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Criptomoedas e impactos na economia

“ O homem nasce livre e por toda parte encontra-se acorrentado”. De acordo com a fala de Rosseau, observa-se que, mesmo após tantos anos de evolução, o ser humano sempre se encontrará preso a alguma corrente global, hodiernamente acorrentado às criptomoedas. Baseado nisso, percebe-se que possíveis crises econômicas e o crescimento das taxas de corrupção podem se tornar um problema. 


Em primeiro lugar, percebe-se a crescente valorização da moeda digital, e com isso, cresce, também, a possibilidade de crises econômicas futuras. Embora haja uma evolução significativa, as criptomoedas ainda pertencem a um mercado especulativo, de modo que, a volatilidade dessa moeda pode não favorecer o sistema econômico do país. Diante disso, a bolha financeira criada a partir dessa situação é resultado da pouca quantidade de criptomoedas disponíveis à população, entretanto, há um “Teto de Bitcoins” que estimula, até 2140, que esteja disponível cerca de 21 milhões de moedas digitais, o que resultará em uma super desvalorização econômica, e, consequentemente, uma crise econômica.



Por conseguinte, apesar das criptomoedas estarem em evolução, ainda encontra-se em um comércio sem regulamentação, discordando, então, do Tratado de Bretton Woods, de 1944, que comparava o dólar ao ouro e a padronizava como moeda universal. Desse modo, analisa-se que, as criptomoedas não possuem uma moeda física para basear-se e regulamentar-se de acordo com as infrações decorrentes, o que corrobora com as taxas de corrupção que aumentam com facilidade, pois não existem terceiros para mediar as transações, as quais permanecem em anonimato.


Dado o exposto, percebe-se as possíveis problemáticas que podem ser enfrentadas ao longos dos anos, com a inclusão das criptomoedas no sistema econômico, como crises econômicas e o aumento dos níveis de corrupção governamental. Nesse viés, cabe ao Ministério da Educação instituírem matérias obrigatórias, no ensino médio, como de educação financeira, a fim de instruírem os alunos a administrarem o capital pessoal de forma correta, e, também, vale ressaltar que o Ministério da Economia pode desenvolver campanhas midiáticas para favorecer o conhecimento sobre o tema para a população do país. De modo análogo, as alterações podem resultar em um sistema proporcional de rendimento econômico, pois quanto mais acesso à informação a população tiver, maior o interesse produtivo. 

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