Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Confira o tema de redação cobrado na prova de reaplicação do ENEM 2020! Textos motivadores da prova de reaplicação do Enem 2020: TEXTO II Penso que a nossa geração esteja repleta de pessoas empáticas. Há muitos que sabem sentir a dor do mundo e que primam por preencher a nossa atmosfera psíquica com as flores da gentileza e o perfume da gratidão. Esses seres, embora raramente tenham holofotes sobre si, são os verdadeiramente ricos e poderosos, pois são os seus gestos anônimos, as suas preces silenciosas e seus pensamentos de Paz que espalham centelhas de esperança por toda a Terra. Mas é inegável que muitos ainda não tenham compreendido que as maiores mazelas do mundo se dão pela falta de empatia dos homens. Por não saber “ser o outro”, o homem furta, rouba, violenta. O homem achincalha a fé alheia, o sonho alheio. O homem escraviza o homem. O homem condena povos inteiros, comunidades inteiras à miséria, roubando-lhes as condições necessárias para que não possam sequer enxergar a própria indignidade. É a falta da empatia que contamina o mundo com a praga do imediatismo, do consumismo, do uso indiscriminado de recursos naturais. A falta de empatia faz com que desumanizemos o outro e, com isso, nos tornemos menos humanos, mais egoístas, mais individualistas, mais competitivos e mais insanos. Disponível em: https://www.revistapazes.com. Acesso em: 24 jul. 2020 (adaptado). PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A falta de empatia nas relações sociais no Brasil“, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Envie sua redação em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!

Prepare-se para a redação do ENEM 2020! Explore o tema da falta de empatia no Brasil, com base nos textos motivadores da reaplicação. Entenda o problema, argumente com clareza e construa uma proposta

Confira o tema de redação cobrado no vestibular FUVEST 2021: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Texto 1 do tema de redação Fuvest 2021: O neoliberalismo define certa norma de vida nas sociedades ocidentais, e, para além dela, em todas as sociedades que as seguem no caminho da “modernidade”. Essa norma impõe a cada um de nós que vivamos num universo de competição generalizada, intima os assalariados e as populações a entrar em luta econômica uns contra os outros, ordena as relações sociais segundo o modelo do mercado, obriga a justificar desigualdades cada vez mais profundas, muda até o indivíduo, que é instado a conceber a si mesmo e a comportar-se como uma empresa. Pierre Dardot e Christian Laval. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal, 2016. Texto 2: As mais soberbas pontes e edifícios, o que nas oficinas se elabora, o que pensado foi e logo atinge distância superior ao pensamento, os recursos da terra dominados, e as paixões e os impulsos e os tormentos e tudo que define o ser terrestre ou se prolonga até nos animais e chega às plantas para se embeber no sono rancoroso dos minérios, dá volta ao mundo e torna a se engolfar na estranha ordem geométrica de tudo, (…) Carlos Drummond de Andrade, “A máquina do mundo”, de Claro Enigma, 1951. Texto 3 do tema de redação Fuvest 2021: Aqui tudo parece que era ainda construção e já é ruína Tudo é menino, menina no olho da rua O asfalto, a ponte, o viaduto ganindo pra lua Nada continua… (…) Alguma coisa está fora da ordem Fora da nova ordem mundial Caetano Veloso, Trecho da música Fora da Ordem, 1991. Texto 4: Os adultos ficam dizendo: “devemos dar esperança aos jovens”. Mas eu não quero a sua esperança. Eu não quero que vocês estejam esperançosos. Eu quero que vocês estejam em pânico. Quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. E eu quero que vocês ajam. Quero que ajam como agiriam em uma crise. Quero que vocês ajam como se a casa estivesse pegando fogo, porque está. Greta Thunberg, Trecho de discurso em Davos, 2019. Considerando as ideias apresentadas nos textos e também outras informações que julgar pertinentes, redija uma dissertação em prosa, na qual você exponha seu ponto de vista sobre o tema: O mundo contemporâneo está fora da ordem? Instruções: Exemplo de redação com esse tema: O mundo contemporâneo, marcado por um complexo conjunto de mudanças sociais, políticas e econômicas, suscita a questão de se estar “fora da ordem”. A ascensão do neoliberalismo, a rápida evolução tecnológica e as crises climáticas são alguns dos elementos que desafiam a tradicional noção de ordem. A competição generalizada e a desigualdade crescente podem ser vistas como indícios de um mundo desordenado, como sugerem alguns pensadores. No entanto, essa desordem também abre espaço para a transformação e a ação. Ativistas como Greta Thunberg enfatizam a urgência de enfrentar os desafios contemporâneos. Assim, enquanto o mundo contemporâneo pode parecer fora da ordem em diversos aspectos, ele também oferece oportunidades para repensar e construir um futuro mais justo e sustentável. Em vez de desespero, a desordem contemporânea pode ser vista como um convite para a ação e a reflexão sobre como moldar um mundo melhor. Não deixe de enviar sua redação em nossa plataforma para receber a correção feita por professores especialistas em até 3 dias úteis! Confira nossos planos!

