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    depressão no meio academico
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Depressão no meio acadêmico

    Veja mais um tema escolhido pela equipe do Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Depressão no meio acadêmico. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. TEXTO I Depressão tem alta taxa entre os estudantes Doença provoca baixo desempenho acadêmico e pode levar a problemas mais graves, que vão da evasão até a dependência química Metade dos universitários brasileiros vivenciou algum tipo de crise emocional no ano passado. A depressão foi a mais representativa: atingiu cerca de 15% dos estudantes, enquanto a média geral entre jovens de até 25 anos fica em torno de 4%. Os dados sobre os universitários são da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Para psicólogos e professores, a principal causa dessas crises é a mudança da adolescência para a vida adulta, que ocorre bem na fase em que o jovem está na graduação. Por causa das cobranças, o estudante se sente pressionado e confuso e o resultado é a falta de motivação para estudar, dificuldade de concentração, baixo desempenho acadêmico, reprovação, trancamento de disciplinas e, na pior das hipóteses, evasão. “É o período em que o estudante vai consolidar sua personalidade e ganhar características do curso que escolheu. Essa formação de identidade, somada à necessidade de corresponder às expectativas dos outros, gera estado depressivo”, explica o professor e coordenador da Clínica de Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Luiz Henrique Ramos. Cobrança Nem sempre o sofrimento é causado apenas pela tentativa de mostrar à família e aos amigos que dá conta da vida adulta. A cobrança de si mesmo por um bom desempenho também é responsável por causar ansiedade nos universitários. Segundo Ramos, algumas situações específicas durante o curso podem desencadear o problema. No caso dos cursos de Saúde, a hora de atender o paciente pode gerar medo, insegurança e causar situações de ansiedade e depressão. Os estudantes de Medicina estão entre os grupos mais atingidos, segundo o psiquiatra e professor de Medicina da Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Dagoberto Hungria Requião. Além do medo do início do atendimento, o contato com corpos nas aulas de Anatomia também pode causar tristeza e desânimo. “Ele chega ao curso superior entusiasmado e se depara logo com a morte. Nem todos estão preparados e têm maturidade para isso. ” Formada há três anos, a médica Amanda – que não quis ser identificada – lembra que passou por um estado de depressão no primeiro ano da faculdade. Depois de poucos meses de aula, começou a faltar. “Não ia mais e nem fazia provas. Simplesmente ficava em casa vendo televisão. Hoje sei que o que senti foi medo de comparação com as notas dos colegas, pois tinha acabado de passar pela pressão do vestibular e não aguentava mais aquilo. ” Após quatro meses em casa, ela procurou um médico, tomou remédio e em pouco tempo estava de volta à sala de aula. Disponível em gazeta do povo – depressão tem alta taxa entre os estudantes. Acesso em 03.05.2016. TEXTO II Núcleo ajuda alunos da Faculdade de Medicina com depressão Cerca de 100 estudantes de medicina já receberam atendimento para tratar transtornos emocionais O Núcleo de Apoio Psicopedagógico e Bem-Estar do Estudante de Medicina (NAPEM) da Universidade de Brasília completa um ano hoje (15). O NAPEM é responsável por dar apoio psicológico aos estudantes da Faculdade de Medicina (FM), que, com a alta cobrança nos estudos e o contato com a dura realidade dos hospitais, apresentam sintomas da depressão. No primeiro ano de funcionamento cerca de cem estudantes foram atendidos pelo Núcleo. Neste período, os profissionais observaram que as principais causas da depressão são: decepção com o curso, dificuldades de obter desempenho satisfatório, estresse relacionado a adaptação do estudante fora da sua cidade de origem, problemas financeiros e conflitos familiares. Para o diretor da FM, Paulo César de Jesus, os transtornos emocionais podem surgir em três momentos de maior dificuldade para os estudantes: no primeiro semestre a partir do contato com corpos nas aulas de Anatomia; no quinto semestre, devido a convivência com doentes graves; e no final do curso, quando o estudante fica oito horas por dia no hospital vivenciando a rotina médica, no que é chamado de internato. “Lemos muito sobre casos de depressão e já foi diagnosticado que os estudantes de medicina estão mais propícios a isso. E como já trabalho há mais de 25 anos e convivo com estudantes em momentos diferentes, dá para perceber que há um sofrimento maior nesses momentos”, afirma. O núcleo de apoio surgiu depois que professores observaram que grande parte dos alunos apresentavam quadros de ansiedade, tristeza profunda, desânimo, baixo rendimento, o que provocava o trancamento do curso. Essas questões são trabalhadas no NAPEM por um técnico em assuntos educacionais que aborda as dificuldades de aprendizado, além do psiquiatra que cuida da área de saúde mental, tratando de conflitos pessoais e dificuldades emocionais. O médico psiquiatra, Francisco da Costa, explica que no atendimento o aluno recebe aconselhamentos, faz breves sessões de terapia e quando o caso precisa de um acompanhamento mais detalhado é enviado para um outro profissional. Disponível em campus fac unb – núcleo ajuda alunos da faculdade de medicina com depressão. Acesso em 03.05.2016

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    16 de mai. de 2016
    tema: Marco Regulatório dos jogos no Brasil
    Otavio Pinheiro
    8 min

