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    Tema de Redação: Como a 4ª Revolução Industrial deve afetar nossas vidas?
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Como a 4ª Revolução Industrial deve afetar nossas vidas?

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Como a 4ª Revolução Industrial deve afetar nossas vidas? Texto 1 No final do século 17 foi a máquina a vapor. Desta vez, serão os robôs integrados em sistemas ciberfísicos os responsáveis por uma transformação radical. E os economistas têm um nome para isso: a quarta revolução industrial, marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Eles antecipam que a revolução mudará o mundo como o conhecemos. Soa muito radical? É que, se cumpridas as previsões, assim será. E já está acontecendo, dizem, em larga escala e a toda velocidade. “Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes”, diz Klaus Schwab, autor do livro A Quarta Revolução Industrial, publicado este ano. Os “novos poderes” da transformação virão da engenharia genética e das neurotecnologias, duas áreas que parecem misteriosas e distantes para o cidadão comum. No entanto, as repercussões impactarão em como somos e como nos relacionamos até nos lugares mais distantes do planeta: a revolução afetará o mercado de trabalho, o futuro do trabalho e a desigualdade de renda. Suas consequências impactarão a segurança geopolítica e o que é considerado ético. Então de que se trata essa mudança e por que há quem acredite que se trata de uma revolução? O importante, destacam os teóricos da ideia, é que não se trata de um desdobramento, mas do encontro desses desdobramentos. Nesse sentido, representa uma mudança de paradigma e não mais uma etapa do desenvolvimento tecnológico. “A quarta revolução industrial não é definida por um conjunto de tecnologias emergentes em si mesmas, mas a transição em direção a novos sistemas que foram construídos sobre a infraestrutura da revolução digital (anterior)”, diz Schwab, diretor executivo do Fórum Econômico Mundial e um dos principais entusiastas da “revolução”. “Há três razões pelas quais as transformações atuais não representam uma extensão da terceira revolução industrial, mas a chegada de uma diferente: a velocidade, o alcance e o impacto nos sistemas. A velocidade dos avanços atuais não tem precedentes na história e está interferindo quase todas as indústrias de todos os países”, diz o Fórum. Também chamada de 4.0, a revolução acontece após três processos históricos transformadores. A primeira marcou o ritmo da produção manual à mecanizada, entre 1760 e 1830. A segunda, por volta de 1850, trouxe a eletricidade e permitiu a manufatura em massa. E a terceira aconteceu em meados do século 20, com a chegada da eletrônica, da tecnologia da informação e das telecomunicações. Agora, a quarta mudança traz consigo uma tendência à automatização total das fábricas – seu nome vem, na verdade, de um projeto de estratégia de alta tecnologia do governo da Alemanha, trabalhado desde 2013 para levar sua produção a uma total independência da obra humana. A automatização acontece através de sistemas ciberfísicos, que foram possíveis graças à internet das coisas e à computação na nuvem. Os sistemas ciberfísicos, que combinam máquinas com processos digitais, são capazes de tomar decisões descentralizadas e de cooperar – entre eles e com humanos – mediante a internet das coisas. O que vem por aí, dizem os teóricos, é uma “fábrica inteligente”. Verdadeiramente inteligente. O princípio básico é que as empresas poderão criar redes inteligentes que poderão controlar a si mesmas. Os números econômicos são impactantes: segundo calculou a consultora Accenture em 2015, uma versão em escala industrial dessa revolução poderia agregar 14,2 bilhões de dólares à economia mundial nos próximos 15 anos. No Fórum Mundial de Davos, em janeiro deste ano, houve uma antecipação do que os acadêmicos mais entusiastas têm na cabeça quando falam de Revolução 4.0: nanotecnologias, neurotecnologias, robôs, inteligência artificial, biotecnologia, sistemas de armazenamento de energia, drones e impressoras 3D. Mas esses também serão os causadores da parte mais controversa da quarta revolução: ela pode acabar com cinco milhões de vagas de trabalho nos 15 países mais industrializados do mundo. Revolução para quem? Os países mais desenvolvidos adotarão as mudanças com mais rapidez, mas os especialistas destacam que as economias emergentes são as que mais podem se beneficiar. A quarta revolução tem o potencial de elevar os níveis globais de rendimento e melhorar a qualidade de vida de populações inteiras, diz Schwab. São as mesmas populações que se beneficiaram com a chegada do mundo digital – e a possibilidade de fazer pagamentos, escutar e pedir um táxi a partir de um celular antigo e barato. Obviamente, o processo de transformação só beneficiará quem for capaz de inovar e se adaptar. “O futuro do emprego será feito por vagas que não existem, em indústrias que usam tecnologias novas, em condições planetárias que nenhum ser humano já experimentou”, diz David Ritter, CEO do Greenpeace Austrália/Pacífico em uma coluna sobre a quarta revolução industrial para o jornal britânico The Guardian. E os empresários parecem entusiasmados – mais que intimidados – pela magnitude do desafio, uma pesquisa aponta que 70% têm expectativas positivas sobre a quarta revolução industrial. Ao menos esse é o resultado do último Barômetro Global de Inovação, uma pesquisa que compila opiniões de mais de 4.000 líderes e pessoas interessadas nas transformações em 23 países. Ainda assim, a distribuição regional é desigual e os mercados emergentes da Ásia são os que estão adotando as transformações de uma forma mais intensa que os de economias mais desenvolvidas. “Ser disruptivo é o padrão modelo para executivos e cidadãos, mas continua sendo um objetivo complicado de se colocar em prática”, reconhece o estudo. Os perigos do cibermodelo Nem todos veem o futuro com otimismo: as pesquisas refletem as preocupações de empresários com o “darwinismo tecnológico”, onde aqueles que não se adaptam não conseguirão sobreviver. E se isso acontece a toda velocidade, como dizem os entusiastas da quarta revolução, o efeito pode ser mais devastador que aquele gerado pela terceira revolução. “No jogo do desenvolvimento tecnológico, sempre

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    03 de ago. de 2017
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Como não zerar a redação do Enem

