Conteúdos exclusivos sobre redação, preparação para provas e dicas para alcançar a nota máxima
Propostas atualizadas com análises, exemplos e repertórios para praticar a escrita dissertativo-argumentativa.
Domine as 5 competências avaliadas na redação do ENEM com dicas práticas e exemplos reais de redações nota 1000.
Citações, dados estatísticos, filmes, livros e referências culturais para enriquecer sua argumentação.
Análise dos temas cobrados em edições anteriores do ENEM e previsões para as próximas provas.
Artigos sobre políticas educacionais, vestibulares, ensino superior e temas relevantes para a educação brasileira.
Estratégias de preparação para concursos públicos com foco em redação discursiva e dissertativa.
O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Com base nos textos motivadores abaixo, produza uma redação dissertativo-argumentativa sobre o Tema de Redação: PEC 241 – teto para gastos públicos. Texto 1 Entenda o que é a PEC 241 (ou 55) e como ela pode afetar sua vida. Com o objetivo de congelar gastos públicos e contornar a crise econômica, proposta divide especialistas. O que é a PEC do teto de gastos? A PEC, a iniciativa para modificar a Constituição proposta pelo Governo, tem como objetivo frear a trajetória de crescimento dos gastos públicos e tenta equilibrar as contas públicas. A ideia é fixar por até 20 anos, podendo ser revisado depois dos primeiros dez anos, um limite para as despesas: será o gasto realizado no ano anterior corrigido pela inflação (na prática, em termos reais – na comparação do que o dinheiro é capaz de comprar em dado momento – fica praticamente congelado). Se entrar em vigor em 2017, portanto, o Orçamento disponível para gastos será o mesmo de 2016, acrescido da inflação daquele ano. A medida irá valer para os três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário. Pela proposta atual, os limites em saúde e educação só começarão a valer em 2018. Por que o Governo diz que ela é necessária? O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, diz que “não há possibilidade de prosseguir economicamente no Brasil gastando muito mais do que a sociedade pode pagar. Este não é um plano meramente fiscal.” Para a equipe econômica, mesmo sem atacar frontalmente outros problemas crônicos das contas, como a Previdência, o mecanismo vai ajudar “a recuperar a confiança do mercado, a gerar emprego e renda” ao mesmo tempo em que conterá os gastos públicos, que estão crescendo ano a ano, sem serem acompanhados pela arrecadação de impostos. Para uma parte dos especialistas, pela primeira vez o Governo está atacando os gastos, e não apenas pensando em aumentar as receitas. O Governo Temer não cogita, no momento, lançar mão de outras estratégias, como aumento de impostos ou mesmo uma reforma tributária, para ajudar a sanar o problema do aumento de gasto público no tempo. O que dizem os críticos da PEC? Do ponto de vista de atacar o problema do aumento anual dos gastos públicos, uma das principais críticas é que uma conta importante ficou de fora do pacote de congelamento: os gastos com a Previdência. É um segmento que abocanha mais de 40% dos gastos públicos obrigatórios. Logo, a PEC colocaria freios em pouco mais de 50% do Orçamento, enquanto que o restante ficaria fora dos limites impostos – só a regra sobre o salário mínimo tem consequências na questão da Previdência. A Fazenda afirmou, de todo modo, que a questão da Previdência será tratada de forma separada mais à frente. “Se não aprovar mudanças na Previdência, um gasto que cresce acima da inflação todos os anos, vai ter de cortar de outras áreas, como saúde e educação”, diz Márcio Holland, ex-secretário de política econômica da Fazenda. “Nesse sentido, a PEC deixa para a sociedade, por meio do Congresso, escolher com o que quer gastar”, complementa. Há vários especialistas que dizem que, na prática, o texto determina uma diminuição de investimento em áreas como saúde e educação, para as quais há regras constitucionais. Os críticos argumentam que, na melhor das hipóteses, o teto cria um horizonte de tempo grande demais (ao menos dez anos) para tomar decisões sobre toda a forma de gasto do Estado brasileiro, ainda mais para um Governo que chegou ao poder sem ratificação de seu programa nas urnas. Eles dizem ainda que, mesmo que a economia volte a crescer, o Estado já vai ter decidido congelar a aplicação de recursos em setores considerados críticos e que já não atendem a população como deveriam e muito menos no nível dos países desenvolvidos. Se a economia crescer, e o teto seguir corrigido apenas de acordo com a inflação, na prática, o investido nestas áreas vai ser menor em termos de porcentagem do PIB (toda a riqueza produzida pelo país). O investimento em educação pública é tido como um dos motores para diminuir a desigualdade brasileira. Quando a PEC começa a valer? Começa a valer a partir de 2017. No caso das áreas de saúde e educação, as mudanças só passariam a valer após 2018, quanto Temer não