Anote alguns repertórios por eixo temático para você se informar e poder produzir uma argumentação bem fundamentada na sua redação! Você sabia da importância de conhecer repertórios dos diversos eixos temáticos? Entender os diferentes repertórios por eixo temático é crucial para argumentar com eficácia em qualquer tema de redação, seja no Enem ou em outros concursos e vestibulares. Além disso, é importante explorar e interagir com uma variedade de conteúdos. Assista filmes, leia livros, ouça podcasts e anote as informações relevantes, organizando-as por eixo temático para uma aplicação eficaz em suas redações. Consequentemente, ter um repertório bem desenvolvido é vital para se sair bem na competência 2 do Enem. Com um repertório diversificado, você estará preparado para enfrentar qualquer tema proposto, garantindo que sempre terá argumentos sólidos e relevantes à mão. Vamos conhecer os principais? Repertórios por eixos temáticos: oque são eixos temáticos na redação? Primeiramente, vamos entender o que são eixos temáticos. Eles são grandes áreas de abordagem que englobam uma variedade de assuntos. Na redação, esses eixos desempenham um papel crucial, pois ajudam a organizar e estruturar os argumentos de maneira lógica e coerente em torno de um tema central. Por isso, a compreensão dos eixos temáticos é essencial. Eles não só facilitam a subdivisão dos argumentos dentro de um tema, mas também garantem que sua redação tenha uma abordagem abrangente e bem fundamentada. Afinal, conhecer os diferentes eixos e como eles se inter-relacionam pode enriquecer significativamente seu texto. Repertórios por eixos temáticos: qual a importância do eixo temático? Como não é impossível prever o tema da redação do Enem, a prática com base em temas específicos pode levar a desvios. Por isso, utilizar eixos temáticos na preparação para a redação simplifica os estudos e ajuda a evitar desvios do tema. De fato, isso é crucial para não cometer erros que possam levar a uma nota zero, uma vez que os eixos temáticos funcionam como guias, permitindo a exploração de tópicos amplos e garantindo que os argumentos se mantenham relevantes. Além do mais, na competência 2 do Enem, a importância dos eixos temáticos é ainda mais evidente, já que essa competência avalia a compreensão do tema e a aplicação adequada do repertório sociocultural. Por essa razão, o repertório utilizado deve ser pertinente, legítimo e produtivo, enriquecendo a redação dentro do contexto do eixo temático escolhido. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Redação Online (@redacaonline) Quais são os principais repertórios por eixos temáticos? Os eixos temáticos frequentemente abordados em redações são: Educação, Lazer, cultura e comportamento, Meio ambiente e sustentabilidade, Segurança, Direitos e cidadania e Linguagem, comunicação e tecnologias. Confira abaixo: Repertórios por eixos temáticos: educação Existem alguns documentos legais, programas governamentais, políticas públicas que podem ser tema de redação. Em 2017, a educação de surdos no Brasil foi o foco. Assim, conhecer a legislação é importante, e alguns artigos delas podem constar no seu texto. Então, anote alguns e leia-os na íntegra. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Base Nacional Comum Curricular Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que institui a obrigatoriedade de inclusão no currículo das escolas do ensino da “História e Cultura Afro-Brasileira” Política Nacional de Alfabetização Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com deficiência Lei de cotas Constituição Federal, que pode ser usada em diversos outros eixos também, como de saúde, por exemplo. Série “Segunda chamada”, que trata de um grupo de professores da educação para jovens e adultos que tentam mostrar aos alunos o poder de transformação social que a educação pode proporcionar. Repertórios por eixos temáticos: Meio ambiente e sustentabilidade A ação humana na natureza causa fortes impactos, e a sociedade não pode ignorá-los. Portanto, veja quais repertórios podem enriquecer seus textos sobre essa temática: Política Nacional do Meio Ambiente Lei dos crimes ambientais Política nacional dos recursos hídricos Série “Aruanas”, disponível na Globoplay, que trata da história de três amigas, líderes de uma ONG, e da estagiária da organização que investigam uma quadrilha de crimes ambientais na Amazônia. Repertórios por eixo temático: Lazer, cultura e comportamento Embora o cinema tenha sido tratado recentemente como tema de redação no Enem, nada impede que algo relacionado à cultura e ao lazer seja foco novamente. Além disso, devemos considerar o comportamento das pessoas na sociedade, as mudanças que atravessam as suas vidas e modos de usufruir desses bens. Em função da pandemia, por exemplo, as pessoas foram privadas de ter acesso à algumas formas de cultura, bem como o lazer ficou bastante restrito. O impacto disso, além de atingir a própria saúde mental das pessoas, também bateu forte na economia. Por outro lado, houve uma reinvenção em alguns setores, como a instituição das “lives” de shows, teatro virtual, entre outras formas de produzir e consumir entretenimento de forma segura. Então, na sequência, veja alguns repertórios que podem ajudar a trabalhar esse eixo temático nas redações. Lei de incentivo à cultura Lei do livro, cuja diretriz mais importante está em seu primeiro artigo, que diz que foi instituída para “assegurar ao cidadão o pleno exercício do direito de acesso e uso do livro”. Livro “Cultura e sociedade no Brasil“, de Carlos Nelson Coutinho, disponível na página da editora. Black Mirror, certamente muitos dos episódios podem ajudar a tratar de questões comportamentais da nossa atualidade, concorda? Segurança Tratar da segurança na sociedade brasileira é bastante relevante, especialmente com os índices de violência cada vez mais alarmantes. Sobre isso, há uma infinidade de artigos de jornal, revistas, além de filmes e séries disponíveis nas plataformas on-line. Desde clássicos, como “Tropa de Elite” e Cidade de Deus”, até os mais recentes, como “Impuros”, o fato é que o assunto ao mesmo tempo que apavora também fascina as pessoas. O desejo por justiça e a clássica disputa entre “policiais e bandidos” fazem com que tais produções recebam bastante atenção. Algumas delas, certamente, podem fazer parte do seu repertório. Acompanhe as nossas sugestões: Código penal brasileiro “Por uma vida melhor”, filme da Netflix que discute o tráfico humano “Bom dia, Verônica”, série baseada no livro

