
O que acontece quando os últimos falantes de uma língua indígena, o famoso idioma indígena, morrem? A língua deles morre também! E você tem ideia de quantas línguas indígenas estão se extinguindo exatamente agora? São bastantes viu… Saiba tudo fazendo o tema de redação desta semana.
Primeiramente, você deve ler os textos motivadores que nós deixamos abaixo. Depois dê uma olhada nos repertórios e escolha alguns. E finalmente escreva uma dissertação argumentativa sobre “Diversidade linguística e preservação de idiomas indígenas”.
Pense no Enem: dê proposta de intervenção (veja a dica de agentes) com e capriche nos argumentos, que são o “ouro” da sua redação!
fonte:mirim org
Pesquisas podem ajudar a salvar línguas indígenas da extinção
Algumas poucas [línguas], como tikuna, língua nativa falada por um povo que habita territórios do Brasil, do Peru e da Colômbia, e terena, falada na região do Mato Grosso do Sul, são compartilhadas por populações entre 20 mil e 30 mil pessoas, mas a grande maioria tem apenas algumas dezenas de falantes. Povos indígenas do Nordeste, como os potiguares e cariris, por exemplo, não falam mais sua língua e, por esse motivo, mesmo ainda praticando seus costumes ancestrais, não são vistos pela sociedade como sendo índios”, contou.
De acordo com Corbera Mori [Angel Humberto Corbera Mori, professor do IEL, pesquisador de línguas arawak, faladas no Parque Xingu], a cada duas semanas pelo menos uma língua desaparece no mundo. No Brasil, recentemente, morreu a última falante da língua indígena xipaia, em Altamira, no Pará, e apenas dois anciões falam guató, vivendo em lugares diferentes e que não se comunicam entre si devido a distância. Nesse sentido, para o pesquisador, a extinção dessas línguas representa também o desaparecimento de diversos conhecimentos acumulados ao longo de séculos.
“Não é uma riqueza material, como o ouro ou o diamante, mas, quanto mais diversidade cultural um país possui, mais rico ele é em conhecimento. Dessa forma, os índios mais velhos dominam toda uma diversidade de nomes de pássaros, cobras, plantas que são usadas na medicina tradicional, entre outras informações que seriam de grande utilidade para a compreensão e a conservação da natureza. Além disso, a perda desse conhecimento da fauna e da flora é também uma perda científica”, destacou.
fonte: agencia fapesp
Como podemos ajudar a apoiar línguas ameaçadas?
Criação e manutenção de recursos linguísticos para todas as línguas ameaçadas
Uma língua é mais do que apenas um meio de comunicação. Como falantes nativos de qualquer idioma, também pensamos de uma determinada maneira porque falamos um determinado idioma. Então, a criação de recursos impressos ou gravados de uma língua é crucial para manter seu contexto e história.
Além disso, as línguas envolvem aspectos técnicos como sintaxe, pontuação, ênfase em sílabas, etc. Todos esses aspectos devem ser cuidadosamente selecionados e registrados. E linguistas e antropólogos têm de trabalhar de mãos dadas para criar o registo correcto dessa documentação.
Por isso, criar uma documentação tão detalhada é provavelmente o passo mais crucial na preservação de uma linguagem. Por isso, esta documentação cria um registro concreto e permite que novos falantes aprendam o idioma sem ter que decifrá-lo sozinhos.
(…)
Usando as mídias sociais para promover línguas indígenas
Pode parecer que a tecnologia representou um enorme revés para as línguas ameaçadas e promoveu o uso de línguas globais. Embora isso seja parcialmente verdade, as plataformas de redes sociais também contribuíram para a sua preservação.
Meios como grupos do YouTube e Facebook apresentam uma oportunidade única. Aqui, os usuários podem criar comunidades onde podem não apenas ensinar seu idioma, mas também promover seu uso.
