi classificada como insuficientemente ativa (tiveram de 1 a 299 minutos de atividade física por semana), 34,4% eram ativos (acumularam 300 minutos ou mais de atividade física na semana) e 4,8% foram considerados inativos (não praticaram atividade física no período). Em 2012, os classificados como ativos representavam 30,1%. A pesquisa considerou o deslocamento de casa para a escola e da escola para

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    29 de set. de 2020
    educação física importância
    Redação Online
    9 min

    TEMA DE REDAÇÃO – A importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil

    Reflita sobre o papel crucial da Educação Física no desenvolvimento de crianças e jovens. Explore textos da BNCC e outras fontes para aprimorar sua redação sobre o tema. Entenda como a prática contrib

    29 de set. de 2020
    Redação ENEM: Erros ortográficos e gramaticais comuns
    Claudia Bechler
    8 min

    Redação ENEM: Erros ortográficos e gramaticais comuns

    Identifique quais os erros ortográficos e gramaticais mais comuns encontrados na redação ENEM. Aprenda quais aspectos da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa aprimorar para se dar bem nas avaliações. Em maio deste ano, o Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, responsável pelas provas do ENEM, disponibilizou as apostilas usadas para capacitação dos corretores de redação. Assim, pela primeira vez, estão acessíveis a qualquer interessado os critérios utilizados pelos avaliadores para atribuir as notas nas cinco competências do exame. No Módulo 3, são descritos os critérios de correção da Competência 1. Aqui, é possível conhecer os erros ortográficos e gramaticais mais comuns nas redações, com alguns exemplos. O objetivo da divulgação desse material – até então sigiloso – foi auxiliar os estudos dos candidatos para a redação ENEM e o aprofundamento de professores e comunidade em geral sobre a prova. Na primeira competência, avalia-se o domínio quanto à modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. Portanto, tanto o aluno ao escrever quanto o corretor ao corrigir deve pautar-se pelo que dispõe a norma-padrão. Considerando isso, é necessário ter em mente dois aspectos: estrutura gramatical e desvios. Como o material do Inep é bastante extenso, vamos sinalizar apenas os principais desvios cometidos com base nesse conteúdo e em nossa experiência com as correções na plataforma Redação Online. Portanto, para ver todos os tópicos elencados pelo Instituto, sugerimos a consulta do módulo completo. Você já conhecia esses critérios? Fique atento(a) à leitura e aplique os conhecimentos em seus textos para tirar uma boa nota! Estrutura sintática Juntamente com os desvios, a estrutura sintática também faz parte das regras da Língua Portuguesa, especificamente aquelas que dizem respeito à sintaxe. Em poucas palavras, pressupõe a existência de certos elementos oracionais que se organizam na frase e garantem a fluidez da leitura e a clareza das ideias do autor de um texto. Textos falhos quanto à estrutura sintática podem apresentar: Mas o que seria uma leitura truncada? Uma das características de textos que apresentam deficiência na estrutura sintática é a necessidade de interromper várias vezes a leitura e retomá-la de certo ponto anterior porque as ideias começam a não fazer sentido. Geralmente, isso ocorre pela ausência ou uso inadequado da pontuação nas orações. A seguir vemos um exemplo que consta na apostila do Inep. Perceba que o candidato isolou as orações iniciadas por gerúndio quando deveriam ser subordinadas à oração principal. Esse tipo de erro gramatical é um dos mais comuns encontrados na redação ENEM. Acesse o arquivo