Conheça aspectos que diferenciam uma redação Enem da redação para concursos e prepare-se para se dar bem nas duas modalidades! Independentemente do objetivo, se entrar numa universidade ou conseguir aquela sonhada vaga como servidor público, conte que uma redação pode estar no seu caminho. Isso aí! Muitos processos seletivos do país exigem dos candidatos que eles demonstrem habilidade com a linguagem formal da língua. Além disso, verificam a capacidade linguística dos concorrentes para discorrer coerentemente sobre alguma temática relevante ao cargo que pretendem ocupar. Como já dissemos outras vezes aqui no blog, a oportunidade de escrever um texto serve para que o candidato coloque a sua individualidade em jogo. Não se trata, porém, de julgar suas opiniões pessoais, mas, sim, a sua capacidade de colocá-las de modo claro no papel. Portanto, saber se expressar bem é muito importante não só no Enem, mas também na redação para concursos. Em virtude de ser um dos poucos momentos em que o participante pode se expressar livremente, ele é bastante valorizado. Não é à toa que as provas de redação, seja no Enem ou em vestibulares e concursos, têm uma pontuação ou peso maiores. Trata-se de valorizar o candidato que se esforçou para aproveitar a oportunidade de mostrar seu ponto de vista à banca. Em contrapartida, candidatos que não se empenham tanto assim têm grandes chances de ter que repetir a prova diversas vezes. A concorrência é muito acirrada, em função das poucas vagas para a quantidade de pessoas que pretendem entrar na carreira federal, estadual ou municipal. Assim, é preciso foco, treino e prestar atenção em alguns detalhes. Então, se você está se preparando para o Enem e também de olho nas vagas em concursos, preste atenção nas dicas. Afinal, nem tudo que serve para uma prova serve também para a outra. Vamos lá? Gênero textual Para saber o gênero cobrado na prova que você vai fazer, é imprescindível ler o edital. Em concursos, o mais comum é a dissertação expositiva que, diferentemente do texto dissertativo-argumentativo do Enem, não exige que você elabore uma proposta de intervenção. Uma dissertação expositiva analisa, interpreta e explica ou avalia dados concretos da realidade. Mas, de forma diversa à dissertação-argumentativa, a construção do texto não visa ao “convencimento” do leitor sobre o ponto de vista. Trata-se mais, portanto, de expor um panorama mais geral sobre um algum assunto, evidentemente a partir do ponto de vista do autor. Embora existam essas diferenças, ambas as formas de escrita têm algumas características em comum: exigem que o autor/emissor reflita sobre alguma questão e posicione-se criticamente sobre ela; referem-se ao momento presente, mas escritas de modo que se entenda a qualquer tempo (atemporais); contêm uma introdução (apresentação do assunto foco da reflexão), argumentação (destacando o ponto de vista do autor) e conclusão; têm uma linguagem denotativa (mais objetiva); há impessoalidade. Ou seja, o foco não está no autor, mas no assunto. Por essa razão evita-se a 1ª pessoa do singular, predominando o texto em terceira pessoa. Necessidade de título O Enem não exige título nas redações, sendo uma opção do candidato usá-lo. Mesmo que exista título, ele não é avaliado em nenhuma das competências, apenas serve para a contagem de linhas utilizadas. Já nas provas para concurso, se o comando de prova ou o edital solicitarem, é necessário colocar título no texto – o que é, às vezes, uma grande dor de cabeça para algumas pessoas. Isso porque, se exigido, ele certamente será avaliado. Desse modo, precisa ser bem escrito. Veja o vídeo a seguir para você saber algumas dicas sobre como escrever um bom título, coerente com o tema e a tese desenvolvidos na dissertação. https://youtu.be/uSjhi1pHx4w Argumentação Em qualquer dissertação, uma boa argumentação é fundamental para que ela seja bem avaliada. No entanto, sabemos que o Enem faz algumas exigências que nem sempre precisam constar nas provas para concursos. Por exemplo, usar uma fundamentação com base nas áreas do conhecimento. Evidentemente, há necessidade de que você use exemplos e dados verídicos para sustentar seu ponto de vista, e quanto melhor usar isso, mais alta será a nota. No entanto, algumas construções mais “imprecisas”, que remetem ao senso comum, como “sabe-se”, por exemplo, não são, em geral, punidas nas redações expositivas de concursos. Portanto, caso você tenha conhecimento sobre o assunto, mas não lembre exatamente a fonte, ou é algo que de forma geral as pessoas pensam sobre, pode usar essas expressões mais genéricas no seu texto. Mas, cuidado! Elabore bem seus argumentos, busque o máximo de respaldo que puder e exemplos, pois isso sempre enriquece o desenvolvimento do texto e o torna mais interessante. Além disso, tome muito cuidado para não cair em contradição, pois em qualquer redação isso é um erro quase fatal. Evite cópias dos textos motivadores, mas inspire-se neles caso tenha sido pego de surpresa com o assunto da prova. IMPORTANTE: Fuja de modelos prontos encontrados na internet. Enquanto isso ainda funciona (mesmo que mal) no Enem, saiba que não é tolerado nos concursos nem nos vestibulares! Modalidade escrita formal É corrente entre os “concurseiros” que as as provas de Língua Portuguesa buscam pedir a exceção da exceção nas questões, ou seja, uma gramática normativa “severa”. Geralmente, isso é feito para “peneirar” os candidatos, cobrando-se, muitas vezes, questões difíceis demais e bastante específicas. Esse mesmo cuidado com as questões objetivas deve ser tomado com a redação para concursos. Devido ao grande volume de candidatos para poucas vagas, a aprovação pode acontecer por detalhes. Além disso, há uma diferença de público. Enquanto no Enem lidamos com estudantes recém-saídos do ensino médio – ou que ainda estão cursando -, nos concursos a maioria dos candidatos já é formada (dependendo do cargo), portanto, o nível de exigência aumenta. Assim, enquanto alguns desvios são tolerados nas redações Enem, nos concursos qualquer errinho conta, negativamente, para a nota. Desse modo, foque em estudar bem a gramática! Essas são algumas dicas para você ficar atento(a) na hora de fazer uma redação para concursos. Acima de tudo, leia sempre os editais para saber

