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Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Ver Planos de CorreçãoCom base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Tema de Redação: Licença Paternidade. Texto 1 Parte inferior do formulário Veja o que muda com a licença-paternidade de 20 dias Decreto ampliou na quarta (4) a extensão de mais 15 dias a servidores. Para funcionários de empresas privadas, medida vale desde março. A licença-paternidade de servidores públicos federais foi ampliada de 5 para 20 dias, conforme decreto publicado na quarta-feira (4) no “Diário Oficial da União”. Para trabalhadores de empresas privadas, essa prorrogação já estava valendo desde o dia 8 de março. Veja abaixo perguntas e respostas sobre as novas regras da licença-paternidade: Como funciona a prorrogação? Os trabalhadores poderão gozar dos 5 dias que já eram estabelecidos por lei. Terminado este prazo, automaticamente são concedidos mais 15 dias de licença. Essa mudança já está valendo? Para trabalhadores de empresas privadas, a mudança foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff e entrou em vigor no dia 8 de março. Já para servidores públicos federais, o decreto que estabeleceu a mudança foi publicado no “Diário Oficial da União” no dia 4 de maio, e a medida entrou então em vigor. Quem pode pedir a prorrogação da licença? De acordo com a nova regra, a prorrogação da licença-paternidade será concedida ao trabalhador que pedir o benefício no prazo de dois dias úteis após o nascimento do filho. A medida vale também para pais de filhos adotivos? Sim. Tanto para funcionários públicos federais quanto para trabalhadores de empresas privadas, a prorrogação da licença-paternidade também pode ser pedida após a adoção de criança de até 12 anos completos. Todas as empresas são obrigadas a conceder os 15 dias a mais de licença? Não. No caso das empresas privadas, a extensão vale para os funcionários das empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã (programa regulamentado pelo governo em 2010 que possibilita a ampliação do prazo da licença-maternidade das trabalhadoras do setor privado de quatro meses para até seis meses. Para a empresa, a vantagem é poder deduzir de impostos federais o total da remuneração integral da pessoa em licença). Como as empresas podem aderir ao programa que prorroga a licença? É preciso fazer o pedido de adesão exclusivamente na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na internet. O acesso pode ser feito por um código de acesso, a ser obtido no site da Receita, ou por um certificado digital válido É permitido fazer outro tipo de trabalho durante a prorrogação da licença? Não. Se essa regra for descumprida, os funcionários perdem o direito à prorrogação. No caso de servidores públicos federais, os dias de ausência passam a constar como falta ao serviço. O pai que tirar a licença receberá todo o salário? Sim. A lei que ampliou o prazo para os funcionários de empresas privadas diz que “o empregado terá direito a sua remuneração integral”, assim como a mãe em licença-maternidade. Fonte: g1 globo – veja o que muda com licença paternidade de 20 dias Texto 2 Fonte: Renato Prospero Texto 3 Licença-paternidade de 20 dias: o que dizem os pais e qual será o impacto econômico De um lado, um pai conta, empolgado, como foi importante ficar em casa logo após o nascimento da filha. Apoiou a mulher, assumiu tarefas da casa e da bebê, compartilhou preocupações e alegrias. De outro, um pai lembra como foi complicado deixar a mulher e o filho em casa apenas cinco dias depois do nascimento dele. Voltou ao trabalho exausto, sem foco e com a cabeça longe. A distância que separa a realidade desses dois pais que conversaram com a BBC Brasil (leia os depoimentos abaixo) pode se estreitar em breve. Isso porque o Senado aprovou, na quarta-feira, um projeto de lei que prevê a ampliação da licença paternidade de 5 para 20 dias, inclusive nos casos de adoção. O projeto, chamado Marco Legal da Primeira Infância (PLC 14/2015), segue agora para sanção presidencial. A ampliação do benefício é válida para as companhias que aderirem ao programa Empresa Cidadã, que já possibilita a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses. Impacto econômico mínimo Para subsidiar as discussões do projeto, foi encomendado um estudo cruzando projeções da população brasileira com dados de mercado para mostrar como é a licença-paternidade em outros países, os benefícios disso no desenvolvimento infantil e o impacto econômico da medida. Eduardo Marino, um dos responsáveis pelo estudo e gerente de Conhecimento Aplicado da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (que promove pesquisas e projetos relacionados à primeira infância), disse à BBC Brasil que os benefícios para as crianças, os pais e o Brasil de uma ampliação da licença-paternidade superam, e muito, os custos da implementação. “Do ponto de vista econômico, o impacto de se ampliar a licença-paternidade é mínimo, comparado aos benefícios. Custaria o equivalente a apenas 0,009% da arrecadação federal, ou seja, R$ 99 milhões por ano”, afirma. Para comparação, o valor é menos de um quinto dos R$ 576 milhões que o governo federal deve gastar este ano ressarcindo as emissoras de TV e rádio que transmitem o horário eleitoral, segundo cálculos divulgados pelo site Contas Abertas. Papel do pai “Dar mais dias de licença-paternidade vai na linha do que está cada vez mais claro com pesquisas em todo mundo: o papel do pai é crucial desde o acompanhamento do pré-natal, no apoio pós-parto e também no vínculo que ele cria com o bebê”, diz. “Um pai em casa, o seu apoio à mulher, favorece a amamentação em um período crítico, em que a mãe e a criança precisam se adaptar ao processo de amamentação. É aí que costumam aparecer os problemas. E se a mulher não estiver amparada, há uma tendência maior de se desistir da amamentação e passar para as fórmulas (leite em pó).” Segundo Eduardo, esse é um dos exemplos de como o investimento na ampliação da licença beneficia também as contas do país, já que bebês que mamam por mais tempo ficam mais protegidos de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias. E bebês

