
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Planejamento urbano e gestão de recursos hídricos: estratégias para reduzir o risco de enchentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.
Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista.
Enchentes são eventos naturais que podem ser exacerbados pelo desenvolvimento urbano. Frequentemente ocorrem de dezembro a fevereiro, afetando significativamente a vida urbana. As enchentes resultam tanto de causas naturais, como a topografia das planícies de inundação, quanto antrópicas, incluindo a má gestão do espaço urbano.
A interferência humana, como a impermeabilização do solo e a poluição, agrava o problema das enchentes. O acúmulo de lixo nos bueiros e a falta de drenagem adequada contribuem para o aumento do nível dos rios. É crucial a adoção de medidas como sistemas de drenagem eficientes, controle de poluição, e planejamento urbano para prevenir enchentes.
Para combater as enchentes, algumas cidades adotam medidas paliativas e de prevenção. Iniciativas como a construção de barragens, desassoreamento de rios e a implementação de sistemas eficientes de drenagem são essenciais. Além disso, medidas preventivas incluem a desocupação de áreas de risco e o fortalecimento do planejamento urbano para minimizar os impactos desses eventos naturais.
Fonte adaptada de Brasil Escola.
Enchentes urbanas, embora fenômenos naturais, são exacerbadas por fatores humanos como impermeabilização do solo e obstruções de drenagem. Durante períodos de chuva intensa, de dezembro a fevereiro, as cidades enfrentam inundações devido à incapacidade dos sistemas urbanos de gerenciar eficazmente o excesso de água. Conforme Otto Pfafstetter detalha em seu Manual de Hidrologia, chuvas intensas rapidamente excedem a capacidade de absorção do solo urbano, especialmente em áreas densamente construídas e impermeabilizadas.
A interação entre a gestão inadequada do lixo e a infraestrutura de drenagem deficiente acentua o problema das enchentes. O lixo acumulado bloqueia bueiros e canais de drenagem, impedindo o escoamento normal da água. Além disso, a construção em áreas propensas a inundações e o aumento da impermeabilização do solo elevam a frequência e severidade das enchentes. Para combater esse problema, são necessárias medidas integradas que incluem melhor planejamento urbano, sistemas eficientes de drenagem e conscientização pública sobre o descarte correto do lixo.
Abordar as enchentes urbanas requer uma combinação de prevenção e ações paliativas. A construção de barragens, desassoreamento de rios, e a implementação de “olheiros” para monitorar áreas de risco, como feito em Belo Horizonte, são exemplos de estratégias aplicadas. No entanto, a longo prazo, é crucial desenvolver e manter infraestruturas de drenagem robustas e promover a ocupação responsável do solo para minimizar os impactos desses eventos naturais.
Fonte adaptada: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/mma10.htm
As cidades do Sul do RS já registram transtornos devido às chuvas. Em Pelotas, na Praia do Laranjal, moradores estão em alerta para deixarem as áreas de risco. Segundo a prefeitura do município, 400 pessoas estão em abrigos. As aulas em escolas municipais foram suspensas até a próxima sexta-feira (10).
Em Rio Grande, na Lagoa dos Patos, mais de 200 pessoas estão fora de casa. Ao todo, são 223 desalojados e 49 em abrigos. Jaguarão e São Lourenço do Sul também já sofrem os impactos das chuvas.
Porto Alegre voltou a registrar chuva e vento na tarde desta quarta-feira (8). A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta de chuva forte e vento acima dos 90 km/h para grande parte do estado. Além disso, há possibilidade de descargas elétricas e queda de granizo.
Em Canoas, 11 bairros foram evacuados por determinação da prefeitura da cidade por causa das enchentes. Mais de 50 mil pessoas vivem em áreas de risco no município e 15 mil foram levadas para um dos 55 abrigos abertos no município. Um cavalo ficou ilhado em cima do telhado de uma casa.