    Tema de redação: Marco Regulatório dos jogos no Brasil

    Veja mais um tema de proposto pelo Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: Marco Regulatório dos jogos no Brasil. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. TEXTO I Legalização de jogos pode quintuplicar a arrecadação do país com loterias Está em debate na Câmara proposta que pretende legalizar jogos oficialmente proibidos, como bingos, cassinos e máquina de jogos, por exemplo. Legalização de jogos ainda oficialmente proibidos pode quintuplicar a arrecadação do país com loterias e jogos. A estimativa foi feita, nesta quarta-feira, pelo vice-presidente de fundos de governo e loterias da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto, em audiência da comissão especial do marco regulatório dos jogos. Em 2014, a arrecadação das loterias da Caixa foi de R$ 13,5 bilhões e deve chegar a cerca de R$ 15 bilhões neste ano. Segundo Cleto, a legalização de jogos ainda proibidos – como bingos, cassinos e máquina de jogos, por exemplo – pode elevar esse valor para algo próximo a R$ 50 bilhões. A comissão especial analisa 14 projetos de lei (PL 442/91 e apensados) que legalizam vários jogos, inclusive o de bicho e os eletrônicos, via internet. A discussão também acontece em meio à intenção do governo em buscar novas fontes de recursos. Para o deputado Paulo Azi, do DEM baiano, uma eventual legalização pressupõe eficiência na fiscalização do poder público. “É fundamental que possamos entender como aproveitar o know-how da Caixa Econômica para a instalação, o controle, a fiscalização e o funcionamento dessas atividades, uma vez colocadas em funcionamento. Até porque eu entendo que cada tipo de jogo merece um tratamento diferente. Acho muito difícil que possamos construir uma legislação com um único modelo de autorização de funcionamento do governo para a iniciativa privada”. Fábio Cleto, da Caixa, citou estudos da Fundação Getúlio Vargas que mostram um movimento anual de apostas estimado em até R$ 1,8 bilhão em relação aos bingos e até R$ 3 bilhões, no caso dos cassinos, mesmo proibidos no Brasil. No caso do jogo do bicho, a arrecadação estimada, em 2014, ficou entre R$ 1,3 bilhão e R$ 2,8 bilhões. O dirigente da Caixa recomendou alguns cuidados que devem constar do marco regulatório dos jogos. “O mais importante é ter a certeza de que eventuais grupos interessados em explorar jogo no Brasil, seja em nível nacional ou local, tenham tamanho, porte, condições financeiras e, obviamente, lisura compatíveis com o tamanho do desafio de explorar jogo em um país do tamanho que é o Brasil. O potencial aqui é muito alto. Isso já acontece, mas de forma ilegal, e existe mercado para isso e a escolha de parceiros para o Estado explorar o jogo de forma mais efetiva tem que passar pela plena confiança nesta parceria”. Disponível em camara leg camara Acesso em 04.05.2016. TEXTO II Projeto que legaliza jogos de azar no país avança no Senado A Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional aprovou nesta quarta-feira (9) o projeto de lei que autoriza o funcionamento de cassinos e bingos no país e regulamenta a exploração de jogos de azar como o jogo do bicho e jogos eletrônicos de aposta. O colegiado analisou mudanças no substitutivo apresentado pelo senador Blairo Maggi (PR-PT) e concluiu sua votação. Agora, o texto será analisado pelo plenário da Casa antes de ser enviado à Câmara dos Deputados. O projeto já havia sido aprovado pela comissão em dezembro mas voltou à pauta do colegiado devido a uma série de emendas que foram apresentadas por senadores. Segundo Maggi, das 16 mudanças propostas, ele acatou cinco. Uma delas proíbe que cônjuges, companheiros ou parentes de primeiro grau de pessoas com mandato eletivo também sejam donas de estabelecimentos que exploram o jogo de azar. Inicialmente, o texto proibia apenas os próprios políticos de serem donos dos negócios. Outra emenda acatada pelo senador estende os requisitos de idoneidade a todos os sócios de pessoa jurídica que detém direitos para a exploração dos jogos de azar. Segunda Maggi, essas mudanças garantem a maior controle sobre quem são as pessoas autorizadas a explorar jogos de azar. No início de fevereiro, a Procuradoria-Geral da República publicou uma nota técnica contra o projeto por entender que ele não cria mecanismos mínimos de controle pelo Estado contra a lavagem de dinheiro e a sonegação de impostos. A proposta, no entanto, faz parte de um conjunto de medidas referendadas pelo governo para se ampliar a arrecadação federal como forma de recuperar o caixa da União no momento de grave crise econômica. Segundo o autor do projeto, senador Ciro Nogueira (PP-PI), o país deixa de arrecadar cerca de R$ 15 bilhões todos os anos com a falta de regulamentação do setor. Disponível em Folha de São Paulo. TEXTO III Ao invés de diminuir, a corrupção deve aumentar com a legalização dos jogos de azar, diz MPF Termina nesta quinta-feira (11) o prazo para a interposição de recurso no Senado em relação ao projeto de lei 186/2014, que regulariza a exploração dos jogos de azar no Brasil. Se pelo menos nove senadores não se manifestarem para que a discussão vá ao plenário da Casa, a proposta segue diretamente para a Câmara dos Deputados. E, para o Ministério Público Federal (MPF), há um sério risco de incentivo à corrupção no País. Na opinião da entidade, que vem se destacando por sua atuação na Operação Lava Jato, ao invés de trazer mais recursos aos cofres públicos – o governo federal estima uma arrecadação mínima de R$ 15 bilhões com a regulamentação –, o projeto poderá incentivar a lavagem de dinheiro e a sonegação de impostos no Brasil. Segundo o MPF, os órgãos de controle fiscalização dos Estados não estão prontos para

