Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Quer conferir repertórios para o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”? Nós separamos alguns para você! O vício em games tem cada vez mais se tornado um problema para as famílias. Por conta disso, a discussão tem ganhado palco e vale muito a pena escrever uma redação sobre ela. Não sabe o que usar de repertório para o tema da semana? Temos algumas dicas abaixo: CONSEQUÊNCIAS DO VÍCIO EM VIDEOGAMES | REPORTAGEM 1O programa “Domingo espetacular” fez uma reportagem expondo a gravidade da temática. Nela, fica claro que o vício em games pode causar danos à saúde, como obesidade, insônia, falta de sociabilidade, etc. Além disso, a fala do psiquiatra Felipe Picon é bastante importante, pois elucida possíveis causas do vício. COMO A FICÇÃO MOSTRA O VÍCIO EM GAMES | REPORTAGEM O “Fantástico” também abordou o problema e trouxe, entre outras coisas, a ficção para explorá-lo. Na novela “Malhação: viva a diferença”, o personagem Julinho é viciado em games, o que preocupa Josefina, sua mãe, que tenta controlá-lo. BLACK MIRROR | SÉRIE Outro personagem que enfrentou problemas com os games foi Robert Daly, da quarta temporada da série “Black Mirror”. Ao ter dificuldades nas relações interpessoais, ele recorre a um jogo em vez de procurar medidas saudáveis e efetivas para resolver a situação. VÍCIO EM GAMES NA PANDEMIA | REPORTAGEM A pandemia da Covid-19 se concretizou como mais um obstáculo na vida dos responsáveis que precisam lidar com o vício em games por parte de seus filhos. Nesta reportagem, o psicólogo Romani Souza afirma que esse período propicia até mesmo a recaída de pessoas que haviam se “curado” da dependência em jogos. Além disso, para ele, a fuga no mundo eletrônico pode ser uma forma de preencher o vazio sentimental vivido por muitos nesse momento peculiar. JOGOS VIOLENTOS GERAM VIOLÊNCIA? | VÍDEO Uma questão muito antiga que envolve essa temática é: afinal, jogos violentos podem gerar violência na vida real? Para alguns, uma coisa não tem ligação para outro. Para outros, a violência contida nos games pode ser uma das responsáveis por massacres ocorridos em escolas. Para não deixar essa discussão muito superficial, o canal The Enemy traz as reflexões da pesquisadora Beatriz Blanco, que fala como podemos abordar o assunto do consumo de games e mídia em geral de forma mais eficiente. De acordo com ela, é preciso contextualizar o videogame, que pode fomentar a violência, sim, mas como uma consequência, e não como causa do problema. TERAPEUTA EXPLICA O VÍCIO EM VIDEOGAMES | VÍDEO Neste vídeo, a terapeuta ocupacional Isis Falcão dá uma explicação biológica sobre o vício: de acordo com ela, nosso cérebro possui um sistema de recompensa, o qual libera dopamina e nos dá a sensação de prazer. Isso acontece quando a criança joga, o que explica a vontade de realizar essa atividade com frequência. Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!

Você já parou para pensar no tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Vício em videogames na infância e na adolescência”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 Pela primeira vez na história, a OMS (Organização Mundial de Saúde) classificou o vício em videogame como um distúrbio mental. Em janeiro de 2018, foi anunciado que o transtorno de vício em games seria incorporado como doença pelo 11º Catálogo Internacional de Doenças. O documento descreve o problema como um padrão de comportamento frequente de vício em games, tão grave que leva o indivíduo a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida. Para Marcelo Calcagno Reinhardt, médico especialista em Psiquiatria da Infância e Adolescência, a medida da OMS “reflete o retrato do comportamento da sociedade pós-moderna, em que a diversão em muitos casos é em demasia, os horários são inadequados, alguns jogos, inclusive estão sendo usados por crianças com faixa etária incompatível com a temática e que incitam a violência e aumentam a ansiedade”. Alguns países identificaram essa condição e já adotaram medidas mais severas para combater o problema. Na Coreia do Sul, por exemplo, o governo criou uma lei para proibir o uso de games por pessoas menores de 18 anos entre meia-noite e seis da manhã. No Japão, os jogadores recebem uma advertência caso ultrapassem mais do que uma determinada quantidade de horas por mês jogando videogame. Até na China, gigante do mundo tecnológico, determina-se um limite de quantidade de horas que uma criança pode jogar. Para a Associação Americana de Pediatria, os pais devem limitar o tempo que seus filhos passam em frente à tela, seja televisão, computador, celular ou tablet, para duas horas por dia. Esse tempo não