completo para verificar outros exemplos. A justaposição de palavras, que também é recorrente, acontece quando orações que deveriam ser independentes formam um único período. Abaixo temos mais um exemplo destacado pelo Inep. Nela, inclusive fica difícil compreender corretamente o trecho inicial, que pode ter duas interpretações. Esse é um tipo de erro que, usando a técnica de leitura atenta do rascunho, pode ser evitado. Nem de mais, nem de menos Ainda no campo dos erros de estrutura sintática, pode acontecer excesso, duplicação ou ausência de palavras. O excesso é quando palavras “sobram” nas orações, como colocar duas preposições (por exemplo: para com) quando deveria ser uma. Já a duplicação é quando o candidato escreve a mesma palavra duas vezes em sequência (geralmente por desatenção). Assim, mais uma vez percebe-se a importância de reler algumas vezes o texto para conseguir sanar esse tipo de problema. Há ausência de palavras quando falta elemento sintático unindo outros dois para que a oração ou período faça sentido. Vamos ver mais um exemplo que o Inep disponibilizou: Neste trecho, faltou a preposição “a” entre as palavras atento e tudo, que é um desvio de regência. Mais adiante, um erro por ausência de palavra entre “fazem” e “iludi”. Esses problemas de estrutura dificultam a leitura, deixando-a sem fluidez. Por isso é preciso atentar-se à leitura crítica do próprio texto. Afinal, se você não estiver conseguindo entender, o corretor também terá muita dificuldade. Coloque-se no lugar do leitor! Desvios Agora que você já sabe um pouco mais sobre os problemas de estrutura sintática, vamos olhar melhor para os erros ortográficos mais comuns nas redações. Os desvios (como nós, professores, preferimos chamar os “erros”) podem ser de quatro tipos: Desses, o tipo mais aparente e fácil de identificar se refere às convenções da escrita. Atualmente, por digitarmos mais que escrevermos, contando com corretores ortográficos ou predominantemente usando uma linguagem mais informal, muitas vezes a acentuação das palavras é esquecida. Aqui já tocamos em outro aspecto que deve ser considerado: a escolha de registro. A linguagem, como pede a proposta e o gênero textual escolhido, deve ser formal. Informalmente, é aceitável uma linguagem menos monitorada e o uso de traços de oralidade (tá em vez de está, por exemplo), mas na dissertação isso não pode acontecer! Cabe rever as regras de acentuação em alguma gramática ou, sempre que tiver dúvida, consultar um dicionário para verificar a grafia correta das palavras. Também é possível usar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa –VOLP para conferir acentuação, uso de hífen, ortografia. Portanto, quando mais você treinar a escrita, consultando as palavras que geram dúvida, mais bem preparado estará na hora de escrever a redação ENEM. Infelizmente não há mágica: é preciso estudar e ler bastante, e, principalmente, praticar. Escolha vocabular: saiba o significado das palavras Os desvios gramaticais impactam na estrutura sintática e, como já comentado anteriormente, podem ser resolvidos com uma boa leitura atenta do texto. É nesse momento que os truncamentos ficam evidentes pela ausência de fluidez e dificuldade de entender as ideias principais, tendo que retornar à leitura frequentemente para compreender o que se quis dizer. Aqui os erros mais comuns são de uso da crase, pontuação e concordância – nominal ou verbal. Mas, para finalizar, vamos conversar um pouco sobre os desvios de escolha vocabular. É frequente vermos redações em que os estudantes utilizam palavras pouco comuns, que não usariam no dia a dia, e muitas vezes nem conhecem exatamente o significado. É valorizado, sim, na correção, que o estudante