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: POBREZA NO BRASIL. Texto 1 Pobreza permanece concentrada no Norte e no Nordeste do Brasil, diz estudo de centro da ONU Entre 2004 e 2013, os índices de pobreza no país caíram de 20% para 9% da população e de 7% para 4% no caso da pobreza extrema. No entanto, os principais aspectos ou perfis da pobreza continuam os mesmos: ela está mais presente no meio rural e nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. No estudo, os autores indicam que o investimento na agricultura familiar pode potencialmente contribuir para a redução da extrema pobreza nessas regiões. Entre 2004 e 2013, os índices de pobreza caíram de 20% para 9% da população e de 7% para 4% no caso da pobreza extrema. No entanto, os principais aspectos ou perfis da pobreza continuam os mesmos: ela está mais presente no meio rural e nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Essa é a conclusão de estudo divulgado em abril pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), vinculado ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). “A redução da pobreza não acompanhou as alterações em seus principais aspectos ou perfis”, disseram os especialistas no estudo. “Em termos regionais, pouco mudou, com as regiões Norte e Nordeste apresentando as maiores taxas de prevalência da pobreza, bem como as áreas rurais em todas as regiões.” Critérios adotados O estudo considerou como extremamente pobres pessoas que ganham 70 reais por mês e pobres aquelas que vivem com 140 reais mensais, de acordo com critérios adotados pelo governo federal. Quanto ao meio rural, o estudo considerou como domicílios agrícolas aqueles onde há pelo menos um membro empregado no setor agrícola e 67% ou mais da renda do trabalho vindo de atividades agrícolas. Já os domicílios pluriativos são aqueles em que pelo menos um membro está empregado no setor agrícola, mas menos de 67% da renda do trabalho vem da agricultura. O estudo considerou ainda domicílios rurais não agrícolas como aqueles que se localizam em áreas oficialmente rurais, mas sem qualquer membro do domicílio trabalhando na agricultura. Já os domicílios urbanos não agrícolas estão localizados em áreas oficialmente urbanas, com nenhum membro domiciliar empregado na agricultura. Conclusões do relatório O estudo concluiu que no período analisado a pobreza caiu mais nos domicílios agrícolas, assim como a extrema pobreza. Por outro lado, a pobreza e a extrema pobreza nos domicílios pluriativos permaneceu estável. “Quase a totalidade dos residentes em domicílios agrícolas e pluriativos extremamente pobres do Nordeste têm terra insuficiente, trabalham informalmente e residem em domicílios com idosos, mas sem qualquer aposentadoria”, disseram os pesquisadores. Em 2013, 37% dos domicílios pluriativos recebiam recursos do Programa Bolsa Família, enquanto nos domicílios agrícolas esse percentual era de 22%. “Benefícios assistenciais como Bolsa Família ajudam, contudo, não são suficientes para retirá-los da extrema pobreza. Deve haver políticas sociais voltadas para os pequenos agricultores, que considerem as fragilidades dessas famílias, que buscam a sua sobrevivência na agricultura familiar”, disseram. “A pluriatividade nordestina parece surgir como única alternativa de sobrevivência das famílias em situação de extrema pobreza.” No Norte, a pobreza caiu menos que no Nordeste e no Brasil como um todo. Segundo o levantamento, a persistência da pobreza extrema no Norte, particularmente entre os domicílios pluriativos e aqueles não agrícolas, é especialmente preocupante. Já as taxas de pobreza são praticamente as mesmas em 2004 e 2013. “Embora o Norte seja menos pobre do que o Nordeste, o progresso tem sido mais lento lá em comparação às demais regiões do país”, disse o estudo. Acesso a consumo e saneamento básico Enquanto entre 2004 e 2013 o percentual de domicílios agrícolas do Norte com geladeiras aumentou de 42% para 78%, o percentual com esgotamento sanitário aumentou de 20% para 26%. Já no Nordeste, o acesso das famílias agrícolas ao esgotamento sanitário aumentou de 24% para 36% no período, deixando a região dez pontos percentuais à frente da região Norte, que é relativamente mais rica. “O Nordeste obteve melhores resultados. Nessa região, há mais acesso a infraestrutura pública que no Norte, provavelmente em razão do fato de que o Nordeste não tem que superar as longas distâncias que os governos do Norte precisam superar”, disseram os pesquisadores. Com relação à posse de geladeira, 89% dos domicílios no Nordeste têm ao menos uma geladeira. No Norte, esse percentual é de 78% e, no Brasil, chega a 92%. Análise por municípios O estudo indicou — a partir da análise dos mapas de pobreza e extrema pobreza em âmbito municipal — que o problema da pobreza rural no Brasil é, em grande medida, um problema dos domicílios agrícolas no Norte e Nordeste. Poucos municípios nas outras três regiões do Brasil apresentam taxas de pobreza superiores a 30% e, em muitos essas taxas são inferiores a 15%. No Norte e Nordeste, no entanto, muitos municípios apresentam taxas de pobreza superiores a 60% e alguns ainda têm taxas tão altas quanto 90%. “As diferenças são muito acentuadas entre os domicílios agrícolas. A Amazônia ocidental e o estado do Maranhão são áreas que apresentam níveis muito elevados de pobreza agrícola”, afirmou o estudo. Fonte: nacoes unidas org Texto 2 Fonte: Risadas do Xandão Texto 3 Um país menos desigual: pobreza extrema cai a 2,8% da população Avanços Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) foram divulgados nesta sexta-feira (13) pelo IBGE A pobreza extrema no País caiu a 2,8% da população em 2014, quase a terça parte do percentual da população que vivia nessa condição em 2004, no início do Programa Bolsa Família. A tendência de queda da extrema pobreza nos últimos anos foi confirmada na análise dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São consideradas extremamente pobres as pessoas com renda mensal de até R$ 77, linha oficial do Bolsa Família fixada com base na referência das Nações Unidas para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – e

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Tema de redação: violência nos estádios. Texto 1 Brasil terá guia de segurança para combater a violência nos estádios Documento será lançado nesta terça-feira, como uma espécie de manual com medidas preventivas. Jogos serão classificados em grupos conforme o risco. O trabalho de combate à violência entre torcidas organizadas passará a ter, a partir de terça-feira, um documento que servirá de base para as ações de segurança, com o lançamento do guia de segurança em estádios. O “SporTV” teve acesso ao documento, com mais de 60 páginas, que reúne recomendações para a atuação das forças de segurança pública e privada em partidas de futebol. O guia levou mais de dois anos para ser concluído. Elaborado pelos ministérios do Esporte e da Justiça, com a supervisão da Secretaria Nacional de Segurança Pública, contou com a colaboração de 18 especialistas, quase todos ligados às forças policiais. Um dos trechos que chama atenção é que os jogos serão classificados em grupos de risco pelos órgãos de segurança, para permitir o planejamento antecipado de medidas de segurança e prevenção . Duelos com históricos de violência nos últimos cinco anos, por exemplo, serão considerados de risco “muito alto”. Em seguida, aparecem as opções alto, médio e baixo. O guia, que segue também as determinações do Estatuto do Torcedor, ainda reforça a importância de ações conjuntas para combater a violência. Secretário geral de futebol, Ricardo Gomyde destaca a necessidade de envolver diferentes órgãos no combate à violência entre torcidas. – Precisamos ter algumas soluções para os problemas corriqueiros de violência que a gente tem. No segundo momento, vale destacar a participação plural que houve na confecção do guia. Você não tem como tratar da questão de segurança sem tratar da questão da polícia. Todas as forças de segurança participaram, opinaram, também a sociedade, através de diversas instituições, como as próprias organizadas, então, ele tem um grande mérito, que traz a discussão e aponta soluções. Na prática que vamos testá-lo e se alguma imperfeição houver, há como corrigir – considerou. O Ministro do Esporte, Ricardo Leyser, admite