Prepare-se para o Enem e vestibulares! Analise dados sobre maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil e construa uma redação dissertativo-argumentativa com proposta de intervenção. Textos motivad

Confira repertórios para o tema Maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil e fundamente os argumentos da sua redação. Recentemente, o caso de um menino encontrado amarrado em um barril em Campinas (SP) chocou o país pela crueldade. Assim, levantou-se novamente a questão sobre os maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil. Com a pandemia, o número de denúncias caiu. Porém, alega-se que isso se deve ao fato de ser nas escolas que se identificam esses casos, geralmente. Desse modo, diante das situações de violência que atentam contra os direitos das crianças e adolescente, assegurados pelo ECA, é fundamental que se reflita sobre essas ocorrências. Então, para ajudar você, a seguir, selecionamos alguns repertórios para o tema maus-tratos para se preparar melhor para discorrer sobre o tema Maus-tratos a crianças e adolescentes no Brasil. Portanto, fique atento(a) às dicas! 1. Estatuto da Criança e do Adolescente Primeiramente, acesse a íntegra do ECA. Assim, fique bem informado(a) sobre o que diz nossa legislação para proteger a infância e a adolescência dos brasileiros. 2. Documentário: TODA CRIANÇA É CRIANÇA – o Estatuto da Criança e do Adolescente Produzido pela TV Câmara, o documentário “Toda Criança é Criança” mostra um panorama do funcionamento do Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil. Desse modo, relembra mobilizações e ações da rede de proteção à infância e à juventude. Além disso, mostra depoimentos da relatora do projeto e de outros parlamentares que atuaram para a aprovação do ECA e são comentados os principais acontecimentos históricos sobre os direitos da criança e do adolescente. Portanto, assista ao vídeo para complementar suas informações sobre o Estatuto!https://youtu.be/yt4ZdpwogQ0 3. Reportagem: Menino de 11 anos é resgatado após passar um mês acorrentado pelo pai e preso em um barril Assista a íntegra da reportagem que chocou o país no dia 31 de janeiro deste ano e que comentamos no início deste post. Além de mostrar a face cruel de quem poderia proteger o garoto, essa triste história pode aparecer como um exemplo de maus-tratos na sua introdução ou na argumentação da sua redação. 4. Projeto crescer sem violência – Canal Futura O projeto tem o objetivo de abordar o tema da violência sexual praticada contra crianças e adolescentes, uma das formas de maus-tratos pelas quais eles passam. A intenção é tratar desse tema tão pesado de forma didática e lúdica, e é fruto de uma parceria entre o Canal Futura, o Unicef Brasil e ONG Childhood Brasil. Do projeto, surgiram 3 séries para alertar educadores, crianças, adolescentes e famílias sobre o conhecimento do próprio corpo, a importância da autoproteção e do respeito ao direito à sexualidade. O projeto e os episódios das séries podem ser acessados aqui. Abaixo, destacamos um vídeo que narra o caminho para a denúncia de abusos.https://youtu.be/SVJBwVVGeu8 5. Filme: SPOTLIGHT – SEGREDOS REVELADOS Vencedor do Oscar de melhor filme em 2016, Spotlight conta a saga de um grupo de jornalistas que descobre e denuncia o abuso sexual de crianças por padres católicos em diversas partes do mundo. Com base em fatos reais, o filme mostra que nem mesmo em instituições religiosas as crianças e adolescentes têm segurança. https://youtu.be/EwdCIpbTN5g 6. Série: Conselho Tutelar Com três temporadas, a série “Conselho tutelar”, da RecordTV, inspira-se em casos reais mostra dramas pessoais de seus personagens principais que trazem luz às negligências, maus-tratos e abusos sofridos por crianças e adolescentes antes que se tornem irremediavelmente danificados. https://youtu.be/XFVbsrxjs0U 7. Observatório da criança e do adolescente Acesse o portal do Observatório da criança e do adolescente e acompanhe as propostas legislativas ligadas à questão da violência contra essa população mais vulnerável da nossa sociedade. Além disso, o site é uma fonte de pesquisa sobre temas e indicadores relacionados às crianças e adolescentes de todo o Brasil. Certamente é importante que você anote algumas dessas informações em seu cadernos de estudos por eixos temáticos. 8. Artigo: Atenção aos sinais: as várias formas de violência contra crianças e adolescentes, sujeitos em condição peculiar de desenvolvimento Este artigo traz importantes informações sobre o marco legal de proteção da infância e da adolescência no Brasil. Desse modo, esclarece sobre o ECA e destaca os tipos de violência existentes. Ainda há destaque para para os profissionais que atuam na defesa desses grupos e, além disso, mostra qual o melhor caminho para a denúncia de violações aos direitos. Portanto, acesse e leia todo o conteúdo, pois ele pode ser um dos repertórios para o tema maus-tratos contra crianças e adolescentes no Brasil. 9. Pandemia acentua os casos de violência contra crianças e adolescentes Por fim, conheça os efeitos que a pandemia de Covid-19 trouxe também para o cenário da violência contra crianças e adolescentes no Brasil. Assim, leia o artigo da revista Cláudia. Nela, ainda se destaca a lembrança do caso do vídeo publicado pelo atual ministro da Educação intitulado “A Vara da Disciplina” em que ele afirmava: […] que as crianças deveriam sentir dor para que fossem de fato educadas. Segundo o ministro, a correção não seria obtida por “métodos suaves”. “Deve haver rigor, desculpe. Severidade. E vou dar um passo a mais, talvez algumas mães até fiquem com raiva de mim. [As crianças] devem sentir dor”, diz ele no vídeo. O que você pensa sobre essa declaração? Bom, depois dessa, está na hora de reunir os seus argumentos, fazer o projeto de texto e começar a treinar, não é mesmo? Então, agora que você já tem algumas ideias de por onde começar, faça a sua própria pesquisa. Certamente você já viu algum filme ou série, ou mesmo leu algum livro que traga exemplos sobre essa temática tão importante de pensar. Assim, reúna todos os seus conhecimentos e produza uma redação nota mil. Não sabe se está indo bem na escrita? Não se preocupe! Conheça nossos planos e conte com uma equipe de especialistas em redação para melhorar o seu desempenho! Tá esperando o quê?