    É sempre bom ficar atento aos critérios para não zerar a Redação ENEM. As dicas de hoje também servem para você ficar esperto quanto a itens que os alunos pecam e acabam perdendo muitos pontos. Para isso não acontecer contigo, leia atentamente cada item e capriche na hora de escrever!Venha ver dicas de Como não zerar a redação do Enem. Fuga ao tema Parece bobagem, mas infelizmente esse problema mais comum do que se imagina. Para não correr esse risco, atente-se aos textos motivadores.  Sua redação deve estar relacionada ao tema desses textos. Quando alguém foge ao tema, a redação é anulada, já que a compreensão da proposta de redação é uma das competências exigidas pelo Enem. Não atender à estrutura do texto dissertativo-argumentativo Não tente inovar quanto ao formato de texto, nem se confunda com os tipos textuais exigidos nos vestibulares. O texto do ENEM exige uma estrutura específica. A Redação deve ser escrita em prosa, ou seja, em linhas contínuas e parágrafos. Outro ponto importante é o tipo textual: dissertativo-argumentativo. Não escrever texto narrativo, poema ou outro tipo textual que não o pedido na prova. Texto muito curto O aluno que escrever um texto com até sete linhas terá sua redação anulada, pois não cumpriu o mínimo de linhas exigidas. Nesse caso, o texto não é corrigido. Isso acontece, pois é entendido que o aluno tem dificuldade de “pensar por escrito”, requisito básico começar uma vida como estudante universitário. Textos que contenham impropérios (símbolos, desenhos, entre outros.) Não esqueça: a folha de redação do ENEM não pode apresentar nenhuma identificação. Não coloque seu nome, não faça símbolos, nem desenhos, tampouco escreva ofensas a alguém. Desrespeitar aos direitos humanos Não esqueça que A prova do ENEM busca estimular o pensamento crítico do aluno. No entanto, os Direitos Humanos devem ser considerados, ou seja, o aluno deve respeitar a identidade de cada um e as diferenças entre raças, sexos, cultura, etc. Vale ressaltar que se o aluno desrespeitar um desses itens terá sua redação anulada. Trechos da redação desconexos ao tema Esse item veta que alunos escrevam trechos desconexos à redação, como receitas de bolo, recadinhos para os corretores, entre outros. Redação em branco Esse item é inquestionável. O aluno não tem como ser avaliado se deixar a redação em branco, portanto, vai zerar neste aspecto. Mais alguns itens que você deve cumprir (você já deve estar cansado de ouvir), que não custa reforçar: 1) Compreensão da proposta de redação; 2) Respeito à estrutura do texto dissertativo-argumentativo; 3) Apresentação de fatos e opiniões relacionadas ao texto; 4) Defesa de um ponto de vista; 5) Adequação do texto à norma padrão; 6) Elaboração de propostas de intervenção. Não esqueça! Você vai ser avaliado por esses critérios, então fique atento para não perder ponto por besteira. Estamos aqui para te dar todo o apoio para que você tire aquele notão na Redação Enem, boa sorte!

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    01 de ago. de 2017
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: Celibato Clerical

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Celibato Clerical. Texto 1 O celibato é a opção de vida escolhida por pessoas de ambos os sexos que decidem viver sem unir-se em matrimônio ou relacionamentos uns com os outros. Pode ser escolhido por opção pessoal de cada um ou atribuído àqueles que resolvem seguir uma carreira religiosa, sendo mais comum na vida de freiras, bispos e pastores, que segundo a Bíblia determina devem viver longe das tentações da carne, adotando uma vida casta. Após o início do Cristianismo, apóstolos e pastores, casavam-se normalmente e constituíam família. O celibato teve sua origem no clero romano, após 304 d.C. nos concílios de Elvira e Nicéia que proibiam os Ministros religiosos casarem-se após a ordenação. A Igreja Católica adotou o celibato dos padres e freiras na Idade Média, para defender o seu patrimônio, a fim de evitar que se tornasse objeto de disputas por herdeiros, tornando-se obrigatório para o clero a partir de 1537, durante o papado de Gregório VII, onde um sacerdote romano que se casasse incorria na excomunhão e ficava impedido de todas as funções espirituais. Um homem casado que desejasse vir a ser um sacerdote, tinha que abandonar a sua esposa, e esta também tinha de assumir o voto de castidade ou ele não poderia ser ordenado padre. Fonte: https://www.infoescola.com/comportamento/celibato/ Texto 2 A escassez de padres celibatários na Igreja Católica é tão grave que muitas paróquias estão sendo forçadas a fechar. Ao mesmo tempo, existem mais de 3.000 padres casados nos Estados Unidos. Para colocar tal assunto sob uma perspectiva melhor, um em cada 3 padres se casou. Existe um grande número de padres disponíveis para trabalhar em paróquias – em média mais de 400 padres em cada Estado. Os padres casados continuam sendo padres, porém deixam de ser clérigos. Um padre se encaixa numa vocação de serviço, uma vocação divina. Um clérigo ocupa uma posição organizacional na igreja institucional. Quando um padre se casa, ele é dispensado do seu estado clerical. Contudo, ele conserva a totalidade do sacerdócio. Ele deveria ser referido como um ex-clérigo. A ordenação é permanente. Este fato é validado pela Lei Canônica número 290 da Igreja. Vinte e uma leis da igreja possibilitam os católicos a usarem padres casados. No casamento, em razão da Lei Canônica 290 e de nossa educação ou ordenação,  e ainda dos doze séculos de tradição católica romana, os padres mantém o seu papel de servir ao povo, conforme Jesus o fez. Os padres casados não abandonam a sua fé.  Continuam a ajudar os católicos em suas necessidades, enquanto aguardam o completo restabelecimento, quando a lei do celibato, feita pelo homem, for anulada. No início deste milênio, 30% dos padres são casados. Muitos padres casados e suas esposas ministram como um casal. Fonte: https://www.oraetlabora.com.br/mpc/lei_celibato.htm   Texto 3: Uma das questões levantadas é a do celibato obrigatório dos sacerdotes, um velho assunto que volta a ficar atual depois de que, há apenas alguns dias, um grupo de 26 mulheres apaixonadas por sacerdotes enviou uma carta a Jorge Mario Bergoglio lhe pedindo que deixe de proibir “um vínculo tão forte e bonito”. O Papa não se esconde na resposta à pergunta sobre se está disposto a levar adiante uma discussão incômoda no seio da Igreja: “A Igreja católica tem padres casados. Católicos gregos, católicos coptas, existem no rito oriental. Por que não é um debate sobre um dogma, mas sobre uma regra de vida que eu aprecio muito e que é um dom para a Igreja. Por não ser um dogma da fé, a porta sempre está aberta”. Uma das novidades de Francisco é precisamente essa: sua disposição de discutir o discutível, sem que por isso deixe de expressar sua opinião. Desse modo, a velha aspiração de um setor da Igreja de que os padres possam casar-se e ter filhos sem se verem obrigados a abandonar o sacerdócio volta ganhar esperança[…] https://brasil.elpais.com/brasil/2014/05/27/internacional/1401143865_393693.html Texto 4: A cada quatro padres brasileiros, um larga a batina para se casar. O dado é do Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados, que estima serem mais de 7 mil os religiosos que solicitaram no País a dispensa do sacramento da ordem em troca do matrimônio. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil não divulga números sobre a questão. São quase 900 anos (desde 1139, no Concílio de Latrão) de história em que padres não podem se casar. O tema é tabu. Nas últimas duas semanas, o Estado entrou em contato com 12 ex-sacerdotes, todos casados. A maior parte deles não quis falar. Outros contribuíram com informações, mas preferiram o anonimato, “para preservar a mulher e os filhos”. As histórias e opiniões deles, porém, são parecidas. Quase todos declaram que não saíram da Igreja para se casar – mas que divergiam de muita coisa e o casamento era consequência. Defendem o celibato opcional. Muitos desempenham papéis pastorais em suas paróquias e acompanham com interesse o papa Francisco.  Fonte: https://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,1-em-cada-4-padres-deixa-batina-para-casar-imp-,1065183