será mais o presidente. Qual o impacto da PEC no salário mínimo? A proposta também inclui um mecanismo que pode levar ao congelamento do valor do salário mínimo, que seria reajustado apenas segundo a inflação. O texto prevê que, se o Estado não cumprir o teto de gastos da PEC, fica vetado a dar aumento acima da inflação com impacto nas despesas obrigatórias. Como o salário mínimo está vinculado atualmente a benefícios da Previdência, o aumento real ficaria proibido. O Governo tem dito que na prática nada deve mudar até 2019, data formal em que fica valendo a regra atual para o cálculo deste valor, soma a inflação à variação (percentual de crescimento real) do PIB de dois anos antes. A regra em vigor possibilitou aumento real (acima da inflação), um fator que ajudou a reduzir o nível de desigualdade dos últimos anos. O que acontece se a PEC for aprovada e o teto de gastos não for cumprido? Algumas das sanções previstas no texto da PEC para o não cumprimento dos limites inclui o veto à realização de concursos públicos, à criação de novos cargos e à contratação de pessoal. Em outras palavras, pretende ser uma trava muito mais ampla que a Lei de Responsabilidade Fiscal, por exemplo, que cria um teto de gastos com pessoal (vários Estados e outros entes a burlam atualmente). A PEC do teto vale para os Estados também? A PEC se aplicará apenas aos gastos do Governo Federal. No entanto, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, já sinalizou que o Planalto deve encaminhar em breve uma segunda PEC que limita os gastos estaduais. Por enquanto não há consenso entre o Executivo Federal e os governadores sobre o assunto. Quais impactos a PEC pode ter nas áreas de

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: COMO VIVER EM UMA SOCIEDADE NARCISISTA? Texto 1 Quem é sobrevalorizado na infância torna-se mais narcisista Início do narcisismo é social, dizem investigadores americanos, para quem as crianças acreditarem que são melhores do que as outras não é bom para elas nem para a sociedade Expressar carinho e dar apoio e atenção às crianças é bom e recomenda-se. O problema surge quando os pais sobrevalorizam sistematicamente os filhos, dizendo-lhes que são superiores aos outros. De acordo com os resultados de um estudo publicado nos Estados Unidos, esse comportamento faz que as crianças se tornem narcisistas, ou seja, que tenham uma admiração excessiva e exagerada sobre si próprias. A intenção pode ser a melhor – aumentar a autoestima -, mas o efeito pode ser o contrário. Segundo um estudo publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences, citado pelo El País, “o início do narcisismo é social e deve-se, sobretudo, à sobrevalorização dos pais e não à falta de carinho”. A autoestima, explicam os investigadores, está relacionada com o amor e não dependente de uma sobrevalorização das crianças. É nos filhos cujos pais demonstram mais afeto que é encontrada uma autoestima mais elevada. O estudo foi feito ao longo de mais de um ano e envolveu 565 crianças holandesas, com idades compreendidas entre os 7 e os 12 anos, a altura em que, de acordo com os investigadores, surgem os primeiros traços de narcisismo. “Recomendam-se intervenções com os pais a este respeito, a fim de ensinar-lhes como expressar afeto e apreço pelos filhos, sem a necessidade de dizer-lhes que são superiores aos outros ou que têm direito a determinados privilégios”, consideram os autores. Os investigadores avisam que o facto de as crianças acreditarem que são melhores do que as outras não será bom para elas nem para a sociedade. Em função dos traços genéticos e da própria personalidade, há algumas que têm mais tendência do que outras para ser narcisistas. Dizem os autores do estudo que é muito importante expressar todo o afeto possível pelas crianças, mas sem exagerar. A chave é o equilíbrio “Tudo o que é exagerado, ou seja, o absurdo da valorização sem chamar a atenção para as falhas pode ser negativo”, diz Ana Gomes, psicóloga clínica. Segundo a docente da Universidade Autónoma de Lisboa, “a criança precisa de ser reconhecida, valorizada, alimentada narcisicamente”. Se não foram os pais a fazê-lo, alerta, a criança não o fará sozinha. No entanto, “devem ser momentos de investimento narcísico pontual, porque fazer isso constantemente pode ser contraproducente”. Mas o não investimento também é mau. “O problema é que ninguém sabe onde está o equilíbrio.” A psicóloga defende que esse investimento é importante, “especialmente numa fase precoce da infância, até aos 3 anos”. Se por um lado os pais devem destacar os pontos positivos, por outro também devem chamar a atenção para os menos bons. “Se houver equilíbrio, a criança desenvolve uma autoestima equilibrada.” Até porque, explica a docente da UAL, se houver incoerência em relação ao que é dito pelos pais e às suas capacidades, fora do contexto familiar não haverá o mesmo feedback, o que pode gerar problemas. “Se a criança ficar dependente desses reforços, pode ser negativo.” E