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    Pleonasmo vicioso
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Pleonasmo vicioso – Saiba como se livrar na hora da redação

    Conta pra gente, você realmente sabe o que é pleonasmo vicioso e como usá-lo pode prejudicar sua redação? Se você está se preparando para ingressar no ensino superior, a importância de caprichar no ENEM é uma excelência que você busca, mas para ter êxito na redação essa preparação vai além de estar por dentro do tema abordado: é fundamental uma escrita boa e coerente. Muitos alunos comprometem seus textos com pleonasmo, que por vezes passa despercebido na escrita e enchem o texto com excesso de palavras que produzem o mesmo significado. Essa redundância de termos usados na escrita pode descontar pontos na nota final da sua redação e é claro que nós da Redação Online não queremos que isso aconteça! Se você quer fugir desse problema e garantir uma excelente produção textual, que para muitas instituições tem maior peso na composição final da nota, continue a leitura e tenha certeza que não vai cometer esse erro! Afinal, o que é pleonasmo? Pleonasmo é a repetição de palavras diferentes em um único contexto para dar maior ênfase ou clareza, mas que possuem o mesmo significado. Ou seja, toda vez que você diz “descer para baixo” você está cometendo um pleonasmo. A palavra descer já esclarece que alguém está se deslocando para baixo e isso não deve acontecer na língua escrita ou na fala. É muito comum ouvir repetições de palavras no dia a dia, isso da um efeito mais intenso na construção de uma frase, e por vezes passa despercebido, porém não é admitido na língua portuguesa. Dependendo a intenção do falante ao reproduzir a repetição na narrativa, o pleonasmo pode ser considerado um vício de linguagem ou uma figura de linguagem. Quais são o tipos de pleonasmo? Existem dois tipos de pleonasmo que são caracterizados de acordo com a intenção do falante em enfatizar a mensagem, podendo ser classificado em: literário e vicioso. 1. Pleonasmo literário O pleonasmo literário é empregado de modo intencional e acontece quando o falante tenta destacar uma ideia ou conceito, reforçando o significado de forma mais poética. É muito comum o uso de pleonasmo literário em epítetos da natureza, um bom exemplo é “mar salgado”. Veja que na expressão existe um repetição de palavras distintas, mas que possuem o mesmo contexto. Dizer “salgado” para o “mar” é pleonasmo, mas a ênfase da frase traz um efeito lírico para que o leitor ou ouvinte se admire com o enunciado. Pleonasmo empregado de modo intencional transmite a sensação de o passa é muito mais intenso e ocorre muito mais na fala do que na escrita. Veja alguns exemplos abaixo. “surpresa inesperada”; “fatos reais”; “opinião pessoal”; “adiar para depois”; “há anos atrás”. 2. Pleonasmo vicioso O pleonasmo vicioso, também chamado de redundância, traz um vicio de linguagem na fala ou na escrita do comunicador, ou seja, é a repetição desnecessária de palavra ou ideia que já está incluída no discurso e não acrescenta nenhum valor, mas que utilizamos muito no nosso cotidiano sem perceber. Para entender melhor, veja a seguir alguns exemplos comuns de termos distintos que possuem o mesmo significado empregados no mesmo enunciado, muitas vezes de modo não intencional. “ver com os olhos”; “gritar alto”; “inaugurar o novo”; “congelar de frio”; “subir para cima”; “descer para baixo”; “criação nova”; “ciclo vicioso”; “principal protagonista”. São enunciados vistos como inadequado e que não geram efeito de destaque ou esclarecimento. A redundância acontece por um vicio na construção da fala ou da escrita, muitas vezes por falta de conhecimento do significado dos termos empregados. Qual a diferença entre pleonasmo e redundância? Quando o pleonasmo não é empregado propositalmente pela pessoa emissora na fala ou na escrita, acontece o que chamamos de vício na linguagem, que são palavras que não correspondem à norma-padrão da língua portuguesa, designadas como pleonasmo literário. Em contrapartida, a redundância, também denominada pleonasmo vicioso, é a expressão normal da língua portuguesa na linguagem coloquial, entretanto, em algumas expressões não devem ser empregadas na forma escrita e são reprováveis em uma redação. Porém, a redundância pode acontecer quando o comunicador não tem conhecimento da língua ou não sabe o significado da palavra. É muito comum palavras depender de significados radicais gregos e latinos que necessitam de conhecimento mais aprofundado, inclusive na escrita. Veja alguns exemplos: “habitat natural”; “fato verídico”; “novidade inédita”; “breve alocução”; “preconceito intolerante”; “labaredas de fogo”. Agora que você já tudo sobre pleonasmo, é hora de colocar em prática todo conteúdo e garantir nota máxima na redação. Aprimore seu conhecimento com os conteúdo disponíveis no blog Redação Online! Acesse agora e veja todas as dicas e informações sobre produção textual. Se você é aquela pessoa que tem bloqueio na escrita e não sabe como se prepara para a redação do vestibular ou ENEM, não deixe de conferir o conteúdo exclusivo com algumas técnicas de como evitar esse vilão e arrasar nas produções textuais. Alcance seus objetivos com as materiais gratuitos que disponibilizamos em nossa plataforma. Até a próxima!

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    11 de mar. de 2022
    Marina Dias
    6 min

    Crianças sem infância: o aumento da adultização infantil | Tema de redação e repertórios