inclui, no entanto, o uso dos aparelhos para fins acadêmicos. Fonte: ndmais – adaptado Texto 2 A pesquisa, publicada no Developmental Psychology Journal, da Associação Americana de Psicologia, determina qual é a proporção de pessoas suscetíveis à dependência em video games. Os cientistas descobriram que, para 90% dos jogadores, os games são apenas um passatempo divertido, não sendo prejudiciais ou representando consequências negativas por muito tempo. No entanto, 10% podem se tornar realmente viciados, com consequências de longo prazo para saúde mental, social e comportamental. O vício é caracterizado pelo tempo excessivo gasto jogando videogame, pela dificuldade em parar de jogar e pela interrupção de outras atividades saudáveis devido aos jogos. Resultados da pesquisa da BYU Durante 6 anos, 385 adolescentes fãs de videogame na transição para a vida adulta responderam a vários questionários uma vez por ano. O objetivo das perguntas era medir sintomas como depressão, ansiedade, agressão, delinquência, empatia, sociabilidade e timidez. Os relatórios buscavam identificar níveis de reatividade sensorial, estresse financeiro e uso problemático de telefones celulares. Foram encontradas duas principais características dos viciados em jogos eletrônicos: ser homem e ter baixos níveis de sociabilidade. Graus mais altos de comportamento pró-social ou voluntário, destinado a beneficiar outra pessoa, tendiam a ser um fator protetor contra os sintomas de dependência. O estudo ainda encontrou três trajetórias de vício em video games. Um nível baixo apareceu em 72% dos adolescentes pesquisados; 18% apresentaram sintomas moderados ao longo do estudo; e apenas 10% tiveram níveis crescentes e preocupantes de vício. Desconstrução de estereótipo O estudo também desconstruiu o estereótipo de jogadores que moram no porão dos pais e são incapazes de se sustentar financeiramente ou conseguir um emprego por causa da fixação em jogos eletrônicos. Pelo menos no caso das pessoas que participaram do estudo, os viciados em video games pareceram ser tão financeiramente estáveis e ter um desenvolvimento profissional quanto aqueles que não são dependentes. Fonte: tecmundo – adaptado Texto 3 Crianças que jogam até 16 horas de videogames por dia podem estar viciadas e desenvolver comportamento mais agressivo, intolerante e de isolamento da sociedade, segundo aponta um estudo da Associação Britânica de Gerenciamento da Raiva (BAAM, na sigla em inglês). Em uma pesquisa que ouviu 204 famílias da Grã-Bretanha, a entidade ressalta os riscos do excesso da atividade e a necessidade de que os pais estabeleçam limites na relação que as crianças desenvolvem com os jogos eletrônicos. Os pais de crianças entre 9 e 18 anos acreditam que o videogame influencie o convívio familiar e as habilidades sociais de seus filhos. A pesquisa apurou que 46% dos pais acham que o excesso dos jogos leva a menos cooperação em casa. “A situação mais típica que encontramos é da criança que se torna irritada e agressiva quando solicitada a arrumar o quarto, fazer os deveres de casa ou jantar, quando o que ela realmente quer é continuar jogando videogame”, disse à BBC Brasil Mike Fisher, diretor da BAAM. Na escola, professores se queixam de alunos com falta de concentração, sonolência, irritabilidade e dificuldades de interagir com os colegas. Mas esses são apenas alguns dos efeitos que a obsessão pelos jogos pode causar, explica Fisher. Estudos e exemplos práticos mostram que a continuidade do isolamento social pode levar a casos extremos como os dois adolescentes que mataram 12 colegas e um professor em Columbine, nos Estados Unidos, em 1999, e do norueguês Anders Breivik, que em julho do ano passado matou 69 pessoas em um ataque a uma colônia de férias. Nos dois casos emblemáticos os assassinos passavam mais de dez horas por dia jogando videogames violentos. “Breivik admitiu jogar ‘Call of Duty’, um game de violência, por mais de 16 horas por dia, com o objetivo de treinar a coordenação necessária para atirar com eficiência”, diz Fisher. Fonte: bbc Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Vício em videogames na infância
Prepare-se para a redação! Explore os impactos ambientais do consumo excessivo de carne. Descubra como a produção e o consumo afetam o planeta, com dados sobre emissões de gases, uso da água e demanda