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    12 de mai. de 2016
    agronegócio como ameaça ao meio ambiente
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente

    Veja mais um tema elaborado para você pelo Redação! A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente. Sua redação deve apresentar proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Atente-se para o número mínimo de 7 linhas e máximo de 30 para desenvolver suas ideias. Escreva sobre Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente. TEXTO I Agropecuária é principal ameaça para espécies em extinção Dados do Ministério do Meio Ambiente apontam que em todos os biomas terrestres  atividade é vetor para risco de extinção MANAUS – A nova relação de espécies ameaçadas de extinção (clique aqui para ver a lista completa), divulgada na semana pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), aponta que a agropecuária é a principal ameaça para fauna em risco no Brasil. Os dados apresentados pelo MMA ilustram um ciclo já conhecido por ambientalistas, em que florestas são substituídas primeiro por pastos, para, depois, darem lugar a plantações de monocultivo em latifúndios com uso intensivo de agrotóxicos e alto impacto ambiental. O avanço das fronteiras agrícolas acontece em todos os biomas terrestres com amplo financiamento de bancos públicos e privados, que, por vezes, desconsideram a variável ambiental ao conceder empréstimos e facilidades de financiamento. O avanço da a pecuária na Amazônia, por exemplo, tem sido apoiado com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), que é gerenciado pelo Banco da Amazônia.  Trata-se de fundo criado para promover o crescimento equilibrado da região, com o objetivo. Em todos os biomas terrestres, o avanço e intensificação da produção agropecuária são apontados como principal vetor para o risco de extinção, conforme é possível observar no gráfico divulgado pelo MMA e reproduzido abaixo: O infográfico também traz informações significativas sobre outras ameaças graves ao meio ambiente. No bioma Marinho, na Amazônia e no Pantanal, a captura é fator de grave risco para a fauna. No Cerrado e no Pampa, ela fica praticamente junto com as queimadas, comuns na limpeza de terreno para abertura de pastos. Na Mata Atlântica e em Ilhas, a expansão urbana assume papel de destaque. Na Caatinga, o destaque é para a mineração. Além da divisão de vetores de risco por biomas, a divulgação do MMA também apresenta o número de espécies ameaçadas, conforme é possível observar no infográfico abaixo (clique aqui para ver todas as espécies). A quantidade aumentou significativamente de 2003 para 2014, mas isso se justifica também pelo fato de mais espécies terem sido analisadas nesta edição. Fonte TEXTO II TEXTO III Planos para o Cerrado comprometem metas de clima e biodiversidade O Governo Federal precisa esclarecer como o Brasil cumprirá suas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa e de conservação da biodiversidade assumidas perante as Nações Unidas frente à expansão do agronegócio no Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia. No chamado Mapitoba, soma das iniciais dos quatro estados, o avanço das lavouras de soja, milho e algodão fez o desmatamento do Cerrado crescer 62% desde 2007. E entre junho de 2014 e junho de 2015, a savana brasileira perdeu 3,5 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa o equivalente a três cidades como o Rio de Janeiro -, como mostrou Época em dezembro passado. O alvo dos planos estatais naqueles quatro estados é uma área quase do tamanho do Chile e, se 10% dela forem desmatados,  as emissões de gases que ampliam o aquecimento planetário crescerão em mais de um bilhão de toneladas de carbono. Isso neutralizaria um terço das emissões evitadas pela redução do desmatamento na Amazônia desde 2004, como lembram pesquisadores como Daniel Nepstad, do Earth Innovation Institute. As emissões por desmatamento e queima de Cerrado já empatam ou até ultrapassam as oriundas da destruição da Amazônia. Afinal, além da vegetação acima do solo, a grande e profunda massa de raízes que dá sobrevida à vegetação cerratense e garante um suprimento de água durante os meses de seca também abriga enormes estoques de carbono. As perdas de Cerrado por uso do fogo crescem de forma alarmante a cada ano, fazendo do Brasil um dos campeões mundiais em queimadas. Não se pode esquecer, ainda, das emissões provocadas pela flatulência de um rebanho superior a 100 milhões de cabeças de gado bovino e pelas cadeias interna e internacional de transportes e produção de insumos ligadas a agropecuária. A expansão do agronegócio ao norte do Cerrado também aumentará a degradação de águas e solos pelo uso intensivo de fertilizantes e agrotóxicos. Tornando ainda mais cinzento o futuro de nossa savana, é justamente na nova frente de avanço do agronegócio que estão os últimos grandes remanescentes íntegros do Cerrado. Unidades de conservação cobrem 11% da região, ou 8,4 milhões de hectares, mas a maioria delas é de Uso Sustentável, onde a manutenção da biodiversidade costuma ser menos efetiva do que em reservas biológicas e parques nacionais, por exemplo. Fonte Escreva uma redação sobre Tema de Redação: O agronegócio como ameaça ao meio ambiente e nos envie!