De acordo com dados da Organização Não Governamental (ONG) World Resources Institute (WRI), as enchentes têm prejudicado mais de 20 milhões de pessoas em todo o mundo – gerando um custo de 96 bilhões de dólares por ano.

Fonte: https://abridordelatas.com.br/no-mundo-mais-de-20-milhoes-de-pessoas-sao-afetadas-por-enchentes/
Filmes
“Uma Verdade Inconveniente” (2006) – Este documentário aborda as mudanças climáticas e seus impactos, como enchentes, ressaltando a importância de políticas públicas eficientes para o manejo de recursos hídricos e a prevenção de catástrofes ambientais.
“Chinatown” (1974) – O filme destaca temas de manipulação dos recursos hídricos em Los Angeles, enfatizando a importância do planejamento urbano e gestão de recursos naturais para evitar conflitos e desastres.
Séries
“Tidying Up with Marie Kondo” (2019) – A série ilustra princípios de cuidado e atenção que podem ser aplicados metaforicamente ao planejamento urbano e manejo de recursos.
“Our Planet” (2019) – Esta série documental destaca como as mudanças climáticas afetam os ecossistemas globais, incluindo as gestões inadequadas de recursos naturais que podem levar a desastres como enchentes.
Agenda 2030
Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis – Foca em tornar as cidades resilientes e sustentáveis, melhorando a gestão de riscos naturais como enchentes.
Leis Relacionadas
Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei nº 9.433/1997) – Esta lei brasileira promove a gestão integrada dos recursos hídricos, incluindo medidas de prevenção e controle de enchentes.
Clássico da Literatura: “O Tempo e o Vento” de Érico Veríssimo
Este clássico da literatura brasileira narra a história de várias gerações de uma família no Rio Grande do Sul, abrangendo mais de 200 anos de história. Embora o foco principal não seja sobre enchentes, o livro retrata a luta constante das personagens com as forças da natureza, incluindo inundações, que são comuns na região sul do Brasil. A obra ilustra como eventos naturais podem moldar a vida, a cultura e a resiliência das comunidades locais.
Constituição de 1988:
A Constituição Brasileira de 1988 estabelece em seu artigo 225 que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, sendo obrigação do Estado e da coletividade defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Este artigo pode ser relacionado ao tema de enchentes e gestão de recursos hídricos, uma vez que implica na necessidade de políticas públicas eficazes para a gestão ambiental e controle de inundações, garantindo assim a segurança e o bem-estar da população.
Argumento 1: falta de políticas públicas
Argumento 2: Urbanização Descontrolada
Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre planejamento urbano e gestão de recursos hídricos: estratégias para reduzir o risco de enchentes, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida pela mais renomada e eficiente plataforma de correção do Brasil
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Ver Planos de CorreçãoA obesidade infantil é um problema crescente e alarmante, especialmente em comunidades carentes. No dia 3 de junho, celebramos o Dia da Conscientização contra a Obesidade Mórbida Infantil, uma data crucial para chamar a atenção e conscientizar a população sobre a importância dos cuidados preventivos e do combate a essa grave questão de saúde pública. Pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas, enquanto 18,9% dos adultos estão acima do peso. Esses números mostram a urgência de abordarmos o problema com seriedade e ação efetiva. Neste post, vamos explorar como as políticas públicas podem ajudar a combater a obesidade infantil em comunidades carentes. Discutiremos as causas, consequências, e soluções possíveis, bem como apresentaremos repertórios valiosos para entender melhor esse desafio. Que tal praticar e refletir sobre como podemos contribuir para um futuro mais saudável para nossas crianças? Vamos lá! Proposta de redação sobre obesidade infantil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As políticas públicas e o combate à obesidade infantil em comunidades carentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre obesidade infantil Textos