vai sofrer, porque o mundo não fará o mesmo reconhecimento que os pais. Ana Gomes explica que “há pais que não conseguem ver os pontos menos bons nos filhos, que só identificam os positivos, o que também não é bom”. Mas, reforça, “hipervalorizar um filho não tem de ser mau, desde que haja coerência”. Fonte: https://www.dn.pt/sociedade/interior/quem-e-sobrevalorizado-na-infancia-torna-se-mais-narcisista-6224615.html Texto 2 O narcisismo na contemporaneidade: O mal estar na era das selfies Sigmund Freud, o criador da psicanálise, teorizou sobre o conceito de narcisismo, em sua obra Introdução ao Narcisismo, trazendo questões importantes sobre o desenvolvimento do sujeito que ainda podem ajudar a pensarmos no meio em que vivemos, para que uma pessoa consiga estabelecer bons vínculos sociais, é necessário que durante o período da infância, a criança se sinta amada principalmente pelas figuras familiares, ou seja, caracterizando como fundamental o olhar e troca/investimento afetivo. Com isso, de acordo com a teoria freudiana, é normal e esperado que o narcisismo esteja presente no desenvolvimento de todos nós, mas a forma como é vivenciado na infância influenciará nas outras fases da vida de cada um. Por exemplo, caso ocorra investimento narcísico em excesso o indivíduo poderá ficar voltado demais para si mesmo, e possivelmente terá dificuldades de estabelecer vínculos mais profundos. Em relação à mitologia grega, Narciso era aquele que ficou conhecido pela sua beleza e também pela impossibilidade de se contemplar, pois segundo o mito, isso lhe renderia vida longa. Mas ao ver-se refletido nas águas de uma fonte, ele se apaixona por si. E em busca desse amor impossível, Narciso funde-se consigo mesmo e sucumbe na própria imagem. Trazendo para o atual contexto, podemos ver tal mito nas tecnologias, principalmente com o uso das redes sociais, e a tão falada “selfies” (substantivo originado de self, “eu” em inglês) não estariam ligadas apenas na intenção de se expor, através de fazer um auto-retrato, mas também uma busca pelo elogio e olhar do outro de ser admirado reconhecido, e assim, amado. O que é muito discutido atualmente, seria se toda essa exposição e busca revela um sintoma da sociedade, cada vez menos interessada nas relações de fato e reais, á medida que apenas investe na proliferação de imagens, que não necessariamente traduzem o sentido real, ou seja, se o indivíduo de fato esta feliz e bem. Mas nessa busca por ser admirado e amado, de modo tão instantâneo, muitas vezes sem parar refletir, sendo assim de modo mais impulsivo, traduzem os reais sentimentos? E ao final, o indivíduo que terá muitas curtidas e elogios realmente se sentirá melhor? Acredito que esse sentimento perdura um curto período de tempo, é instantâneo, e por isso, novamente a pessoa precisa postar outra e outra e mais uma “selfie”, para
Quando você vê que passou longe do 1000 de novo via GIPHY Você já deve ter se perguntado por que pouco alunos tiram 1000 no Enem. Isso é fácil de responder: muita gente tem dificuldade em escrever, certo? Você está produzindo um texto que vai ser avaliado por vários critérios, dentro de um tempo limitado: a pressão de estar fazendo a prova do Enem não é nada fácil. Além desse cenário já conhecido, poucos alunos tiram 1000 na redação Enem por não saírem do senso comum, ou seja, escrevem um texto “arroz com feijão” e acabam falando mais do mesmo. Quais os motivos para não tirar mil? Nós vemos a ódio nos seus olhos via GIPHY Um conjunto de fatores afastam o seu texto da tão sonhada nota máxima: dificuldades na escrita; argumentação fraca; cópia do texto de apoio; não apresentar uma proposta de intervenção no parágrafo de conclusão ou ferir os direitos humanos. Outro erro comum é o aluno seguir receitas de “como fazer uma boa redação”, com dicas de expressões e frases prontas que supostamente “encaixam em qualquer redação” ou citações que, ao invés de contribuírem para o enriquecimento do texto, acabam deixando o texto batido. Saiba mais Então, para turbinar o seu texto e tirar 1000 na Redação Enem, que tal conferir outros posts do Redação Online que vão te ajudar a chegar na nota máxima?! Como sair do senso comum? Como fazer uma argumentação forte? Como criar um bom título? Como fazer uma boa citação? Deu para perceber que tem bastante coisa para prestar atenção e, principalmente, para praticar. Não deixe para depois, não perca tempo e comece a escrever agora mesmo. Releia e Corrija sua redação É importantíssimo reler sua redação e corrigir palavras repetidas, erros de ortografia e frases que não encaixaram bem no texto – muita atenção aqui, pois essa deverá ser a versão final e deve estar livre deste tipo de erro! Aproveite para corrigir sua redação online para melhorar ainda mais sua escrita. Entre no site https://redacaonline.com.br e veja como enviar sua redação para correção com professores especializados. Quem sabe você não entra para o clube dos poucos que tiram 1000 na redação Enem?