    A adultização infantil é o termo usado para se referir a uma criança que vive a aceleração das fases da vida e é estimulada de forma inadequada a fazer “coisas de adulto”. Trata-se de uma problemática que tem aumentado em nossa sociedade, uma vez que elas não vivem uma etapa da vida fundamental ao desenvolvimento humano: a infância. Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Crianças sem infância: o aumento da adultização infantil”. Após ler os textos motivadores, confira também os repertórios socioculturais que listamos sobre o tema!   TEXTO 1   Adultização infantil leva à dificuldade de socialização e baixa autoestima   O termo adultização infantil é novo para você? Salão de beleza, roupas da moda, atividades que preenchem o dia inteiro e experiências destoantes fazem parte deste processo de aceleração da infância e pré-adolescência. Neste cenário, as crianças são estimuladas a comportamentos que não condizem com sua idade, ocupando-se de uma rotina de responsabilidades antecipadas e que desconsidera marcos importantes para o seu crescimento.  Esse período é etapa essencial para que os pequenos adquiram concepções psicológicas e morais que vão acompanhá-los para o resto da vida, o que faz do amadurecimento precoce algo tão nocivo à essência desse ser humano em formação. Segundo a psicóloga Monique Luz, “trazer o universo adulto para a criança, sem que haja a maturidade emocional para entender o que está acontecendo, faz com que ela fique vulnerável a qualquer tipo de informação recebida”. É um contexto em que a distorção no entendimento das informações oferecidas pode ser carregada a vida toda. “Estruturar personalidades de maneira forçada faz a pessoa perder suas capacidades e não permite uma vida saudável. Sem brinquedos, sem espaços lúdicos, interrompe-se o desenvolvimento”, explica o psiquiatra Rimon Roseck Hauli.   Principais riscos da adultização   Cada criança tem necessidades específicas de acordo com o momento da infância que está vivenciando. Além disso, é importante considerar que indivíduos diferentes em desenvolvimento também requerem atenção e cuidados igualmente distintos. Por outro lado, existe um consenso sobre o que é tarefa obrigatória nessa fase vida: brincar. É nessa atividade que se descobre a convivência com outras pessoas, entende-se a autonomia e estimula-se a imaginação.  O processo de adultização prejudica todas essas instâncias. “Ocorre afastamento de exercícios essenciais para a evolução de relações afetivas, processos cognitivos, habilidades motoras e de linguagem”, afirma o psicólogo Helison Fernando de Brito. Segundo o profissional, as consequências dessas limitações apontam para a dificuldade de socialização, o aumento do estresse familiar, de hábitos de consumo inadequados e do sedentarismo, a erotização precoce e a baixa autoestima. Brito destaca que a ausência de respeito à infância e suas especificidades pode acarretar diversos fatores negativos ao longo da vida, conduzindo a transtornos depressivos, de ansiedade, sentimentos de inadequação, relacionados a traumas e estresses. “Podemos acrescentar que o maior determinante de nossos comportamentos são as relações que estabelecemos com o ambiente, em especial as construídas dentro da família”, diz. Fonte: Portal UOL   TEXTO 2   ‘Adultização’ de crianças é tema sério que merece atenção dos pais   “[…] A psicóloga Adriana Grosse explicou que na década passada as crianças ocupavam um lugar diferenciado nas famílias, não participavam das conversas dos adultos e nunca podiam opinar. “Quase sempre estavam com outras crianças, tinham pouco convívio com os adultos e, quando tinham, sabiam o seu lugar de criança. Não era dado um espaço para elas argumentarem e nem ao menos mostrar seus desejos e vontades, reprimindo sua criatividade. Porém, hoje estamos ao extremo, no qual nossas crianças podem muito e são confundidas com ‘adultos mirins’. Antes não podiam nada e hoje podem quase tudo, pulando fases iniciais para o seu desenvolvimento psíquico”, disse a especialista. […]” Fonte: Folha do Litoral     Repertórios socioculturais para o tema “Crianças sem infância: o aumento da adultização infantil”   Você viu nos textos motivadores que a adultização infantil traz muitos riscos às crianças e se manifesta por conta da influência da cultura de consumo, da mídia e até mesmo do uso precoce das tecnologias. Por se tratar de um fenômeno que afeta uma fase importante de desenvolvimento, é importante pensarmos em soluções para garantir que as crianças vivam cada fase como deve ser. Assim, para ajudar você a desenvolver uma redação sobre esse tema, listamos a seguir alguns repertórios socioculturais. Confira!   Vídeo | Adultização das Crianças: a infância descartada   Neste vídeo do Canal Criar e Crescer, o pediatra Daniel Becker fala sobre o fenômeno da adultização infantil, as influências e como pode afetar negativamente a vida das crianças no presente e, principalmente, no futuro.  Além disso, ele fala sobre a importância de brincar para desenvolver habilidades fundamentais ao ser humano. Confira:   https://youtu.be/ZLLBSutMUwA Documentário | Criança, a Alma do Negócio (2008) O documentário “Criança, a Alma do Negócio” (2008), da cineasta Estela Renner, investiga como a publicidade e as mídias afetam as crianças e aponta que elas são as principais influentes na decisão de compra dentro de casa.  O filme entrevista pais e especialistas para debater sobre os efeitos negativos da exposição às propagandas, como a escolha de produtos não saudáveis e de produtos que contribuem para a adultização infantil. Assista o documentário completo no Youtube: Filme | Pequena Miss Sunshine (2006) O filme “Pequena Miss Sunshine” (2006) conta a história de uma família de classe média que vai viajar com o objetivo de levar a caçula Olive para participar de um concurso de beleza infantil. Diferente de Olive, as meninas do concurso estão vestidas como “pequenas mulheres” e não como meninas.  O filme aborda como desde cedo as meninas são afetadas pelos padrões de beleza inalcançáveis e a outro fenômeno que anda junto ao nosso tema: a erotização infantil. Assista o trailer a seguir: Legislação | Direito de brincar Desde 1959, a ONU por meio da Declaração Universal dos Direitos da Criança reconhece que brincar

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    10 de mar. de 2022
    Marina Dias
    6 min