Quer conferir repertórios para o tema ”Impactos ambientais do consumo de carne”? Nós separamos alguns para você! Não é de hoje que se questiona se o consumo excessivo de carne faz mal para nós, humanos. Com o passar do tempo, a discussão foi ainda mais longe, alertando sobre os impactos ambientais que isso pode ocasionar. Devido à relevância da discussão, propomos um tema de redação com essa temática e, neste texto, vamos indicar alguns repertórios para você usar na sua redação. A Carne é fraca | Documentário Para começar, que tal assistir a um documentário? Disponível no Youtube, “A carne é fraca” trata sobre a indústria da carne brasileira e demonstra os impactos dela no meio ambiente, nos animais e na nossa saúde. Cowspiracy | Documentário Vamos sugerir mais um documentário, pois é difícil falar sobre qualquer questão que envolva o consumo de carne sem mencionar “Cowspiracy”, disponível na Netflix. De acordo com o GZH, “Ao ler relatórios oficiais das Nações Unidas a respeito dos impactos negativos da pecuária sobre o meio ambiente, o cineasta Kip Andersen decidiu ir até as sedes das principais organizações ambientalistas do mundo para entender por que elas não falam sobre o assunto. O resultado está em Cowspiracy, documentário rico em dados estatísticos que traz entrevistas com representantes de ONGs e do governo americano. “ Explicando | Documentário A série “Explicando”, da Netflix, explora temas variados e, em sua segunda temporada, em novembro de 2019, foi ao ar um episódio que tem como pauta a insustentabilidade do consumo de carne, lançando a seguinte pergunta: “O aumento mundial do consumo de carne está se tornando insustentável. Será que as alternativas ao produto resolverão esse problema no futuro?” Os Simpsons | Animação Para fechar com “chave de ouro”, vamos mais uma vez lhe provar que é possível adquirir repertório sociocultural de forma orgânica – sem decoreba de citações e conceitos os quais você não domina – enquanto se diverte. Em 1995, foi ao ar mais um episódio de Os Simpsons, um dos desenhos mais famosos do mundo. Intitulado “Lisa, a Vegetariana”, ele marca o dia em que a personagem Lisa , que já havia demonstrado preocupação com o meio ambiente em outros momentos, decide parar de consumir carne. Confira também outros repertórios para usar neste tema! Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Desafios no combate à pobreza menstrual”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!
Você já parou para pensar nos impactos ambientais causados pelo consumo excessivo de carne? Confira a proposta da semana e escreva a sua redação sobre ela! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Impactos ambientais do consumo excessivo de carne”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Texto 1 O consumo excessivo de carne não só afeta a saúde das pessoas como também prejudica o meio ambiente”, resume o professor de nutrição Lluís Serra-Najem, da Universidade de Las Palmas, nas Ilhas Canárias. Existem quatro variáveis ambientais que limitam a produção de carne em escala global: a superfície ocupada pelas pastagens; a água consumida, tanto por parte dos animais como no processo de produção; os gases de efeito estufa provocados pela flatulência do gado —atualmente 14,5% do que é lançado na atmosfera, segundo a a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO)—, e a energia necessária durante o processo. Atualmente, grande parte da população mundial não consome produtos à base de carne nem laticínios, mas à medida que as condições socioeconômicas dos países em desenvolvimento melhoram, a demanda por esses alimentos aumenta, colocando em xeque os recursos ambientais da Terra. Será que o mundo come carne para além de suas possibilidades? Para que uma vaca produza 1 quilo de proteína, ela precisa consumir entre 10 e 16 quilos de cereais, enquanto um porco requer 4 quilos. “Para produzir um filé de 200 gramas, são necessários cerca de 45 bacias de cereais”, ilustra Laura Ordóñez, cientista ambiental e professora da Escola Internacional de Naturopatia, em Granada, na Espanha. Fonte: brasil el pais Texto 2 Nos últimos 50 anos, o consumo de carne no mundo aumentou de forma acelerada. Hoje, a produção é quase cinco vezes maior do que no começo da década de 1960. O salto foi de 70 milhões de toneladas para mais de 330 milhões em 2017. No Brasil, esse cenário não é diferente. Desde 1990, o consumo de carne quase dobrou. Essa tendência é impulsionada, em grande parte, pelo aumento da renda média do brasileiro. Países que registraram um importante crescimento econômico nas últimas décadas refletem um aumento na alimentação baseada em proteína animal. Um brasileiro come, em média, 40 quilos de carne bovina por ano, o que coloca o país na quarta posição do ranking de consumo desse tipo de proteína. Além disso, um brasileiro médio come também 11 quilos de porco e 32 quilos de frango todo ano. Para conter uma crise alimentar e uma catástrofe climática, é importante reduzir a ingestão de proteína de origem animal. Nesse cenário, o relatório do Instituto