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema: Reality shows – espelho da sociedade. Texto 1 Idealizador dos reality shows “Big Brother” e “The Voice”, o holandês John De Mol, 58 anos, constata que construiu um império na área de televisão quando olha para o mapa fixado em uma das paredes no seu escritório. De todos os países que enxerga, em pelo menos 150 há uma emissora exibindo algum de seus inúmeros programas. Sua mais nova criação, “Utopia”, estreou no começo de janeiro na Holanda, já foi comprado pela Fox americana e deverá ser comercializado para pelo menos outros cinco países. Em “Utopia”, a experiência do reality show é levada ao extremo: durante um ano, 15 pessoas precisam estipular suas próprias regras para criar uma nova sociedade, pois, na visão de De Mol, a que vivemos não está dando certo. Uma ideia louca, mas, como ele mesmo diz, nenhuma ideia é louca ou absurda demais que não possa ser testada na tevê. Os reality shows são o espelho da sociedade. Mostram pessoas que vivem ao seu lado, que você reconhece, estão na rua. Algumas pessoas se gostam, outras não, umas se apaixonam, outras brigam. Sempre traz a pergunta: como você reagiria a essa situação? […] Fonte Texto 2 Nos reality shows, não é só a visibilidade que é uma armadilha. Tudo parece cuidadosamente desenhado para levar os participantes aos extremos, numa busca desenfreada pela audiência, não importa a que custo. Além de estarem sendo vigiados o tempo inteiro, inclusive nos momentos nos quais fazem suas necessidades básicas, os participantes são submetidos a verdadeiros experimentos. A escolha do elenco de uma edição é feita observando os mínimos detalhes e procurando encontrar nos participantes características que os coloquem sempre em embate, gerando assim material para a edição e entretenimento para um público sedento por sangue. Fonte Texto 3: Escreva uma redação sobre Tema: Reality shows – espelho da sociedade e nos envie para correção!

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: CRISE NA COREIA DO NORTE. Texto 1 5 passos para entender a crise na Coreia do Norte O avanço do programa nuclear norte-coreano e a ameaça de retaliação dos Estados Unidos elevam a tensão na Península Coreana O avanço do programa nuclear da Coreia do Norte e a possibilidade de que o país realize um novo teste com bombas atômicas têm elevado a tensão na Ásia. Os Estados Unidos (EUA) ameaçam retaliar militarmente qualquer tentativa de teste da Coreia do Norte, enquanto a China, aliada dos norte-coreanos, procura mediar a crise diplomaticamente e evitar um conflito. Entenda as raízes históricas desta crise e por que as relações entre EUA e Coreia do Norte chegaram a este ponto: A Guerra da Coreia A Guerra Fria dividiu o mundo em duas zonas de influência: uma capitalista, sob a liderança dos EUA, e outra comunista, controlada pela União Soviética (URSS). Sob este contexto, a Península Coreana deu origem à Coreia do Norte, sob influência da URSS, e a Coreia do Sul, alinhada com os EUA. Em 1950, a Coreia do Norte invadiu a Coreia do Sul, deflagrando a Guerra da Coreia. Uma trégua foi assinada em 1953, estabelecendo uma zona desmilitarizada na fronteira entre os dois países. Mas as Coreias permanecem tecnicamente em guerra, já que não foi assinado nenhum acordo de paz. O regime norte-coreano A Coreia do Norte é um país comunista de partido único sob controle da dinastia Kim desde 1948. A nação é economicamente atrasada, fechada à comunidade internacional e tem seu comando baseado no culto à personalidade do atual líder, Kim Jong Un, que herdou do pai e do avô a chefia do regime. Na ditadura norte-coreana não há liberdade de imprensa e direitos civis. O regime é acusado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU de promover prisões abusivas, assassinatos, escravidão, tortura e estupros contra dissidentes. A Coreia do Norte é o país mais militarizado do mundo, com uma estimativa de 1,2 milhão de soldados e 6 milhões de reservistas para uma população de 25 milhões. O programa nuclear Com o fim da União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte perdeu o apoio financeiro da antiga potência e entrou em crise econômica. Seguidas safras ruins provocaram escassez de alimentos e centenas de milhares