    Uso dos Porquês na redação: quando usar Por que, Porquê, Por quê e Porque

    Você tem dúvidas sobre o uso dos porquês? Essa é uma regra gramatical que causa muita confusão entre os estudantes que estão prestando vestibulares, concursos ou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Afinal, na língua portuguesa existem quatro tipos de porquês – “por que”, “porquê”, “por quê” e “porque” – e o uso de cada um vai depender do sentido que pretendemos dar a um enunciado. É bem provável que você já se perguntou quando usar cada um, não é mesmo? Para você não errar mais no uso dos porquês na redação ou até mesmo nas questões objetivas dos exames, fizemos este artigo explicando quando usar cada um. Você confere também exemplos e dicas para não cometer mais esse erro. Continue a leitura! Quando usar “por que” separado e sem acento O “por que” separado e sem acento é sempre usado para expressar “motivo” ou “razão”. Pode ser usado no início das frases interrogativas diretas (com ponto de interrogação no final) ou no meio das frases interrogativas indiretas (finalizadas com ponto final). Nesse sentido, “por que” é usado em perguntas ou como pronome relativo, uma vez que ele pode ser substituído pelas expressões “pelo qual” ou “por qual”. Veja alguns exemplos a seguir: Ficou difícil? Uma dica para não errar, é substituir o “por que” pelas expressões “por qual motivo” ou “por qual razão”. A frase citada acima, por exemplo, ficaria assim: “Por qual motivo você não foi na aula?” ou “Quero saber por qual razão você não foi na aula.” Por se tratar de uma pergunta, esse tipo de porquê não é muito usado na redação do Enem e vestibulares, visto que em um texto dissertativo-argumentativo não é recomendado usar frases interrogativas. Isso não significa que você não pode usar, mas sim que é preciso ter cuidado e escrever uma resposta logo em seguida. Quando usar “porquê” junto e com acento O “porquê” junto e com acento circunflexo é o que mais causa dúvidas. Afinal, ele é usado como um substantivo e como sinônimo de “motivo” e “razão”. Por ter valor substantivo, geralmente ele será antecedido pelo artigo definido “o” (podendo estar no singular ou no plural) ou, ainda, pelo artigo indefinido “um”. Veja os exemplos: Observe que nas duas frase é possível trocar o “porquê” pelos sinônimos “motivo”ou “razão”. Assim: “A mídia precisa explicar o motivo dessas campanhas serem importantes.”, “São muitas as razões de persistir esse problema na sociedade.” e “Deve haver uma razão disso acontecer.” Na redação, esse tipo de porquê é mais indicado e você pode usá-lo para apontar motivos na sua argumentação. Quando usar “por quê” separado e com acento O “por quê”, separado e com acento circunflexo, é sempre usado no final de frases antes de pontuação – ponto de interrogação, exclamação ou ponto final. Além disso, ele também pode ser usado de maneira isolada, desde que seja seguido por pontuação. Confira alguns exemplos: Esse tipo de porquê é usado no sentido de “por qual motivo” ou “por qual razão”. Sendo assim, ele também expressa um questionamento e, por isso, deve ter cuidado na hora de usá-lo na redação. Quando usar “porque” junto e sem acento O quarto e último tipo é o “porque” junto e sem acento. Ele é o preferido dos falantes da língua e é usado para frases que apontam uma causa, motivo ou explicação. Em outras palavras, ele é usado sempre para responder uma pergunta. Confira alguns exemplos: Como você pode ver nos exemplos, o “porque” pode ser utilizado em contextos que você precisa explicar os motivos e causas de uma questão ou problema. Logo, ele é perfeito para um texto dissertativo-argumentativo. Quer conferir mais dicas sobre o uso dos porquês na redação? Confira o vídeo que a professora Chay, do Redação Online, preparou para você: https://youtu.be/w5VIMy0ropg Resumo sobre o uso dos porquês Para você não errar mais no emprego dos porquês, vamos recapitular tudo o que vimos nesse conteúdo? Vamos lá!  Como você pode ver, existem regras diferentes que definem o uso dos porquês. Não é à toa que um dos erros gramaticais mais cometidos pelos falantes é esse, não é mesmo? Agora ficou mais fácil de entender quando usar os porquês? Garantimos que quanto mais você treinar, fazendo exercícios e/ou aplicando na redação, mais fácil será usá-los em qualquer contexto. Aqui no blog ou em nosso canal no Youtube estamos sempre dando dicas práticas de português como essa. Continue acompanhando nossos conteúdos semanais!

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    09 de mar. de 2022
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Tópico Frasal: Entenda de uma vez o que ele é com estes exemplos