que o país ainda não encontrou uma forma de resolver o problema da violência e trabalha justamente para baixar os índices e mudar a realidade. – É uma questão séria, o Brasil ainda não resolveu essa questão da violência. Considero que é uma das grandes travas ao desenvolvimento do esporte brasileiro e do futebol, em especial. Ter ambientes pacíficos, que as pessoas possam andar com a camisa dos seus clubes e frequentar o espetáculo sem medo da violência, e o guia vem nesse sentido, numa articulação com os órgãos de segurança no sentido de garantir essa segurança e os direitos do torcedor. O guia será lançado nesta terça-feira, às 15h, no Ministério da Justiça, em Brasília. Fonte Texto 2 Fonte: Latuff Texto 3 Inglaterra virou exemplo ao acabar com a violência nos estádios O trabalho de prevenção começa já no transporte público, onde a polícia consegue identificar os brigões. Nos estádios, torcedor tem lugar marcado e precisa ficar sentado. Pra acabar com a violência de arruaceiros nos estádios, a Inglaterra precisou enfrentar uma tragédia histórica. Mas virou exemplo pro mundo. Em 1985, fãs do inglês Liverpool e do Juventus, da Itália, se enfrentaram na final da Copa dos Campeões da Europa, na Bélgica. 39 pessoas morreram. Os times ingleses foram impedidos de participar de competições da UEFA por cinco anos. Mas esta medida não foi suficiente para impedir, quatro anos mais tarde, a maior tragédia do futebol inglês. Na partida entre o Liverpool e o Nottingham Forest, houve um empurra-empurra e centenas de torcedores foram esmagados contra as grades, na beira do gramado. O número de mortos chegou a 96. Para o governo britânico, essa tragédia foi o limite. A então primeira-ministra, Margareth Thatcher, disse que precisava limpar essa mancha na reputação do país e abriu um inquérito judicial sobre a violência no futebol. O resultado foi um documento, publicado em 1990, com 76 recomendações de mudanças, conhecido como Relatório Taylor. Um divisor de águas na questão da segurança no esporte. Agora, torcedor tem lugar marcado e precisa ficar sentado. Tudo é monitorado por câmeras. Um sistema computadorizado registra a entrada de cada torcedor e manda a informação para uma sala de controle. O trabalho de prevenção começa já no transporte público, onde a polícia consegue identificar os brigões. Segundo o policial, o importante é impedir a repetição do problema. Se alguém criar confusão em dia de jogo, poderá ser banido por um período de 3 a 10 anos. Isso significa que não vai poder ir a nenhuma partida de futebol e nem viajar nos dias em que o time entrar em campo. Fonte Texto 4 Projeto de lei busca impedir violência nos estádios de futebol Deputado Federal defende proposta para impedir entrada de torcedores com histórico de brigas nos estádios. Medida visa dar segurança para as famílias apoiarem seus times. Os recentes episódios de violência envolvendo as torcidas organizadas de Corinthians e Palmeiras, que se enfrentaram neste último domingo pelo Campeonato Paulista, mais uma vez mostraram a necessidade de buscar ações que possam corrigir ou tentar erradicar com as mortes relacionadas ao futebol. Para se discutir a questão, o deputado federal Danrlei (PSD-RS), ex-goleiro, propôs um projeto de lei que visa proibir a entrada de inpíduos com histórico de brigas e agressões. Para o parlamentar e ex-goleiro Grêmio, a iniciativa deve partir pelo princípio da conscientização de que ações violentas não representam os ‘torcedores de bem’, nem os seus clubes. – A ideia é conscientizar as pessoas de que essas ações são ruins para o clube e, principalmente, para a sociedade. Nós queremos ver torcedores de bem nos estádios, famílias. Este último Campeonato Brasileiro mostrou que nos jogos disputados pela manhã, o número do público foi maior. Não era apenas o pai que estava no estádio , mas os filhos, a família inteira. As pessoas de bem têm que estar de volta nos estádios – afirmou o deputado, em entrevista

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: Redução da Maioridade Penal. Texto 1 sobre a redução da maioridade penal 5 ARGUMENTOS A FAVOR E CONTRA A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL Um dos temas mais discutidos atualmente na política brasileira, as regras da maioridade penal estão prestes a ser alteradas no país. A ideia é diminuir a idade mínima com que uma pessoa pode ir para a prisão em caso de crimes hediondos. Essa é uma discussão que tem se desenrolado ao longo de muitos anos e que envolve convicções muito enraizadas sobre responsabilidade individual e sobre a implementação de políticas públicas no país. Afinal, o que é melhor para o Brasil: manter a maioridade penal em 18 anos ou reduzi-la para 16 anos de idade? Para você poder formar uma opinião bem embasada, o Politize vai te deixar por dentro desse debate! Por que argumentam a favor? Por que argumentam contra a redução da maioridade penal? Fonte Texto 2 Fonte: Blog do Tarso Texto 3 Atos rechaçam proposta de redução da maioridade penal nos 26 anos de ECA Frente Nacional Contra a Redução da Maioridade Penal fez manifestações em todo o país chamando atenção para avanços do Estatuto da Criança e do Adolescente São Paulo – A Frente Nacional Contra a Redução da Maioridade Penal realizou atos hoje (20) em 20 estados mais o Distrito Federal para marcar os avanços alcançados através do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que completa 26 anos de vigência nesta quarta-feira. Em São Paulo, o evento reuniu ativistas e artistas pela manhã, em frente à Praça da Sé, na região central. “O ECA mudou minha vida (…) venho aprendendo muitas coisas e me tornando outra pessoa, amadurecendo”, diz em entrevista para a Rádio Brasil Atual Wesley Rodrigues de Paula, de 19 anos, que passou por problemas com a Justiça e hoje faz parte do Conjunto Musical Nossa Arte. O jovem se apresentou com o grupo e explicou que recebeu ajuda da ONG Ação Comunitária Senhor Santo Cristo, onde reside atualmente. O compositor Mumu de Oliveira apresentou a música Samba Contra a Redução da Maioridade Penal, composição premiada no Festival de Sambas Inéditos Sambafest, organizado pela prefeitura de São Paulo. “Um detalhe curioso é que um dos apoiadores do projeto é o Coronel Telhada (deputado estadual pelo PSDB). Conseguimos ganhar mesmo com ele presente. O recado foi dado da melhor maneira possível”, diz. Telhada é um grande defensor da redução da maioridade penal. Sobre os desafios da apresentação do tema, Mumu afirmou que mesmo os próprios colegas sambistas não acreditaram que a vitória seria possível. “Quando falei para a rapaziada que ia colocar o samba contra a redução da maioridade penal, me disseram para não fazer isso. Falaram que se o júri fosse a favor da redução, meu samba cairia. Mas minha ideia era de que pelo menos ouvissem o samba. Passei pela primeira fase e me disseram que da segunda não passava. Passou e fomos campeões”, conta. O jornalista e integrante da frente Victor Amatucci avalia que, mesmo com os avanços trazidos pelo ECA, existe muito trabalho por um processo judicial mais humano e eficiente na ressocialização dos infratores. “Tivemos melhoras significativas quando as Febem foram modificadas para Fundação Casa, mas hoje temos quase 80% das Fundações superlotadas, com