Descubra como estudar redação por eixos temáticos e fique preparado para qualquer assunto que surgir na prova! Mais um ano começando e para muitas pessoas isso significa dedicar-se por alguns meses aos estudos para o próximo Enem. Quanto antes iniciar a preparação, a probabilidade de se dar bem nas provas aumentam muito. Assim, para ajudar você a estudar desde já, hoje vamos falar um pouco sobre como estudar redação por eixos temáticos. Pois é, você precisa adquirir repertórios socioculturais a partir deste momento para que esteja tranquilo lá na frente para discorrer sobre qualquer assunto. Vamos ver como fazer isso e quais eixos priorizar? Então, o primeiro passo dessa preparação é ter um caderno no qual você irá anotar todos os eixos temáticos e possíveis repertórios para cada assunto. Os eixos nada mais são que temas mais amplos que podem ter um recorte mais específico no Enem ou nos vestibulares e concursos. Por exemplo, no Enem impresso 2020 a proposta de redação tinha como eixo temático a saúde e o recorte foi o estigma relacionado às doenças mentais. Portanto, quem se informou sobre aspectos relativos a esse assunto, viu filmes, séries, leu livros e tinha repertório pôde se sair melhor na redação. Sempre que você ler ou assistir algo que possa ser um exemplo em uma argumentação, anote nesse caderno, faça um breve resumo e busque reler de vez em quando para relembrar. Na sequência, listamos alguns eixos temáticos aos quais você deve dar atenção. 1. Educação Muita gente apostava que no último exame o Enem cobraria algo relacionado à educação, mais especificamente um recorte sobre alfabetização Espero tua (RE)volta – documentário de 2019 sobre movimento estudantil e ocupações em 2015; Escritores da liberdade – a história desse filme mostra a relação de uma jovem professora com um grupo de alunos marginalizados; Como estrelas na Terra – filme que mostra as dificuldades de um garoto disléxico que é visto como mau aluno até que recebe o olhar atento de um professor de Artes. https://youtu.be/DIA5N72zi4Q 2. Meio ambiente e sustentabilidade Os efeitos do aquecimento global todos nós já sentimos. Além disso, o (mau) uso dos nossos bem naturais e uma necessidade de conscientização têm feito surgir na sociedade diversas discussões relevantes acerca do meio ambiente e da sustentabilidade como forma de preservá-lo. É importante que você fique atento às notícias, como as recentes ligadas a alagamentos em diversos locais do país devido às chuvas, bem como aquelas sobre queimadas, desmatamentos, garimpo ilegal, proteção das áreas indígenas, agronegócio, entre outros recortes possíveis. Veja alguns conteúdos que podem ajudá-lo a pensar sobre essas questões: Cowspiracy – o segredo da sustentabilidade: documentário de 2014 que mostra como a agricultura e a pecuária têm responsabilidade pela degradação do meio ambiente. Uma verdade inconveniente: trata-se outro documentário em que Al Gore, ex-candidato á presidência dos EUA, faz palestras para tentar conscientizar sobre os perigos do aquecimento global. 3. Lazer, cultura e comportamento Em um país com tantas desigualdades sociais e regionais – que foi tema do Enem digital 2020 -, pense sobre o acesso à cultura e ao lazer. Em 2019, o Enem inclusive tratou disso, em relação ao cinema. Para saber como estudar redação para esse eixo temático, é importante partir do conhecimento das diversas realidades do Brasil. Pense tanto em termos culturais, bem como da nossa história e folclore, cidades turísticas e como esse setor tem importância econômica para a nossa nação. Além disso, é atente-se aos comportamentos das pessoas na nossa sociedade, às mudanças que elas causam e como isso se reflete no nosso dia a dia. Para tratar disso, você pode recorrer à Constituição, que, aliás, é um repertório que pode ser atrelado à maioria dos eixos temáticos que você vê neste post. 4. Segurança A segurança nacional é um tema que está sempre em pauta, principalmente nos noticiários. Mas também vemos essa temática sendo pano de fundo de diversos filmes e séries. Entre eles, podemos citar Arcanjo Renegado, Tropa de Elite, até mesmo a novela A Força do Querer, reprisada neste momento, mostra a realidade da violência e do tráfico de drogas no Rio de Janeiro. Repertórios sobre esse eixo são inúmeros, além de audiovisual há muitos livros e artigos na internet sobre o assunto. Aqui também se pode pensar em tipos de crimes específicos e na atuação da justiça nos casos de pedofilia, tráfico de pessoas, feminicídio, tráfico de animais, tráfico de drogas, entre tantas outras possibilidades. O Brasil, infelizmente, amarga altos índices de violência. Um site importante que você pode usar para se informar sobre isso é o do Ipea. Nele, há o Atlas da violência e estatísticas que podem enriquecer a sua argumentação. 5. Direitos e cidadania Quando você pensar em como estudar redação pelo eixo temático dos direitos e da cidadania, procure, primeiramente, conhecer os estatutos da criança e do adolescente (ECA) e dos idosos. A expectativa de vida no Brasil têm aumentado, mas ainda se vê muito descaso com os mais velhos. Do mesmo modo, percebe-se um desrespeito dos direitos das crianças e do jovens. Atente-se também às garantias das minorias étnico-raciais, bem como das mulheres e da população LGBTQIA+. Não se esqueça das pessoas com deficiência, que também têm suas garantias legais no país. A Constituição é um repertório importante para esse eixo, e também há muitas séries e filmes que podem fazer parte da sua argumentação. 6. Linguagem, comunicação e tecnologias Esse é outro importante eixo para finalizarmos esta lista não exaustiva para você começar a sua preparação. Hoje, é quase impossível pensar em comunicação sem as tecnologias, especialmente as mídias sociais, que moldam nossos comportamentos e interferem até mesmo na nossa linguagem. Pense em fazer algumas anotações sobre variação linguística, importância da liberdade de imprensa e de expressão, uso das tecnologias para disseminação das informações e os riscos ligados à exposição ao ambiente virtual, entre outras possibilidades. Um repertório que pode ser útil nesse eixo é o documentário dramático Dilema das redes. Então, a partir de agora você já tem um Norte

Trouxemos uma dica de um repertório sociocultural muito atual para você: como usar o reality Big Brother Brasil 21 na redação! Pegue seu caderno e anote todos os temas discutidos nesta edição! Quem disse que você só pode usar só séries, filmes e livros como repertórios socioculturais nas redações? Na-na-ni-na-não! Os reality shows também podem ser repertórios incríveis se usados corretamente, afinal são jogos de convivência e experimentos sociais riquíssimos! Sendo assim, preparamos uma super dica com o reality do momento: como usar Big Brother Brasil 21 na redação! Confira os temas presentes nesta edição: Luta racial e representatividade negra Uma pauta muito comentada a partir da divulgação dos participantes, quando o público descobriu que 9 negros fariam parte do elenco. Bifobia Após Lucas Penteado ter beijado Gilberto Nogueira e ter se assumido bissexual em rede nacional, começou a sofrer uma série de ataques de outros participantes, que não pareceram aceitar sua orientação sexual, julgando-a como uma estratégia de jogo. Xenofobia Juliette Freire, participante paraibana, sofreu uma série de ataques pelo seu jeito de falar, principalmente da rapper Karol Conká, que afirmou ter mais educação que a nordestina por ser de Curitiba. Pressão