    Pois é, muitos assim como você também se perguntam o que é tópico frasal e, olha, em algum momento de sua vida — mesmo que seja lá no fundo do profundo do que já não existe mais — você já deve ter ouvido sobre isso, ainda que não tenha notado. E pode ter certeza: enquanto você estudar redação, a temática de tópico frasal é inevitável. Quem primeiro usou o termo “tópico frasal” foi o gramático Othon Moacyr Garcia, que em seu livro Comunicação em Prosa Moderna (vai cursar Letras? Prepare-se, esse livro estará na sua lista de leitura e ele é simplesmente incrível), de 1967, definiu-o como: “…um ou dois períodos curtos iniciais que contêm a ideia-núcleo do parágrafo em texto dissertativo, descritivo ou narrativo.” (GARCIA, 1967). E aí, entendeu tudo? Bora pra redação então? Se você pensa que só essa sentença não é explicação suficiente, vem ler o conteúdo explanado tim-tim por tim-tim no portal Redação Online: O que é tópico frasal? O tópico frasal, de fato, nada mais é do que é uma estrutura textual utilizada para iniciar uma argumentação. Sua conceituação é realmente simples, mas não se engane que, por conta disso, utilizar um tópico frasal é absolutamente dispensável. Muito pelo contrário: se você quer tornar o seu parágrafo argumentativo (numa estrutura textual argumentativa) muito mais organizado e interessante, tanto a construção textual como a do conteúdo ali inserido faz toda a diferença. Por isso mesmo, inclusive, o tópico frasal também pode ser conhecido como a ideia central ou nuclear de um parágrafo de desenvolvimento. Tipos de tópicos frasais Segundo a pesquisa do nosso amigo gramático lá em cima, o Moacyrzinho, apesar de existir uma porrada de formas de se escrever um tópico frasal, 60% deles estão inseridos em 6 classificações distintas: 1. Declaração inicial Tanto na forma positiva quanto na forma negativa, o tópico frasal por declaração inicial traz uma ideia muito forte já de cara. Tão forte que o leitor tem até mesmo dúvidas se ele pode questionar aquele ponto de vista ou não. É praticamente como colocar todas as cartas na mesa de uma vez e pedir truco. Mas é preciso tomar cuidado, pois, quando um parágrafo é iniciado por declaração inicial, espera-se que as ideias secundárias, mesmo que estejam em segundo lugar, também sejam bastante relevantes com relação ao assunto do texto. Se houver uma queda de intensidade muito grande entre o tópico frasal por declaração inicial e as ideias secundárias, isso pode dar a impressão ao leitor/corretor que faltou unidade no parágrafo ou que você não tinha argumentos suficientes para desenvolver o tópico frasal – ou pior ainda, os dois. Vamos dar uma olhadinha num exemplo de redação com nota máxima no ENEM e que tem o parágrafo introdutório com tópico frasal por declaração inicial? “Não há ligação direta entre a violência urbana e a pobreza ou o racismo. Suas raízes estão lançadas, na verdade, sobre uma sociedade desigual, que privilegia uma minoria, deixando todos os demais à margem da sociedade, distante de oportunidades iguais”. Outro exemplo montado por nós, só para você perceber como é possível desenvolver um raciocínio completo a partir de um tópico frasal: “A saúde mental é tão indispensável quanto a saúde física. Isso porque, em um corpo são, também deve co-existir uma mente que caminha em paridade com o bem-estar externo”. A parte em negrito corresponde à declaração inicial. Percebeu o quanto essa ideia é forte e não deixa nenhuma dúvida a respeito do ponto de vista de quem a redigiu? E, novamente, tudo o que vem depois são explicações secundárias. 2. Definição Técnica muito utilizada quando o tema da redação traz termos relativamente desconhecidos ou novos. O tópico frasal por definição é aquele que apresenta o sentido de uma palavra que seja extremamente relevante para o tema. Observe o exemplo: “A palavra intolerância tem o sentido de falta de habilidade ou vontade de reconhecer as diferenças como válidas, mas sua aplicação mais comum tem acontecido com o significado de rejeição, separação, diferenciação, preconceito.” Essa ficou mais fácil, né? Afinal, definir palavras não é algo assim tão estranho para nós. Se você optar por esse tipo de tópico frasal, tome cuidado para não fazê-lo simplesmente por achar bonitinho exercer o trabalho de dicionário. Essa definição precisa ter ligação com o tema e te ajudar a desenvolvê-lo de alguma forma. Não se esqueça de que o leitor/avaliador muito possivelmente sabe o significado das palavras, por isso a relevância é tão essencial. Tenha uma boa razão para escolher esta técnica. 3. Contraste ou comparação Precisa colocar dois ou mais assuntos lado a lado para diferenciá-los ou para apontar a semelhança entre eles? Essa técnica é a que você está buscando. De novo, nada de comparar ou diferenciar só por fazer algo diferente. Tenha um propósito com isso, uma razão que ficará clara ao longo do desenvolvimento do parágrafo. Vamos ver como a técnica funciona na prática? “Num oposto, alunos desinteressados e desmotivados, no outro oposto, professores cansados, esgotados, sem força para mais nada. Esse é o retrato de grande parte das relações educacionais atuais.” 4. Divisão O objetivo aqui é separar ideias que estão ligadas a um mesmo assunto, porém com a função de acrescentar clareza a quem lê. A técnica da divisão é muito usada em temas que possuem etapas de realização, por isso, ele aparece com menor frequência nas redações. O parágrafo abaixo terá um tópico frasal por divisão. “A vida dos homens divide-se três fases diferentes: infância, adolescência e idade adulta. Cada uma delas tem seus desafios, bem como seus pontos positivos.” É muito comum haver dois pontos em tópicos frasais por divisão. Os dois pontos anunciam a divisão que virá em seguida. 5. Alusão histórica Iniciar um parágrafo utilizando uma alusão histórica faz com que o leitor se situe no tempo e no espaço, compreendendo de forma mais aprofundada o caminho que você quer dar ao texto. Não escolha a alusão histórica só para citar um fato histórico. Ele precisa ser usado como

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    04 de mar. de 2022
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Os desafios no ensino em 2022

    Ainda estamos no primeiro trimestre do ano, mas já é possível perceber que os próximos meses serão de grandes desafios no ensino brasileiro. Isso fica claro quando lembramos de alguns fatores que vêm atravessando a rotina dos estudantes há, pelo menos, dois anos. São eles: a desigualdade ampliada pela pandemia, a transição do ensino remoto para o presencial, a adoção do ensino híbrido e a entrada de novas tecnologias na abordagem educativa, além da implementação do Novo Ensino Médio. Para você entender o que vem pela frente e se preparar para o que fará parte da vida dos estudantes neste ano, preparamos um artigo com muita informação. Acompanhe! Desafios no ensino: herança da Covid-19 Se a desigualdade social já tinha grande influência na qualidade da educação, a pandemia da Covid-19 agravou ainda mais as vulnerabilidades de muitos estudantes. Com o isolamento social, os desafios no ensino foram muitos, incluindo a adoção de estratégias rápidas e eficientes para ministrar as aulas de maneira remota. Após dois anos do início da pandemia, famílias continuam perdendo renda, e crianças que não tinham acesso à internet se mantêm longe das salas de aula, mesmo agora, quando muitas cidades brasileiras voltaram ao esquema presencial ou híbrido. Também não podemos deixar de lembrar da crescente insegurança alimentar.  Embora a função social da escola não seja de assistência social, os desafios no ensino incluem garantir o bem-estar dos estudantes como um todo. Em 2022, as escolas devem fortalecer e acionar a rede de proteção, aumentando o número de refeições, assim como a quantidade e a qualidade dos alimentos. Cuidados sanitários não devem ser ignorados Com o avanço da vacinação contra a Covid-19, em grande parte das escolas do Brasil, o ensino remoto já ficou no passado. Com a volta dos estudantes ao ensino presencial, um dos desafios no ensino é garantir que os protocolos de segurança sanitária continuem sendo seguidos, com estratégias pensadas junto das Secretarias da Saúde de estados e municípios. Outra prioridade para este ano tem relação com a socialização dos estudantes. É importante resgatar o pertencimento dos alunos ao mundo escolar, ouvir as experiências vivenciadas no período de isolamento e evidenciar que os últimos dois anos não foram perdidos. Novas formas de aprendizagem Não há como ignorar as transformações causadas pelo ensino remoto e, nesse sentido, é possível citar alguns aprendizados para repensar a forma de ensino nas instituições. Se há dois anos as aulas remotas eram um dos maiores desafios no ensino, hoje elas surgem como alternativa para facilitar e inovar a relação entre aluno e professor. No começo da pandemia, por exemplo, o modelo de aula presencial era simplesmente replicado no ambiente online. Agora, com professores mais familiarizados com as ferramentas, a tendência é que os conteúdos e as práticas sejam pensadas exclusivamente para atender o aluno que está do outro lado da tela. No caso do ensino híbrido, com parte da turma assistindo de forma remota e parte presencial, os desafios no ensino também são bem específicos. Além de mudanças na forma de ensinar, o modo de avaliação também deve sofrer alterações significativas. Na prática, o processo avaliativo deve ser contínuo e acumulativo, mantendo a motivação dos estudantes que estão em casa ou na sala de aula e permitindo um maior acompanhamento do processo de aprendizagem. Tecnologia como aliada de alunos e professores É comum a associação dos recursos tecnológicos aos modelos remoto e híbrido. Mas, na verdade, as instituições de ensino têm muito a ganhar com a utilização da tecnologia também no ensino presencial. Plataformas como a Google for Education oferecem diversas ferramentas que podem ser usadas em todos os modelos de ensino. Fato é que crianças e adolescentes já dominam as ferramentas digitais, portanto, é extremamente necessário que o sistema de ensino incorpore essa nova linguagem em seu cotidiano. Neste ano, as escolas devem se adaptar aos alunos. Caso contrário, a continuidade das aulas em salas de aulas analógicas, com uma dinâmica de ensino ultrapassada, pode desmotivar os estudantes e prejudicar a qualidade do aprendizado. Chegada do Novo Ensino Médio O maior dos desafios no ensino para este ano é o tão falado “Novo Ensino Médio”. Aprovado no ano de 2017, o novo ensino médio passa a valer a partir deste ano e vai mudar gradativamente o ensino nas escolas públicas e privadas de todo o país. O novo formato prevê o aumento de horas letivas anuais – o tempo de aula passará para 5 horas por dia, com um acréscimo de 200 horas anuais em relação ao modelo anterior; e mudanças na grade curricular – as disciplinas passarão a ser áreas do conhecimento: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e sociais aplicadas. Além disso, outra novidade é o chamado “projeto de vida”, que será implementado para ajudar o aluno a compreender o que ele quer para seu futuro, ao mesmo tempo que entende como a escola pode ajudá-lo a alcançar esse objetivo. Já deu para perceber que 2022 promete ser um ano de grandes mudanças para a educação, não é mesmo? Chegou a hora de enfrentá-los para transformar o ensino brasileiro! Agora que você já conhece os próximos desafios no ensino, é só seguir o Redação Online no Facebook, no Instagram e no Linkedin para receber mais conteúdos como este!