de pessoas morreram de fome. O governo passou a depender da ajuda financeira de seus rivais – EUA, Japão e Coreia do Sul. A partir de 2000, as potências ocidentais começam a estimular negociações para a reunificação das Coreias. Para garantir a sobrevivência do regime, a Coreia do Norte iniciou um programa nuclear, acreditando que a posse de armas atômicas conseguiria dissuadir qualquer ação dos EUA para tentar derrubar o governo. Também foi uma forma que o regime encontrou para ter maior poder de barganha com as grandes potências e conseguir exigir concessões econômicas. Em 2006, o país testou pela primeira vez uma bomba atômica com sucesso. Desde então, a Coreia do Norte já realizou outros quatro testes nucleares – o último, em setembro de 2016. As negociações Desde o primeiro teste nuclear da Coreia do Norte, as potências ocidentais tentam convencer o país a abandonar suas ambições nucleares. Complexas negociações têm andamento, com os norte-coreanos barganhando benefícios como envio de petróleo e alimentos em troca do fechamento de reatores nucleares e permissão para inspeções internacionais. Mas nas poucas vezes em que as partes chegaram a um acordo, o regime norte-coreano rompeu o compromisso e deu prosseguimento ao programa nuclear. Com o avanço dos testes atômicos, a ONU impôs diversas sanções à Coreia do Norte que incluem proibição de viagens e congelamento de ativos de funcionários do regime, além de materiais, equipamentos e tecnologias que foram proibidos de serem exportados para o país. A crise atual Até recentemente, os EUA vinham lidando com a ameaça norte-coreana de forma diplomática, impondo sanções na tentativa de sufocar a economia e forçar o regime a desistir de seu programa nuclear. Mas, ao ser pressionado, Kim Jong Un tem respondido com uma retórica agressiva, ameaçando com novos testes e dizendo-se pronto para entrar em uma guerra. A atual crise começou com a intensificação da atividade militar da Coreia do Norte, que passou a testar a capacidade de novos mísseis desde o início do ano. Também surgiram rumores de que o país estaria preparando um novo teste nuclear em breve. Essa atitude do regime entrou em rota de colisão com o novo presidente dos EUA, Donald Trump, que assumiu em janeiro. Disposto a não tolerar as provocações norte-coreanas, Trump ameaçou uma retaliação energética em caso de um novo teste nuclear. Por sua vez, a China, principal aliada dos norte-coreanos, tenta colocar panos quentes na crise e convencer os dois lados a não elevar a tensão. Devido ao isolamento da Coreia do Norte, não há uma estimativa precisa do arsenal do país. Acredita-se que o regime dispõe de mais de mil mísseis de diferentes alcances, incluindo os de longo alcance que poderiam atingir os EUA. O país ainda não conseguiu testar um míssil balístico intercontinental capaz de abrigar uma ogiva atômica, mas a Coreia do Norte teria condições de realizar um ataque nuclear a nações vizinhas como a Coreia do Sul e o Japão. Como o programa nuclear norte-coreano já foi motivo de outras crises agudas no passado, espera-se que a atual tensão não passe da retórica agressiva e troca de acusações entre EUA e Coreia do Norte. Mas, diante de dois líderes intempestivos como Donald Trump e Kim Jong Un, o desfecho dessa crise é imprevisível. Fonte: https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/atualidades-vestibular/5-passos-para-entender-a-crise-na-coreia-do-norte/
A introdução é a porta de entrada para o seu texto. É através dela que o seu leitor vai descobrir qual tema será abordado, e por isso este parágrafo é tão importante, pois, se for mal construído, gerará dúvidas e perda de interesse, e não queremos que isso aconteça, certo? [maxbutton id=”6″ ] A cara do corretor quando começa a ler seu texto e ele já começou todo azedo! Há diversas maneiras de iniciar uma dissertação; Vamos a elas: Construção da tese: Aqui, e em todos os modelos de introdução, o tema deve estar sempre presente. Neste tipo de introdução você já iniciará o seu texto se posicionando, mostrando o ponto de vista que irá defender na sua argumentação. Este é o tipo de introdução esperada nas redações do ENEM. Posteriormente, na conclusão, a tese deverá ser retomada; Ex: Durante, principalmente, a década de 1980, o