condições insalubres, prática de torturas e abusos.” Para o jornalista, o momento é de combate à ideia de redução da maioridade penal, além de reformulação de alguns pontos do ECA. “Um dos problemas é que o estatuto diz que quem define o tempo de internação do jovem é o juiz. Se você pegar um juiz mais ligado aos direitos humanos, ele procura levar o jovem até a família, procura integrar e dar uma segunda chance. Se você encontrar um juiz conservador, vai jogar a criança na Fundação Casa e acabou”, afirma. “Diminuir a idade penal é tratar o sintoma e não a causa. Uma dificuldade que temos é de fazer as pessoas entenderem que o ECA prevê punições, mas além disso, prevê a ressocialização. Aulas, cursos, acompanhamento psicológico. E nada disso acontece na prática. Se você analisar a reincidência, é muito menor entre jovens do que nos presídios. A lógica de diminuir a criminalidade diminuindo a maioridade penal não é real”, completa Amatucci. Texto 4 Fon: Latuff Gostou desse tema de redação sobre a redução da maioridade penal? Agora não esqueça de praticar redação com esse tema e muito mais clicando aqui e você ainda vai ganhar acesso ao curso completo de Português e Redação do Professor Noslen! Veja as principais perguntas sobre a redução da maioridade penal: Leia alguns artigos relacionados:

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo- argumentativa sobre o tema: EUTANÁSIA. Texto 1: O que é a eutanásia? A eutanásia é o ato em que um indivíduo, em situação de sofrimento constante por um mal ou doença incurável, escolhe cessar sua própria vida. A eutanásia é definida como a conduta pela qual se traz a um paciente em estado terminal, ou portador de enfermidade incurável que esteja em sofrimento constante, uma morte rápida e sem dor. É prevista em lei, no Brasil, como crime de homicídio. Entre as formas dessa prática existe a diferenciação entre eutanásia ativa, quando há assistência ou a participação de terceiro – quando uma pessoa mata intencionalmente o enfermo por meio de artifício que force o cessar das atividades vitais do paciente – e a eutanásia passiva, também conhecida como ortotanásia (morte correta – orto: certo, thanatos: morte), na qual se consiste em não realizar procedimentos de ressuscitação ou de procedimentos que tenham como fim único o prolongamento da vida, como medicamentos voltados para a ressuscitação do enfermo ou máquinas de suporte vital como a ventilação artificial, que remediariam momentaneamente a causa da morte do paciente e não consistiriam propriamente em tratamento da enfermidade ou do sofrimento do paciente, servindo apenas para prolongar a vida biológica e, consequentemente, o sofrimento. A literatura que trata desse tema é ainda escassa no Brasil, uma vez que o tema é um tabu e geralmente associado ao suicídio assistido. No entanto, aqueles que advogam a favor da “boa morte”, como é referida por estes, a diferenciação do suicídio assistido com o argumento de que a ortotanásia, ou eutanásia passiva, nada mais é que permitir que o indivíduo em estado terminal, portador de doença incurável e que demonstre desejo conscientemente, possa passar pela experiência da morte de forma “digna e sem sofrimento desnecessário”, sem a utilização de métodos invasivos para a prolongação da vida biológica e do sofrimento humano. Uma morte natural. A eutanásia não é um dilema recente, trata-se de uma discussão que permeia a história humana por tratar de um tema tão complexo e sensível: a escolha individual da vida pela vida, ou o direito a escolher quando o sofrimento ou a dor pode se tornar uma justificativa tangível para que se busque a morte como meio de alívio. A eutanásia é um direito legalmente previsto em alguns países como a Holanda e a Bélgica, nos casos para pacientes terminais ou portadores de doenças incuráveis que acarretam em sofrimento físico e emocional para o paciente e seus familiares. Em outros países, no entanto, é possível que o paciente faça o requerimento legal de não haver tentativa de ressuscitação no caso de parada crítica de órgãos. É importante destacar que a eutanásia é um ato de vontade própria e individual do enfermo, quando em estado de plena consciência, que garante a esse a escolha entre cessar seu sofrimento em vida ou continuar lutando. Este é o principal ponto da discussão sobre o direito de escolha individual à vida: a liberdade do sujeito que sofre em determinar se sua vivência é justificada seja pelas suas crenças, vontade individual, ou por simples compaixão por aqueles que seriam atingidos pela sua morte. No Brasil, a eutanásia é um crime previsto em lei como assassinato, no entanto, existe um atenuante que é verificado no caso do ato ter sido realizado a pedido da vítima e tendo em vista o alívio de um sofrimento latente e inevitável, que reduz a pena para a reclusão de 3 a 6 anos. Os debates sobre o assunto são geralmente encabeçados por membros de organizações religiosas, que argumentam que a vida é uma dádiva divina sobre a qual nenhum ser humano tem direito ou o poder de voluntariamente cessá-la, e por alguns profissionais da saúde que argumentam que as enfermidades que acarretam em sofrimento prologando seriam reduzidas caso os governantes investissem mais em formas de assistência de saúde de maior qualidade. Aqueles que lutam pela sua legalização se pautam no direito da escolha individual, independente de crença religiosa, no que diz respeito à sua própria vida, tendo sempre em vista a dignidade humana e o direito de acabar com o sofrimento quando não existe outra alternativa. Um dos maiores defensores da eutanásia, o médico Jack Kevorkian, assistiu a mais de 130 doentes terminais em suas mortes. O assunto é incrivelmente complexo e possui vários lados a serem vistos, para isso é importante que ele seja exposto de forma compreensível para todos. Filmes que tratam sobre a eutanásia são uma boa fonte de informação. Um deles é o filme Você não conhece o Jack (You don’t know Jack – 2010) que conta a história real de Jack Kervokian, um médico que realizava a eutanásia para pacientes em estado terminal e em sofrimento agudo. A vida, a morte e o sofrimento humano são sempre assuntos complexos e difíceis de serem tratados. Entretanto, essa é uma realidade a qual todos estamos sujeitos. Texto 2: Eutanásia Fonte: batistabarcelona Texto 3: Quais os argumentos a favor e contra a eutanásia? Confira alguns argumentos contra e a favor da eutanásia OS ARGUMENTOS A FAVOR CONTRA Fonte Leia também: Perguntas frequentes:

Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo- argumentativa sobre o tema: DIREITOS HUMANOS. Texto 1 O que são os direitos humanos? Eles são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição. Isso também incluí o direito à vida e à liberdade, à liberdade de opinião e de expressão, o direito ao trabalho e à educação, entre e muitos outros. Todos merecem estes direitos, sem discriminação. O Direito Internacional dos Direitos Humanos estabelece as obrigações dos governos de agirem de determinadas maneiras ou de se absterem de certos atos, a fim de promover e proteger os direitos humanos e as liberdades de grupos ou indivíduos. Desde o estabelecimento das Nações Unidas, em 1945 – em meio ao forte lembrete sobre a barbárie da Segunda Guerra Mundial –, um de seus objetivos fundamentais tem sido promover e encorajar o respeito aos direitos humanos para todos, conforme estipulado na Carta das Nações Unidas: “Considerando que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta da ONU, sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano e na igualdade de direitos entre homens e mulheres, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, … a Assembleia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações…” Preâmbulo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, 1948 Contexto e definição dos direitos humanos Eles são comumente compreendidos como aqueles direitos inerentes ao ser humano. O conceito de Direitos Humanos reconhece que cada ser humano pode desfrutar de seus direitos humanos sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outro tipo, origem social ou nacional ou condição de nascimento ou riqueza. Além disso, são garantidos legalmente pela lei de direitos humanos, protegendo indivíduos e grupos contra ações que interferem nas liberdades fundamentais e na dignidade humana. Estão expressos em tratados, no direito internacional consuetudinário, conjuntos de princípios e outras modalidades do Direito. A legislação de direitos humanos obriga os Estados a agir de uma determinada maneira e proíbe os Estados de se envolverem em atividades específicas. No entanto, a legislação não estabelece isso. Eles são direitos inerentes a cada pessoa simplesmente por ela ser um humano. Tratados e outras modalidades do Direito costumam servir para proteger formalmente os direitos de indivíduos ou grupos contra ações ou abandono dos governos, que interferem no desfrute de seus direitos humanos. Algumas das características mais importantes dos direitos humanos são: Normas internacionais de direitos humanos A expressão formal dos direitos humanos inerentes se dá através das normas internacionais de direitos humanos. Uma série de tratados internacionais dos direitos humanos e outros instrumentos surgiram a partir de 1945, conferindo uma forma legal aos direitos humanos inerentes. A criação das Nações Unidas viabilizou um fórum ideal para o desenvolvimento e a adoção dos instrumentos internacionais de direitos humanos. Outros instrumentos foram adotados a nível regional, refletindo as preocupações sobre os direitos humanos particulares a cada região. A maioria dos países também adotou constituições e outras leis que protegem formalmente os direitos humanos básicos. Muitas vezes, a linguagem utilizada pelos Estados vem dos instrumentos internacionais de direitos humanos. As normas internacionais de direitos humanos consistem, principalmente, de tratados e costumes, bem como declarações, diretrizes e princípios, entre outros. Tratados Um tratado é um acordo entre os Estados, que se comprometem com regras específicas. Tratados internacionais têm diferentes designações, como pactos, cartas, protocolos, convenções e acordos. Um tratado é legalmente vinculativo para os Estados que tenham consentido em se comprometer com as disposições do tratado – em outras palavras, que são parte do tratado. Um Estado pode fazer parte de um tratado através de uma ratificação, adesão ou sucessão. A ratificação é a expressão formal do consentimento de um Estado em se comprometer com um tratado. Somente um Estado que tenha assinado o tratado anteriormente – durante o período no qual o tratado esteve aberto a assinaturas – pode ratificá-lo. A ratificação consiste de dois atos processuais: a nível interno, requer a aprovação pelo órgão constitucional apropriado – como o Parlamento, por exemplo. A nível internacional, de acordo com as disposições do tratado em questão, o instrumento de ratificação deve ser formalmente transmitido ao depositário, que pode ser um Estado ou uma organização internacional como a ONU. A adesão implica o consentimento de um Estado que não tenha assinado anteriormente o instrumento. Estados ratificam tratados antes e depois de este ter entrado em vigor. O mesmo se aplica à adesão. Um Estado também pode fazer parte de um tratado por sucessão, que acontece em virtude de uma disposição específica do tratado ou de uma declaração. A maior parte dos tratados não são autoexecutáveis. Em alguns Estados tratados são superiores à legislação interna, enquanto em outros Estados tratados recebem status constitucional e em outros apenas certas disposições de um tratado são incorporadas à legislação interna. Um Estado pode formular reservas a ele, indicando que, não concorda com se comprometer com certas disposições. No entanto, uma reserva não pode derrotar o objeto e o propósito do tratado. Além disso, mesmo que um Estado não faça parte de um tratado ou não tenha formulado reservas, o Estado pode ainda estar comprometido com as disposições do tratado que se tornaram direito internacional consuetudinário ou constituem normas imperativas do direito internacional, como a proibição da tortura. Costume O direito internacional consuetudinário – ou simplesmente “costume” – é o termo usado para descrever uma prática geral e consistente seguida por Estados, decorrente de um sentimento de obrigação legal. Assim, enquanto a Declaração Universal dos Direitos Humanos não é, em si, um tratado vinculativo, algumas de suas disposições têm o caráter de direito internacional consuetudinário. Declarações, resoluções etc. adotadas pelos órgãos das Nações Unidas Normas gerais do direito internacional – princípios e práticas com os quais a maior parte dos Estados concordaria – constam, muitas vezes, em

Enquanto muitos já estão tomando água de coco na beira da praia, outros ainda estão ralando para se dar bem nos vestibulares que acontecem no início de 2017, e muitos de vocês estão se preparando para a redação da UFRGS! Por isso, preparamos um listão da UFRGS para te ajudar no vestibular! Essa galera deixou até mesmo de ver o especial de Natal do Roberto Carlos para estudar e já está assim: Calma aí! Respira fundo, pois agora falta pouco. Toma aquele último fôlego e confere aqui algumas dicas para arrasar na redação da UFRGS: A redação da UFRGS é aquela “diferentona”. Ela aceita o uso do “eu” – primeira pessoa do singular – na dissertação, no entanto, ele não é obrigatório e nem deve aparecer no texto todo. Invista pesado na argumentação! Antes de mais nada, escolha uma estratégia argumentativa. Você pode escolher um “lado” e argumentar em prol da defesa dele ou pode ter uma postura conciliadora. Exemplo: no ano passado, os vestibulandos foram desafiados a pensar no livro na era digital. A defesa do uso de uma das duas formas literárias, digital ou impressa, ou a conciliação entre o uso da ambas as formas eram dois caminhos possíveis a serem seguidos pelo candidato. Feito isso, reúna, de forma organizada, todo o conhecimento e vivência que você tem sobre o tema. Lembre-se sempre que as referências que vão além da coletânea de textos da proposta são bastante valorizadas na redação da UFRGS. Tome muito cuidado com domínio da norma padrão da língua portuguesa. A correção da UFRGS é bastante quantitativa, ou seja, cada errinho é contabilizado. Por isso, antes de passar a redação para a folha oficial, faça aquela revisão esperta! Fuja dos clichês! Principalmente das frases prontas que circulam na internet, e dos termos rebuscados fora do contexto com a única intenção de tentar deixar o texto “bonito” (só que não!), ninguém ganha nota máxima na redação da UFRGS usando isso. E o mais importante: lembre-se de que tudo o que você estudou não vai fugir da sua cabeça na hora de escrever a sua redação da UFRGS. Confie na sua preparação e guarde um pouco de champanhe do réveillon para estourar quando sair o listão dos aprovados! E, claro, estude com professores especialistas na redação da UFRGS, isso vai ter um impulso nos estudos para alcançar a nota máxima! Profa. Juliane Supervisora Pedagógica do Redação Online Confira artigos relacionados que podem te interessar: Veja as principais dúvidas sobre a redação da UFRGS:

Mais dicas de temas de Redação selecionadas pela nossa equipe Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o tema: COTAS NOS VESTIBULARES E CONCURSOS. Texto 1 Argumentos à favor das cotas A reserva de vagas dá oportunidade dos menos favorecidos frequentarem instituições de qualidade. Mais da metade dos brasileiros se declararam negros, pardos ou indígenas no último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010. Mesmo com este percentual, não é fácil encontrar por aí negros e pardos vivendo em situação igualitária com brancos. Uma das medidas que busca introduzir e diminuir a desigualdade entre brancos e negros no país é a chamada Lei de Cotas. A Lei nº 12.711 foi aprovada em 2012, o que representa que a partir desta data todas as instituições de ensino superior federais do país precisam obrigatoriamente reservar parte de suas vagas para alunos oriundos de escolas públicas, de baixa renda, e negros, pardo e índios. A reserva começou em 12,5% e precisa chegar aos 50% até 2016. Segundo o professor de Cultura Brasileira Marcos Minuzzi, doutor pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), essas medidas são importantes para mostrar que há uma preocupação sobre a intensa desigualdade no país. “Tenho opinião favorável, no sentido de que democratiza o acesso, considerando nossas grandes desigualdades sociais. Pode-se criticar o sistema ou tentar encontrar outras formas de democratização de acesso mais eficazes, mas o importante é que os mecanismos existentes refletem uma preocupação de resolver o problema”. Além da dívida histórica que o país tem com os afrodescendentes por anos de exploração, a lei veio para minimizar as diferenças raciais e socioeconômicas que sempre existiram no Brasil. Aqui, somente 47,73% dos brasileiros se declaram brancos, segundo o Censo de 2010, tornando se assim um dos países mais miscigenados do mundo. Mesmo com toda essa mistura ainda há diferenças que gritam aos nossos olhos. As cotas sociais representam os motivos de sua própria existência. O abismo existente entre escolas públicas e particulares fornecem, claramente, oportunidades distintas a estudantes de classes sociais diferentes. Sem as cotas para os estudantes de classes sociais menos favorecidas, as cadeiras nas melhores universidades continuarão sendo conquistadas por candidatos com melhor estabilidade financeira. O ideal seria qualificar o ensino público, mas isso levaria décadas. A Universidade de Brasília (UnB) foi a primeira instituição federal a aprovar cotas para minorias étnicas e raciais e a primeira instituição brasileira a aprovar cotas exclusivamente para negros. De 2004 até o 2013, 18,5% dos estudantes que se formaram pela universidade são negros e ingressaram na instituição graças ao sistema. No Brasil, negros e pardos representam 52% da população, mas nas instituições federais esse índice cai para 40%, sendo 32% de pardos e apenas 8% negros, segundo estudo feito pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em 2011. Com a política de cotas a expectativa é que dentro de alguns anos este panorama mude e haja maior inclusão dos menos favorecidos na sociedade. Fonte Texto 2 Fonte: Robson Texto 3 Argumentos contra as cotas Criado em 2012, a lei de cotas no Brasil ainda promove grandes debates e gera protestos. A reserva de vagas surgiu nos Estados Unidos em 1960 como ação afirmativa, para promover a igualdade social entre negros e brancos norte-americanos. Mas em 2007 esta política foi abolida pela Suprema Corte, com o pressuposto que o sistema de cotas em nada contribui para a igualdade das raças. O Sistema de Cotas no Brasil também foi instaurado através de ação afirmativa. As cotas em processos seletivos para ensino superior foi regulamentada pela Lei 12.711/2011, a chamada Lei de Cotas, que beneficia o acesso de estudantes da rede pública em instituições de ensino superior federais, com separação de vagas para candidatos de baixa renda, negros e índios. Mas mesmo que a Lei tenha surgido para beneficiar parte da população, ainda há, por todo país e entre todas as classes, resistência com sua implementação. A inconstitucionalidade da lei, a maquiagem na educação e reforço do preconceito nas universidades são os argumentos mais usados por quem é contra as cotas. Para os que se posicionam contra a reserva de vagas sociais, o que mais intriga é que a Lei de Cotas não foi sancionada como parte de um plano para melhorar a educação no país, o que a torna um tapa buracos da rede pública de ensino. Somente em junho de 2014 foi sancionado o Plano Nacional de Educação, que prevê 10% do total do Produto Interno Bruto (PIB) para Educação, entre outras metas a serem cumpridas até 2020. Outro argumento contra a política de reserva de vagas é a inconstitucionalidade da lei, já que segundo o artigo 5º da Constituição Federal brasileira somos todos iguais, sem distinção de qualquer natureza. Deste modo a reserva de cotas somente confirmaria a segregação social e racial existente no país. Há também quem até defende as cotas sociais, por conta da desigualdade socioeconômica que há no país, mas são contra as cotas raciais, que poderiam aumentar e instigar o racismo. As cotas raciais sem critérios econômicos também podem beneficiar negros que estudaram em escola particular e possuem renda alta, perdendo assim o sentido da ação afirmativa. Fonte Texto 4 Fonte: Rafa Jornalismo B Texto 5 Novas regras para cotas raciais em concursos dividem opiniões De acordo com publicação do Diário Oficial de ontem, candidatos que optarem pelas cotas terão de comprovar sua negritude se submetendo a uma comissão examinadora Candidatos de concursos públicos no âmbito Federal, administrações públicas, autarquias, fundações públicas e empresas de sociedades de economia mista que se declararem pretos e pardos no ato da inscrição do certame agora terão de passar por uma comissão examinadora disponibilizada pela própria organizadora da seleção para comprovar sua negritude. A novidade foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de ontem e se aplica não apenas a certames cujos editais ainda serão publicados, mas também aos que já estão acontecendo e não foram homologadas até o momento. De acordo com as informações contidas no Diário Oficial, os editais de concurso público devem informar como se dará a checagem da autodeclaração dos concurseiros, nomeando uma comissão composta por pessoas de perfis diversos em termos de gênero, cor e naturalidade. A decisão da ‘banca’ deverá ser baseada unicamente no fenótipo, ou seja, nos traços físicos comuns