    Para professoresFundo de funilOnde estudar
    04 de mar. de 2022
    Imagem de uma mulher escrevendo em um papel com caneta
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Quais as diferenças entre linguagem culta e coloquial?

    Linguagem nada mais é do que comunicação, uma atividade realizada por humanos e necessária para o convívio e interação social, mas quando falamos sobre a linguagem culta e a coloquial e seus pontos de destaque e diferenças nem sempre vem à mente uma ideia instantânea e cristalina. A capacidade que o homem possui para interagir com seus interlocutores para expressar ideias e sentimentos pode, mesmo, se subdividir dessa forma? Na verdade, sim. Dependendo do contexto social na qual a linguagem é produzida, o interlocutor pode usar tanto a norma padrão culta ou a coloquial. Mas e na redação, qual das duas diretrizes devo seguir; você se pergunta. Para te ajudar a sanar todas as dúvidas sobre o tema, a Redação Online preparou um conteúdo completo sobre o assunto que vai ajudar a se sair ainda melhor nessa jornada importante e destacar como a escolha de linguagem pode impactar significativamente sua prova. Papel e caneta na mão? Aproveite e já deixei nosso conteúdo sobre exemplos de figuras de linguagem e como usar no ENEM aberto para ler depois como complemento a esse artigo! O que é e como é a linguagem culta? A modalidade culta na linguagem é aquela que deve ser aplicada em contextos formais que exigem o uso da norma padrão seguindo rigidamente as regras gramaticais, tanto na fala quanto na escrita. Como o próprio nome já diz, a linguagem culta está presente em pronuncias mais polidas e são mais comuns em ambientes jurídicos, congressos, revistas cientificas, trabalhos acadêmicos, entre outros, ou seja, locais com maior prestígio social e de nível cultural mais adequado para a língua padrão. A linguagem culta é muito cobrada em provas de ENEM e vestibulares para a construção de redações, entretanto, ter domínio sobre o tema para desenvolver um texto adequado e garantir uma pontuação satisfatória é super importante. O que é a linguagem coloquial, então? A linguagem coloquial está muito presente no cotidiano das pessoas, mas é tão importante quanto a linguagem formal. A modalidade é a variante linguística popular, ou seja, está muito relacionada a culturas e estilos popular. No entanto, a modalidade informal deve, preferencialmente, ser mais presente na fala e nunca na escrita – quando falamos de uma redação de vestibular ou ENEM –, uma vez que a escrita deve o uso correto da gramática. A modalidade coloquial é aquela em que os locutores não tem preocupação com as normas gramaticais, aceita gírias, expressões próprias e palavras de forma contraída na comunicação, ou seja, uma norma com menos rigidez que deixa o diálogo muito mais espontâneo. Entendendo melhor sobre a variação linguística Todo mundo já deve ter ouvido falar de variação linguística, não é mesmo? Você que está nessa fase da vida como vestibulando então, mais ainda! Isso se dá porque, por mais que exista uma norma-padrão da língua portuguesa, é impossível não se deparar com mudanças em diferentes contextos de comunicação. A variação linguística nada mais é do que “vícios” presentes na fala dos indivíduos predisposto pelas suas regiões geográficas, contexto histórico e cultural, e ainda muito influenciados pela cenário social do país. A internet, também, traz variações linguísticas bem específicas. Desse modo, podemos defini-las como expressões linguísticas com regras e características próprias. Para ajudar a compreender melhor as variações de expressões e dominar o assunto, diferenciamos os três grupos em tópicos. Veja! 1. Variação regional A variação linguística regional está relacionada ao local ocupado pelo falante que sofre forte influencia do espaço geográfico. Essas variantes são perceptíveis pelo sotaque e regionalismo. Sotaque: são pronuncias de determinadas palavras de forma particular de cada indivíduo. Essa diferença linguística é muito comum no Brasil devido a mudança de falar em cada região, um exemplo é a forma como os Goianos pronunciam o R. Regionalismo: Está relacionado ao vocabulário com palavras e expressões próprias da região, como por exemplo na Região Norte que “muidinho” significa menino. 2. Variação histórica e diacrônica As variações históricas advém de linguagens que já caíram em desuso – arcaísmo –, mas ainda são encontradas em obras literárias, documentos antigos e até em musicas. Um exemplo clássico é a palavra “pirralho”, que significa menino ou guri. 3. Variação social A variação social não depende da região que vive, mas sim está diretamente relacionada aos grupos sociais na qual está inserido, como classe social, nível de escolaridade, profissão, entre outros. Os grupos desenvolvem características próprias na linguagem, podendo ser uma linguagem formal ou informal. A variação linguística social é dividida em dois fatores: Gírias: palavras que não seguem a norma culta da língua portuguesa que entram e saem da moda entre grupos específicos – Ex: mano (amigo) Jargão: palavras de um grupo específico ligado a profissão – Ex: peticionar (ato de entrar com uma ação) Qual a diferença entre a linguagem culta e coloquial? É muito importante saber diferenciar a língua oculta da coloquial para que não cause confusão ao ponto de gerar prejuízos na hora de produzir uma redação. Sabemos que a forma visual é de maior captação e entendimento para diversos alunos, então preparamos uma tabela com as principais diferenças entre os tipos de linguagem que vai te ajudar a memorizar e sair dominando o assunto. Acompanhe! Linguagem culta Linguagem coloquial Regulada nas normas gramaticais Variante linguística popular Usada em relações formais Usada em relações informais Não usa gírias Uso de gírias Variante prestigiada Presença de expressões próprias da fala Pronuncia polida Uso de formas contraídas ou reduzidas – Ex: “pra” para Bom, você deve saber que conteúdos gramaticais são sempre muito cobrados em redações de vestibulares e ENEM, então, coloque nossa tabela no seu plano de estudos! Imprimi-la e colar na sua parede, no campo de visão, pode ser bem legal! Para ler depois: “Mapa mental para redação: saiba mais sobre!” Porque existem variedades linguísticas se temos uma linguagem padrão culta a ser seguida? Nós vivemos em sociedade, e no próprio dia-a-dia, é possível notar que grupos distintos se identifiquem e criem, assim, sua identidade. O meio social é muito rico e democrático, e é