Brasil mostrou-se um país de emigração. Na chamada década perdida, inúmeros brasileiros deixaram o país em busca de melhores condições de vida. No século XXI, um fenômeno inverso é evidente: a chegada ao Brasil de grandes contingentes imigratórios, com indivíduos de países subdesenvolvidos latino-americanos. No entanto, as condições precárias de vida dessas pessoas são desafios ao governo e à sociedade brasileira para a plena adaptação de todos os cidadãos à nova realidade. Vemos que a tese, aqui, mostra que o Brasil do século XXI é um país que recebe muitos imigrantes (inversão do que havia na década de 1980). Roteiro: Este tipo de introdução apresenta ao leitor o roteiro que será seguido durante o desenvolvimento do seu texto; assim, ao citar o roteiro na introdução, deve-se segui-lo até o final, para que não haja incoerências; Ex: Para se analisar a questão da violência contra o menor no Brasil, é essencial que se discutam suas causas e suas consequências. Introdução por Base Histórica: neste modelo de introdução o candidato deve procurar na História uma relação direta com o tema proposto, contextualizando e, muitas vezes, contrapondo o panorama histórico com o presente; Olha aí a introdução ruim acabando com o resto do seu texto! Ex.: Diferentemente do que ocorreu em séculos passados durante o processo de colonização, o Brasil, no século XXI, destaca-se no cenário mundial por atuar como área de atração populacional.(…) (In: Guia do Participante Enem 2013) Perguntas: aqui o candidato lançará diversas questões na introdução, sempre relacionadas diretamente com o tema. Deve-se ter especial cuidado com este modelo de introdução, pois as respostas para as perguntas, lançadas na introdução, precisam estar claras no desenvolvimento do texto; Ex.: É certo dizer que grande parte dos políticos brasileiros não possuem muito prestígio e confiabilidade entre o povo? Citações e estatísticas: neste tipo de introdução, o candidato traz uma frase (citação) de algum especialista no assunto, ou estatísticas a respeito do tema. Importante tomar cuidado para não trazer citações “vazias”, que não sejam relacionadas ao assunto, e também se preocupar em fazer uma análise a respeito das estatísticas trazidas, para que elas não fiquem deslocadas; Ex: Quarenta mil crianças morreram hoje no mundo, vítimas de doenças comuns combinadas com a desnutrição. Para cada criança que morreu hoje, muitas outras vivem com a saúde debilitada. Entre os sobreviventes, metade nunca colocará os pés em uma sala de aula. Narração: Trata-se de contar uma pequena história ou fato de relevância para introduzir o tema. É importante que o fato tenha relação com o assunto que será abordado no decorrer da redação. Também é importante ter cuidado para que sua dissertação não se transforme em uma narrativa; Ex: Sentar em uma frigideira com óleo quente foi o castigo imposto ao pequeno D., de um ano e meio, pelo pai, alcoólatra. Temendo ser preso, ele levou a criança a um hospital uma semana depois. A mulher, também vítima de espancamentos, o denunciou à polícia. O agressor fugiu. Mista: como o próprio termo já diz, neste modelo é possível fundir várias formas de introdução. Pode-se trazer uma introdução com construção de tese e com perguntas, por exemplo, ou com Introdução por Base Histórica e citações, estatísticas. Ex: A Grande fome de 1315-1317 na Europa (ocasionalmente datada como 1315-1322) foi a primeira de uma série de crises em larga escala que atingiram a Europa no inicio do século XIV, causando milhões de mortes por um grande número de anos, marcando assim o fim de um período anterior de prosperidade durante o século XIII. Nos dias de hoje, quarenta mil crianças morreram no mundo, vítimas de doenças comuns combinadas com a desnutrição. Antes de iniciar a escrita da introdução, é importante ter em mente o “projeto do texto”, ou seja, você precisa ter claro o ponto de partida e o ponto de chegada, para que não acabe se perdendo no meio. DICA 1000: Quer virar um MONSTRO da redação e tirar nota máxima no ENEM e em qualquer vestibular ou concurso? Então envie sua redação e receba a correção em menos de 72h, com nota, comentários por competência e dicas de como melhorar sua escrita! Comece agora com apenas R$ 3,12 por correção!

