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O agronegócio como ameaça ao meio ambiente

   A Conferência de Estocolmo, ocorreu em 1972, foi a primeira grande reunião de chefes de estado organizada pelas Nações Unidas (ONU) e inaugurou a agenda mundial de discussões ambientais, elencados no documento intitulado Declaração sobre o Meio Ambiente Humano. Sob essa ótica, vê-se que a degradação do meio ambiente é uma realidade no Brasil e no mundo, de modo que, desde 1972 já havia uma preocupação acerca desse assunto. Nesse sentido, nota-se que o agronegócio é uma ameaça quando se trata de preservação do ecossistema. Logo, os fatores que corroboram para o entrave, estão ligados tanto ao intenso desmatamento, quanto à falta de senso crítico ambiental civil.


   Em primeira análise, é importante ressaltar que indústrias extrativistas contribuem, drasticamente, para a propagação de incêndios, devido a utilização de métodos convencionais voltados ao corte e queima de áreas florestais. Dessa forma, a Revolução Agrícola foi responsável por implementar técnicas e ações para otimizar o manejo de terras. Contudo, é notório que grande parte desses mecanismos implicam, agressivamente, para a ocorrência de desastres ambientais. Portanto, o desmatamento contribui para a perda da biodiversidade, destruição do habitat de várias espécies, impactos sociais, pois diversos povos dependem das florestas para viver, além de intensificar o efeito estufa, devido a elevação do CO2 na atmosfera.


   Em segunda análise, a carência de uma população criticamente esclarecida também é relevante para a preservação e manejo ambiental, uma vez que a cultura do cooperalismo influência a relação do homem com o meio. Nessa lógica, o ser humano deveria garantir a gestão racional dos recursos naturais para assegurar a melhoria da qualidade de vida em benefício de toda a população, porém a trivialização dos danos que o agronegócio causa ao meio ambiente é, de fato, resultado de uma não confabulação cívica, seja por interesses capitalistas de terras, seja pelo descaso do setor informativo. Por consequência, enquanto não houver uma reeducação cidadã, esse problema será uma mazela atemporal cultural.


   Portanto, é mister que providências sejam tomadas para amenizar o quadro atual. Urge que as comissões da Câmara e do Senado em parceria com o Ministério do Meio Ambiente crie projetos de lei que tenham como finalidade a preservação do meio ambiente. Além disso, o Governo Federal deve pôr em prática o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), por meio de verbas governamentais, que visa a independência do setor aeroespacial brasileiro, para fornecer serviços de observação terrestre, operação e monitoramento de satélites, que tem como objetivo atender as necessidades das Forças Armadas e da sociedade brasileira em ações de prevenção e atuação em casos de grandes catástrofes ambientais. Ademais, cabe, ainda, ao Governo Federal por meio do Ministério da Educação, elaborar projetos extensionistas de empoderamento do meio ambiente no âmbito laboral, doméstico e escolar, com o fito de excitar a importância da homeostase ecológica para o progresso.


 

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