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    31 de jul. de 2017
    Otavio Pinheiro
    2 min

    Redação Online é uma das vencedoras do InovAtiva Brasil!

    O Inovativa é um programa gratuito de aceleração em larga escala para negócios inovadores de qualquer setor e lugar do Brasil, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). Você sabia que o Redação Online é uma das vencedoras do InovAtiva Brasil!? Em 2017, inscreveram-se 1733 StartUps e 300 foram selecionadas para a segunda etapa. Depois de uma série de exercícios e avaliações, 133 empresas ficaram para a fase final do Bootcamp, que aconteceu em São Paulo e contou com uma maratona de atividades e avaliações de mentores e investidores. A Equipe do Redação Online fez a sua apresentação e, entre as 132 empresas que se apresentaram, ficou no grupo das 14 mais disruptivas e inovadoras do Brasil, sendo a única no segmento de Educação e do Sul do país. A plataforma Redação Online foi a primeira ferramenta de Correções de Redação para ENEM, Vestibulares e Concursos do país e líder de mercado B2C. Em 2018, preparará a sua expansão e internacionacionalização no segmento universitário, bem como promoverá o aperfeiçoamento das suas ferramentas de machine learning. Para o CEO Otavio Pinheiro, nunca se escreveu tanto, tão errado e se interpretou tão mal na história da humanidade, o que reforça a importância de uma ferramenta que fomenta a boa escrita e a interpretação de texto.   Leia a matéria no blog da InovAtiva Brasil sobre Redação Online é uma das vencedoras do InovAtiva Brasil!: inovativa brasil – conheca as startups mais atraentes do demoday inovativa

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    28 de jul. de 2017
    tema: CAMINHOS PARA COMBATER A TRANSFOBIA NO BRASIL.
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Tema de Redação: Caminhos para combater a transfobia no Brasil

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: CAMINHOS PARA COMBATER A TRANSFOBIA NO BRASIL. Texto 1: “[..] O problema começa desde muito cedo, com a exclusão das transexuais na família, o que faz com que a maioria seja expulsa de casa já na adolescência. Muitos parentes tentam a todo custo – todo mesmo, inclusive através de violência física, como espancamentos – fazer com que aquele membro da família se encaixe no padrão. Então, o jeito é ir para a rua e arranjar um jeito de não passar fome. Nem a casa nem a escola, via de regra, apoiam pra valer esse alguém. Nem o psicólogo na escolinha entende o que está acontecendo, nunca ouviu falar de identidade de gênero. O ambiente não é seguro e nem oferece o cuidado necessário. Daí que, desamparadas, 90% dessas meninas são empurradas para a prostituição, de acordo com os dados da Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais do Brasil). ‘A mulher trans que se prostitui, além de ser vista como criminosa, é encarada como um ser inferior’, explica Daniela. E esse tratamento dá margem tanto para a violência por parte de policiais e clientes, como também reforça o preconceito contra as travestis e transexuais. [..] Agora, e se você não quer se prostituir e vai procurar um emprego? Fique sabendo que a moça do RH vai pensar em todos os estereótipos antes de contratar. Juntando todas essas peças, dá para entender a que tipo de jogo essas pessoas ficam submetidas [..].” Fonte: https://super.abril.com.br/comportamento/o-recorde-que-nao-queremos-ter-somos-o-pais-que-mais-mata-transexuais/ Texto 2: Fonte: https://www.reporterunesp.jor.br/transexualidade-vivencia-e-dificuldades/ Texto 3: “Com o objetivo de retirar as pessoas transgênero da classificação de transtornos mentais da Organização Mundial da Saúde (OMS), cientistas mexicanos realizaram o primeiro estudo de campo que demonstra que as mudanças na identidade de gênero não são uma doença. O estudo, publicado na revista médica britânica ‘The Lancet Psychiatry’, foi apresentado no México nesta quinta-feira por autoridades sanitárias e da OMS. A pesquisa é a primeira de várias que já estão sendo feitas no Brasil, França, Índia, Líbano e África do Sul, e que serão apresentadas em 2018 na discussão da 11ª versão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) da OMS, que serve como referência médica para os países-membros. — Esta reclassificação não só vai promover a discussão de novas políticas de saúde para que a comunidade trans tenha melhores acessos aos serviços de saúde e atenção, mas também (…) pode ajudar a reduzir o estigma e a rejeição de que são vítimas — afirmou Ana Fresán, uma das autoras do estudo. A pesquisa demonstra que as questões psiquiátricas na população transexual são produto da violência e discriminação que sofrem e não, como se classifica atualmente, produto da sua transexualidade. — Se não é uma doença agora, então ocorre que nunca foi, que fique claro, não é que antes fosse uma doença e agora não é mais — explicou Eduardo Madrigal, presidente da Associação Mexicana de Psiquiatria. O estudo de campo consistiu em 260 entrevistas com adultos (maiores de 18 anos) transgêneros que recebem atenção médica na clínica especializada Condesa, que trata exclusivamente doenças de transmissão sexual.” Fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/estudo-prova-que-transexualidade-nao-transtorno-psiquiatrico-19805459