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    28 de set. de 2020
    Escrever melhor (ou mais): 5 estratégias para melhorar sua escrita
    Claudia Bechler
    7 min

    Escrever melhor (ou mais): 5 estratégias para melhorar sua escrita

    Saiba quais estratégias são eficazes para escrever melhor. Aprenda a identificar pontos da sua rotina de estudos que ajudam a fazer mais – sem esforço. Muitos estudantes têm facilidade para escrever e conseguem rapidamente elaborar uma argumentação e organizá-la dentro da estrutura de um gênero textual. No entanto, essa não é a realidade da maioria. Em um mundo onde quase tudo acontece na velocidade de um clique, escrever pode ser um grande desafio. Assim, para quem vai fazer ENEM ou prestar vestibular, a prova de Redação muitas vezes é motivo de grande apreensão. Porém, existem estratégias para escrever melhor que podem ajudar qualquer pessoa a ultrapassar esse obstáculo. Na contemporaneidade, introduzir metodologias ativas na educação tem colaborado para que estudantes consigam apreender e avançar mais facilmente em seus estudos, tornando-se protagonistas de sua aprendizagem. Isso significa que é preciso “colocar a mão na massa”, ou seja, pôr em prática formas alternativas de estudar para alcançar determinados objetivos. De acordo com o psiquiatra norte-americano William Glasser e sua pirâmide de aprendizagem, 80% da retenção dos estudos se dá ao fazer, escrever ou praticar. Portanto, é por meio da atitude proativa que o aluno consegue desenvolver suas habilidades. E com a escrita não é diferente. É por meio de processos de leitura, releitura e reescrita que se torna possível melhorar nesse aspecto. Conheça como combinar uma sequência de atitudes que certamente ajudarão a produzir mais e melhores textos. E isso não só para avaliações em provas, mas para qualquer situação do dia a dia. Boa leitura! 1 – Faça um mapa mental Você já fez algum mapa mental? Essa é uma técnica bastante utilizada para estudos, e talvez você até a faça, mas sem conhecer por esse nome. Trata-se de substituir as anotações tradicionais por esquemas em que se coloca um tópico central. A partir dele, usam-se ramificações que podem ser coloridas, com símbolos, ícones, desenhos, fazendo associações com esse tema principal. Para pensar a escrita, por exemplo, você pode usar um mapa mental para organizar os pontos que pretende usar como argumentos em sua dissertação. Uma ideia é colocar o tema da proposta de redação no centro e dali criar os tópicos que podem ser desenvolvidos no seu texto. Assim, coloque quais fontes você já têm e que são pertinentes ao assunto, qual o seu ponto de vista sobre a questão, quais propostas de intervenção são possíveis diante do que você pretende apresentar etc. Visualizar partes do seu texto antes de partir para a escrita em si faz com que você não se perca e ajuda a trazer foco para o que é possível trabalhar no texto. Também ajuda a não esquecer aspectos importantes – ninguém quer chegar ao final do texto e lembrar que faltou falar algo essencial sobre o assunto, né? Hoje, é possível encontrar até mesmo aplicativos para smartphone que ajudam a produzir mapas mentais. Mas recomendamos fortemente que, antes de partir para opções virtuais, você treine mapas mentais feitos à mão. E vamos explicar o porquê na sequência. 2 – Elimine distrações É sempre muito bom contar com facilidades das tecnologias para realizar nossas tarefas. E por que não usar isso também para trabalho e estudos? O dilema é que vivemos quase sempre conectados, recebendo diversos estímulos visuais, auditivos e táteis ao mesmo tempo. Assim, esse uso exagerado prejudica uma habilidade essencial para escrever bem: o foco. Uma boa escrita prescinde de você conseguir estar em um ambiente o mais adequado possível e determinado a pensar sobre um assunto em profundidade. É preciso escrever, reler, reescrever. Assim, fazer isso fica muito complicado se você parar de 2 em 2 minutos para checar as mensagens no celular. Ou se, por causa de uma notificação, se perder por horas vendo memes no Instagram. Portanto, prepare-se para escrever: tire um tempo para fazer somente isso (e calcule esse tempo para poder identificar se precisa “acelerar” em uma situação de prova). Faça o teste com as distrações ligadas e com elas desligadas (não só o celular, como outras abas do computador abertas, televisão etc.). Certamente você vai conseguir fazer muito mais e melhor na situação em que estiver mais concentrado. E ninguém vai deixar de ser seu amigo se tiver que esperar sua resposta no Whats por 30 minutos… 3 – Escreva à mão Estamos tão acostumados a digitar que, quando vamos escrever um texto, a mão começa a doer. A letra começa linda no primeiro parágrafo e no final nem a gente entende o que está fazendo, não é verdade? Então: isso é falta de hábito. E como nas provas precisamos mostrar nossa letra pros corretores, é essencial deixá-la o mais legível possível. Uma letra pouco clara pode prejudicar um candidato de muitas maneiras. Mas não se preocupe que há jeito pra tudo. Caso você pense que precisa melhorar a sua letra, é possível encontrar na internet exercícios de caligrafia. Lembra daqueles cadernos com letras bonitas muito usados antigamente nas séries iniciais? É mais ou menos isso. E não precisa ter vergonha de treinar a sua escrita usando esse recurso, principalmente se você é um “nativo digital”, ou seja, se faz parte da geração que nasceu digitando. Buscar meios para caprichar na letra não só dará mais segurança na hora das provas como pode até melhorar a autoestima. Ou você nunca ouviu de alguém: “não repara a minha letra”? Além disso, ao escrever à mão, você se envolve com o texto de forma íntima, visualiza quanto espaço ainda tem para escrever, consegue fazer as correções… Sem falar que essa atitude também ajuda a evitar as famosas distrações. Resumindo: simule uma situação em que você tem um tempo para fazer algo, um limite de escrita (geralmente, 30 linhas) e que o seu leitor precisa entender o que escreveu. Com isso em mente, aceite que melhorar sua escrita vai além de ter bons argumentos pra desenvolver um texto. É preciso que ele seja entendido visualmente – e de preferência sem sentir dor no final. 4 – Leia em voz alta Entre