motivadores sobre obesidade infantil Texto I A obesidade em crianças e adolescentes é multifatorial. Condições genéticas, individuais, comportamentais e ambientais podem influenciar no estado nutricional. O relatório público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional, com dados de pessoas acompanhadas na Atenção Primária à Saúde, aponta que, até meados de setembro de 2022, mais de 340 mil crianças de 5 a 10 anos de idade foram diagnosticadas com obesidade. Em 2021, a APS diagnosticou obesidade em 356 mil crianças dessa mesma idade. Atualmente, a região Sul possui 11,52% de crianças obesas nessa faixa etária, maior índice do País. Em seguida aparecem as regiões Sudeste, com 10,41%; Nordeste, com 9,67%; Centro-Oeste, com 9,43%; e Norte, com 6,93% das crianças acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na região. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/acompanhadas-pelo-sus-mais-de-340-mil-criancas-brasileiras-entre-5-e-10-anos-possuem-obesidade Texto II A necessidade de isolamento social instituída pela pandemia e a mudança de rotina que ela acarretou, em especial a diminuição de exercícios físicos, refletiu no aumento de peso em crianças e jovens. Segundo o boletim do Observa Infância, o período de 2019 a 2021 chama a atenção para um crescimento de 6,08% de crianças até 5 anos com sobrepeso ou obesas. Entre os adolescentes brasileiros houve um aumento de 17,2% no número de jovens. “A obesidade infantil e de adolescentes no Brasil ainda é uma grande preocupação de saúde pública. Apesar de observarmos uma queda nos últimos anos, o Brasil ainda possui números acima da média global e da América Latina. Nos anos de pandemia, observamos um aumento nos índices de obesidade infantil possivelmente consequência do aumento no consumo de ultraprocessados durante o período de isolamento”, alerta Cristiano Boccolini, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e coordenador do Observa Infância. Fonte: https://portal.fiocruz.br/noticia/obesidade-em-criancas-e-jovens-cresce-no-brasil-na-pandemia Texto III Por que a obesidade continua a crescer? De antemão, o maior desafio da obesidade é o fato de essa ser uma doença multifatorial. Por esse motivo, trata-se de uma condição complexa, pois exige ações em diversos setores, não só da saúde. Isso significa dizer que a oferta de alimentos, assim como a sua qualidade, influencia no surgimento da doença. Os ambientes e locais que as pessoas frequentam podem favorecer ou não a obesidade, o que é chamado de ambientes obesogênicos, e estimular a alimentação inadequada, o comportamento sedentário e a inatividade física. Os hábitos também impactam nas escolhas alimentares, assim como as questões econômicas. Até mesmo a infraestrutura de uma cidade é considerada um fator para o surgimento e crescimento da doença. E já que a obesidade é um desafio global para a saúde e para a sociedade, é necessário adotar estratégias efetivas em todo o mundo para prevenir e deter o avanço do problema. Mas a transformação também pode e deve acontecer localmente. A execução de estratégias em nível municipal é possível e necessária para reverter o cenário e prevenir os danos: – Investimento na Atenção Primária à Saúde (APS) para o monitoramento da situação alimentar e nutricional e para a promoção do aleitamento materno e da alimentação complementar adequada e saudável em crianças menores de 2 anos; – Tornar as cidades favoráveis ao acesso a uma alimentação saudável e à prática de atividade física com estruturas adequadas e segurança; – Veiculação de campanhas efetivas de comunicação em saúde; – Valorização da escola como um ambiente aliado a esta causa, inclusive para a prática da atividade física e para a restrição da oferta de alimentos não saudáveis; – Implementação de políticas fiscais e medidas regulatórias para facilitar o acesso aos alimentos saudáveis e reduzir o acesso e a exposição aos alimentos não saudáveis. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-ter-peso-saudavel/noticias/2022/como-seu-municipio-pode-avancar-na-prevencao-da-obesidade-infantil Texto IV Fonte: https://www.crefsp.gov.br/comunicacao/noticias/3-de-junho-dia-da-conscientizacao-contra-a-obesidade-morbida-infantil Repertórios para o tema de redação sobre obesidade infantil 1. Filmes: • “Super Size Me” (2004): Um documentário que explora os impactos da alimentação de fast food na saúde. Ele destaca a importância de políticas públicas na promoção de dietas saudáveis e na regulação da indústria alimentícia. • “Wall-E” (2008): Embora seja uma animação, o filme apresenta uma sociedade futurista onde a obesidade é comum devido à vida sedentária e à dependência de alimentos processados, sublinhando a necessidade de intervenções políticas para promover estilos de vida saudáveis. 2. Séries: • “Jamie Oliver’s Food Revolution” (2010): Esta série documenta os esforços do chef Jamie Oliver para melhorar a alimentação nas escolas americanas, ressaltando a importância de políticas públicas na educação nutricional. • “The Magic School Bus” (Episódio: “Ready, Set, Dough”): Este episódio aborda a importância da nutrição, mostrando como a educação e a informação podem influenciar hábitos alimentares saudáveis desde a infância. 3. Legislações: • Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):
Proposta de redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As disparidades raciais e sociais refletidas nas taxas de analfabetismo no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I Analfabetismo Autor: Alceu Ravanello Ferraro, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS O termo “analfabeto” vem do latim e significa literalmente “sem alfabeto”. Historicamente, esse rótulo era reservado a pessoas que, devido a suas posições ou funções sociais, precisavam saber ler e escrever. Contudo, desde o século XVIII, essa exigência se estendeu para a população em geral, marcando uma mudança significativa no entendimento e na abrangência do analfabetismo. No Brasil pós-1870, ser alfabetizado tornou-se um critério para votar com a Lei Saraiva de 1881, promovida pelo Partido Liberal. Os analfabetos foram excluídos do voto, considerados ignorantes e até perigosos, criando um estigma social duradouro. Paulo Freire, em 1968, criticou essa visão, apontando o analfabetismo como uma expressão de injustiça social. Segundo ele, a alfabetização deveria transcender a simples técnica de ler e escrever, evoluindo para uma ferramenta de reflexão crítica e libertação. Fonte adaptada: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), acesso em 24 de junho de 2024. Texto II sobre analfabetismo No Brasil, 11,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais, ou seja, 7% dessa faixa etária, não sabem ler e escrever uma carta simples. Apesar da redução do problema nas últimas décadas, o Nordeste permanece como a região com a taxa de analfabetismo mais elevada do país, com 14,2%, o que representa o dobro da média nacional. Esses dados, divulgados pelo Censo Demográfico de 2022 na última sexta-feira, apontam também uma melhora comparativa: em 2010, a taxa de analfabetismo era de 9,6%. Fonte adaptada: G1, acesso em 24 de junho de 2024. Texto III sobre analfabetismo no Brasil Segundo dados do Censo, a taxa de analfabetismo entre os indígenas alcança 15,1%, o que é significativamente superior em comparação com outras etnias. Este índice é maior do que os 10,1% observados na comunidade preta e os 8,8% na comunidade parda. Em contraste, as populações branca e amarela apresentam as menores taxas, com 4,3% e 2,5%, respectivamente. Isso mostra que as taxas de analfabetismo para pretos e pardos são mais que o dobro em relação aos brancos, e quase quatro vezes maior para os indígenas. Fonte adaptada: CNN Brasil, acesso em 24 de junho de 2024. Texto IV Fonte IBGEhttps://www.ibge.gov.br/ Repertórios para o tema sobre taxa de analfabetismo no Brasil Filmes para tirar nota alta na redação do Enem Séries sobre analfabetismo no Brasil Legislações sobre analfabetismo Clássicos da Literatura para usar na redação sobre esse tema Fato Histórico sobre analfabetismo Argumentos para o tema sobre taxa de analfabetismo no Brasil Argumento 1 sobre taxa de analfabetismo no Brasil: desigualdade social Causa: A desigualdade social, agravada pela distribuição desigual de recursos educacionais, está diretamente relacionada ao alto índice de analfabetismo entre comunidades vulneráveis no