
Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: RELACIONAMENTO ABUSIVO.
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Psicóloga explica relacionamentos abusivos: o que é e como lidar com essa situação com essa situação
Raquel Silva Barretto é psicóloga graduada na Universidade Federal Fluminense e mestranda em Saúde Pública pela ENSP/Fiocruz, na sub-área Violência e Saúde. Ela é colaboradora voluntária no site Livre de Abuso e em entrevista ao Repórter Unesp falou sobre as principais características de um relacionamento abusivo e como agir ao perceber que você está envolvida em um.
1) O que caracteriza o relacionamento abusivo?
Relação abusiva é aquela onde predomina o excesso de poder sobre o outro. É o “desejo” de controlar o parceiro, de “tê-lo para si”. Esse comportamento, geralmente, inicia de modo sutil e aos poucos ultrapassa os limites causando sofrimento e mal estar.
É difícil definir quando um relacionamento é abusivo, porém, os principais indicativos de uma pessoa abusiva são: ciúme e possessividade exagerados; controle sob as decisões e ações do parceiro; querer isolar o parceiro até mesmo do convívio com amigos e familiares; ser violento verbalmente e/ou fisicamente; e pressionar ou obrigar o parceiro a ter relações sexuais.
2) Esse tipo de situação pode ocorrer em quais relacionamentos?
Embora a sociedade dê maior visibilidade às relações abusivas entre casais heterossexuais, o abuso ocorre também entre parceiros do mesmo sexo. Em relação à idade, estudos recentes demonstraram que adolescentes brasileiros afirmaram ter sofrido algum tipo de abuso no namoro, o que inclui um novo público nessa perspectiva.
3) Muitas pessoas acreditam que quem está em um relacionamento, “está porque quer”. Entretanto, muitas vítimas não conseguem sair dessa situação. Por que isso acontece?
Sabe-se que no Brasil mulheres jovens são as maiores vítimas de relacionamentos abusivos. Na Pesquisa DataSenado 2013, 30% das mulheres disseram não confiar nas leis e nas medidas formuladas para protegê-las da violência. Somado a tudo isso, a nossa sociedade persiste na cultura da culpabilização das vítimas.
Percebemos ao longo dos atendimentos que as pessoas nos procuram (99% são do sexo feminino) relatando um extremo cansaço e desgaste na relação, porém, ainda questionam se esse abuso teria sido por culpa delas ou se o parceiro de fato é assim. Questionam também seus papéis sociais, e a visão dos outros: “o que vão achar” e “se acharão que o erro foi delas”. Acreditam inicialmente na mudança desse parceiro.
As vítimas principalmente da violência física e abuso sexual, quando relatam a possibilidade de denunciar o parceiro, sentem medo diante de um processo que ainda é juridicamente longo. Portanto, a dificuldade em sair de um relacionamento abusivo pode passar por questões econômicas, emocionais e afetivas, legais e burocráticas.
4) Como uma pessoa pode perceber que está em um relacionamento abusivo? Como ela pode proceder? Como amigos e familiares podem ajudar essa pessoa?
Essa pessoa deve se atentar aos sinais e excessos em relação ao controle: possessividade, ciúmes, violência, agressividade, e questionar se tais atitudes têm causado desconforto ou mal estar.
É interessante que em um dos casos, uma pessoa atendida chegou à conclusão de que praticava abusos contra o parceiro. Nesse caso, a pessoa que cometia abusos sentia um grande incômodo diante das suas atitudes e veio pedir ajuda. Um relacionamento abusivo também pode ser percebido do ponto de vista de quem comete os abusos. Não necessariamente de quem sofre ou ambos podem estar cometendo abusos um contra o outro e inicialmente sequer se dão conta.
Ao perceber que está sofrendo um abuso ou que está sendo abusivo é fundamental que esse sujeito busque apoio especializado (psicológico e em determinados casos jurídico). No Livre de Abuso, geralmente, encaminhamos todas as demandas para clínicas com atendimento social, em localidades próximas de onde as pessoas residem.
O apoio familiar, dos amigos e conhecidos também é essencial, pois em um momento no qual esse sujeito vem, principalmente, de uma relação desgastada, rompida, é importante criar/fortalecer laços sociais, que o façam sentir seguro, ouvido e acolhido.
5) Quais são as principais dificuldades enfrentadas por uma pessoa que quer sair de um relacionamento desse tipo?
As principais dificuldades costumam ser:

Embora as dificuldades estejam presentes é essencial que a pessoa busque ajuda psicológica / especializada e conte com o apoio, seja de amigos, familiares, colegas ou grupos específicos.
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Relacionamento abusivo vai muito além do ciúme e da agressão física
O tema está em alta após a expulsão do cirurgião plástico Marcos Harter da 17ª edição do Big Brother Brasil. O relacionamento e as brigas do participante com a também gaúcha Emilly Araújo movimentaram as redes sociais e chegaram à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher.
É importante lembrar que relacionamento abusivo tem diversos níveis e vai além do ciúme e agressão física. É o que foi salientado pela campanha #EuViviUmRelacionamentoAbusivo nas redes sociais, que mobilizou milhares de mulheres e ficou entre os tópicos mais comentados na web.
A ação contou com depoimentos que expuseram diversos casos de agressão física e psicológica. Os relatos evidenciam a dificuldade em, muitas vezes, reconhecer-se como vítima de um relacionamento abusivo.
Entre os desabafos surgiu o termo gaslighting: uma forma de manipulação utilizada como abuso psicológico, no qual as informações são distorcidas com a intenção de favorecer o abusador e fazer a vítima duvidar da própria sanidade.
Maria Eduarda* já teve um namorado que a fazia sentir louca: “Eu duvidava das coisas que eu fazia porque ele distorcia tudo”. A estudante Paola* passou por uma situação semelhante e conta que, além do namorado quase a convencer a largar a faculdade, usou uma doença para manipulá-la: “Quando eu estava bem ruim de depressão, ele me convenceu que, por conta da doença, eu estava ficando doida, sem saber o que falava. Para tudo que eu fazia eu passei a confirmar com ele antes, para ver se estava certo”.
De acordo a psicóloga Brenda Rocco, uma relação abusiva é aquela onde predomina o excesso de poder sobre o outro. Quando você tem qualquer tipo de relacionamento com uma pessoa e ela invade seu espaço, sua privacidade, começa a mandar nas suas escolhas, limita o seu contato com outras pessoas e usa de qualquer poder que ela tenha sobre você para te coagir, isso é um relacionamento abusivo. Para Karina*, relacionamentos abusivos são como teias: quanto mais você se mexe, mais difícil fica sair, mas funciona cortar.
Traumas
“Até hoje eu sinto que a culpa de tudo foi minha, mas quando eu paro para pensar no quanto eu deixei ele me machucar, eu só quero que ele fique longe. E isso já faz uns quatro anos”, lembra.
O relacionamento abusivo pode influenciar a vida das vítimas reforçando mitos de fragilidade, de incapacidades, de necessidade de dependências, deturpação da própria imagem e autoestima, tornando a personalidade permissiva. Além dos traumas, a pessoa pode ter medo de se relacionar novamente e começar a se perguntar o motivo de ter escolhido um parceiro com aquelas características.
Se você desconfia que uma pessoa próxima se encontra numa relação assim, a melhor forma de ajudar é primeiro auxiliá-la a reconhecer que essa relação é abusiva. Ajude-a a refletir se é uma relação que oprime realizações e objetivos.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br