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Voto facultativo no Brasil. Texto 1 No Brasil, o voto não é facultativo, sendo assim obrigatório para todos os cidadãos com mais de 18 e menos de 70 anos de idade. Isso representa cerca de 86% dos 144 milhões de eleitores. Apesar disso, temos níveis relativamente altos de abstenções, bem como de votos brancos e nulos. Tomemos como exemplo o pleito de 2014: No primeiro turno, 27,7 milhões de eleitores não compareceram às urnas. Outros 6,6 milhões anularam o voto e 4,4 milhões optaram pelo voto em branco. Somados, foram mais de 38 milhões de votos invalidados. Esses números superaram a votação do segundo candidato mais votado na disputa presidencial, Aécio Neves, que teve 34,8 milhões de votos. No segundo turno, os ausentes chegaram a 30 milhões. Por outro lado, houve menos votos em branco (1,9 milhão) e nulos (5,2 milhões), mas ainda assim o nível de votos inválidos se manteve semelhante ao primeiro turno. Fonte: https://www.politize.com.br/voto-facultativo/ Texto 2 Para Rodolfo Teixeira, cientista político e professor da Universidade de Brasília (UnB), a atual descrença na classe política pode levar a uma grave deserção do brasileiro do processo eleitoral. Além da Operação Lava Jato, que gerou suspeição em políticos e partidos no país, o especialista indica que a revolta é problema mundial, explicitado pela crescente popularidade de estadistas de fora do “sistema tradicional”, com os candidatos norte-americanos Bernie Sanders e o próprio Donald Trump. Para ele, portanto, essa situação somada a uma cultura interna que entende o voto como dever e não direito poderia deixar o processo ainda menos representativo, privilegiando a militância organizada. “A tendência é que grupos como sindicatos, religiosos e do setor financeiro e agronegócio recebam uma fatia maior dos votos, de cadeiras e eleitos”, afirma o professor. “Não adianta copiar países desenvolvidos no processo eleitoral sem estar lá em determinados aspectos”. De acordo com Teixeira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é forçado a dar condições para que as eleições sejam realizadas nos municípios mais remotos do país por conta da obrigatoriedade do voto. Em caso de um sufrágio opcional, haveria possibilidade de esse esforço deixar de ser feito. Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/o-que-falta-para-o-brasil-adotar-o-voto-facultativo/ Escreva um redação com o tema Tema de Redação: Voto facultativo no Brasil e nos envie!

Aqui exploraremos o fascinante universo das telenovelas brasileiras e sua influência na sociedade. Há décadas, essas produções televisivas têm conquistado o coração do público, despertando emoções, criando identificação e, muitas vezes, abordando questões sociais relevantes. Neste artigo, vamos explorar a relação entre as telenovelas e a sociedade brasileira, discutindo como elas têm influenciado a forma como as pessoas pensam e agem em diferentes áreas da vida, desde a moda até a política. Confira agora a proposta de redação e os textos motivadores: Proposta de redação Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte tema: Telenovelas brasileiras como influência social. Texto 1 sobre telenovelas brasileiras como influência social: Conforme a psicóloga Márcia Saar, as novelas podem influenciar os telespectadores, pois de maneira geral mexem com suas sensações e emoções, gerando a proximidade e identificação com o que é passado. Ela comenta que como as novelas retratam as situações do cotidiano, mesmo que de determinada realidade, por ser uma comunicação de massa, prende muito a atenção de quem acompanha. Para a profissional, é notório que as novelas ditam a moda, mas há ainda a questão comportamental que pode sofrer influência. “Dependendo do público que está assistindo, dependendo da percepção e idealização que se tem, os gestos, ações, também são copiados”, explica, relatando que um artista, que é visto como um ídolo, um exemplo de beleza dentro do padrão estético estabelecido pela mídia, tem a facilidade de passar seu comportamento como o ideal. Fonte: hhttps://www.opresente.com.br/geral/2011/01/qual-a-influencia-das-novelas-na-vida-real/1093524/ Texto 2 sobre telenovelas brasileiras como influência social: Reunir-se em frente à televisão após o jantar para assistir à telenovela, mais que um hábito tornou-se infelizmente um ritual nos lares brasileiros. Cultuada, a novela dita moda, linguagem, hábitos e contribui para a alienação de seu público o afastando ainda mais da presença de Deus, onde muitos deixam até de ir a igreja para assistir a novela. A imagem de um “mundo perfeito” mostrada nas novelas dá uma visão distorcida da realidade. Fonte: https://www.acordajovem.com/2013/01/influencia-das-novelas_29.html O que você achou do tema “Telenovelas brasileiras como influência digital”? Toda semana trazemos um tema novo de atualidades para ajudar nos estudos!