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    09 de mai. de 2016
    reinserção de ex presidiários
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema: A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira

    Veja mais uma dica de tema que o Redação escolheu para você! A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema: A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1:  “Odair José Borges está preso há oito anos. Pelas suas contas, deixará o presídio de Curitibanos, localizado na cidade catarinense de São Cristóvão do Sul, em 2017, por conta da remissão da pena obtida com seu trabalho de atividades gerais na administração da unidade prisional. Terá 35 anos. O tempo na prisão não foi, porém, totalmente desperdiçado. ‘Hoje estudo matemática, física e história. E estou no ensino médio’, diz, orgulhoso. ‘Pretendo sair e fazer um curso profissionalizante. Eu ainda não sei exatamente o quê, só sei que quero tocar minha vida para a frente.’ A penitenciária de Curitibanos, na qual Borges cumpre pena, é uma exceção no medieval sistema carcerário do Brasil. Na unidade todos trabalham e têm oportunidade de estudar. Nascido em família pobre, um de oito irmãos, o detento mal completou a quarta série do ensino fundamental. Culpa da distância entre sua casa e a escola e da necessidade de trabalhar para complementar a renda da família. Chegou a atuar como ajudante de produção em uma fábrica da Perdigão, antes de, segundo ele, ‘cometer um erro’. Seu maior receio é não ser aceito no mercado de trabalho quando deixar a cadeia. ‘Sempre dá aquele medo da rejeição, mas estou me preparando para reconstruir minha vida.’” Fonte Texto 2: “Nos corredores da Associação de Proteção e Amparo aos Condenados (Apac) de Itaúna (MG), é difícil diferenciar presos e funcionários. Todos usam o mesmo tipo de roupa, têm a mesma aparência saudável e ninguém está dentro das celas. Não há agentes penitenciários armados. Essa estrutura é replicada em quase 40 unidades prisionais pelo Brasil. Enquanto no sistema penitenciário comum 70% dos egressos voltam a cometer crimes segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na Apac esse número não ultrapassa 15%, de acordo com o mesmo órgão. Em 42 anos de existência, suas unidades nunca registraram uma rebelião ou assassinato.” Fonte Mande sua redação com o Tema: A reinserção de ex-presidiários na sociedade brasileira para correção!

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    05 de mai. de 2016
    Social Media Logotype Background
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de redação: uso das redes sociais

    Veja mais essa dica de tema que o Redação traz para você! As redes sociais, entre elas facebook e twitter, têm sido tema de amplos debates no que se refere a seu uso. É comum encontrarmos notícias, editoriais e artigos de opinião (também chamados de artigos assinados) que discutem esse assunto. O artigo de opinião é um texto em que o autor expõe seu ponto de vista, sustentado, geralmente, em dados e opiniões de outros autores/fontes, com o objetivo de convencer o leitor. Veja excertos que tratam do tema redes sociais: O psicólogo e diretor de segurança da Safernet Brasil, Rodrigo Nejm, preparou 10 dicas de segurança para você. Uma dessas dicas é a seguinte: “Pense duas vezes antes de publicar – Lembre-se de que uma rede social é um espaço público e que toda informação que você colocar lá vai ficar disponível para grande parte dos usuários. São amigos dos amigos dos amigos… Por isso é muito importante pensar bem no tipo de informação que vai publicar e evitar exposição desnecessária.” Fonte A internet se desenvolveu de tal forma nos últimos tempos que foi proporcionando  aos poucos a criação de diversos meios e serviços que ajudaram a democratizar a informação. Fez também com que grande parte da população do globo tivesse rápido acesso a vários tipos de informações e pudesse compartilhar essas informações através das redes sociais de comunicação e interação, ao mesmo tempo e em tempo real de forma livre. (Victor Seiji Endo. Redes sociais: a democratização da informação e comunicação) Fonte Especialista em Direito Eletrônico/Direito Digital, o advogado Rafael Fernandes  Maciel vem estudando muito o tema e faz alertas sobre esse assunto que julga de extrema relevância. Ele afirma que as pessoas podem dizer o que quiserem em sites como Twitter e Facebook, desde que não atinjam direitos dos outros. Fonte Considerando esses excertos, elabore um artigo de opinião sobre o uso das redes sociais no mundo contemporâneo.

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    02 de mai. de 2016
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de redação: violência nas escolas