de Recursos Mundiais (WRI) aponta que os consumidores devem reduzir em 40% a ingestão de carne. As alternativas que o estudo indica para não piorar o quadro do aquecimento global ou gerar desequilíbrio alimentar são praticar o consumo consciente, elevar a produção por hectare e acabar com o desperdício de alimentos, que atinge um terço da população mundial. Afinal, quais são os prejuízos do alto consumo de carne para a sociedade? Além de afetar o meio ambiente de diversas formas, a pecuária está diretamente relacionada com as emissões de gases. Esses animais liberam grandes quantidades de gás metano na atmosfera, que pode poluir até 21 vezes mais do que o gás carbônico. Além disso, o desmatamento causado para manter a agricultura e a pecuária em ampla escala colabora para a redução de florestas que atuam como importantes regiões de retenção de carbono. Outro problema das grandes áreas devastadas é o impacto na biodiversidade local. Há cientistas que afirmam que os países ocidentais devem reduzir 90% do consumo de carne para controlar o aquecimento global e evitar que o planeta entre em crise. Além dos pontos apresentados, a produção de alimentos usa quantidades insustentáveis de água. A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que a população mundial chegará a9,7 bilhões de pessoas até 2050, o que exigirá aumentar em 50% a produção de alimentos para sustentar todas as pessoas. Se seguirmos os mecanismos atuais, isso pode gerar impactos ambientais irreparáveis e fazer com que a Terra deixe de ser um espaço seguro para a humanidade. Fonte: blog brkambiental Texto 3 Fonte: eco debate Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Impactos ambientais do consumo excessivo de carne” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

É muito importante conhecer a diferença entre ASSUNTO e TEMA se você está se preparando para a redação do ENEM, vestibular ou concurso! Aprenda conosco neste artigo! Entre todas as provas que os estudantes encaram, de olho em uma vaga na universidade ou num concurso, a redação é aquela que mais apreensão causa. E o motivo todo mundo já conhece: não saber se está preparado(a) para escrever sobre o tema de redação. Mas você sabia que muita gente confunde assunto e tema e, por isso, acaba, às vezes, fugindo daquilo que deveria ter tratado no texto? Pois é, por isso, neste post, vamos mostrar para você a diferença entre eles para que isso não seja mais uma coisa para se preocupar. Vamos lá? O que é o assunto de uma redação? Quando procuramos o assunto de uma redação, estamos falando de algo mais amplo, genérico, que pode servir de base para diversos temas. Como assim? Calma! O assunto pode ser algo como cidadania, desigualdade, violência urbana, sustentabilidade. Ou seja, lembra de quando a gente conversou por aqui sobre eixos temáticos? Pois então, eles nada mais são do que ASSUNTOS (gerais) que podem cair na prova. Porém, não tem como sabermos exatamente o recorte que será feito desse assunto. Por exemplo, quando se trata de cidadania, vários desdobramentos podem ser feitos: direito ao aborto, maioridade penal, ações afirmativas, eleições, entre outros. Viu como pra um mesmo assunto podem haver vários caminhos? É por isso que a gente sempre afirma: quanto mais você souber sobre determinado assunto, mais preparado(a) você estará para escrever sobre qualquer tema. Fechou? Como identificar o tema da redação? Agora que você já sabe o que é o assunto, vamos entender como identificar o tema da redação e assim evitar a fuga na hora de escrever o texto. A fuga do tema pode levar a sua nota a zero no Enem e nos vestibulares e concursos. Isso porque compreender o tema demonstra a capacidade de o candidato fazer interpretações corretas dos textos, sejam os motivadores, sejam os próprios enunciados das provas e a frase temática. Nesse sentido, errar o tema é uma tremenda bola fora e pode comprometer todo o seu ano de estudos. No último Enem, quase 1% dos participantes zerou a prova de redação por fuga do tema, maior motivo das notas zero. Pode parecer um número baixo, no entanto, quando vemos o total de provas corrigidas, isso equivale a mais de 27 mil notas zero por fuga do tema. É bastante coisa, não é mesmo? E tudo isso pode ser evitado prestando bastante atenção na frase temática. Resumidamente, podemos dizer que o tema é a ênfase que se quer dar dentro de determinado assunto. Ele, necessariamente, traz uma perspectiva, um olhar (alouuu, também se chama ponto de vista!) sobre determinado assunto. Além disso, ele propiciará uma discussão e uma tomada de posição diante dele – no Enem, a gente chama isso de tese. Vamos ver melhor isso com um exemplo? Diferença entre assunto e tema na prática Um