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    04 de mar. de 2022
    acidente de carro onde há dois carros batidos
    Redação Online
    6 min

    TEMA DE REDAÇÃO – Medidas para combater a violência no trânsito no Brasil

    Prepare-se para o ENEM! Redija um texto dissertativo-argumentativo sobre a violência no trânsito no Brasil. Analise dados impactantes, causas e explore repertórios socioculturais relevantes para const

    violência no trânsitoacidentes no trânsitotema de redação
    03 de mar. de 2022
    acidente de carro onde há dois carros batidos
    Marina Dias
    6 min

    Medidas para combater a violência no trânsito no Brasil | Tema de redação e repertórios

    A violência no trânsito está entre as maiores causas de mortes no mundo. O desrespeito às leis, o alcoolismo, o uso de celular e a má infraestrutura viária são alguns fatores que influenciam esse dado. Você já escreveu uma redação sobre “Medidas para combater a violência no trânsito no Brasil”? Confira o tema da semana!

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    03 de mar. de 2022
    Grafofobia
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Grafofobia: você tem?

    Quando abordamos o tema das fobias, estamos tratando de perturbações da ansiedade causadas por um medo persistente a objetos ou situações específicas. Qualquer pessoa está suscetível a desenvolver uma fobia, e é provável que você já tenha ouvido falar em algumas das mais comuns, como claustrofobia, tripofobia, fobia social, aracnofobia e grafofobia. Neste texto, nós trazemos isso para a nossa realidade, falando a respeito da grafofobia. Você já ouviu falar nela? Mesmo que o termo não seja tão conhecido quanto os de outras fobias que vemos por aí, a grafofobia é um problema sério e que afeta milhares de brasileiros. Abaixo, você poderá entender o que é grafofobia, descobrir os sinais que indicam a existência do problema e, por fim, aprender a tratá-lo. Continue a leitura e saiba mais! O que é grafofobia? Para entender, basta analisar a palavra. “Grafo” vem de grafia, enquanto a fobia é o medo em si. Grafofobia é o medo de escrever — podendo ser em público ou não. Há quem tenha a fobia ao escrever na frente de outras pessoas, enquanto para outros a mera ideia de escrever algo já pode ser aterrorizante. Como o Redação Online atua justamente com a escrita, falar a respeito desta fobia é algo fundamental. Para quem deseja conquistar uma boa nota nos vestibulares, no ENEM ou em algum concurso, escrever uma boa redação é indispensável; em cursos mais concorridos, ela pode ser o fator que colocará um candidato à frente de outro. No entanto, quem sofre com a grafofobia dificilmente conseguirá desenvolver uma redação — na maioria dos casos, a pessoa trava antes mesmo de começar. E é exatamente por este motivo que reconhecer o problema é algo tão importante. Somente assim será possível tratá-lo e, consequentemente, poder escrever com uma maior tranquilidade. Entenda mais sobre o assunto neste vídeo: Quais são os sinais que indicam a existência do problema? Para tratar uma condição como a grafofobia, identificá-la é o primeiro passo. A boa notícia é que, assim como outras fobias, os sinais são claros. Nesse sentido, é preciso estar atento a eles e, uma vez identificados, buscar a ajuda necessária para superá-los. Considere todas as vezes em que você escreveu ou teve a intenção de escrever algo. Se em todas elas (ou na maioria) você sentiu medo e travou, esse é o principal sinal de que você pode sofrer de grafofobia. Não se limita apenas a esses casos. Como mencionado anteriormente, algumas pessoas não conseguem escrever em público. Outras têm problemas para desenvolver seus textos sabendo que outros os lerão. A verdade é que, como qualquer fobia, há diferentes níveis. Se você se reconheceu em pelo menos um desses níveis e já passou por eles, isso já é suficiente para procurar ajuda. Como tratar? O tratamento de qualquer fobia — incluindo a grafofobia — deve ser feito por um psicólogo. Dentro da psicoterapia, há algo que é chamado de terapia de exposição. Nela, o profissional utiliza a exposição para fazer com que o paciente aprenda a se dessensibilizar em relação ao objeto ou, neste caso, à situação que teme. Portanto, mesmo que alguns exercícios possam ajudar no problema, a recomendação principal é buscar o auxílio de um psicólogo. E você, já tinha ouvido falar na grafofobia? Sofre com o problema ou conhece alguém que o tenha? Caso tenha gostado das informações que trouxemos aqui e queira receber mais conteúdo, não deixe de seguir o Redação Online no Facebook e no Instagram!

