ENTRAR NA PLATAFORMA
Excesso de trabalho e saúde mental

    Na escravidão do Brasil no século XVI, os portugueses obrigavam os negros a trabalharem numa situação precária e opressora tanto física quanto psicológica. Na contemporaneidade a submissão não ocorre mais, porém há grandes dificuldades para garantir uma boa saúde mental aos trabalhadores pois é existente à falta de atenção do Estado à questão.


     Hodiernamente, há consequências que envolvem uma falta de rotina agradável entre o trabalhador e o serviço que desenvolveram problemas psicológicos-Síndrome de burnout, ansiedade, depressão, Toc- que estão vindo à tona. Isto culmina também atingindo a saúde física causando problemas com o sistema respiratório, cardiovascular, muscular. Normalmente, a exigência crescente da produtividade surge do superior que fica preocupado com o crescimento da empresa e assim, desenvolvem uma certa ausência de carência empática com seus empregados, não se preocupando com estes colocando uma parcela de pressão entre os trabalhadores.


   Faz-se mister, ainda, salientar a falta de auxílio psicológico como impulsionador do problema. Assim como os escravos não tinham nenhum apoio emocional, atualmente alguns casos não possuem contato com a terapia por isso, justifica o desvio de informação. Segundo Confúcio:"Se queres prever o futuro, estuda o passado." Tal afirmação faz-se necessário ter a devida atenção com os trabalhadores no presente para solucionar os impactos-pressão psicológica- que os mesmos sujeitam-se a passar.


   Destarte, é preciso que a OMS em parceria com o Ministério do Trabalho proporcione palestras educativas sobre evitar quaisquer estresse e também apoio psicológico- terapia com 1 vez por semana para cada trabalhador-a fim de evitar certo tipo de impasse que na maioria das vezes são desnecessários. Assim, render o horário de trabalho e beneficar a todos os envolvidos.

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde