
O Brasil é o 2o maior transplantador de órgãos do mundo quando falamos sobre doação de órgãos! Um orgulho, não é mesmo!? Só está faltando resolver um desafio para chegarmos ao primeiro lugar: ter mais doadores de órgãos.
O que leva os brasileiros a não doarem mais órgãos? Você descobrirá isso hoje! Afinal, esse tema “quente” figura entre os assuntos do Enem deste ano.
Você sabe que escrever uma redação semanalmente é o que todo aluno nota 1000 faz… não saia desta página antes de pegar papel e lápis! Escreva uma dissertação-argumentativa para o tema “Os desafios para ampliar a conscientização sobre a doação de órgãos no Brasil contemporâneo”. Tome cuidado com a coesão (competência 4!) e inclua proposta de intervenção (aqui estão ideias para os agentes).
Setembro Verde reforça importância da doação de órgãos
Doar órgãos representa um ato de amor ao próximo e tem o potencial de salvar vidas. Surpreendentemente, muitas pessoas desconhecem que, no Brasil, milhares estão na fila de espera por um órgão, colocando todas as suas esperanças na generosidade de doadores.
Ademais, o Ministério da Saúde destaca o Brasil como um líder em transplantes, ocupando a posição de segundo maior transplantador do mundo em termos de números absolutos. No entanto, vale ressaltar a necessidade de aumentar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos. Isso poderia expandir significativamente o número de pessoas beneficiadas, transformando mais vidas por meio deste ato de solidariedade.
(…)
Quais órgãos podem ser doados?
Além disso, você pode doar quase todos os órgãos do corpo, embora alguns sejam doáveis apenas após a morte do doador. Os órgãos que se qualificam para transplante incluem:
Após serem retirados, os órgãos devem ser rapidamente levados ao seu receptor. Denomina-se de tempo de isquemia o prazo de retirada de um órgão e o transplante deste para outra pessoa. Por isso, veja a seguir o tempo de isquemia aceitável de alguns órgãos de acordo com o Ministério da Saúde.
Coração: 4 horas.
Pulmão: de 4 a 6 horas.
Rim: 48 horas.
Fígado: 12 horas.
Pâncreas: 12 horas.
fonte: rede primavera – setembro verde reforça importância da doação de órgãos

fonte: g1 globo – 65 mil pessoas aguardam na fila para transplante no brasil
França declara todos os seus cidadãos doadores de órgãos
Primeiramente, desde o dia 1º de janeiro de 2016, o governo francês passou a considerar todos os cidadãos como doadores de órgãos, a menos que optem por registrar sua recusa em um registro oficial. Essa medida veio em resposta ao elevado número de mortes na fila de transplantes registrado em 2015, levando o governo a tomar tal decisão.
Nesse sentido, a Agência de Biomedicina do país organizou propagandas em massa na TV para informar a população sobre as novas regras de doação durante um mês inteiro. Todavia, só em 2015, cerca de 553 pacientes morreram na fila de transplantes, segundo o jornal francês L’express.
Espanha e Bélgica são os outros países da Europa que adotam o mesmo modelo de doação de órgãos, ocupando o 1º e 3º lugar, respectivamente, no ranking do Registro Internacional de Doação e Transplante de Órgãos, em 2015.
Para ser um doador, a pessoa deve preencher um registro na internet ou deixar uma declaração escrita e assinada por parentes antes da morte. Portanto, a vontade da família de não doar os órgãos só será respeitada caso ela apresente alguma prova de que o morto recusava ter os órgãos doados.
fonte: razões para acreditar – frança declara todos os seus cidadãos doadores de órgaos
Nesse sentido, é importante que você leia este artigo do Governo Federal, com sugestões para conversar sobre doação de órgãos com a família.
vídeo – sem dúvida, não poderíamos deixar de fora a polêmica criada pelo caso do Faustão: será que houve favorecimento dele ou a fila de transplantes foi respeitada? aproveite como repertório, porque um médico é o entrevistado.
por outro lado, não deixe de ver todos estes gráficos sobre como vai a doação de órgãos no Brasil, inclusive para cada tipo de órgão – a fonte é garantida: o Governo Federal!
artigo –
ademais, será que idosos ou pessoas que já tenham tido alguma doença não podem ser doadores? será que é preciso deixar escrito o interesse de ser doador de órgãos? afinal, veja aqui os mitos e as verdades sobre doação de órgãos!
filme – em seguida, em “ Tudo sobre minha mãe”, é um filme de 1999, em que uma enfermeira, que atua numa equipe de transplantes de órgãos em Madri, vê seu filho morrer tragicamente, e autoriza o transplante do coração dele.
vídeo – além disso, outro relato de quem recebeu a chance de viver graças à doação de um órgão, desta vez de um rim (exemplos deixam sua redação rica!).
depoimento – outrossim, e este caso de sucesso é o da doação de medula óssea, que pode ser feita entre vivos – ou seja, aproveite para citar o TMO, associação beneficente que apoia o transplante de medula óssea.
vídeo – ademais, conheça a jovem que teve a mesma doença cardíaca do Faustão – hoje ela tem uma vida normal (e até ganhou competição esportiva!), depois de receber um coração novo.
Por fim, quais desafios para ampliar a conscientização sobre a doação de órgãos no Brasil contemporâneo você pretende mostrar em sua redação?
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br