    Veja mais um tema que o Redação escolheu para você! Texto I Professor sob ameaça por Tory Oliveira Após aumento de casos, sindicatos criam centrais de atendimento a docentes vítimas de violência física e psicológica dentro da escola  Desde fevereiro de 2011, uma funcionária do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais passa o dia ao lado do telefone. Sua missão é receber e registrar denúncias de agressão feitas por docentes. O disque-denúncia foi uma das soluções encontradas para ajudar o professor mineiro a enfrentar esse tipo de situação. “Já era do nosso conhecimento a violência no ensino público, mas as evidências de acontecimentos em escolas particulares nos preocuparam”, explica o presidente do Sinpro/MG, Marco Eliel. O assassinato do professor de Educação Física Kássio Vinícius Castro Gomes, atacado por um aluno a facadas nos corredores do centro universitário em que lecionava na  capital mineira,  em  dezembro  de  2010,  também ajudou  a  catalisar   o   lançamento  de   uma campanha contra a violência  nas  escolas.  De lá  para  cá,  foram  registradas  131  denúncias. Segundo Eliel, uma a cada três dias. No Rio Grande do Sul, o Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS) criou o Núcleo de Apoio ao Professor Contra a Violência (NAP) no fim de 2007. “A razão foi o aumento do número de relatos de sofrimento”, conta Cecília Maria Martins Farias, diretora do Sinpro e coordenadora do NAP. Trata-se de uma equipe multidisciplinar responsável por oferecer assessoria psicológica e jurídica. O centro atende a cerca de 40 pessoas por ano. Pesquisa realizada pelo sindicato gaúcho revelou que, para 37% dos entrevistados, as direções  das escolas são omissas em relação à violência. Para 80% dos 440 docentes do ensino privado ouvidos, o encaminhamento é insatisfatório. Na opinião da coordenadora do NAP, são poucas as escolas privadas que enfrentam a questão. “É importante que haja momentos para falar sobre o assunto com a comunidade escolar.” Professora universitária do Rio Grande do Sul, C. A., de 40 anos, buscou os serviços do NAP após anos de hostilidade por parte de colegas e de omissão por parte da diretoria. “Ninguém se preocupa, acham que é frescura de mulher. A gente é considerada louca”, contou emocionada a docente, que não quis se identificar. Por causa de disputas políticas dentro da universidade, C. passou a ser alvo de um grupo que assumiu seu antigo cargo. Quando resolveu registrar um  boletim de ocorrência, ouviu da direção que o problema era dela. “O silêncio é a pior coisa. Sofri agressões e virei motivo de piadas.” […] Reflexo social A agressão ao professor não é algo isolado, mas fruto de uma  relação  violenta  que  se  estabelece entre o corpo discente, entre alunos e professores, entre o sistema educacional e os estudantes ou mesmo entre a escola e a comunidade. “Essa questão é algo complexo e sistêmico”, analisa Patrícia Constantino, pesquisadora do Centro Latino Americano de Estudos de Violência e Saúde da Fiocruz. “A escola está inserida numa sociedade que identifica a violência como forma de resolver conflitos”, afirma a doutora em Psicologia pela USP, Luciene Tognetta. Segundo a organizadora do livro É Possível Superar a Violência nas Escolas?, os conflitos nas instituições de ensino são agravados pela  “terceirização” da  educação  dos  estudantes.  A família,  tradicionalmente   responsável   pela formação moral dos alunos, já não dá conta desse processo, analisa. Já para a psicanalista e doutora em educação Roseli Cabistani, a violência é uma questão social. “A escola é testemunha e palco de um ‘sintoma social’, algo que extrapola e é uma denúncia do mal-estar na educação e na sociedade.” […] Fonte Texto 2 Fonte: Cícero Texto 3 SP: quase metade dos professores já sofreu alguma agressão nas escolas Pesquisa em São Paulo, que ouviu 1.400 docentes, mostra que 84% conhecem algum caso de violência onde lecionam O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgou nesta quinta-feira uma pesquisa sobre a violência praticada nas escolas estaduais de 167 municípios. Os índices mostram que 44% dos 1.400 professores ouvidos já sofreram algum tipo de violência na escola. A agressão verbal é a forma mais comum de ataque, tendo atingido 39% dos docentes, seguida de assédio moral (10%), bullying (6%), agressão física (5%), discriminação (5%) e furto (5%). No total, 84% dos profissionais ficaram sabendo, em 2012, de casos de agressão nas escolas onde lecionam e 57% as consideram violentas. Em média, quem mais sofre violência escolar são os educadores do sexo masculino que lecionam no ensino médio: 65% deles foram agredidos de alguma forma. A taxa mais baixa é para o professor homem do ensino fundamental um – um em cada quatro docentes foi violentado. De acordo com 95% dos entrevistados, o principal autor da violência na escola é o próprio aluno, que também é a maior vítima, como dizem 83% dos profissionais. […] Quando perguntados sobre quem deve ser o principal colaborador para reduzir a violência na escola, 35% afirmaram que a tarefa cabe aos pais ou responsáveis, enquanto 25% disseram que a própria escola deve tomar a iniciativa. Nesse quesito, o estudo mostra que 71% das escolas menos violentas possuem algum tipo de campanha contra a violência escolar, contra 57% nas escolas  mais violentas. Fonte Com base nos textos acima, no seu conhecimento e na pesquisa que você fará sobre o tema, redija um texto dissertativo-argumentativo que reflita sobre a violência nas escolas brasileiras.

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    28 de abr. de 2016
    Tema - A banalização do vírus HIV
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Proposta de redação: a banalização do vírus HIV nos dias atuais