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    27 de jul. de 2017
    Otavio Pinheiro
    3 min

    Explicando: Redação Unesp

    O que você precisa saber para ir super bem na Redação Unesp A prova de redação da Unesp é realizada, geralmente, na segunda fase do vestibular e costuma cair no segundo dia de provas. Então, para essa prova é importante que o aluno esteja afiado na escrita, mas também bem preparado emocionalmente, pois a redação vale muitos pontos e o aluno já vai estar cansado da maratona de estudos e de provas. Por isso, é importante que você esteja no ritmo certo para não dar bobeira, afinal, são 28 pontos em jogo dentre os 100 totais dos dois dias de provas da segunda fase. A Unesp costuma pedir um texto dissertativo, o que facilita na hora de se preparar para a prova, já que grande parte dos vestibulares pedem o mesmo gênero. Só não vale esquecer que uma dissertação é um texto argumentativo, que cobra que o aluno desenvolva uma ideia (ou questionamento), sem deixar de lado a consideração final (conclusão), que deve estar de acordo com os argumentos expostos. Se você vai prestar mais de um vestibular, vai perceber que os critérios de avaliação da Unesp são bem parecidos com os de outros, mas não custa nada darmos uma conferida: Abordagem da proposta e do tema: Nesse item,  será avaliada a articulação do seu texto com a proposta de redação e com os textos de apoio. Além disso, a reflexão que feita em seu texto e as ideias expostas estarão em avaliação. Desenvolvimento: Nesse critério, será verificado se seu texto está construído de acordo com a estrutura base de uma dissertação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Domínio da escrita: Vale prestar atenção nesse critério e não perder ponto por bobeira. Você deve escrever de acordo com a norma culta da língua portuguesa e cumprir com os elementos de coesão e coerência. Por isso, revise seu texto antes de entregar. Quantos aos temas, assim como acontece em outros vestibulares, são relacionados a assuntos de destaque na mídia e nas redes sociais, como podemos ver nos cinco últimos temas de redação da Unesp: 2016 – Publicação de imagens trágicas: banalização do sofrimento ou forma de sensibilização? 2015 – O legado da escravidão e o preconceito contra negros no Brasil 2014 – Corrupção no Congresso Nacional: reflexo da sociedade brasileira? 2013 – Escrever: o trabalho e a inspiração 2012 – A bajulação: virtude ou defeito? Certamente, você consegue relacionar esses temas com assuntos que rolaram em sua “timeline”, certo?  Por isso, é importante ficar atento e bem atualizado. Assim, você não terá grandes surpresas durante a prova.

    Para vestibulandosplano de estudoTopo de funil
    26 de jul. de 2017
    Aplicativos fazem do mundo um lugar melhor?
    Otavio Pinheiro
    5 min

    Tema de Redação: Aplicativos fazem do mundo um lugar melhor?

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: Aplicativos fazem do mundo um lugar melhor? Texto 1 O que é um aplicativo ou um programa? É um tipo de software que funciona como um conjunto de ferramentas desenhado para realizar tarefas e trabalhos específicos no seu computador. Enquanto os sistemas operacionais são encarregados de fazer funcionar o seu computador, os programas são apresentados como ferramentas para melhorar as tarefas que você realiza. Alguns exemplos destes programas ou aplicativos são os processadores de texto, como o Microsoft Word, as planilhas de cálculo, como o Excel; e as bases de dados, como o Microsoft Access. Texto 2 O aplicativo (app) de caronas do Google, o Waze Carpool, deve chegar ao Brasil ainda neste ano. O anúncio foi feito pela executiva Di-Ann Eisnor, diretora global do Waze (ferramenta de navegação de trânsito gratuita e em tempo real), nesta quarta-feira (22), no Google for Brasil – evento realizado pela empresa em São Paulo para falar sobre o mercado brasileiro e compartilhar novidades. O novo app é um produto do Waze e conecta usuários com rotas similares, analisando os seus endereços cadastrados como casa e trabalho no aplicativo. Utilizando os recursos de mapeamento do Waze, ele combina parceiros de carona de uma mesma rede local de usuários, facilitando viagens. “Ao invés de usarmos o Waze sozinhos – como acontece em São Paulo e na maior parte das cidades – vamos usá-lo juntos”, afirmou Di-Ann, que revelou ainda que São Paulo é a cidade com o maior número de usuários ativos mensais no Waze, enquanto o Brasil é o segundo país, depois dos EUA. No aplicativo de caronas, o motorista vai receber uma contribuição do passageiro que pegar a carona para ajudar nos custos da gasolina. Confira vídeo de apresentação do produto. Texto 3: Whatsapp, Facebook, Instagram são algumas das redes e formas de comunicação mais utilizadas atualmente. Perceba que duas delas são praticamente exclusivas para aparelhos mobile. A forma como nos comunicamos está mudando e as pessoas estão cada vez mais sincronizadas com seus celulares. Não é coincidência que o número de vendas de smartphones apresenta aumentos constantes e, a cada nova pesquisa, as pessoas realmente querem utilizar aplicativos, elas querem algo que esteja disponível para elas e que facilite de algum jeito, os seus afazeres ou sua comunicação. Texto 4: Fonte: https://3.bp.blogspot.com/-qYVY3BZDJQc/UBANCwspFPI/AAAAAAAAER0/5Td8-azUQOQ/s1600/opit-24072012_charge.jpg Exemplo de redação para este tema: Steve Jobs, icônico representante da área de tecnologia da informação contemporâneo, defendia a tese que os computadores fabricados por sua empresa deveriam ter uma linguagem tão fácil que até mesmo crianças saberiam utilizá-los. Como se depreende, a praticidade já era uma ideia a ser trabalhada desde a década de oitenta do século passado, período em que os primeiros computadores pessoais começavam a entrar no mercado. Com o constante aperfeiçoamento dos programas, nota-se o surgimento de aplicativos que facilitam os afazeres e a comunicação das pessoas. Cabe destacar, sob esse viés, que os usuários anseiam por aplicativos que ajudem na rotina, no deslocamento nas cidades e nos trabalhos cotidianos, de acordo com o site “Inovahouse”. Tal quadro evidencia que os aplicativos são uma forma de solução de problemas e de satisfação de necessidades, como é o caso da conhecida empresa de transporte privado, a Uber, que identificou um anseio das pessoas em se locomoverem pela cidade de uma maneira mais rápida e barata que os tradicionais táxis. Nesse sentido, os aplicativos atuais reforçam a fala do engenheiro estadunidense Henry Ford, o qual afirmava há mais de cem anos que “encontrar problemas é fácil, o difícil é encontrar soluções”. Diante dessa realidade, conclui-se que a busca de ferramentas facilitadoras das ações humanas é uma característica da evolução humana. Além disso, a necessidade de uma comunicação entre as pessoas de uma maneira mais rápida e a baixo custo é um ideal constantemente perseguido pelas empresas do setor. Nesse diapasão, aplicativos como o Whatsapp e o Telegram oferecem soluções de comunicação instantânea entre os usuários, que, por conseguinte, criam um ambiente de relações sociais que avançam para outras áreas, como a prática de negócios comerciais por meio da oferta de produtos e serviços, medidas que ajudam a fomentar a economia. Dessa forma, esses aplicativos de conversa representam uma excelente oportunidade de emprego e renda, com a indicação de profissionais nas mais diversas áreas. Além disso, a necessidade de uma comunicação entre as pessoas de uma maneira mais rápida e a baixo custo é um ideal constantemente perseguido pelas empresas do setor. Nesse diapasão, aplicativos como o Whatsapp e o Telegram oferecem soluções de comunicação instantânea entre os usuários, que, por conseguinte, criam um ambiente de relações sociais que avançam para outras áreas, como a prática de negócios comerciais por meio da oferta de produtos e serviços, medidas que ajudam a fomentar a economia. Dessa forma, esses aplicativos de conversa representam uma excelente oportunidade de emprego e renda, com a indicação de profissionais nas mais diversas áreas.