bom jeito de entender a diferença entre assunto e tema da redação é pegar uma frase temática e analisá-la. Vamos usar aqui a do Enem impresso 2020: “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. Nesse caso, o assunto mais amplo, o geral, está no universo das doenças mentais. Perceba que muita gente levou à discussão para a questão da “saúde mental”, que pode até ter suas aproximações, mas não é o assunto. A menos que você tratasse da ausência de saúde mental, aqui corria-se o risco de fugir do tema, caso o participante não tenha se atentado a isso. Diante do assunto “doenças mentais”, o recorte feito diz respeito ao estigma associado a elas na sociedade brasileira. Veja bem: não se tratava de falar de inclusão de pessoas com doenças mentais, nem de melhores tratamentos indicados para pessoas com esse tipo de enfermidade. Aqui, o foco da discussão estava em como o estigma aparece e como ele afeta as relações na sociedade. Ficou mais claro? Nesse tema específico, era importante saber o significado da palavra estigma, que é, nesse caso, o social, ou seja, uma “marca” que, em geral, demonstra desaprovação diante de determinado comportamento. Por isso é importante ter um bom vocabulário e ler com atenção os textos motivadores que, quase sempre, trazem explicações que ajudam a compreender termos que podem não ser usuais para a maioria dos candidatos. Outro exemplo, e que gerou bastante polêmica na época, tem a ver com o tema de 2017 do Enem: “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Naquele ano, o assunto mais amplo dizia respeito à Educação, porém o recorte (ou tema) era bem específico: formação educacional de surdos. No entanto, muita gente “sentou na graxa”, tratando de pessoas com deficiência de um modo geral, sem escrever sobre a questão dos surdos e suas especifidades. Capisce? https://youtu.be/OVmU3jxrIFE Curtiu as dicas sobre assunto e tema? Que tal ir agora à nossa plataforma e escolher um tema para treinar a escrita da redação? Depois, envie o texto para os nossos corretores para eles mandarem aquele feedback dizendo que você tirou 200 pontos na competência II! Até a próxima!

Prepare-se para o ENEM! Explore o tema da pobreza menstrual com textos motivadores e dados impactantes sobre a realidade brasileira. Entenda os desafios e construa sua argumentação para uma redação no

Quer conferir repertórios para o tema ”Desafios no combate à pobreza menstrual”? Nós separamos alguns para você sobre a pobreza menstrual! Já estamos em 2021 e, ainda hoje, em vários cantos do mundo, pessoas que menstruam precisam enfrentar a pobreza menstrual, um problema que tem sido potencializado pela crise financeira que assola vários países, inclusive o Brasil. Solucionar essa questão é algo urgente, e o caminho para isso começa pela desconstrução da menstruação como tabu. Pensando nisso, escolhemos tal discussão para compor o nosso tema de redação desta semana e, agora, vamos sugerir alguns repertórios para você usar no seu texto. O QUE É A POBREZA MENSTRUAL? | VÍDEO Neste vídeo, a médica e ex-BBB Marcela Mc Gowan explica sobre a pobreza menstrual e traz um dado um tanto quanto alarmante: no Brasil, absorvente não é visto como item básico. Diferentemente do papel higiênico e da pasta de dente, por exemplo, ele é tributado como artigo de luxo, com 25% de impostos. https://youtu.be/eHKQ6KdOQbY MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA E MENSTRUAÇÃO | Vídeo sobre pobreza mestrual E como as pessoas que vivem situação de rua e menstruam lidam com esse problema? Este vídeo mostra como algo que deveria ser natural – a menstruação – torna-se um problema a mais na vida dessas pessoas. https://youtu.be/gV5LPVW5qg4 ABSORVENDO O TABU | Curta-metragem sobre pobreza menstrual Na Netflix, temos o curta-metragem “Absorvendo o tabu”. De acordo com Suzana Vidigal – colunista do site “Vida simples” – o documentário ganhador do Oscar em 2019 “mostra como foi desenvolvida uma máquina para fazer absorventes biodegradáveis e de baixo custo nos vilarejos indianos. Além de como as mulheres e meninas são capacitadas para trabalhar nessa produção e venda de absorventes (criando, inclusive, uma fonte de renda numa sociedade machista e patriarcal), e como é possível quebrar o tabu e levar informação sobre algo que deveria ser tratado com naturalidade. Um filme sobre transpor barreiras com iniciativa e altruísmo.” HÁ SOLUÇÃO PARA A POBREZA MESNTRUAL? | TEDx E o que tem sido feito para resolver tudo isso? Ainda estamos bem longe de uma solução efetiva, mas, entre outras ações que estão em curso, temos a ideia de Rafaella de Bona. Formada em Mecânica Industrial e estudante de Design de Produto na Universidade Federal do Paraná, em 2019, ela ganhou o Prêmio iF DESIGN TALENT AWARD com o Projeto Maria, que consiste em um absorvente interno orgânico para as mulheres em situação de rua de Curitiba. https://youtu.be/fbBvGQ5mrk4 Lembrou de algum outro repertório sobre o assunto? Conta pra gente! Talvez a sua sugestão possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Desafios no combate à pobreza menstrual”! Quer receber as correções de suas redações em até 3 dias úteis? Acesse nosso site e comece AGORA a utilizar a nossa plataforma!

