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Os desafios dos atletas paraolímpicos no Brasil

O mais alto nível do esporte, a Paraolimpíada.


O Brasil, por mais que seja conhecido pelo mundo por um esporte, o futebol, não é um país que investe nas outras modalidades, muito menos na prática de atividades por deficientes. Esse cenário se transformou com a paraolimpíada do Rio de Janeiro, a qual motivou atletas da categoria PCD( pessoas com deficiência ) a participarem. No entanto, a falta de estrutura para o treinamento desses atletas especiais em conjunto com a falta de profissionais que trabalhem na área, além dos altos custos para se manter como atleta, tornam-se desafios persistentes para esses brasileiros.


 



Primordialmente, vale ressaltar que de acordo com o censo de 2010, existem 45 milhões de deficientes no Brasil. Por mais que seja um número alto, o país ainda carece de auxílios para que a constituição seja eficaz e dê os direitos a essas pessoas, como o de acesso a práticas esportivas. Desse modo, falta investimento em estruturas e profissionais especiais, visto que, na maioria das cidades, existe treinos públicos de diversas categorias esportivas, mas não  possuem nenhum horário voltado a deficientes. Assim, percebe-se que é necessário dar equipamentos e treinos voltados a atender esses atletas, a fim de os motivar a buscar melhores desempenhos e seguir a carreira de atleta, que muitas vezes parece impossível para deficientes, mas que atletas  brasileiros já mostraram ser possível. 


 



Outrossim, existem competições anuais, como jogos regionais, que apresentam a categoria PCD, porém com pouco número de atletas. Diante disso, é explícito que não há investimento no treino desses atletas, como também financiamentos para que possam ir em outras cidades competir e ter seus equipamentos próprios, como cadeiras de roda esportiva, que normalmente custam caro. Assim, a questão econômica para atletas deficientes pesa muito pois dependem mais do que os outros atletas. No entanto, o financiamento é muito baixo, visto que o Brasil ainda é um país que volta sua atenção para um esporte, o futebol. Desse modo os atletas com deficiência, se tornaram excluídos do esporte brasileiro. 


Diante do exposto, percebe-se que, por mais que a Paraolímpida no Rio de Janeiro trouxe uma atenção para os atletas deficientes, o Brasil ainda precisa melhorar o seu investimento nessa categoria. Assim, cabe a divisão do esporte de cada cidade motivar os atletas com deficiência, por meio de horários de treinos voltados para deficientes a fim de que aumente o número desses atletas nas competições regionais e sua possibilidade de seguir a carreira do esporte. Além disso, o Governo Federal deve incentivar o financiamento de PCD por meio da diminuição de impostos de empresas que doarem equipamentos ou financiarem competições desses atletas a fim de que estes possam ter mais chance no meio esportivo e alcançarem o nível mais alto do esporte, as  Paraolimpíadas. 

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