    Para vestibulandosbanco de temas de redação
    24 de jul. de 2017
    Redação Unicamp
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Explicando: Redação Unicamp

    Confira as dicas para mandar bem na redação da concorrida Unicamp. Para passar na Unicamp qualquer detalhe faz diferença. Por isso, esse post é exclusivo para falar da Redação Unicamp. A prova de redação acontece na segunda fase do vestibular Unicamp, e reserva algumas peculiaridades. A Unicamp costuma propor dois textos de gêneros diferentes, que não são divulgados antes da prova, no edital. Cada texto vale 24 pontos, fechando, então, um total de 48 pontos. Desde a última edição do vestibular, a prova de redação passou a ter um peso maior na Unicamp: as duas produções textuais corresponde a 20% da nota final, assim como no enem. Ou seja, não dá para marcar bobeira na hora de escrever! Além de estar afiado na prática da escrita, o vestibulando deve ter bem claro os critérios de avaliação do vestibular que vai prestar. Isso vai fazer com que o aluno se atente aos detalhes e estrutura da produção, evitando perder pontos por pequenos descuidos. Confira! Critérios de correção: Gênero textual e interlocução: Esse critério leva em conta se o texto corresponde ao gênero solicitado na proposta de redação, e se os interlocutores, ou seja, a quem você se dirige durante o desenvolvimento do texto estão sendo considerados. Propósito: Nesse item, o aluno é avaliado por cumprir ou não com o que foi pedido na proposta de redação, e se esteve atento às instruções de elaboração do texto. Leitura e interpretação textual: Nesse aspecto, o vestibulando vai ser avaliado quanto às relações que ele faz entre a redação e os textos fornecidos na prova. Articulação escrita: Os dois textos devem apresentar uma escrita fluida, coerente, e bem fundamentada. O candidato também deve mostrar que sabe adequar a linguagem em cada um dos gêneros solicitados. P.S.: Vale lembrar que, na Unicamp, a redação é zerada quando ocorre fuga do tema ou fuga do tipo de texto exigido. Gêneros É fundamental para quem vai fazer o vestibular da Unicamp estar familiarizado com diferentes tipos de texto, pois é recorrente ser exigido outros gêneros além da dissertação. Ou seja, é bom ater-se às diferenças de um tipo textual para outro: carta, narração, conto, dissertação, entre outros. É bom ressaltar que essa variedade também aparece quanto aos temas de Redação que caem na Unicamp. Se observarmos os últimos temas, vamos ver que são bem diferentes uns dos outros, mas todos são relacionados a atualidades, ou seja, com o contexto vivido no ano em que a prova foi aplicada. Abaixo, você confere as últimas 5 edições da prova da UNICAMP. 2012 – Nesse ano, foi pedido para que o aluno escrevesse um comentário de internet sobre a profissão de cientista; ou um manifesto de estudantes de uma escola sobre monitoramento online; ou, ainda, um verbete explicando o conceito de computação em nuvem. 2013 – Já em 2013, o vestibulando deveria fazer um resumo de um texto sobre pessimismo, ou uma carta aos redatores de um jornal sobre alcoolismo. 2014 – A proposta de 2014 pedia para que o aluno escrevesse um relatório sobre oficina cultural em uma escola. E, na segunda proposta, uma carta aberta de uma associação, dirigida às autoridades, sobre problemas no trânsito. 2015 –  Era esperado que o aluno escrevesse uma carta para convocar pais de alunos para um debate sobre violência nas escolas; ou que fizesse uma síntese dos recursos tecnológicos para humanizar o atendimento na área da saúde. 2016 – Nesse ano, foi a vez de fazer uma resenha de uma fábula de La Fontaine; ou um artigo de divulgação de um texto científico sobre indução de emoções. Aqui vai um artigo que mostra redações abaixo da média, na média e acima da média, produzido pela concessionária responsável pelo vestibular da Unicamp. https://www.comvest.unicamp.br/vest_anteriores/2016/download/comentadas/F2_redacao.pdf Espero que esse texto tenha te ajudado a enteder a prova da UNICAMP e garantir uma boa nota de redação 🙂