Você já ouviu falar sobre “Pobreza Menstrual”? Confira a proposta de redação da semana e escreva a sua redação sobre a proposta! Leia os textos motivadores a seguir. Assim, com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo sobre o tema ”Desafios no combate à pobreza menstrual”. Use a modalidade escrita formal da língua portuguesa e apresente proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Então, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. TEXTO 1 Uma pesquisa online encomendada pela marca Always descobriu que, em algum momento da vida, 29% das entrevistadas não tiveram dinheiro para comprar produtos higiênicos voltados ao período menstrual. Realizado pela Toluna no início de 2020, o levantamento contou com a participação de 1.124 brasileiras de 16 a 29 anos de todas as regiões e classes sociais. Pelo menos metade das respondentes contou já ter substituído os absorventes por soluções alternativas, com destaque para o papel higiênico. Durante um evento sobre a pesquisa, a antropóloga Mirian Goldenberg apontou outro dado impactante: 63% das jovens se sentem pouco confiantes na fase menstrual. “A falta de absorvente multiplica isso. E acontece todo mês!”, comentou. Fonte: saúde abril – pobreza menstrual e realidade no brasil TEXTO 2 A pobreza menstrual traz consequências negativas em diversos setores da vida. Pode impactar a saúde quando pessoas que menstruam recorrem a materiais anti-higiênicos que aumentam o risco de infecções urinárias. Também pode provocar constrangimento e estresse, além de prejudicar a vida escolar quando as meninas deixam de ir à escola por estarem menstruadas. […] Autoridades e legisladores estão começando a voltar sua atenção para o tema da pobreza menstrual. Recentemente, a Escócia se tornou o primeiro país do mundo a garantir a obrigatoriedade do fornecimento de produtos de higiene menstrual gratuitamente para a população. O projeto de lei foi aprovado pelo parlamento escocês em novembro de 2020. Em dezembro de 2020, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos fez uma recomendação oficial ao presidente da República, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal a respeito da necessidade de se criar um marco legal para superar a pobreza menstrual no Brasil. O estado do Rio de Janeiro já se moveu nesta direção, sancionando em julho de 2020 uma lei para incluir absorventes na cesta básica. No Piaui, o movimento Girl Up redigiu o projeto de Lei Menstruação Sem Tabu Número 36/2020, que coloca o absorvente como item de primeira necessidade – o PL aguarda apenas a sanção do governador Wellington Dias. Fonte: plan org – entenda o que é a pobreza menstrual TEXTO 3 Não é mimimi, são direitos humanos. O combate à pobreza menstrual, algo que vem crescendo no mundo e felizmente no Brasil também, precisa ser um grito de todos que se importam com educação. Meninas deixam de ir à escola e até acabam por abandoná-la porque não têm absorventes quando estão menstruadas. Sim, é algo básico. Mas um problema real e triste em um país com milhões de famílias vulneráveis – empobrecidas mais ainda com a pandemia. […] Uma em dez meninas no mundo perde aulas quando está menstruada, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). As estimativas são de que elas ficam sem ir à escola 45 dias por ano. Outro estudo do Unicef e do UNFPA sobre pobreza menstrual, divulgado mês passado, indica que no Brasil há 4 milhões de meninas que não têm itens básicos de higiene nas escolas para quando estão menstruadas. E 713 mil que vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro. Adolescentes negras têm três vezes mais chances de estarem nessa situação. Pode parecer bobagem, mas um pacote de um bom absorvente custa pelo menos R$ 10 e um só às vezes não é suficiente para o período menstrual. O valor é alto para famílias pobres. Há relatos de meninas que usam jornal e miolo de pão como absorvente, algo trágico e que pode claramente levar a infecções. Fonte: educação estadão – geral,pobreza menstrual Confira agora uma lista de repertórios para o tema ”Desafios no combate à pobreza menstrual” . Após escrever a sua redação, envie em nossa plataforma e receba a correção em até 3 dias úteis!