    Para vestibulandosMeio de funilplano de estudo
    25 de set. de 2020
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    Redação Online
    4 min

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    Entenda o que é charlatanismo, como ele se manifesta nas redes sociais e prepare-se para o tema de redação! Analise os textos de apoio, inspire-se com o exemplo e desenvolva sua argumentação sobre ess

    25 de set. de 2020
    Tema - Desafios da alfabetização tecnológica para os idosos
    Redação Online
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    24 de set. de 2020
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    24 de set. de 2020
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    Redação Online
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    TEMA DE REDAÇÃO – Crise Hídrica no Brasil

    Prepare-se para o ENEM! A crise hídrica no Brasil é um tema atual e relevante. Analisamos as causas, como o consumo de carne e o desmatamento, e propomos soluções para mitigar a escassez de água. Conf

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    24 de set. de 2020
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    Otavio Pinheiro
    6 min

    Repertórios para o tema: Crise hídrica no Brasil

    Argumente com propriedade na redação a partir dos repertórios sobre a crise hídrica que selecionamos. Lembre-se de que informação é fundamental para escrever cada vez melhor. Confira o tema de redação sobre crise hídrica clicando AQUI! Que a água é essencial à vida todo mundo sabe, porém parece que poucos são aqueles cientes de que apenas 2,5% da água existente no mundo é doce. Desse percentual, apenas 1% pode ser encontrado nos rios, segundo informação da Agência Nacional de Águas (ANA). Assim, considerando que somos mais de 7 bilhões de pessoas no mundo, “manter-se hidratado”, a longo prazo, será um grande desafio. Isso porque esse 1% de água que podemos utilizar  já está bastante ameaçado. As mudanças climáticas agravam o problema, pois diversas regiões passam longos períodos sem chuvas, diminuindo a oferta de água nos mananciais. Desse modo, a população é obrigada a economizar esse bem, e mesmo os órgãos de distribuição precisam racionar o fornecimento para evitar um colapso. Em 2020, a forte estiagem nos estados do Sul, especialmente no Paraná, têm escancarado a crise hídrica no país. Somada à crise sanitária, coloca em risco a saúde pública, impedindo cuidados básicos de higiene que evitam o coronavírus. A seguir, selecionamos algumas fontes para que você consiga se aprofundar mais sobre esse tema. Aproveite e faça a sua própria pesquisa sobre a crise hídrica atual. Quanto mais informação, melhor e mais fácil será desenvolver a argumentação em seu texto. Esperamos que depois dessas dicas você consiga produzir uma excelente redação! Boa leitura! 1 – Aquametragem Vencedor da categoria “Proteger o nosso planeta” no Festival de Filmes ODS em Ação, em 2019, este é um curta-metragem animado da portuguesa Marina Lobo. Nele, são mostrados os efeitos do uso irresponsável da água e maneiras de reverter a escassez por meio de um consumo sustentável. O Festival, organizado pela ONU, destacou iniciativas em prol dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O ODS número 6 objetiva o acesso universal e equitativo à água potável e segura para todos até 2030. De uma forma lúdica, acompanhamos a trajetória de Hidro, protagonista que recebe uma fonte de água, mas não sabe aproveitá-la. Assim, em pouco mais de seis minutos, somos sensibilizados sobre a nossa responsabilidade pela crise hídrica. E sobre o que fazer para evitá-la. 2 – A Lei da Água: Novo Código Florestal Esta é uma produção de 2015 da Cinedelia, especializada em projetos