    Para vestibulandoscorreção de redaçãoMeio de funil
    21 de jul. de 2017
    Tema de Redação: Epidemia de Sífilis no Brasil
    Otavio Pinheiro
    6 min

    Tema de Redação: Epidemia de Sífilis no Brasil

    PROPOSTA DE REDAÇÃO Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: EPIDEMIA DE SÍFILIS NO BRASIL. Texto 1 O Brasil vive uma nova epidemia de sífilis, uma doença sexualmente transmissível que parecia existir, para a maior parte da população, apenas nos livros de história. A doença, causada por uma bactéria, pode levar a problemas de fertilidade e até a morte, se não tratada. A maior preocupação é com a transmissão de mulheres grávidas para os fetos. Os bebês podem sofrer malformações no sistema nervoso, perder a visão ou a audição e até mesmo morrer. O Ministério da Saúde divulgou dados recentes mostrando que o número de pessoas infectadas no Brasil aumentou 32,7% entre 2014 e 2015. “Esse aumento não está acontecendo só no Brasil, é um problema global”, afirma Adele Benzaken, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. A notícia pode causar espanto – não entre os especialistas em saúde, que há tempos percebem o aumento de casos –, mas entre a população. Por que uma doença de antigamente voltou a ser uma ameaça em 2016? A sífilis, de fato, é uma doença antiga. No século XV, causou uma das primeiras epidemias globais, com milhares de mortes por toda a Europa. A penicilina, o antibiótico usado para exterminar a bactéria, não havia sido descoberto à época. Eram feitos tratamentos a base de mercúrio. A descoberta da penicilina, em 1928, contribuiu para diminuir a disseminação da doença nas décadas seguintes. Um reforço importante ao combate à doença foram as campanhas para aumentar o uso do preservativo, que ganharam força com a descoberta do vírus da aids, na década de 1980. No Brasil, a sífilis saiu dos holofotes a ponto de nem ser obrigatório que serviços de saúde avisassem o Ministério da Saúde quando encontrassem um caso. A notificação só passou a ser obrigatória em 2010. As causas para o aumento recente dos casos ainda estão em investigação. Mas algumas mudanças comportamentais ajudam a entender por que a bactéria voltou a assustar. Um dos principais motivos é, ironicamente, o fato de a aids ter deixado de assustar. Com o sucesso dos tratamentos antirretrovirais, que afastaram da doença o rótulo de fatal, as gerações mais jovens relaxaram nos hábitos de prevenção. Os jovens de 13 a 15 anos estão se protegendo menos na hora do sexo, segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, 75% dos entrevistados usaram preservativo em sua última relação sexual. No ano passado, apenas 66% fizeram uso da camisinha. “Quando a aids surgiu, a estratégia empregada para a prevenção foi a de terrorismo, para promover o uso da camisinha pelo medo”, afirma a educadora sexual Lena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, entidade de São Paulo que promove educação sexual. “O medo acaba sendo uma estratégia que, às vezes, funciona por um período limitado. Quando o temor passa, a doença reaparece.” Para reverter esse quadro, será preciso investir mais do que em campanhas que elucidem sobre os perigos do sexo sem camisinha, mas que contemplem a prevenção nas diferentes formas de exercer a sexualidade. A camisinha, seja masculina ou feminina, ainda é o único método contraceptivo capaz de impedir a transmissão de DSTs. “Os adolescentes estão transando e não há nada que os impeça. O objetivo é apostar em conhecimento, e não no medo, como foi feito anos atrás”, diz Lena. A diminuição do uso do preservativo é uma tendência global e está causando o reaparecimento em massa de antigas DSTs nos Estados Unidos e na Europa. Além da sífilis, a clamídia e a gonorreia, também infecções bacterianas, voltaram a ser registradas em maior escala. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, a agência de vigilância epidemiológica do governo americano, em 2015 os casos de sífilis aumentaram 19%, os de gonorreia 13% e os de clamídia em 6% em comparação com 2014. Os dados se contrapõem à tendência de queda vista nos últimos anos. Em 2009, a gonorreia atingiu a taxa mais baixa da história nos EUA, com apenas 98 casos por 100 mil pessoas. Em 2015, o número saltou para 124 casos por 100 mil pessoas, um aumento de 26%. Enquanto isso, as taxas de sífilis em 2000 e 2001 foram as mais baixas desde os relatórios feitos em 1941: 2,1 casos por 100 mil pessoas. Mas o número subiu quase todos os anos desde então e está, agora, em 7,5 casos por 100 mil pessoas. Existe a suspeita de que os aplicativos que promovem encontros sexuais, como o Tinder e o Grindr (voltado para o público gay), possam dar sua contribuição na disseminação das doenças de antigamente. “As pessoas parecem que se previnem menos quando utilizam esses aplicativos”, diz Jairo Bouer, médico psiquiatra. É por isso que as campanhas de prevenção devem focar nas novas formas de exercer a sexualidade, dando abertura para que as pessoas possam discutir abertamente com seus médicos seus comportamentos e as melhores formas de se prevenir. “As pessoas têm um número maior de parceiros sexuais hoje”, afirma Adele, do Ministério da Saúde. Outro fator apontado pelos especialistas para justificar o aumento de casos de sífilis foi o desabastecimento da penicilina benzatina, principal antibiótico para o tratamento da doença. Desde 2014, países de todo o mundo sofreram com a pouco distribuição do medicamento devido à falta de matéria-prima para a sua produção. Para controlar a situação, o Brasil conseguiu comprar 2 milhões de frascos no ano passado. A distribuição do antibiótico para os estados e os municípios terminou em julho. O Ministério da Saúde afirma ter comprado mais 700 mil unidades, que ainda não foram distribuídas. A escassez do medicamento pode ter contribuído para aumentar o nascimento de bebês com sífilis congênita, segundo especialistas. Existem outras alternativas de tratamento, mas ela acabam não sendo eficazes para evitar que a bactéria seja transmitida para o feto. “Na gravidez, é possível realizar tratamento com outros remédios, como o antibiótico azitromicina”, afirma o

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    17 de jul. de 2017
    tema enem
    Otavio Pinheiro
    4 min