Existem diversos modelos prontos de redações por aí. Mas será que eles podem fazer você atingir a nota máxima? Citações “coringas”, modelos de introdução que “funcionam” para qualquer tema, repertório que pode ser aplicado a todos os tipos de redação… as facilidades dos modelos prontos são inúmeras. Porém, é preciso ter bastante cuidado ao aplicar isso em uma redação, pois as chances de haver penalização são inúmeras. Para entender melhor sobre isso, veja as informações que trouxemos sobre as diferenças entre modelo pronto e estrutura fixa da redação. 1. As armadilhas dos modelos prontos Aqui no Redação Online nós não indicamos o uso de modelos prontos na redação. Os modelos prontos apresentam sempre a mesma forma de direcionamento de teses. No Enem, estes modelos têm uma baixa porcentagem de funcionar. Para vestibulares e concursos, as bancas costumam fazer uma correção holística, mais criteriosa, e por isso nestas provas o uso de modelos prontos tende a ser bastante penalizado. As bancas têm, cada vez mais, ficado atentas a este tipo de prática. Um exemplo disso é o vestibular da UFSC, em que a banca deixa claro que tais modelos ou trechos prontos podem ser penalizados como plágio no momento da correção, sendo punidos com nota zero. Um outro problema de o aluno utilizar modelos prontos é que ele acaba não aprendendo de forma real. Ou seja, ele não lida com as suas dificuldades de escrita, e quando estiver no ensino superior, por exemplo, terá dificuldades em relação a isso. Sendo assim, o ideal é que o aluno pratique a escrita e utilize a redação para melhorar os pontos em que tem mais dificuldade. Além disso, os modelos prontos, em vez de ajudarem, podem atrapalhar. Um modelo pronto bem comum é aquele que sempre aborda os problemas relacionados ao tema, porém isso não funciona para todos os temas. Para deixar isso claro, vejamos os temas em que este estilo de modelo pronto não se encaixaria: Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil; Enem 2014: “Publicidade infantil em questão no Brasil”; Enem 2016: “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”. Estes três temas não permitem o desenvolvimento de “problemas” na redação. Um pede que você indique efeitos, o outro pede que você questione a publicidade infantil e o outro espera que você desenvolva caminhos. Portanto, ao preparar um modelo pronto específico, o candidato, ao se deparar com temas como estes, terá extrema dificuldade para desenvolver um texto de qualidade. Além disso, as citações prontas, usadas nestes modelos, na maioria das vezes não são consideradas repertórios pertinentes ao tema, o que faz com que o aluno seja penalizado. 2. A importância de encontrar o seu “estilo” de estruturar a redação O “esqueleto” da redação, que é a forma como o aluno estrutura o seu texto, surge a partir das várias práticas de escrita de redação. Com o tempo e com a prática, cada pessoa encontra o seu próprio estilo de escrita, que é único e pessoal. São características particulares, percebidas com o tempo e com as escritas e reescritas. Por isso é tão importante praticar a redação. Com a prática, cada pessoa encontra a própria forma de escrever e se sente confortável e segura para seguir neste caminho. Além disso, esta prática faz com que o aluno desenvolva seus próprios repertórios e consiga encaixá-los nos textos de forma produtiva. Sendo assim, a estrutura da redação é algo pessoal, encontrado a partir de práticas únicas de escrita. Com a experiência da escrita cada um encontra formas próprias de iniciar sua introdução, de elaborar os argumentos e maneiras de trazer os 5 elementos na proposta interventiva (nos casos de textos de modelo Enem). Com isso, os textos não serão considerados plágios de outras redações e as chances de o aluno apresentar um projeto de texto estratégica são maiores. Depois disso tudo, você ainda pensa em utilizar modelos prontos? Você se sente inseguro para desenvolver seu próprio estilo de escrita? Nós podemos ajudar! Nossos corretores estão prontos para te auxiliar nessa busca! Acesse nosso site e comece a estudar em nossa plataforma!