Brasil. Consequência: O analfabetismo limita oportunidades de emprego e participação cívica, perpetuando ciclos de pobreza e exclusão social. Solução Possível: Investir em educação acessível nas áreas mais afetadas, incluindo a formação de professores e o uso de tecnologias educacionais, pode quebrar o ciclo de desigualdade. Repertório: Ariano Suassuna destacou como a integração da cultura local na educação pode combater a exclusão. Adaptar métodos educacionais para respeitar e valorizar as identidades regionais promove inclusão e interesse pelo aprendizado. Argumento 2: lacuna educacional Causa: A lacuna educacional no Brasil é agravada pela falta de infraestrutura adequada e pela ausência de programas que incentivem a leitura e a escrita, especialmente em comunidades vulneráveis. Consequência: Essa deficiência resulta em altas taxas de evasão escolar e em um baixo índice de alfabetização, perpetuando a exclusão social e limitando as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Solução Possível: Investir em infraestrutura escolar e criar programas de incentivo à leitura e à escrita, adaptados às necessidades locais, pode reduzir a evasão escolar e melhorar a alfabetização. O uso de metodologias participativas e inclusivas, como as propostas por Paulo Freire, pode engajar os estudantes e valorizar seu contexto sociocultural. Repertório: Paulo Freire destacou a importância de uma educação que vá além da simples transmissão de conhecimentos. Ele defendia uma pedagogia que considera o aluno um agente ativo no processo de aprendizagem, promovendo a conscientização e a transformação social. Aplicar esses princípios pode ajudar a preencher a lacuna educacional. Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre as disparidades raciais e sociais refletidas nas taxas de analfabetismo no Brasil, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida pela mais renomada e eficiente plataforma de correção do Brasil..
Proposta de redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I A dor musculoesquelética afeta cerca de 27% das crianças e adolescentes brasileiros, representando um desafio significativo para a saúde pública, conforme estudo publicado no Brazilian Journal of Physical Therapy. Essa condição, muitas vezes subestimada por pais e profissionais de saúde, pode ter um impacto considerável nas atividades diárias dos jovens, incluindo a frequência escolar e a participação em atividades físicas. O estudo revela que mais de um quarto dos jovens entrevistados relataram dores incapacitantes que afetaram suas rotinas, com as costas sendo a região mais afetada. Esse dado é alarmante, principalmente porque a dor na infância e adolescência pode evoluir para problemas crônicos na vida adulta. No Brasil, estima-se que mais de 35% dos adultos acima de 50 anos sofram de dor crônica, o que destaca a importância de abordar essas questões desde cedo. Entre os fatores associados à dor musculoesquelética em jovens, destacam-se o sedentarismo, como horas excessivas diante de televisões e videogames, além de questões psicossomáticas e a qualidade de interação familiar. Esses elementos são cruciais para entender o contexto amplo em que essa dor se desenvolve e persiste. Uma abordagem proativa para o manejo dessas dores inclui a promoção de atividades físicas, que são fundamentais não apenas para a prevenção, mas também como parte do tratamento. O encorajamento ao movimento e à atividade regular pode ser um passo vital para mitigar os impactos dessa condição na juventude. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto II Dores nos membros inferiores representam cerca de 10 a 15% das consultas pediátricas, sendo um encaminhamento comum para serviços de reumatologia. As causas de dor musculoesquelética em crianças variam entre condições reumáticas e não reumáticas, com destaque para as síndromes dolorosas idiopáticas e síndromes de amplificação da dor musculoesquelética (SADMs), que incluem as dores de crescimento, fibromialgia juvenil, síndrome de dor regional complexa, fobia escolar e reumatismo psicogênico. Outros grupos de condições que podem causar dor incluem doenças mecânicas, inflamatórias, infecciosas, hematológicas, neoplásicas e