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    02 de mar. de 2022
    argumentos coringas para usar na redação
    Otavio Pinheiro
    7 min

    5 argumentos coringas para usar na redação

    argumentos coringas para usar na redação

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    25 de fev. de 2022
    movimentos literários
    Otavio Pinheiro
    10 min

    Movimentos literários: quais são e como usá-los nas redações?

    Os movimentos literários são um tema recorrente em vestibulares por todo o Brasil, inclusive no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Cada um desses períodos possuem suas características próprias e tiveram grande impacto nas produções que vemos até os dias de hoje. Por isso, é indispensável que esse conteúdo esteja bem fixado por quem irá realizar a prova. As peculiaridades de alguns movimentos também nos permitem entender um pouco sobre o contexto histórico-cultural ao qual ele estava inserido. Ou seja, quando a arte não imita a vida, ela tenta recriá-la de uma forma melhor. O blog da Redação Online preparou um resumo de cada um desses movimentos para que saiba as principais informações na hora da prova e garanta uma boa nota. Assim, poderá escolher entre uma maior variedade de opções seu curso e em qual faculdade quer entrar. Esse conteúdo é válido mesmo para quem busca estudar no exterior, temos um post completo sobre como usar sua nota do ENEM para fazer faculdade fora do país, não deixe de conferir! Conheça os movimentos literários que mais caem em prova! Em geral, as provas de vestibulares separam as áreas de conhecimento entre Linguagem, Conhecimentos Gerais e Específico. No ENEM funciona um pouco diferente, existem as Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática, e Linguagem e Códigos. Independente do caso, os conteúdos de Literatura são cobrados de forma parecida: revisitando os períodos literários e suas características, bem como algumas obras especificadas em cada edital. Por isso, vamos agora a lista dos movimentos que mais aparecem nas provas para depois falar como usá0los em sua redação! Confira também o post “10 alusões literárias para você usar nas redações” e saiba como unir os conhecimentos de Literatura à sua escrita! 1. Trovadorismo Esse estilo se caracteriza por ser poesias musicadas, compostas pelos Trovadores e apresentada tanto para realeza quanto para os servos. Existiam diferentes categorias de trovas e essa divisão quase sempre é cobrada nas provas. Podemos classificar esses poemas como: Período de destaque: 1189 até 1418.Onde surgiu: Na região que atualmente reconhecemos como França, Espanha e Itália. Naquela época, esse local era chamado de Occitânia.Principais autores: João Zorro, Afonso Sanches, Dom Dinis I de Portugal e Paio Soares de Taveirós (Portugal). 2. Humanismo O começo da literatura em prosa, produção de crônicas que valorizam as características humanas. Se afasta das características da Idade Média que o centro das produções é Deus, e começa a se voltar para o homem. Racionalismo e ascensão da ciência. Período de destaque: 1418 até 1527.Onde surgiu: Itália, por ser o berço do Renascimento que influenciou o surgimento desse movimento.Principais autores: Fernão Lopes e Gil Vicente (no teatro). 3. Quinhentismo O primeiro movimento literário do Brasil, que tem ligação com a chegada dos portugueses em nossas terras. Apesar do país ser a pauta principal, os escritos desse gênero falam sobre os navegantes que chegaram aqui. Possui como característica principal a descrição de viagens, da paisagem e relatos dos jesuítas. Período de destaque: 1500-1601.Onde surgiu: Brasil, mas era consumido na Europa.Principais autores: Pero Vaz de Caminha (Carta a el-Rei Dom Manoel, 1500), Padre José de Anchieta (Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil, 1595), Padre Manuel da Nóbrega (Tratado contra a Antropofagia, 1559) e Pero de Magalhães Gândavo (Tratado da Terra do Brasil, 1576). 4. Classicismo Uma das consequências do Renascimento, movimento artístico-cultural nascido na Itália. Aparece com o surgimento da Idade Moderna, finalizando de vez com o Período Medieval. Sua característica principal é a retomada dos ideais greco-romanos: o hedonismo (busca pelos prazeres), equilíbrio e do ideal de beleza tão procurado na Antiguidade Clássica. Sua obra principal é Os Lusíadas, um poema com mais de 1000 estrofes feito por Camões que retrata a viagem de Vasco da Gama até as Índias. Esse período é marcado por poemas com métricas regulares. Período de destaque: 1527 até 1580.Onde surgiu: Europa, não se tem ao certo um local de surgimento, mas foi uma continuação da predominância do Humanismo.Principais autores: Luiz Vaz de Camões (Os Lusíadas, 1572) e Dante Alighieri (A divina comédia, 1555). 5. Barroco Após tanta valorização dos ideias renascentistas, o Barroco surge retratando o homem em conflito. Racionalismo contra fé, homem contra Deus, bem contra o mal. A Igreja Católica começa ganhar força novamente, portanto muitos dos escritos desse movimento são sermões de missas. Como seus opositores, temos poesias satíricas contra a religião e poemas eróticos. Período de destaque: 1601-1768.Onde surgiu: Itália, logo se espalhando pela Europa. Esteve presente também em toda a América Latina, incluindo o Brasil.Principais autores: Gregório de Mattos (chamado também de Boca do Inferno, é o representante do lado apegado ao prazer) e Padre Antônio Vieira (Sermão da Sexagésima, 1655). 6. Arcadismo (Neoclassicismo) Acompanha a ascensão da Revolução Industrial e da agitação da cidade. O eu-lírico se distancia dessa realidade e oferece um contraponto a essas tecnologias ao exaltar a natureza. Muito comum poemas onde o personagem está no campo, em cenários bucólicos, sendo um pastor de ovelhas. Carpe diem (aproveite o momento) é seu principal conceito. Quebra com o conflito interno do Barroco e volta olha para o homem, com ideais iluministas. Período de destaque: 1768 até 1836.Onde surgiu: No continente europeu, mas alcançou o mercado brasileiro também.Principais autores: No Brasil, Cláudio Manoel da Costa (Obras, 1768) e Tomás Antônio Gonzaga (Marília de Dirceu, 1792). Na Europa, o português Antônio Dinis da Cruz e Silva. 7. Romantismo Esse movimento literário quebra com a formalidade da poesia, apesar de manter a estrutura de versos. O que isso quer dizer é que os poemas românticos nem sempre possuem rimas. Também existe prosa nesse período. Em texto corrido ou em estrofes, os temas sempre possuem um pessimismo ligado ao amor platônico, intensidade e fuga da realidade. Os eu-líricos idealizam mulheres que amam, mas se mantém egocêntricos. No Brasil foi divido em três fases: Período de destaque: 1836 até 1881.Onde surgiu: primeiros indícios na Europa do século XVIII, mas no século XIX que se consolidou e veio para o Brasil.Principais autores: Na primeira geração,