Temática pertinente e de extrema importância para a sociedade brasileira. Reflexão valiosíssima. De modo geral, a intolerância [sentimento hostil, preconceito] certamente permeou a discussão em várias aulas de redação, filosofia, sociologia, entre outras disciplinas, da maioria dos estudantes, principalmente quando relacionadas às questões raciais, religiosas e sociais [inclusive estava nas propostas do Redacão Online]. Assim, a raiz da discussão – preconceito, violência e discurso de ódio – certamente já havia sido trabalhada pela maioria, direta ou indiretamente. Venha ver a nossa ANÁLISE DO TEMA: Caminhos para combater a intolerância religiosa . Analisemos brevemente a temática: Foco central: o combate! Logo, o texto deveria trabalhar não apenas o fenômeno, mas as ações viáveis para solucionar a questão. Torna-se válido, dessa forma, o diálogo com as medidas já tomadas bem como as perguntas que podemos fazer ao tema para problematizá-lo. [Qual é o problema? Quais as causas? Por que ainda não foi solucionado? Como solucionar?] É importante destacar que o aluno precisava limitar a discussão ao contexto nacional. Comparativos com demais países poderiam ser utilizados, entretanto o aluno não poderia perder de vista o viés brasileiro. Além disso, seria enriquecedor analisar tal intolerância de modo mais amplo e avaliar os possíveis interesses existentes por trás dos combates religiosos. [A tradicional estratégia das causas e das consequências] Vale ressaltar, então, os possíveis agentes da mudança [uma vez que o combate era uma das palavras-chave]: a família, a escola, a mídia, pois são agentes diretos quando tratamos da conscientização e do convívio com as diferenças. O governo, suas intervenções legais, bem como a fiscalização delas, também poderia agir. Outros fatores/agentes seriam igualmente coerentes. [Tudo, claro, relacionado ao seu texto e detalhado: quem faria, o que faria e como faria.] Por fim, segue algumas relações possíveis: É um crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana. Liberdade de expressão e de culto são assegurados pela declaração universal dos direitos humanos e pela constituição federal. O Brasil é laico, logo, não há uma religião oficial, por conseguinte, o estado deve se manter neutro. O preconceito contra religiões de matrizes africanas no Brasil [lembrar de alguns fatos midiáticos poderia ser interessante] Literatura: “O pagador de promessas”, Dias Gomes. Relações históricas [para contextualizar]: Perseguição dos primeiros cristãos na antiguidade / Contrarreforma / Holocausto / A catequese dos índios brasileiros / A batalha de Canudos. E vocês, o que acharam do tema e da nossa ANÁLISE: Caminhos para combater a intolerância religiosa. Acredito que tenham produzido bons textos. [Aguardemos! Seguimos na torcida] Profª. Josi Motta.

Desvendando os segredos da escrita impecável! Nesta postagem, abordamos os principais erros de linguagem que podem comprometer sua redação. Aprenda a evitá-los e conquiste uma comunicação eficaz. Não perca essas dicas preciosas! Mais uma dica da professora Josi! Hoje é dia de ‘não’, o que você NÃO deve fazer. Quando o papo é linguagem, os principais erros estão aí, em uma listinha especial. Ah, e claro, tem também algumas dicas para te ajudar a não cair nessas ciladas. Não se separam por vírgula termos que se relacionam diretamente na frase, como o sujeito e o predicado. Errado: Não previram que o problema, pudesse se agravar. Certo: Não previram que o problema pudesse se agravar. Crase: A crase não deve ser usada antes de palavras no masculino, verbos no infinitivo ou pronomes. Lembrando: A crase é a fusão de dois sons idênticos (a – artigo + a – preposição), e é representada na escrita por uma vogal ‘a’ com acento grave ‘à’, é importante tomar cuidado para não cometer esse erro na linguagem. Alguns critérios para a utilização do acento indicativo da crase: A palavra seguinte deve ser feminina. Dica de linguagem: substitua a palavra feminina após o “a” por uma palavra de gênero masculino. Se antes da palavra masculina utilizar-se “ao”, significa que houve a junção da preposição “a” com o artigo masculino “o”. Nesse caso da linguagem, a preposição é solicitada, então há crase. Verbo Haver “Há muitos anos a situação vem piorando.” “Se o quadro mão mudar, daqui a uns anos não haverá mais água potável.” “Deve haver uma forma de solucionarmos este problema.” Certo: “Haverá mudanças no governo.” Errado: “Haverão mudanças no governo.” Onde X Aonde Isto X Isso Pronomes demonstrativos que funcionam como elementos de coesão. Na situação discursiva: Não esqueçam isto: vocês serão universitários no próximo ano. Vocês serão universitários no próximo ano, não esqueçam isso. Certo: São necessárias mudanças urgentes. Errado: É necessário mudanças urgentes. “Faça a sua parte.” Beijo no coração e até a próxima com mais dicas de linguagem e português! Não esqueça de praticar mais linguagem e garantir o seu 900+ com professores especialistas!

Mais uma super dica da Profª Mali! Estar atento ao que acontece no Brasil e no mundo é fundamental para fazer qualquer prova, seja o ENEM ou vestibular, pois faz com que ganhe repertório, conheça diferentes pontos de vista e estilos de escrita e argumentação. Mas lembre-se: a ideia não é tomar partido ou ser opinativo, mas sim tratar os assuntos com olhar crítico e ter argumentos que sustentem seu ponto de vista, beleza? Vamos de Atualidades ENEM: temas possíveis! Bora lá, então!? Atualidades ENEM 2016: Brasil. Olimpíadas Rio 2016 – O impacto social e político dos jogos no Brasil Democratização da cultura – O acesso dos estratos sociais à cultura Mobilidade urbana – Transporte público, UBER versus Táxis, impacto ambiental. A politização da sociedade brasileira – A participação do povo brasileiro na política e o envolvimento dos jovens com movimentos políticos/sociais A crise econômica brasileira – Origem da crise, impactos políticos e sociais da recessão, Brasil no cenários político mundial (BRICs e Mercosul). Mariana – MG: desastre ambiental – O impacto social, econômico e ambiental causado pelo rompimento de barragem da mineradora Samarco. Zika, chikungunya e dengue – O que são essas doenças, formas de contágio, ciclo de vida dos vetores e impactos sociais da expansão dessas doenças no país.Atualidades ENEM 2016: Mundo. Mudanças climáticas – Frio excessivo, calor excessivo, derretimento das calotas polares e o impacto da ação humana no clima do planeta. Ativismo digital – Como a Internet revolucionou as causas sociais e o impacto das mobilizações digitais. A crise dos refugiados e o avanço do terrorismo – Quem são os refugiados e o que procuram? O impacto social dessa movimentação na Europa. O crescimento e a diversificação do terrorismo no mundo e o Estado Islâmico. Liberdade de expressão e preconceito – Qual é a diferença entre manifestação de um ponto de vista e o preconceito? A questão social das minorias (negros, pobres, homossexuais, mulheres e pessoas com deficiência). A questão de gênero – A recente discussão sobre como definir os gêneros. Identidade de gênero e orientação sexual. O crescimento do feminismo e o fortalecimento das causas LGBT. Atenciosamente, Maria Amália Carneiro Büchele O que achou de nossos Atualidades ENEM: temas possíveis?