metabólicas. O diagnóstico dessas dores inicia-se com uma avaliação detalhada da história do paciente e exame físico, que direcionam os exames complementares necessários. Essa abordagem evita procedimentos desnecessários e encaminhamentos excessivos para especialistas. Fonte adaptada: Secad Artmed. Texto II Especialistas do Institute of Training Science and Sports Informatics, em estudo publicado na revista “Pediatrics”, destacam os benefícios da musculação para crianças e adolescentes quando devidamente supervisionada. O treino de resistência realizado duas vezes por semana resultou em maior ganho de força comparado a treinos menos frequentes ou mais curtos. A prática, que já é adotada por alguns profissionais no Brasil, requer supervisão de um educador físico e liberação médica. A Associação Nacional de Força e Condicionamento (NSCA) lista várias vantagens do treino de força nesta faixa etária, incluindo melhorias no equilíbrio corporal, concentração, massa óssea, e redução no risco de lesões. Esses benefícios se estendem à prevenção de condições como hipertensão e à promoção de um estilo de vida saudável. O treino também é benéfico para o desenvolvimento social e autoestima dos jovens. Fonte adaptada: https://www.anapaulasimoes.com.br/nossos-artigos/musculacao-para-criancas-e-adolescentes/ Texto IV Fonte: IBGE Repertórios relacionados ao tema sobre o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética Filme: “Billy Elliot” Esse filme retrata a vida de um garoto que encontra na dança uma paixão e um escape para suas frustrações pessoais e físicas, incluindo as tensões musculares do trabalho manual que muitas crianças enfrentam em contextos desfavorecidos. A história destaca como a atividade física, mesmo não convencional, como a dança, pode influenciar positivamente o desenvolvimento físico e emocional. Série: “Cheer” (Netflix) Essa série documental expõe os riscos e benefícios físicos da prática intensiva de esportes desde cedo. Discute lesões comuns, prevenção e o impacto da atividade física no bem-estar e desenvolvimento dos jovens. Agenda 2030 – Objetivo de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar (Objetivo 3) Esse objetivo enfatiza a importância da saúde e bem-estar para todas as idades, incluindo o fomento de estilos de vida saudáveis desde a infância. O incentivo à prática regular de atividade física encaixa-se como uma estratégia para prevenir doenças crônicas desde cedo, incluindo problemas musculoesqueléticos. Lei: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) O ECA, em seus vários artigos, protege o direito à saúde das crianças e adolescentes, incluindo o acesso a práticas esportivas e atividades físicas que são essenciais para o desenvolvimento saudável e prevenção de doenças, como as dores musculoesqueléticas. Livro: “O Físico” – Noah Gordon A obra trata primordialmente de um aprendizado médico na Idade Média, mas também destaca o impacto dos conhecimentos médicos na melhoria da qualidade de vida e saúde, um paralelo que pode ser traçado em relação à importância do conhecimento sobre a biomecânica e fisiologia no treino de jovens. Constituição de 1988 A Constituição Brasileira estabelece como dever do Estado garantir a saúde como direito de todos, promovendo políticas sociais e econômicas que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos. Isso inclui promover programas e iniciativas que incorporem a atividade física como parte essencial da saúde pública, também para crianças e adolescentes. Argumentos para abordar o tema o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética Argumento 1: falta de debate sobre atividade física na infância Argumento 2: omissão governamental no estímulo à atividade física infantil Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter
A doação de livros é uma ferramenta de justiça social contra a exclusão cultural. Em um Brasil com cada vez mais não leitores, ela democratiza o acesso ao conhecimento e reduz desigualdades.
Vestibular UNEB 2026 debateu o feminicídio e a educação como combate à violência. Analisamos este tema crucial que desafiou milhares e te preparamos para futuras pautas sociais.
A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br