Nesse sentido, a mídia social também oferece a oportunidade para falantes de diferentes idiomas se conectarem, não importa onde estejam no mundo.
Esses meios também permitem que os falantes criem registros de vídeo, textuais e de áudio de seu idioma. Esses registros estão acessíveis em todo o mundo.
traduzido livremente de: day translations
‘ Os idiomas indígenas estão adormecidas, não foram extintas’
Fale mais sobre o que é português indígena
ALTACI RUBIM [Pesquisadora do povo Kokama]. Um exemplo é o português falado pelos Tikuna (povo da região do Alto Solimões), mas com influência deles. Português falado pelos Kokama. São 370 formas de falar o português. Porque cada povo vai falar conforme a sua língua. Por que estamos trazendo essa discussão? Porque todas as políticas de formação de professores precisam levar em consideração os que são falantes de língua indígena e os que falam português como segunda língua, ou seja, é outra forma de se pensar a formação.
fonte: nexo jornal
Como a emergência climática acelera a extinção de idiomas no mundo ( incluindo os idiomas indígenas)
“As línguas já estão vulneráveis e ameaçadas”, diz Anastasia Riehl, diretora da unidade linguística Strathy, da Queen’s University, em Kingston, Ontário, ao jornal. Grandes fatores incluem a globalização e a migração, pois as comunidades se mudam para regiões onde sua língua não é falada ou valorizada. A maior diversidade de línguas do mundo ocorre em regiões que estão se tornando inóspitas para as pessoas — o que Riehl considera “particularmente cruel”.
Vanuatu, uma nação insular do Pacífico Sul com 12.189 km², tem 110 idiomas, um para cada 111 km², a maior densidade de idiomas no planeta. É também um dos países que enfrenta mais riscos por conta do aumento do nível do mar. “Muitas pequenas comunidades linguísticas estão em ilhas e costas vulneráveis a furacões e aumento do nível do mar.” Outras vivem em terras onde o aumento da temperatura ameaça as práticas tradicionais de agricultura e pesca, levando à migração. “Quando a mudança climática chega, ela perturba ainda mais as comunidades. Tem um efeito multiplicador”, afirma Riehl.
fonte: um só planeta globo
notícia – o que a ONU está criando para evitar a extinção de línguas indígenas pelo mundo? leia porque pode ser um ótimo repertório!
notícia – cite este Projeto de Lei que estabelece a criação de um programa de preservação, recuperação e transmissão das línguas indígenas brasileiras – aqui você tem mais detalhes sobre ele.
reportagem – pense como você poderia incluir este repertório em sua redação: cientistas estão usando IA para preservar línguas indígenas!
estatística – números que mostram quantos indígenas brasileiros falam suas línguas nativas.
informativo – então, se sua proposta de intervenção incluir educação escolar, veja como é uma escola indígena em SP.
vídeo – ótima entrevista com professora da USP sobre como os estudiosos estão conseguindo evitar a extinção de idiomas indígenas (sem dúvida, vai te ajudar na proposta de intervenção)
estudo – neste conteúdo a UFRAM você tem tudo sobre um estudo completo mostrando as línguas faladas por indígenas no Pará – é uma imensidão!
literatura – Mário de Andrade escreveu Macunaíma há 1 século, sobre o “herói sem nenhum caráter”, no qual você encontra muitas palavras em língua indígena.
vídeo – veja como os próprios indígenas estão se mobilizando para manter seus idiomas vivos (a música no final vai deixar você arrepiado!)
Então, você nunca tinha imaginado a diversidade linguística que há no Brasil e a importância de preservar esses idiomas, não é mesmo?!
Agora é a hora de treinar esse tema cheio de sons (ou mbopi oî, como diriam os guarani!) numa redação para o Enem. Nossos corretores já começaram a receber as dos seus concorrentes…
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h. Nossos especialistas aprovados nas melhores universidades vão te ajudar a alcançar a nota máxima.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br