e tortura psicológica Alguns participantes foram pressionados e até torturados psicologicamente durante o pouco tempo de programa, recebendo críticas sem fim em frente aos outros, sendo excluídos, recebendo punições e ordens e tendo suas lutas deslegitimadas. Este foi, inclusive, o motivo para a desistência de Lucas Penteado do reality. Colorismo O colorismo é a discriminação racial baseada exclusivamente em fenótipos e tons de pele. Mesmo entre pessoas negras ou afrodescendentes, há diferenças no tratamento, vivências e oportunidades, a depender do tom da pele. Alguns participantes debocharam de Gilberto que se autodeclara negro, afirmando que ele é branco demais. Em meio à discussão, Nego Di afirma que Gil “é um pouquinho sujinho, se ele se esfregar bem.” Banalização de pautas importantes Alguns temas, como o racismo, são muito discutidos no programa, na maioria das vezes de uma forma não esperada pelo público. Após a discussão entre Karol Conká e Carla Diaz, Lumena afirmou que a casa ficou ao lado de Carla por ela ser fenotipicamente branca, quando, na verdade, a casa não aceitou as mentiras proferidas pro Conká. Assédio e relacionamento abusivo Em uma das festas, Karol Conká insistiu para que Arcrebiano a beijasse, causando a indignação dos espectadores, que levantaram a tag “Não é não” no twitter. Dias após a festa, quando se afastaram, Karol fez a casa inteira acreditar que Arcrebiano havia sido abusivo com ela e que a havia usado por conveniência. Difamação Difamar é atribuir a alguém um fato ofensivo a sua reputação e é considerado um crime contra a honra. Karol Conká difamou a atriz Carla Diaz para outros participantes, afirmando que a participante teria dado em cima de Arcrebiano e dito a ela que ele e Conká “não combinavam”, sendo que se tratavam de mentiras inventadas pela rapper. Cultura do cancelamento Essa edição trouxe à tona uma prática comum em tempos de hiper-conexão e exposição: o cancelamento. Ainda que sejamos todos canceladores e cancelados em potencial, a exposição da prática em rede nacional por alguns participantes causou surpresa e revolta mesmo sendo algo comum e recorrente fora da casa mais vigiada do Brasil. Agora que você já sabe como usar o Big Brother Brasil 21 na redação, não deixe de enviar sua redação pra gente conferir como ficou, hein?

Conheça mais sobre arquitetura hostil e a exclusão que ela provoca. Assim, tenha um repertório sociocultural forte para usar na redação! Todo mundo, em algum momento, se deparou com “soluções” de arquitetura e design que tornam certos locais bastante desconfortáveis. E isso não é de hoje nem mesmo uma situação isolada. Certamente, uma das intenções por trás disso é impedir que pessoas em situação de rua utilizem tais locais para sentar ou deitar. Porém, além delas, a população como um todo acaba excluída de usufruir de espaços públicos com qualidade. Desse modo, é fato que em muitas cidades brasileiras se utilizam de artifícios como esses para afastar as pessoas em situação de rua desses ambientes. No entanto, o que esse tipo de atitude não resolve são as causas que levam essas pessoas a viverem nessas condições. Então, como você leu nos textos motivadores do tema “Arquitetura hostil e a exclusão de pessoas em situação de rua“, segundo o Papa Francisco: “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”.Um exemplo desse tipo de arquitetura esteve na mídia em 2013, em Curitiba. Um deputado estadual fez uma campanha contra o que ele chamou de “Bundódromo” nos pontos de ônibus da cidade. Embora não mencionasse a população em situação de rua, a crítica dele era que esse tipo de construção desrespeita o Estatuto do Idoso e o Eca, além de ser ruim também para pessoas com deficiência e para a população em geral. Veja: Agora, vamos trazer alguns conteúdos para você saber mais sobre o tema e assim poder fundamentar melhor os argumentos da sua redação. Boa leitura! 1. Vídeo: Arquitetura hostil: Como construções afastam pessoas de ambientes públicos? Na última semana, o Padre Júlio Lancelotti viralizou nas redes sociais após retirar a marretadas pedras colocadas embaixo de um viaduto em São Paulo. Dessa forma, ele chamou a atenção para a temática da arquitetura hostil ou de exclusão e, por isso, o Fantástico do último domingo fez uma matéria especial para tratar do assunto. Assista! Aproveite e depois ouça o podcast do programa em que Murilo Salviano conversa com o Padre Júlio, o urbanista Fabio Mariz e a repórter Giuliana Girardi sobre o tema “Para quem as cidades são pensadas?”. 2. Artigo: O que é arquitetura hostil. E quais suas implicações no Brasil Saiba mais sobre o assunto lendo este artigo de Juliana Sayuri e conheça outros exemplos de cidades brasileiras que fazem uso de chamado “design desagradável”. Além disso, ela comenta sobre o impacto da pandemia para o aumento da população composta por pessoas em situação de rua. 3. Artigo: A quem pertence a cidade? Uma reflexão sobre a arquitetura hostil e o espaço público Além de saber um pouco mais sobre esse tipo de arquitetura do nosso tema de redação, neste artigo há várias imagens de projetos que visam excluir pessoas do seu entorno. Assim, caso você não lembre exatamente de um exemplo, nesta matéria encontrará muitos deles que podem ilustrar o assunto na sua redação. Veja abaixo um exemplo de estrutura metálica colocada em uma vitrine e um banco com divisória para impedir que as pessoas deitem nele. Você já viu algo parecido em sua cidade? Fonte: https://www.blogdaarquitetura.com/a-quem-pertence-a-cidade-uma-reflexao-sobre-a-arquitetura-hostil-e-o-espaco-publico/ 4. Artigo: 3 exemplos de como o urbanismo social cria cidades mais seguras Você deve estar se perguntando: mas existe como resolver essa questão das pessoas em situação de rua e a arquitetura hostil? A resposta é sim, e passa por tratar as causas e não apenas jogar o problema para debaixo do tapete e fingir que ele não existe. Neste artigo você conhecerá exemplos de urbanismo social que auxiliam a diminuir essa problemática e tornam os espaços das cidades mais inclusivos. 5. Vídeo: Arquitetura hostil e cartografia afetiva | Jamile Borges | TEDxRioVermelho Jamile Borges está em dos textos motivadores do tema. Ela é antropóloga, com pós-doutorado na Universidade de Lisboa, e professora da Universidade Federal da Bahia. Nesta palestra no TEDx ela fala sobre arquitetura hostil e em como a cartografia afetiva implica mobilizar nos indivíduos vivências, lembranças e afetos relacionados a lugares e espaços. Desse modo, ela questiona a maneira como as cidades criam mecanismos de segregação espacial e fala sobre como o mobiliário urbano visto como “solução” para evitar o trânsito livre de pessoas em situação de rua produziu uma arquitetura hostil que coloca as cidades contra as pessoas em vez de acolher e da criar territórios afetivos. Então, serão 7 minutos de muito aprendizado sobre o assunto!https://youtu.be/IUkWXwSFGDM 6. Artigo: 15 modos que as cidades usam para “combater” os moradores de rua Para finalizar, veja esta matéria do “Mistérios do mundo” com vários exemplos ilustrativos de como existe muita criatividade na hora de excluir as pessoas dos espaços públicos. E aí, gostou das nossas dicas? Não se esqueça: faça sua própria pesquisa sobre o tema e arrase na redação! Precisa que alguém corrija o seu texto? Então conte com a nossa equipe! Conheça os planos do Redação Online e comece a sua preparação agora mesmo! Certamente tem algum deles que cabe no seu bolso!