socioambientais, em co-produção com a O2 Filmes. Trata-se de um documentário dirigido por André D’Elia, tendo Fernando Meirelles como produtor executivo. O objetivo do filme é explicar a relação do novo Código Florestal com a crise hídrica brasileira. No centro da temática está a difícil relação entre preservar florestas, produzir alimentos e manter a saúde dos recursos hídricos do país. Disponibilizado gratuitamente no Youtube, A lei da água: novo Código Florestal traz depoimentos de agricultores e especialistas, além de parlamentares e cientistas. Com isso, se vê de que forma a lei ambiental afeta a vida de cada um de nós. Assim, assistir a esse filme ajuda a conhecer melhor a lei e os efeitos dela no dia a dia dos cidadãos. 3 – Cowspiracy: o segredo da sustentabilidade (Netflix) Este famoso documentário investiga como organizações ambientais lidam com impactos causados por pecuária e pesca ao redor do mundo. Dirigido e produzido por Kip Andersen e Keegan Kuhn, em 2015 o filme estreou mundialmente na Netflix após uma nova versão ter sido realizada com Leonardo Di Caprio na produção executiva. Ele ainda pode ser visto na plataforma de streaming disponível para assinantes. Durante seus 91 minutos, é mostrado como a criação de animais causa desmatamentos, poluição e um excessivo consumo de água. O Brasil é um dos países mostrados no documentário. Aqui é frequente a derrubada das florestas para criar pasto para a pecuária. O documentário é eficiente ao mostrar como ações sustentáveis individuais podem não ser a solução do problema. É impossível o uso consciente de água quando a produção de alimentos consome e desperdiça ilimitadamente esse bem. Portanto, Cowspiracy é super recomendado para fundamentar argumentos, e não só sobre a crise hídrica. Mas cuidado: ver os impactos da nossa alimentação no planeta pode fazer você ficar sem comer carne por alguns dias! 4 – UFSC Explica: Escassez de Água Neste vídeo curto, produzido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pesquisadores acadêmicos comentam causas, consequências e desafios da falta de água. De acordo com o Banco Mundial, essa escassez é uma das maiores ameaças à humanidade nos próximos anos. Vale a pena conferir como o espaço universitário têm discutido essa questão! 5 – Mad Max: Estrada da Fúria Por falar em futuro, nada melhor que assistir a uma distopia em que a água é um bem valioso (e raro). De 2015, Estrada da Fúria é o quarto filme da franquia Mad Max, que fez sucesso nos anos 1980. Aclamado pela crítica, foi indicado a 10 Oscars e ganhou 6 (isso já é um incentivo pra conferir, né?). Para além das cenas de ação, é possível pensar sobre os efeitos de atos no presente que podem criar um futuro desértico na Terra. Não é difícil imaginar que é possível chegarmos ao ponto em que bens naturais serão mais disputados do que dinheiro. Quem for dono da água, será dono do poder. Portanto, além de ser excelente entretenimento, Estrada da Fúria dá ótimos argumentos para refletir sobre a crise hídrica mundial. 5 – Por que falta água no Brasil? Este vídeo animado de cerca de 3 minutos explica de forma didática e ilustrativa porque está faltando água no país. Produzido pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e disponibilizado no Youtube, mostra que a quantidade de água no planeta não mudou desde o início da vida aqui. E também fala como estamos influenciando e mudando o ciclo da água que precisamos para viver. Além de ajudar a ter bons argumentos na redação, esse vídeo pode contribuir com um aprendizado para área de Ciências da Natureza. 6 – Agência Nacional de Águas

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    22 de set. de 2020
    crise hídrica no brasil
    Claudia Bechler
    4 min

