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Como Utilizar Hannah Arendt na Redação do Enem: Repertório e Exemplos

Hannah Arendt

🎓 Olá, RedAluno! 🎓 Você sabia que citar filósofos renomados como Hannah Arendt pode elevar a qualidade da sua redação no Enem? A competência 2 da redação avalia a sua capacidade de apresentar um repertório sociocultural produtivo, e utilizar as ideias de Arendt pode ser uma excelente estratégia. Neste post, vamos explorar quem foi Hannah Arendt, suas principais obras e teorias, e como você pode aplicar esses conhecimentos em sua redação para garantir uma nota alta. Vamos conferir? 📚✍️

Como citar Hannah Arendt na Redação do Enem?

Para citar ela na sua redação do Enem, você deve mencionar suas obras e teorias relacionadas ao tema abordado. Arendt é conhecida por sua análise do totalitarismo, suas reflexões sobre a “banalidade do mal” e sua defesa dos direitos humanos. Aqui está um exemplo de como você pode inserir uma citação dela em sua redação:

Exemplo:

 “No livro ‘Origens do Totalitarismo’, Hannah Arendt argumenta que o totalitarismo é sustentado pela banalidade do mal, onde indivíduos comuns cometem atos atrozes sem refletir sobre suas ações. Isso pode ser observado na sociedade contemporânea, onde a falta de questionamento crítico permite a perpetuação de injustiças.”

Quem foi Hannah Arendt?

Ela foi uma filósofa, teórica política e escritora alemã, nascida em 14 de outubro de 1906, em Linden, na atual Alemanha, e falecida em 4 de dezembro de 1975, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Ela é reconhecida como uma das pensadoras mais influentes do século XX, destacando-se por suas contribuições nas áreas da filosofia política, teoria do totalitarismo, história e ética.

O que falar sobre Hannah Arendt?

Hannah Arendt destacou-se por suas análises profundas sobre o totalitarismo, a natureza do mal e os direitos humanos. Em suas obras, Arendt explora como regimes totalitários, como o nazismo e o stalinismo, desumanizam indivíduos e promovem a violência sistemática.

Qual é a principal tese de Hannah Arendt?

A principal tese de Hannah Arendt é a “banalidade do mal”. Ela introduziu esse conceito ao analisar o julgamento de Adolf Eichmann, um dos responsáveis pela logística do Holocausto. Arendt argumentou que Eichmann não era um monstro, mas um burocrata comum que cometeu atrocidades simplesmente porque estava cumprindo ordens sem questionar a moralidade de suas ações.

Quais Ideias Hannah Arendt Defendia?

Hannah Arendt defendia várias ideias, entre elas:

  1. Totalitarismo: Arendt analisou profundamente os regimes totalitários e suas características, destacando a manipulação da verdade e não dos indivíduos. 
  2.  Banalidade do Mal: Arendt argumentou que o mal pode se manifestar de forma banal, quando indivíduos cumprem ordens sem refletir sobre a moralidade de suas ações.
  3.  Ação e Pluralidade: Em sua obra “A Condição Humana”, Arendt explora a importância da ação política e do engajamento ativo no mundo para a realização plena da humanidade. 
  4. Direitos Humanos: Arendt defendia a ideia de que todos os seres humanos têm o direito a ter direitos, uma crítica à condição dos apátridas e dos excluídos.

Qual a principal crítica de Hannah Arendt?

A principal crítica de Hannah Arendt é dirigida aos regimes totalitários e à forma como eles desumanizam e instrumentalizam os indivíduos. Ela critica a passividade das pessoas que, ao não questionarem as ordens, contribuem para a perpetuação do mal.

Qual a Teoria de Hannah Arendt?

A teoria de Hannah Arendt sobre a “banalidade do mal” é uma das mais conhecidas. Ela argumenta que o mal pode ser cometido por pessoas comuns que cumprem ordens de forma irreflexiva, sem considerar as implicações morais de suas ações. Além disso, suas reflexões sobre a ação política e a importância da participação ativa na sociedade são fundamentais para entender seu pensamento.

Citações de Hannah Arendt

Utilizar citações de Hannah Arendt pode enriquecer sua redação. Aqui estão algumas citações importantes:

  • “A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direitos.”
  • “Poder e violência são opostos; onde um domina absolutamente, o outro está ausente.”
  • “O poder nunca é propriedade de um indivíduo; pertence a um grupo e existe somente enquanto o grupo se conserva unido.”
  • “O revolucionário mais radical se torna um conservador no dia seguinte à revolução.”

Exemplo de Redação nota mil com Hannah Arendt

“Ademais, convém compreender como o fato de não ser contemplado com registro civil e seus benefícios corrobora a existência de um ciclo mantenedor de indivíduos nulificados. Para a pensadora alemã Hannah Arendt, os apátridas estão sujeitos ao chamado Estado de exceção, em que são excluídos e explorados. No Brasil, é possível observar esse cenário nas condições precárias às quais os invisibilizados têm de se submeter, a exemplo de trabalhos análogos à escravidão e à impossibilidade de se obter educação formal. Nessa perspectiva, pais não registrados não conseguem registrar seus filhos, os quais têm de enfrentar as mesmas condições desumanas que seus progenitores enfrentaram. É constituído, assim, um ciclo mantenedor da invisibilidade. “

Beatriz Valentini 19 anos | São Paulo – SP

Hannah Arendt e a Banalidade do Mal na Redação

O conceito de “banalidade do mal” pode ser aplicado em redações que abordem temas de ética, justiça, direitos humanos e responsabilidade individual. Ao discutir, por exemplo, a corrupção ou a violência institucional, mencionar como indivíduos comuns podem perpetuar o mal ao seguir ordens sem questionamento crítico pode fortalecer seu argumento.

Agora que você conhece a relevância das ideias de Hannah Arendt, é hora de colocar esse conhecimento em prática. Utilizar conceitos filosóficos em sua redação não apenas demonstra repertório sociocultural, mas também enriquece sua argumentação. Lembre-se de sempre relacionar as teorias com o tema proposto, garantindo coesão e coerência. E se você quer garantir uma redação nota mil, continue praticando e acessando nossos materiais exclusivos! 🚀

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