Você já ouviu falar em arquitetura hostil? Conheça esta proposta de redação sobre o assunto e pesquise sobre esse tema da atualidade. Leia os textos motivadores. Com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua”. Use a em modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Confira o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua: Texto 1 Arquitetura hostil: a cidade é para todos? Você já ouviu falar do termo Arquitetura hostil? Cunhado em junho de 2014 pelo repórter Ben Quinn no jornal britânico The Guardian, a matéria originalmente intitulada Anti-homeless spikes are part of a wider phenomenon of ‘hostile Architecture(As pontas de ferro anti-desabrigados são parte de um fenômeno mais amplo conhecido como “arquitetura hostil”) [1] surpreendeu cidadãos de todo o mundo que passaram a notar em seus contextos as práticas listadas por Quinn. Ali ele discorreu sobre como o desenho urbano têm influenciado o comportamento e o convívio, criticando como a abordagem ao mesmo tem buscado excluir moradores em situação de rua dos centros urbanos. Das soluções urbanas expostas, bancos desenhados especialmente para exclusão de moradores de rua e skatistas e ainda espetos sobre muretas ou proteções sob marquises foram alguns dos exemplos citados. Os exemplos são muitos: em Guangzhou, na China, em uma área livre coberta abaixo de um dos viadutos da cidade, foram introduzidas milhares de pedras pontiagudas para evitar que moradores de rua se apropriassem do espaço como abrigo. A mesma solução foi aplicada abaixo de viadutos e passarelas de Belo Horizonte, em Minas gerais, e em muitas outras cidades pelo mundo. Os exemplos podem ser ainda mais ríspidos. Cercas elétricas, arames farpados, grades no perímetro de praças e gramados, bancos públicos com larguras inferiores ao recomendado pelas normas de ergonomia, bancos curvados ou ainda assumindo geometrias irregulares, lanças em muretas e guarda-corpos, traves metálicas em portas de comércios, pedras em áreas livres, gotejamento de água em intervalos estabelecidos sob marquises, e tudo que puder de alguma forma afastar ou excluir pessoas “indesejáveis” dos locais públicos urbanos. Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/888722/arquitetura-hostil-a-cidade-e-para-todos Texto 2 Encruzilhada urbana: desafios para conciliar uso do espaço público, segurança e direitos humanos Antigas gerações tinham a curiosa superstição de colocar uma vassoura atrás da porta do quarto quando chegava uma visita indesejada. Era uma espécie de simpatia para que o intruso não se demorasse. À espera pela retirada do sujeito, o sorriso ficava cada vez mais amarelo, a bandeja com suco e bolo era sutilmente retirada e, com a resistência do visitante, só faltava exibir a vassoura para que a pessoa entendesse que sua permanência não era bem-vinda. Em 2012, as autoridades de Londres inauguraram a versão explícita da mensagem “você não deve demorar aqui” com a colocação em espaços públicos de bancos de concreto com superfície irregular. O banco de Camden, referência ao distrito da cidade onde surgiu, virou assim o símbolo da chamada arquitetura hostil, aplicada para deixar claro que o uso de determinados equipamentos públicos não é tão público assim. No Vale do Canela, por exemplo, há um viaduto sob o qual foram colocados espetos no solo de terra batida para evitar que pessoas permaneçam no local. Na Rua Tuiuti, no Centro, um condomínio colocou objetos pontiagudos na superfície de sua área externa para evitar que pessoas passem a noite por ali. Uma discussão que envolve não apenas o afastamento de pessoas consideradas indesejáveis, mas, no contexto brasileiro, a própria demanda por segurança por parte de moradores que se sintam ameaçados com a presença de estranhos perto da entrada de sua residência, especialmente à noite. A antropóloga Jamile Borges acredita que a arquitetura hostil retoma uma visão higienista e a noção de que a cidade não é para todos. “Passa a ser uma cidade camarotizada, guetificada”, diz a antropóloga. Para ela, uma instituição adota um padrão arquitetônico que inclui grades para evitar, por exemplo, que mendigos durmam e ali eventualmente façam suas necessidades fisiológicas – atacam-se os efeitos, mas não a causa. “O fato de que temos mais 220 mil pessoas morando nas ruas no Brasil mostra que nunca tivemos políticas públicas para resolver a pobreza”, pontua. Fonte: https://atarde.uol.com.br/muito/noticias/2140908-encruzilhada-urbana-desafios-para-conciliar-uso-do-espaco-publico-seguranca-e-direitos-humanos Texto 3 Papa denuncia “arquitetura hostil” contra mais pobres O papa Francisco condenou que os pobres sejam tratados como lixo e denunciou a “arquitetura hostil” contra essa camada da população. “Passam-se os séculos, mas a condição de ricos e pobres se mantém inalterada, como se a experiência da história não nos tivesse ensinado nada”, disse o pontífice, ao analisar a “desigualdade” que reina nas sociedades modernas. É preciso nomear as novas formas de escravidão, disse ele. Sensível ao tema, o sumo pontífice mencionou, entre esses novos escravos, os imigrantes, os órfãos, os desempregados, as prostitutas, os dependentes químicos, os marginalizados e as vítimas de violência. “Chegou-se ao ponto de teorizar e construir uma arquitetura hostil para se desfazer de sua presença, inclusive nas ruas, últimos lugares de acolhida”, afirmou. São pessoas tratadas como lixo, disse, e não há sentimento de culpa por parte dos cúmplices do que ele qualificou como um escândalo. “Aos pobres não se perdoa sequer sua pobreza”, completa o papa, que também condena “a crueldade mediante a violência da arbitrariedade”. Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/06/13/papa-denuncia-arquitetura-hostil-contra-mais-pobres.ghtml Escreva uma redação sobre o tema Arquitetura hostil e exclusão de pessoas em situação de rua após conferir uma lista de repertórios socioculturais que preparamos!