    Para vestibulandosMeio de funilrepertório sociocultural
    25 de fev. de 2022
    COMBATER A PEDOFILIA
    Marina Dias
    4 min

    Medidas para combater a pornografia infantil na internet | Tema de redação e repertórios

    A exposição de crianças e adolescentes a diversas formas de violências na internet, sem dúvida incluindo a pornografia infantil, um crime grave de exploração sexual, tem crescido alarmantemente. Nesse sentido, este aumento está diretamente relacionado ao maior tempo de permanência desse público no espaço virtual.  Portanto, torna-se cada vez mais urgente implementar, sobretudo,  medidas eficazes para combater esse problema e proteger a infância, por exemplo.  Neste contexto, a redação sobre pornografia infantil se destaca como uma ferramenta fundamental para conscientizar e discutir soluções para esta questão crítica.  Texto motivadores para redação sobre pornografia infantil Leia os textos motivadores a seguir e, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”. Desse modo, ao final da proposta, você encontrará uma lista de repertórios socioculturais relacionados a ela!   TEXTO 1   “Pornografia infantil significa qualquer representação, por qualquer meio, de uma criança envolvida em atividades sexuais explícitas reais ou simuladas, ou qualquer representação dos órgãos sexuais de uma criança para fins primordialmente sexuais”.  (definição segundo o Artigo 2º, alínea c, do Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança referente à venda de crianças, à prostituição infantil e à pornografia infantil, adotado em Nova York em 25 de maio de 2000 e ratificado pelo Brasil através do Decreto n° 5.007, de 8 de março de 2004). Fonte: safer net – cartilha infância e internet   TEXTO 2   ‘Packs’: grupos vendem pacotes de fotos e vídeos pornográficos em redes sociais, inclusive de menores de idade   Investigando a palavra “pack” nas redes sociais, um produtor do Fantástico revelou um submundo perturbador envolvendo pornografia infantil. Nesse sentido, esse cenário inclui pais desinformados, adolescentes enganados e jovens envolvidos em atividades criminosas. Além disso, durante a infiltração em grupos privados, o produtor identificou o uso da sigla “CP” para pornografia infantil, com acesso ao material custando R$ 50. Consequentemente, a polícia, alertada por meio de uma intensa coleta de informações, efetuou a prisão de um jovem em São Paulo, como também surpreendeu sua mãe que acreditava em uma fonte de renda inofensiva do filho. Similarmente, em Salvador, a prisão de um jovem de 19 anos chocou seu pai pela seriedade do conteúdo. Adicionalmente, o Fantástico trouxe depoimentos de jovens envolvidos na venda de packs. Por isso, Mayara Lima, estudante de Sorocaba, destacou os riscos e ilusões dessa prática, enfatizando: “Você não sabe o que pode acontecer com essas fotos, onde elas vão parar”.   Desse modo, esse panorama alarmante enfatiza a urgência de maior conscientização, como também  medidas de proteção para crianças e adolescentes no ambiente digital. Fonte: g1 globo – grupos vendem pacotes de fotos e videos pornograficos em redes sociais     Repertórios socioculturais para o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”   Inicialmente, para ajudar você a desenvolver a redação e defender a sua tese, listamos alguns repertórios socioculturais sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet”. Continue a leitura e confira!   Lei | Estatuto da Criança e Adolescente   Segundo o a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990, do Estatuto da Criança e do Adolescente, é crime “Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, ou seja, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente”.    Série | Euphoria (2019)   A série Euphoria (2019) está fazendo o maior sucesso e ela pode ser usada como repertório! Logo na primeira temporada, a série abre a discussão sobre pedofilia, vídeos íntimos gravados sem consentimento e a oportunidade que muitas adolescentes veem em exibir o seu corpo na internet para homens mais velhos em troca de dinheiro. A série está disponível na HBO Max.   Documentário | Um crime entre nós (2020)   O documentário brasileiro “Um crime entre nós” (2020) aborda a exploração sexual infantil – tanto no espaço real quanto no virtual – e alerta a importância de denunciar esses casos e proteger as crianças e adolescentes. “Um crime entre nós” está disponível no GloboPlay.  Portanto, confira o trailer a seguir:   https://youtu.be/ctE5Nck-C98     Dados | Estudo: mais de 80% da navegação na deep web é relacionada à pedofilia   Ademais, um estudo de 2015, realizado pela University of Portsmouth, aponta que 83% do tráfego na deep web está relacionado à pornografia infantil. Por esse motivo, é um local da internet em que os crimes cibernéticos são cometidos com frequência. Para saber mais, clique aqui.   Matéria | Casos de pornografia infantil aumentam durante pandemia da covid-19 no DF   Segundo o jornal Correio Braziliense, os casos de pornografia infantil aumentaram durante a pandemia no DF. Leia a matéria completa aqui.   Por fim, agora é hora de colocar as mãos à obra! Escreva a sua redação sobre o tema “Medidas para combater a pornografia infantil na internet” e envie em nossa plataforma que nós corrigimos em até 3 dias úteis!

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    23 de fev. de 2022
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