    Confira mais uma dica de tema do  Redação Online para você! Texto 01  “[…] Mas a queda da taxa de mortalidade pode causar uma errônea  banalização da Aids. Apenas no primeiro semestre de 2014, 65 novos casos foram registrados em Franca e região pelo Programa Municipal DST/Aids. Segundo dados do Programa, 60% dos diagnósticos são de pessoas heterossexuais, 50% tem dos diagnosticados têm idade entre 21 a 35 anos, e o número de homens portadores do HIV é o dobro do total de casos registrados entre as mulheres.” Fonte Texto 02 Com o sucesso dos coquetéis anti-Aids, nos anos 90, os pacientes deixaram de receber sentenças de morte ao serem diagnosticados. No entanto, os bons resultados do tratamento parecem ter tornado a sociedade mais complacente e os cuidados com a prevenção diminuíram. O Brasil vem registrando uma média de 38 mil novos casos por ano e de mil mortes por mês. O médico infectologista Jean Gorinchteyn acredita que os índices podem ser ainda maiores. O Ministério da Saúde obriga que seja feita uma notificação de testes que derem positivo para o vírus HIV em qualquer estabelecimento do país, seja na rede pública ou privada. “Esses números vão realmente expressar a realidade”, aponta o especialista.Ele destaca que a população jovem é a mais vulnerável. “Eles têm informação e acesso ao preservativo, mas não usam. Tratamento, na cabeça das pessoas, é igual a cura. Essa visão distorcida faz com que haja uma banalização dos riscos”, afirma Gorinchteyn. O infectologista ressalta que muitos jovens deixam de usar camisinha após quatro ou cinco relações com a mesma parceira, sem, no entanto, fazer exames sorológicos. Texto 03  Jovens como o morador de Rio do Sul fazem parte de um grupo que gera preocupação em Santa Catarina. O número de pessoas de 15 a 19 anos portadores da doença saltou 56% no Estado de 2012 a 2013. Desde o início deste ano    até outubro, foram 50 novos casos diagnosticados. Para a gerente de Vigilância das DST/aids e Hepatites Virais da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, Ingrid Bittencourt, há uma certa banalização da aids, porque com a medicação e tratamento, muitos acreditam que o vírus não leva o paciente à morte: Estamos retomando essa conversa, porque aids mata. Se não se cuidar, realmente Mas se o paciente tratar,  pode ter qualidade de vida. Assim como o Estado, Florianópolis é a segunda Capital no país em número de casos detectados. A gerente de Vigilância Epidemiológica de Florianópolis, Ana Cristina Vidor, afirma que houve um relaxamento no uso da camisinha. No início, todos os grupos sociais tinham medo da doença e começamos a perceber mudanças de comportamento e o crescimento no uso de Agora, o uso está muito menor que outros anos. Fonte Texto 04  “Doença comum” Hoje, vivemos uma terceira onda de como a Aids é apresentada no Brasil. As últimas políticas anunciadas indicam que o caminho governamental para o enfrentamento passa por duas ordens claras: descubra o mais rápido possível, e não transmita à ninguém. Alheio à realidade das pessoas que vivem com HIV, principalmente nas questões apontadas pela sociedade civil organizada, o governo federal investe cada vez mais em ações fáceis, desprezando anos de avanços na concepção de saúde aliada a direitos humanos. Assistimos a propostas curiosas, como o fim do aconselhamento na testagem e a venda de kits de autotestagem em farmácias e outros locais. Um resultado que impacta fortemente a vida de uma pessoa acaba ao lado de sabonetes e cotonetes. Na ânsia de localizar o vetor transmissor do HIV, várias organizações da sociedade civil estão sendo cooptadas para esta prestação de serviços ao Ministério da Saúde, testando pessoas vulneráveis sem garantia de retaguarda de tratamento. Os ativistas dessas organizações contam apenas com um treinamento raso. Além disto, a sucessiva insistência de transferência do atendimento especializado para a atenção básica e a mudança recente do esquema de medicamentos – fornecendo remédios fortes para a pessoa com diagnóstico positivo, independente do seu quadro de saúde – são fatores de culpabilização e de responsabilização à pessoa que vive com HIV ou com Aids. Vivemos um tempo de banalização da própria vida com aumento da violência e dos crimes institucionais, com a ampliação do descaso do Estado e com a queda da intersetorialidade como preceito de saúde pública mais ampla. Vivemos também um tempo de banalização da Aids. Se antes o medo se destacava, e depois venderam a ideia do controle, hoje nota-se a estratégia de tornar banal um resultado positivo. A resposta do momento é totalmente medicamentosa. Saúde pública sem direitos humanos respeitados é mero higienismo disfarçado, que gera banalização de coisas sérias e respostas meramente artificiais e limitadas. Fonte

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    25 de abr. de 2016
    Tema de redação: situação política do Brasil
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Tema de redação: situação política do Brasil

    Confira mais uma dica de tema do  Redação Online para você! Leia os textos abaixo e faça uma redação sobre Tema de redação: situação política do Brasil. Texto 1  A Câmara dos Deputados elegeu na tarde desta quinta-feira (17), em votação aberta, os 65 integrantes da comissão especial que primeiro analisará o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O prazo inicial para apresentar os nomes era até 12h, mas foi prorrogado até 13h (veja a lista com os integrantes da comissão ao final desta reportagem). A comissão foi eleita por 433 votos a favor e apenas 1 contrário, do deputado José Airton Cirilo (PT-CE). “Está eleita a comissão especial destinada a dar parecer quanto à denúncia contra a senhora presidente da República”, anunciou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), às 15h48. Pela proporcionalidade das bancadas, PT e PMDB serão os dois partidos com mais integrantes na comissão, 8 cada. O PSDB terá 6 representantes. Cunha também anunciou que está convocada para as 19h desta quinta uma sessão em um dos plenários das comissões para a eleição de presidente e relator da comissão do impeachment. Segundo o presidente da Câmara, 45 dias é um “prazo razoável” para concluir toda a tramitação do processo de impeachment na Casa. Fonte Texto 2 Apesar do crescimento do tamanho do protesto contra a presidente Dilma Rousseff, o perfil dos manifestantes que foram à avenida Paulista neste domingo (13) se manteve elitizado. Os dados são de pesquisa do Datafolha feita por meio de 2.262 entrevistas durante o ato. A exemplo das outras grandes manifestações contra Dilma ao longo do ano passado, os manifestantes deste domingo tinham renda e escolaridade muito superiores à média da população. Segundo o instituto, a maioria dos participantes eram homens e com idade superior a 36 anos. Disseram que possuem curso superior 77% dos entrevistados, enquanto no município o índice é de 28%. O patamar é praticamente o mesmo do aferido pelo Datafolha em outras quatro manifestações pelo impeachment em São Paulo. Fonte Charge Faça uma redação sobre Tema de redação: situação política do Brasil e nos envie!