    Redação nota mil: Como estar pronto para qualquer tema que caia no Enem

    Não sei escrever sobre esse tema, e agora? Veja como se preparar para uma redação nota mil. Eu estava aqui pensando. Como estar pronto para qualquer tema que possa cair no ENEM? Essa é uma das grandes dores de cabeça de quem vai fazer as provas do ENEM.   Imagina só: você treina redação o ano inteirinho para conquistar a tão sonhada redação nota mil e na hora de fazer o ENEM cai exatamente um tema que você não tem ideia de por onde começar a escrever! Melhor nem pensar nisso! Vamos te ajudar a não passar por essa aflição. Primeiro, independente do tema da Redação do ENEM, na prova você terá alguns textos de apoio. Assim, tem como colher dados e informações sobre o assunto. Ou, se você estiver realmente muito perdido, saber minimamente sobre o que se trata aquele tema. Porém, tenha cautela: não reproduza trechos dos textos de apoio, porque eles servem apenas para elucidar sobre o assunto. Se você citar trechos dos textos na sua redação, isso vai resultar em um desconto bem “gordo” da sua nota. As linhas da cópia serão descontadas das linhas totais, então você pode zerar sua redação por ela não ter o número mínimo de linhas exigido pelo INEP, que são 7. Então, você já pode ficar tranquilo, pois o tema de redação do ENEM não cai de paraquedas. Muito pelo contrário, ele é diretamente relacionado a questões do nosso dia a dia e a assuntos que estão em destaque naquele ano da prova. São problemas sociais muito discutidos nos jornais e televisão. Portanto, vale uma dica que serve tanto para o ENEM, quanto para qualquer outro vestibular ou concurso público: esteja atento aos assuntos debatidos nas mídias. Seja nos jornais, revistas, redes sociais, novelas ou séries. Não tenha medo de ser o rei da problematização: analisar e criticar tudo ao seu redor pode até ser um saco pra quem convive com você, mas vai ser uma mão na roda na hora de construir a argumentação da sua produção. Participar daquela discussão no Facebook também te dá uma oportunidade de trabalhar mais a sua retórica par que você depois consiga a sua redação nota mil. Claro, quando há sentido na discussão. Cuidado com notícias falsas e discursos de ódio. Em geral, os temas do ENEM tem a ver com os direitos humanos. Um passo pra saber o que pode cair no ENEM é estar a par das discussões levantadas por grupos preocupados com esses direitos. Se mesmo assim você achar que ficaria mais seguro se tivesse “um suporte a mais” na hora de escrever a sua redação nota mil do ENEM, vou te dar mais uma dica de um exercício pode ser feito no rascunho da prova. Escreva o tema da redação em um rascunho, e comece a listar tópicos relacionados a ele, como nesse exemplo: Tema: A mulher negra no Brasil  1) Famosos que estão abordando o tema atualmente; 2) Mulher negra e o Carnaval; 3) Como a publicidade influencia os padrões de beleza; 4) Expressões racistas impregnadas em nosso vocabulário; 5) A diferença entre os papéis de atrizes negra e atrizes brancas nas novelas brasileiras; 6) A ausência dos negros nas universidades ou em cargos de destaque; 7) Mulheres negras que conquistaram o seu espaço; Em seguida, selecione tópicos que você se sente mais à vontade para escrever. Tente lembrar de uma música ou de uma reportagem relacionada aos tópicos listados, o que vai ajudar a escolher as informações que vão compor a argumentação da sua redação nota mil. Organizando suas ideias e o repertório de abordagens que você pode trazer para o seu texto, você estará mais tranquilo e preparado para desenvolver a redação. Gostou das dicas que trouxemos para você? Acompanhe nossos posts, tenho certeza que eles vão te dar aquela força para conseguir produzir a próxima redação nota mil do ENEM.

    Para vestibulandosredação nota 1000Topo de funil
    12 de jul. de 2017
    O que esses 9 memes tem a ver com a gramática?
    Otavio Pinheiro
    2 min

    O que esses 9 memes tem a ver com a gramática?

    As palavras homônimas nos permitem brincar com a troca de sentidos no uso de uma mesma palavra. Uma das formas de ser fazer isso é com o meme das “Coisas com Sentimento”, confira O que esses 9 memes tem a ver com a gramática?! Uma das características da Língua Portuguesa é a grande presença de palavras homônimas, que são aquelas que tem a mesma forma de escrever, porém com significados diferentes. Como, por exemplo, a palavra “manga”, que pode ser uma fruta ou uma parte de uma camiseta ou casaco: “Colhi uma manga bem madura” ou “A manga daquele casaco fica curta em mim”. Outro exemplo é a palavra “gato”. Se formos ao dicionário, vamos ver a descrição de um animal felino. No entanto, utilizamos essa palavra, também, para referenciarmos a beleza de alguém como, por exemplo, “Aquele menino é um gato! ”, ou ainda, para denominar instalações clandestinas, “Ele fez um gato para ter TV a cabo em casa”. Viu só? É a mesma grafia, mas dependendo do contexto tem significados completamente diferentes. Isso possibilita, também, a brincarmos com os sentidos das palavras. Por isso, se fizermos um jogo entre palavras e imagem, conseguimos trocar o sentindo primordial que damos a determinada palavra, como acontece em muitos memes que nos cercam nas redes sociais, como o Facebook e o Instagram. Certamente, você já viu muitos deles por aí e, também, já deu muita risada. Confira várias coisas com sentimento e entenda o que queremos falar! O furão: 2. O Pé Chato 3. O Açúcar Refinado 4. O Enroladinho 5. O Pente fino 6. A Laranja Mecânica 8. O Lápis Desapontado 9. A placa Mãe O que achou de nossos O que esses 9 memes tem a ver com a gramática?