Existem muitos mitos sobre a redação do Enem. Você tem alguma dúvida sobre o que realmente pode ou não fazer na prova? Leia este post! A prova de redação do Enem costuma preocupar bastante os participantes do exame, e não é para menos. Ela corresponde a 20% da nota e pode elevar a média quando for bem desenvolvida. Assim, é normal que ao longo do tempo apareçam alguns mitos sobre a redação e muita gente acaba acreditando e seguindo por medo de ter pontos descontados na prova. Hoje, vamos conversar sobre alguns desses mitos. Dessa forma, você ficará bem informado(a) e não precisará mais ficar inseguro(a) na hora de escrever o seu texto. Então, vamos lá? 1. É obrigatório ter título na redação Embora esteja escrito na Cartilha do Participante que o título não é obrigatório, muita gente ainda pensa que precisa colocar para não perder pontos. O participante, se quiser, pode colocar título. Ele, no entanto, não será avaliado em nenhuma das competências. O título vale como linha escrita pelo participante. Então, caso a pessoa escreva um texto de apenas 7 linhas, mas que além disso tenha o título, ela terá seu texto corrigido. 2. Usar palavras difíceis aumenta a nota É verdade que é importante variar o vocabulário e evitar repetições de palavras em seu texto, porém é mito que você precisa usar palavras difíceis para ter uma nota maior. Pois é, na verdade, o “rebuscamento” prejudica mais que ajuda. Isso porque muitas pessoas usam palavras das quais não conhecem muito bem o significado. Desse modo, sim, podem perder pontos. Deve haver um cuidado na escolha das palavras, haver respeito à modalidade padrão da língua portuguesa, mas não é necessário “escrever difícil”. Lembre-se de que o texto dissertativo-argumentativo preza pela objetividade e clareza. Assim, ele precisa ser fluido, de fácil leitura por qualquer pessoa. Imagine sempre que você está escrevendo para muitas pessoas e não somente para a banca. Então, o texto deve ser compreensível para todos. 3. Só pode escrever com letra cursiva na folha de prova Não, esse é mais um mito. O participante pode escrever com letra de forma, mas precisa diferenciar as letras maiúsculas e minúsculas. Isso porque é um dos critérios de correção da competência 1 identificar se o participante sabe quando é necessária essa diferenciação (começo de frases e palavras que precisam ser escritas com inicial maiúscula, como nomes próprios, por exemplo). 4. Basta citar algum filósofo para tirar uma boa nota Não é bem assim que funciona. Nós já mostramos aqui no blog os critérios de correção das 5 competências e você deve lembrar que falamos sobre repertório sociocultural na competência 2. É superimportante que exista fundamentação na sua argumentação, e a citação é uma forma de fazer isso, mas não é a única. Além disso, não basta apenas colocar uma citação solta em seu texto, ela precisa necessariamente ser pertinente ao tema e também ter uso produtivo para que se atinja as notas mais altas na competência 2. Sabemos que existem muitas fórmulas prontas e “esqueletos” de redações que dizem “servir para qualquer tema” e que usam sempre os mesmos filósofos e as mesmas citações batidas. Desapegue desse mito. Receitas de redação podem dar bastante lucro para quem as vende, mas podem ser muito prejudiciais para você se segui-las cegamente. 5. Devo tentar agradar o posicionamento político do avaliador Isso simplesmente não existe. Trata-se de mais um dos mitos sobre a redação, e muita gente cai nele. O Inep divulgou no ano passado a cartilha de capacitação dos avaliadores e por elas é possível perceber que os critérios são bastante objetivos. Não há margem para esse tipo de avaliação subjetiva nem é o papel do avaliador concordar ou não com as opiniões dos participantes. O texto precisa ter coerência entre o ponto de vista, os argumentos e a proposta de intervenção, respeitando os direitos humanos, seja mais alinhado à direita, à esquerda ou ao centro, isso não importa! Além disso, é mito também que todos os mais de 5 mil avaliadores que corrigem redações anualmente pensam da mesma forma. E é impossível saber quem vai corrigir a sua, ou seja, essa história não faz o menor sentido. Escreva o texto de acordo com a sua visão de mundo, com bons argumentos e uma proposta de intervenção adequada à situação de prova que vai dar tudo certo! 6. Rasuras tiram pontos da redação É compreensível que em uma prova manuscrita o participante cometa alguns erros e ele não possa apagá-los da folha de prova. Portanto, jamais alguém será prejudicado por rasurar, desde que não risque a folha inteira, anulando linhas propositalmente e ficando com 7 linhas ou menos de texto. Evite cometer erros, mas, caso aconteçam, não se desespere. Passe um traço simples por cima da palavra ou trecho errado e escreva corretamente ao lado. Caso perceba o erro depois de já ter passado tudo a limpo, tente arrumar escrevendo em cima da rasura, mas lembre-se de que precisa ficar legível. A única coisa que pode prejudicar a nota é o avaliador não compreender o que está escrito se ficar muito pequeno. Então, tenha muita atenção na hora de transcrever o rascunho para a folha oficial. Então, você conhecia esses mitos sobre a redação do Enem? Sabe de mais algum que queira desvendar? Escreva aqui nos comentários que a gente esclarece a sua dúvida! Já começou a preparação para o Enem 2021? Aproveite que está por aqui e conheça nossos planos!
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