Enfrente o desafio da redação sobre o acesso à universidade pública! Analise textos motivadores sobre desigualdade, cotas e o impacto da pandemia. Desenvolva um texto dissertativo-argumentativo nota 1

Quer conferir repertórios que com o tema ”Desafios no acesso à universidade pública”? Nós separamos alguns para você! A discussão sobre os desafios no acesso à universidade pública é extremamente importante, por isso a escolhemos para compor um tema de redação dessa semana e, agora, indicaremos a você alguns repertórios que podem ser usados na no seu texto. VÍDEOS | Como a desigualdade interfere no acesso à universidade pública? É impossível não associar essa temática à desigualdade social. No vídeo abaixo, o economista Naércio Menezes Filho, professor do Insper e da USP, e a socióloga Márcia Lima, professora da USP, debatem sobre as condições desiguais que caracterizam a educação no país e o que é preciso para reverter esse quadro. A desigualdade deixa alunos e professores de escola pública sem perspectivas, o que prejudica o futuro de milhares de jovens. 60% dos estudantes de escolas públicas não esperam chegar ao ensino superior. Muito associado ao nosso tema, o debate sobre as cotas pode ser usado em seu texto. A música de Bia Ferreira nos mostra que é possível, sim, usar a arte para promover reflexões sobre assuntos de muita relevância: FILME | Que horas ela volta? Val deixa sua filha em Pernambuco e se muda para São Paulo em busca de emprego. Na cidade grande, ela se torna babá e empregada doméstica na casa de uma família rica. Porém, após 13 anos, sua filha vai a São Paulo com o objetivo de fazer vestibular e estudar em uma universidade pública. O filme aborda, além de outros assuntos, as maneiras como os níveis de instrução são desenvolvidos em diferentes classes sociais, escancarando a desigualdade social e o preconceito existentes. Pensadores brasileiros que tratam sobre desigualdade e acesso à educação Anísio Teixeira Brasileiro, Anísio atuou no campo da educação no início e metade do século XX e foi pioneiro na defesa do ensino público para todos. Defendeu o ensino gratuito, público, laico e obrigatório. Criou a rede municipal de ensino completa, da escola primária à universidade. Paulo Freire Freire entendia que o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno e que, no caso das camadas menos favorecidas da sociedade, isso significaria levá-las a entender sua situação de oprimidas e a agir pela própria libertação. Darcy Ribeiro Defendeu a educação básica integral e acreditava que a miscigenação poderia transformar o Brasil em uma grande democracia étnica. Fundou a UnB, foi ministro da Educação e, ao longo de sua vida, trabalhou pela escola pública, pela educação dos indígenas e pela qualidade do ensino infantil. Florestan Fernandes Lutou pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, pela escola pública, pela valorização e qualificação do professor e pela presença do Estado na educação brasileira. Maria Teresa Mantoan Defensora da educação inclusiva e do direito de todo cidadão ao ensino do nível básico ao superior. Nísia Floresta Nísia defendia que a educação deve ser de todos, inclusive das mulheres. Rui Barbosa Defendeu um sistema nacional de ensino baseado na universalização e gratuidade, do jardim de infância à universidade. DADOS | Como é o acesso à universidade pública para o povo indígena? De acordo com Censo de Educação Superior, dos mais de 49.000 índios que cursam o ensino superior no Brasil, apenas 25% está em universidades públicas. Lembrou de algum filme, livro ou vídeo que trate sobre o assunto, e que não citamos aqui? Conta pra gente! Talvez o seu repertório sociocultural possa ajudar outras pessoas a pensarem sobre o tema “Desafios no acesso à universidade pública”! Organize os repertórios e escreva seu texto! Bora escrever? Agora que você já sabe um pouco mais sobre o tema, chegou a hora de praticar para chegar à nota mil.
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