Mais dicas da nossa especialista, Profª Mali, para vocês! O tema da redação do ENEM é escolhido em meio a assuntos que são abordados no nosso cotidiano. Acontecimentos políticos, sociais, ambientais e culturais do Brasil e do mundo podem ser temas da prova do exame. Vamos de Possíveis temas de redação do ENEM? Alguns assuntos são mais prováveis, devido a sua grande repercussão política ou por fazerem parte das discussões feitas pela sociedade. Veja os Possíveis temas de redação do ENEM! A falta de água Pode ser um possível tema já que este problema faz parte há mais de um ano da vida dos moradores do sudeste e persiste há mais de um século no cotidiano de nordestinos. A prova pode solicitar que o assunto seja discutido sobre esse viés, questionando as políticas de públicas de combate à seca e o comportamento da população para evitar a falta d’água. A falta de recursos hídricos É a crise do setor energético que está impactando no aumento da conta de energia e, por consequência, no setor comercial, industrial e na própria residência das pessoas. A prova pode pedir para o estudante relacionar a falta de recursos, as questões políticas nessa crise e a solução para a geração de energia, principalmente, uma energia que impacte menos no meio ambiente. As manifestações políticas Que estão acontecendo nas ruas, mas que participaram das redes sociais, como essas ferramentas de comunicação e interação “virtual” estão despertando o interesse político e levando às pessoas as ruas. É interessante falar sobre a potencialidade da ferramenta na comunicação das pessoas, no debate de assuntos e de levar a informação ao público. Também é possível falar sobre a confiabilidade do que passa pelas redes sociais, pois nem sempre as informações são corretas. A mobilidade urbana É um problema que afeta vários países no mundo, praticamente todas as cidades grandes, principalmente, do Brasil sofrem com o excesso de carros particulares, poucas linhas de transporte público e falta de incentivo de transportes alternativos, como as bicicletas. A prova pode pedir ao estudante indicar alternativas para melhorar a mobilidade urbana e falar sobre o conflito entre os diferentes públicos que utilizam as vias de trânsito, como o pedestre, o ciclista, o motociclista e o motorista de carro. Continua: Possíveis temas de redação do ENEM…. Preconceito racial Que alguns atletas ainda sofrem no meio esportivo, principalmente, em relação às torcidas que, em momentos de fúria, xingam jogadores com palavras preconceituosas, além de qualquer outra forma de preconceito racial, também pode ser um tema da redação do ENEM 2016. O conceito da família Deste século, com o objetivo de debater sobre a adoção de crianças por casais homossexuais e sobre a nova norma na guarda compartilhada de crianças, quando os pais se divorciam. Dengue, Zica e Chikungunya O tema pode pedir para falar dos novos casos das doenças, das campanhas de combate e sobre a conscientização da população. Os crescentes casos de microcefalia, que ainda não tem sua ligação comprovada com a transmissão do mosquito aedes aegypti. As campanhas de vacinação Principalmente contra o Sarampo e o HPV, para meninas de até 13 anos de idade. Um assunto batido, mas que o estudante deve estar sempre preparado é sobre os problemas no Sistema Único de Saúde (SUS) como falta de médicos, atrasos, grandes filas de espera e falta de equipamentos, além do Programa Mais Médicos. O limite da estética e da saúde Também é um bom assunto. Até onde o ser humano pode ir para atingir a sua exigência em relação à beleza. O busca pelo corpo perfeito, com dietas, cirurgias plásticas e produtos, tem limite? A sustentabilidade de empresas e o aquecimento global São assuntos comuns nessa área. Mas, no Brasil, a Política Nacional de Resíduos Sólidos é um tema que agora está sendo muito debatido nos municípios do país. Então é importante saber sobre o que é essa política, o dever dos governos municipais e como a população pode cobrar a coleta seletiva. Intolerância religiosa O ataque à revista Charlie Habdo pode exemplificar o tema. Mas muito mais do que um caso isolado, a intolerância religiosa é grande tanto no Brasil como em outros países. Ao debater esse tema, precisamos lembrar da laicidade do Estado e do respeito aos diferentes tipos de crenças e rituais religiosos, podendo destacar, no caso do Brasil, o grande preconceito existente com religiões de origem africana. Justiça com as próprias mãos Tema bastante polêmico em 2014 e que pode ser discutido com mais imparcialidade esse ano. O combate à violência através da justiça com as próprias mãos é válido? Definições de justiça, casos de linchamentos, rebeldia com a ordem e segurança públicas são alguns pontos que abordam essa temática. Corrupção na Petrobras O tema mais recorrente na mídia nos últimos meses é perfeitamente possível cair na redação do ENEM. Desde as primeira etapas da Operação Lava-Jato a mais de dois anos, está praticamente todos os dias nos noticiários. É um assunto muito polêmico pois envolve nomes da política e de grandes empresas e gerou o estopim nas manifestações contra e a favor do atual governo brasileiro. Desigualdade étnica e de gênero O Brasil é um dos países com maior desigualdade do mundo e entre muitos tipos de desigualdade, a étnica e a de gênero costumam ser as mais discutidas, assim como os preconceitos gerados por essa situação, respectivamente, racismo e machismo. Os direitos conquistados, as lutas e reivindicações e as políticas públicas são alguns pontos que merecem ser estudados para entender a causa e argumentar com clareza. Liberdade de expressão e mídia Tema bastante atual, a liberdade de imprensa tem sido muito discutida, principalmente após o ataque à revista francesa Charlie Hebdo em 2015. Pode-se refletir sobre os limites entre liberdade de expressão e respeito às diferenças ou respeito à verdade. Limites entre estética e saúde Academia, dietas, cirurgias plásticas, anabolizantes etc. É grande a busca pelo corpo perfeito caracterizado por um padrão de beleza. Mas até que ponto a estética coincide com hábitos saudáveis? Conhecem-se muitas doenças causadas por insatisfação corporal como anorexia, bulimia, depressão, compulsão
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