    Tema de Redação: Crise Hídrica no Brasil

    Sabia que, atualmente, o Brasil está passando por uma nova crise hídrica? Por meio deste tema de redação, você poderá pesquisar e treinar sua escrita. Vamos refletir sobre isso? Leia os textos motivadores a seguir e reflita sobre a problemática referente à crise hídrica. TEXTO 1 Com poucas chuvas e proximidade do inverno, Brasil enfrenta risco de nova crise hídrica No Rio Grande do Sul, 386 dos 497 municípios já decretaram situação de emergência por conta da seca. Em Santa Catarina, a situação é similar em pelo menos 65 cidades. No Paraná, depois de 10 meses de estiagem, a emergência hídrica foi decretada pelo governo estadual — a medida autoriza, por exemplo, rodízio no fornecimento de água. Ex-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu comenta à DW Brasil que o cenário de estiagem na região sul do país afeta principalmente dois setores que dependem da água nesses estados: a agricultura e as usinas hidrelétricas — sobretudo no Paraná. “São regiões que têm seca com alguma frequência. E com [o atual contexto de] mudanças climáticas, esses fenômenos têm sido extremos”, pontua. Ele avalia que a situação é mais preocupante no Paraná do que no extremo sul do País. “Porque o sul do Brasil tem uma característica de chuvas constantes ao longo do ano. Já o Paraná é, em aspectos climáticos, mais parecido com o sudeste”, afirma. Ou seja: tem invernos secos. (…) Fantasma da crise de 2014 Em 23 maio de 2013, o nível do Cantareira era similar ao atual, 59,6% de sua capacidade. Vinha em queda, acentuada pela inverno. O período de verão não foi suficiente para frear a derrocada do reservatório e, em maio de 2014, o sinal vermelho estava ligado: o sistema operava com 6% de sua capacidade. Então foram dois anos de torneiras contidas e 17 meses utilizando água da reserva técnica do Cantareira, apelidada de “volume morto” — significava que o índice operava no negativo. Para o geógrafo Luiz de Campos Júnior, do projeto Rios e Ruas, o risco de uma nova crise hídrica é resultado da falta de ajuste nas políticas voltada para a produção de água. “Os sistemas de abastecimento, em geral, só estão preocupados com a água saindo da represa, sendo tratada e distribuída”, afirma. “É preciso olhar para a produção de água na bacia hidrográfica, aquela produção que vai manter o reservatório cheio e com boa vazão. Isso significa conservar os lençóis freáticos, diminuir a erosão no entorno dos rios e dos reservatórios. Deveríamos conservar todo o ambiente produtor de água e não pensar apenas na produção como pensam as empresas [de abastecimento].” Responsável pelo abastecimento em São Paulo, a Sabesp enfatizou que a situação atual dos reservatórios “é satisfatória”. “Houve, no entanto, registro de pouca chuva nos mananciais nos últimos 60 dias e, por isso, a companhia solicita à população que mantenha o uso consciente de água, evitando desperdício”, informou. (…) Fonte: https://www.dw.com/pt-br/com-poucas-chuvas-e-proximidade-do-inverno-brasil-enfrenta-risco-de-nova-crise-h%C3%ADdrica/a-53515193. Acesso em: 21 set. 2020. TEXTO 2 Sanepar adota rodízio no abastecimento de água a cada 36 horas em Curitiba e Região a partir de sexta-feira (14) A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) vai adotar um novo modelo de rodízio no fornecimento de água de Curitiba e Região Metropolitana, a partir de sexta-feira (14), com a redução do intervalo entre a suspensão e a retomada do abastecimento. Segundo a companhia, a população ficará um dia e meio sem água (24 horas sem e 12 horas para recuperação) e um dia e meio com água (36 horas). A medida foi anunciada, na tarde desta terça-feira (11), devido à forte estiagem que atinge os níveis dos reservatórios do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (SAIC). Ao todo, 1,2 milhão de pessoas será atingido com a nova tabela. (…) Pior nível da história O nível médio dos reservatórios chegou a 28,85% – o pior nível da história da medição da companhia. O rodízio só será suspenso quando os níveis das barragens estiverem acima de 60% e as chuvas estiverem acima da média histórica, conforme a Sanepar. Entretanto, de acordo com a previsão meteorológica, o quadro só deverá ocorrer a partir de novembro. Fonte: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2020/08/11/sanepar-adota-rodizio-no-abastecimento-de-agua-a-cada-36-horas-em-curitiba-e-regiao-a-partir-de-sexta-feira-14.ghtml. Acesso em: 21 set. 2020. TEXTO 3 Fonte: https://www.folhadelondrina.com.br/charge/charge-14052020-2991312e.html. Acesso em: 21 set. 2020. Com base nos textos lidos, e considerando seu repertório sociocultural, escreva um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas acerca do tema “A crise hídrica no Brasil”, utilizando-se da modalidade formal da Língua Portuguesa. Apresente uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Clique aqui e confira repertórios para este tema!

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