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    18 de abr. de 2016
    Transgênicos no Brasil
    Otavio Pinheiro
    9 min

    Tema: a questão dos transgênicos

    Mais uma dica de tema de redação para você! Leia os textos abaixo e escreva uma redação com o Tema: a questão dos transgênicos. Texto I Polêmica sobre alimentos transgênicos chega ao Brasil Por Andréa Paes Alberico A polêmica em torno dos alimentos geneticamente modificados ganhou força no Brasil depois que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) começou a se manifestar contra a produção dos transgênicos. Há duas semanas, a revista Veja publicou uma reportagem criticando a postura do movimento, acusando-o de estar na contramão do progresso. Mas o que, afinal, são os alimentos transgênicos ou OGMs (Organismos Geneticamente Modificados) e por que causam tanto debate? Em termos gerais, os transgênicos são todas as plantas e animais com gene de outra espécie introduzido. Os genes são carregados para dentro do organismo geralmente através de um vírus, que tem neutralizados seus genes patogênicos para servir só para o transporte de gene que se quer introduzir. Não há ainda animais transgênicos, embora haja experiências nessa área. “O que existe hoje são plantas e fármacos transgênicos”, explica Marijane Lisboa, coordenadora da campanha “Brasil livre de transgênicos”, do Greenpeace – entidade ambiental que, há mais de três anos, vem lutando, no mundo inteiro, para que não se autorize o plantio comercial e o consumo de plantas geneticamente modificadas. De acordo com Rubens Onofre Nodari, doutor em Genética e membro do grupo de estudos sobre plantas transgênicas da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a safra de transgênicos no mundo foi de aproximadamente 27,5 milhões de hectares —e ainda está sendo colhida. Em 1997, foi de cerca de 12,6 milhões de hectares (os números excluem a China, que também produz transgênicos, mas de onde não há dados. Juntos, EUA, Canadá e Argentina respondiam por 98% dos plantios no ano passado. No Brasil, foram aprovadas, pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), desde 1997, 626 liberações planejadas de OGMs no meio ambiente, experimentais ou demonstrativas. São culturas de algodão, arroz, batata, cana-de-açúcar, eucalipto, fumo, milho e soja. Para a instalação desse tipo de liberação —experimental ou demonstrativa—, basta a autorização da Comissão. Em outubro do ano passado, foi publicado no Diário Oficial da União um parecer técnico conclusivo da CTNBio aprovando a solicitação da Monsanto do Brasil Ltda. de liberação comercial da soja geneticamente modificada, que é tolerante ao herbicida Roudup Ready, de sua fabricação. O parecer da CTNBio é o primeiro passo para que a empresa possa plantar comercialmente essa soja no país: é preciso, agora, autorização dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e, no da Saúde, são feitos registros dos produtos. Os problemas As consequências para a saúde humana do consumo de transgênicos e de seus produtos ainda são desconhecidas e é esse o principal motivo da Europa ser contra a sua utilização. “Não há dados sobre riscos à saúde humana. Não dá para ser conclusivo”, diz Rubens Nodari. O impacto sobre o meio ambiente da introdução dos OGMs é outro ponto levantado: “há mais risco de se provocar um desequilíbrio na natureza”, diz Marijane Lisboa. “Vai se usar herbecida de amplo espectro, destruindo também plantas que são habitats para animais benéficos. O desequilíbrio nos deixa mais vulneráveis para catástrofes naturais, como, por exemplo, novas pragas”, afirma ela. Outro problema ambiental diz respeito à possível destruição da variedade genética, que constitui o banco de dados da natureza. “Perdendo-se isto, não se pode mais recorrer a ela quando se precisa criar novas variedades, por exemplo. Não se pode criar algo do nada”, diz Marijane Lisboa. Há ainda o aspecto comercial: “o mercado europeu e o Japão estão mais interessados em ter produtos não transgênicos. Os Estados Unidos estão perdendo mercado para o Brasil, que é o segundo maior produtor mundial de soja. Se só os transgênicos fossem disponibilizados para o mercado mundial, o mundo que teria que se render”, diz Marijane Lisboa. Os transgênicos têm impacto também na economia rural familiar. “A pequena propriedade rural é responsável pela produção de alimentos para o Terceiro Mundo”, diz Marijane Lisboa, acrescentando que “se esses produtores são alijados do mercado, a segurança alimentar fica cada vez mais ameaçada”. […] Fonte: correio cidadania Texto II Câmara aprova retirada de aviso de produtos transgênicos. A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira 28 o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos de produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contenham ou sejam produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá. De acordo com o projeto, o aviso aos consumidores somente será obrigatório nas embalagens dos alimentos que apresentarem presença de organismos transgênicos “superior a 1% de sua composição final, detectada em análise especifica” e deverá constar nos “rótulos dos alimentos embalados na ausência do consumidor, bem como nos recipientes de alimentos vendidos a granel ou in natura diretamente ao consumidor”. Nesses casos, deverá constar no rótulo as seguintes expressões: “(nome do produto) transgênico” ou “contém (nome do ingrediente) transgênico.” Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito do consumidor de saber o que está comprando. “O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor ser informado”, defendeu o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, reiterou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio. “Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando

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    14 de abr. de 2016
    Estude sem se cansar!
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Estude sem se cansar!