    Para vestibulandosMeio de funilplano de estudo
    11 de jul. de 2017
    imagem relacionda a relacionamento abusivo
    Otavio Pinheiro
    7 min

    Tema de Redação: Relacionamento Abusivo

    Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: RELACIONAMENTO ABUSIVO. Texto 1 Psicóloga explica relacionamentos abusivos: o que é e como lidar com essa situação com essa situação Raquel Silva Barretto é psicóloga graduada na Universidade Federal Fluminense e mestranda em Saúde Pública pela ENSP/Fiocruz, na sub-área Violência e Saúde. Ela é colaboradora voluntária no site Livre de Abuso e em entrevista ao Repórter Unesp falou sobre as principais características de um relacionamento abusivo e como agir ao perceber que você está envolvida em um. 1) O que caracteriza o relacionamento abusivo? Relação abusiva é aquela onde predomina o excesso de poder sobre o outro. É o “desejo” de controlar o parceiro, de “tê-lo para si”. Esse comportamento, geralmente, inicia de modo sutil e aos poucos ultrapassa os limites causando sofrimento e mal estar. É difícil definir quando um relacionamento é abusivo, porém, os principais indicativos de uma pessoa abusiva são: ciúme e possessividade exagerados; controle sob as decisões e ações do parceiro; querer isolar o parceiro até mesmo do convívio com amigos e familiares; ser violento verbalmente e/ou fisicamente; e pressionar ou obrigar o parceiro a ter relações sexuais. 2) Esse tipo de situação pode ocorrer em quais relacionamentos? Embora a sociedade dê maior visibilidade às relações abusivas entre casais heterossexuais, o abuso ocorre também entre parceiros do mesmo sexo. Em relação à idade, estudos recentes demonstraram que adolescentes brasileiros afirmaram ter sofrido algum tipo de abuso no namoro, o que inclui um novo público nessa perspectiva. 3) Muitas pessoas acreditam que quem está em um relacionamento, “está porque quer”. Entretanto, muitas vítimas não conseguem sair dessa situação. Por que isso acontece? Sabe-se que no Brasil mulheres jovens são as maiores vítimas de relacionamentos abusivos. Na Pesquisa DataSenado 2013, 30% das mulheres disseram não confiar nas leis e nas medidas formuladas para protegê-las da violência. Somado a tudo isso, a nossa sociedade persiste na cultura da culpabilização das vítimas. Percebemos ao longo dos atendimentos que as pessoas nos procuram (99% são do sexo feminino) relatando um extremo cansaço e desgaste na relação, porém, ainda questionam se esse abuso teria sido por culpa delas ou se o parceiro de fato é assim. Questionam também seus papéis sociais, e a visão dos outros: “o que vão achar” e “se acharão que o erro foi delas”. Acreditam inicialmente na mudança desse parceiro. As vítimas principalmente da violência física e abuso sexual, quando relatam a possibilidade de denunciar o parceiro, sentem medo diante de um processo que ainda é juridicamente longo.  Portanto, a dificuldade em sair de um relacionamento abusivo pode passar por questões econômicas, emocionais e afetivas, legais e burocráticas. 4) Como uma pessoa pode perceber que está em um relacionamento abusivo? Como ela pode proceder? Como amigos e familiares podem ajudar essa pessoa? Essa pessoa deve se atentar aos sinais e excessos em relação ao controle: possessividade, ciúmes, violência, agressividade, e questionar se tais atitudes têm causado desconforto ou mal estar. É interessante que em um dos casos, uma pessoa atendida chegou à conclusão de que praticava abusos contra o parceiro. Nesse caso, a pessoa que cometia abusos sentia um grande incômodo diante das suas atitudes e veio pedir ajuda. Um relacionamento abusivo também pode ser percebido do ponto de vista de quem comete os abusos. Não necessariamente de quem sofre ou ambos podem estar cometendo abusos um contra o outro e inicialmente sequer se dão conta. Ao perceber que está sofrendo um abuso ou que está sendo abusivo é fundamental que esse sujeito busque apoio especializado (psicológico e em determinados casos jurídico). No Livre de Abuso, geralmente, encaminhamos todas as demandas para clínicas com atendimento social, em localidades próximas de onde as pessoas residem. O apoio familiar, dos amigos e conhecidos também é essencial, pois em um momento no qual esse sujeito vem, principalmente, de uma relação desgastada, rompida, é importante criar/fortalecer laços sociais, que o façam sentir seguro, ouvido e acolhido. 5) Quais são as principais dificuldades enfrentadas por uma pessoa que quer sair de um relacionamento desse tipo? As principais dificuldades costumam ser: Emocionais e afetivas: insegurança e incerteza diante do que virá, medo de ficar desamparado (a), medo de reações provenientes do parceiro, crença de que o parceiro poderá mudar as atitudes e “ser uma boa pessoa”, medo de ficar sozinho (a), crença de que não conseguirá se restabelecer e seguir em frente. Questões legais e jurídicas: desgaste relacionado ao tempo e à burocracia, falta de conhecimento por parte das vítimas sobre o que ocorre entre a denúncia e a sentença. Sociais: a relação abusiva pode ter isolado a vítima e a mesma pode estar distante dos seus familiares e amigos. Econômicas: principalmente quando a vítima depende do parceiro. Embora as dificuldades estejam presentes é essencial que a pessoa busque ajuda psicológica / especializada e conte com o apoio, seja de amigos, familiares, colegas ou grupos específicos. Fonte: https://www.reporterunesp.jor.br/psicologa-explica-relacionamentos-abusivos-o-que-e-e-como-lidar-com-essa-situacao/ Texto 2 Relacionamento abusivo vai muito além do ciúme e da agressão física O tema está em alta após a expulsão do cirurgião plástico Marcos Harter da 17ª edição do Big Brother Brasil. O relacionamento e as brigas do participante com a também gaúcha Emilly Araújo movimentaram as redes sociais e chegaram à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher. É importante lembrar que relacionamento abusivo tem diversos níveis e vai além do ciúme e agressão física. É o que foi salientado pela campanha #EuViviUmRelacionamentoAbusivo nas redes sociais, que mobilizou milhares de mulheres e ficou entre os tópicos mais comentados na web. A ação contou com depoimentos que expuseram diversos casos de agressão física e psicológica. Os relatos evidenciam a dificuldade em, muitas vezes, reconhecer-se como vítima de um relacionamento abusivo. Entre os desabafos surgiu o termo gaslighting: uma forma de manipulação utilizada como abuso psicológico, no qual as informações são distorcidas com a intenção de favorecer o abusador e fazer a vítima duvidar da própria sanidade. Maria Eduarda* já teve um namorado que a fazia sentir louca: “Eu duvidava das coisas que eu fazia porque ele distorcia

    Para vestibulandosbanco de temas de redaçãoTopo de funil
    10 de jul. de 2017
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