    Parece mentira? Pois leia nossas dicas e descubra! Ao contrário do que a maioria pensa, isso pode ser um momento prazeroso se feito de maneira agradável. Por isso, viemos aqui para te dar boas dicas para você não se cansar nessa jornada de estudos para o Enem. – É muito importante que você crie um tempo para isso. Se você é daqueles que deixa para estudar no últimos dias, saiba que vai passar por apertos. Se começar agora, você tem tempo de criar métodos divertidos para aprender mais. – Escolha bem o seu lugar de estudos, de preferência onde tenha o mínimo de distrações possíveis. Porém, não esqueça que você pode precisar de algumas coisas durante as horas de estudo, como ir a cozinha fazer um lanche ou ir ao banheiro. – Não se esqueça das pausas! A cada hora, dez minutos de descanso. – Uma boa tática é criar um grupo de estudos ou chamar um amigo ou colega de turma com quem estudar. Os dois modos, têm bons resultados. Estudar com mais pessoas é uma opção que deixa essa prática mais animada e sem cair na rotina. – Não deixe que os estudos caiam em uma mera rotina. Para isso, criem canções com aquelas matérias mais difíceis e objetivas. Se for estudar história, se imagine lendo para uma criança e conte para ela um conto ou como e fosse um filme. Mas faça isso em voz alta! – Se estiver estudando com mais gente, crie jogos e competições. Determinem um prêmio para aquele que aprendeu mais coisas em um tempo determinado pelo grupo, como um vale IFood, por exemplo. A competitividade pode aumentar incitar em bons resultados. Os estudos podem ser mais dinamizados. Mantenha o foco que em pouco tempo você vai ver os resultados. Agora que tem essas dicas legais, é começar que ainda dá tempo! 😉

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    07 de abr. de 2016
    Cursinho – Como posso aproveitar ao máximo?
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Cursinho – Como posso aproveitar ao máximo?

    Antes de começar a etapa de preparação para o vestibular, é importante que o candidato descubra novas maneiras de estudar, como um cursinho. É essencial que haja foco e organização. É necessário que o vestibulando tenha em mente suas motivações: O que eu quero? O que realmente gosto? Por que eu comecei o cursinho? Depois de ter claro os seus objetivos é hora de organizar uma rotina de estudos que deve durar até o vestibular. Uma das maiores dificuldades dos estudantes é conseguir conciliar os estudos, trabalho e vida social. Encare seus estudos a sério, como se fosse um trabalho! Veja algumas dicas para você aproveitar bem o seu curso preparatório para o vestibular Drible a falta de interesse no cursinho! Infelizmente a falta de interesse, a preguiça, o preparo do corpo para as horas de estudo e o tempo gasto com distrações são as coisas que mais atrapalham os alunos no momento de dedicação no cursinho. Tudo em volta fica mais interessante quando se esta estudando. Tente combater essas dificuldades, escolha bem o seu lugar de estudos, às vezes sua casa ou seu quarto não é a melhor opção para estudar, pois pode haver muitas distrações. Lembre-se sempre do principal motivo de você estar estudando no cursinho. É necessário que você se inspire naquilo que deseja.

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    04 de abr. de 2016
    Só copiar não adianta, tem que fazer resumo!
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Só copiar não adianta, tem que fazer resumo!

    Mais uma dica do Redação para estudantes e concurseiros! O resumo é uma técnica que ajuda em uma melhor compreensão e na interpretação de textos e livros e serve como auxílio no aprendizado. Não se deve copiar apenas os pontos mais interessantes é necessário que você o compreenda. E Só copiar não adianta, tem que fazer resumo! O resumo é um gênero textual utilizado para a otimização de estudos e pesquisas, permitindo ao estudante reconhecer a importância das técnicas de fichamento – sintetizar aspectos significativos de um texto.  Pesando na grande dificuldade que os alunos têm passado para escrever um resumo, separamos algumas dicas para que você tenha êxito nos estudos. – Depois te ler um texto ou um livro, se pergunte: O que realmente está sendo dito, explicado e comentado? Qual é o problema levantado pelo autor? – Se for resumo de um texto: selecione as informações mais importantes e relevantes em cada parágrafo com base nas perguntas acima. – Se for resumo de um livro: Seleciona as informações mais importantes de cada capitulo com base nas perguntas feitas para si mesmo. – Após fazer a seleção é hora de interpretar e escrever com suas próprias palavras (nada de cópia) o que você entendeu daquelas ideias relevantes que foram selecionadas. Você sabe qual é a diferença entre resumo e resenha? Como diferença básica entre o resumo e a resenha é opinião. O resumo tem como característica a síntese de um texto, não pode constar sua opinião sobre a obra. Já a resenha tem por característica principal uma avaliação crítica do objeto resenhado. Lembre-se: É um texto opinativo. Quantas vezes você já ouviu “Não adianta tentar, você não vai conseguir”? Não deixe de tentar algo que você sempre sonhou só porque outros acham que podem medir sua capacidade. Faça. Se não tentar, nunca saberá o resultado dos seus esforços.

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    31 de mar. de 2016
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