Vai fazer o vestibular da UDESC? Veja o que a redação UDESC tem de diferente dos outros vestibulares. Quem vai prestar o vestibular para a Universidade do Estado de Santa Catarina, a UDESC, deve ficar bem atento ao edital. Isso porque a redação desse vestibular costuma aproveitar-se das obras literárias exigidas para a realização das provas, para se inspirar para sua proposta de tema. Além disso, o gênero textual já é definido no edital. Ou seja, o aluno consegue se preparar para a prova de um modo mais assertivo, pois já tem uma ideia quanto a possíveis temas e a tipo textual a ser exigido. A redação UDESC vale de 0 (zero) a 30 (trinta) pontos, e os aspectos avaliados são os seguintes: Fluência, clareza, coerência e coesão linguística; Ideias organizadas, em sequência lógica e coerentes; Argumentos encadeados de forma coesa e coerente; Paragrafação correta; Estar de acordo com as normas gramaticais e ortográficas em vigor, e aplicar a pontuação adequada; Utilizar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema dentro dos limites estruturais do texto. Claro, o ponto de partida de avaliação da redação é se o aluno não fugiu do tema e se escreveu de acordo com o tipo textual pedido. Preste bastante atenção na proposta de redação e boa sorte!

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema de Redação: Relação entre competitividade e qualidade de vida. Textos motivadores sobre relação entre competitividade e qualidade de vida: TEXTO 1 Competitivo, eu? Confira os prós e os contras da competitividade Profissionais competitivos existem aos montes Brasil afora, mas nem todo mundo admite a característica. Na realidade, segundo o sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, normalmente, as pessoas não percebem que são competitivas. Profissionais competitivos existem aos montes Brasil afora, mas nem todo mundo admite a característica. Na realidade, segundo o sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, normalmente, as pessoas não percebem que são competitivas. E quem são esses profissionais e como atuam no dia-a-dia? Para Braga, eles estão mais preocupados com o próprio resultado do que com os avanços da equipe. Também não levam em consideração que os colegas podem precisar de ajuda. “Pessoas assim existem, mas estão em baixa. Hoje, na maioria das empresas, não há mais espaço para a competição. O foco passou a ser o trabalho em equipe. Tanto que, já no processo seletivo, elas costumam ser cortadas. É nítido quando alguém é competitivo. Seu discurso, na entrevista de emprego, é todo na primeira pessoa: eu fiz, eu realizei. Na dinâmica em grupo, ele ou ela toma a dianteira”, conta. Além disso, a diretora da RMML Consultoria de Imagem Corporativa, Renata Mello, explica que o competitivo, é, via de regra, mais agitado, ansioso e exigente. “Por querer crescer e aparecer mais, esse tipo de profissional é mais inquieto. Muitas vezes, não pensa duas vezes antes de passar por cima de alguém para poder crescer. No entanto, é complicado usar a equipe para aparecer. Uma hora, essa pessoa cai, porque, ao longo do tempo, cria inimigos”. Pontos positivos e negativos Na opinião de Braga, o ponto positivo de ser competitivo é a capacidade de alavancar resultados muito bons. E qual seria o negativo? “Se o profissional não faz sua parte pensando no coletivo, pode beneficiar seu departamento, mas prejudicar os outros. Por exemplo, na área comercial, é comum encontrar pessoas competitivas. Porém, de que adianta o profissional vender mais do que a empresa é capaz de produzir ou administrar (no caso de contratos)?”. “Quem é competitivo, não é competitivo por acaso. Geralmente, ele tem força, talento, é bom no que faz, ou seja, tecnicamente é muito capaz, mas, do ponto de vista comportamental, tem esse defeito, perceptível para todos que estão ao redor”, explica o sócio-diretor do Grupo Bridge. “Recentemente, estava conversando com uma pessoa que contou ter um gerente muito bom em sua empresa, mas que não poderia promovê-lo por conta de seu estilo competitivo. Como ele poderia subir e ser diretor sem resolver antes o conflito que tem com o grupo? Não dá, porque um diretor tem a função de conciliador”, acrescenta. Ademais, na opinião de Renata, a competição só é boa quando falamos de concorrência com outras empresas do mesmo ramo. Ou seja, o profissional que é competitivo visando ao ganho da empresa perante suas concorrentes é valioso. Todavia, ela é maligna quando se dá contra os colegas de trabalho e subordinados (no caso dos líderes). Ou seja, “o competitivo, com o tempo, é excluído do grupo, e fica conhecido como arrogante. Ele é o sabe tudo, que está sempre certo. Porém, cedo ou tarde, a máscara cai”, garante ela.

Com base nos seus conhecimentos e nos textos motivadores, elabore uma redação sobre o seguinte Tema: O problema da invisibilidade social. Texto 1:“Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da ‘invisibilidade pública’. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são ‘seres invisíveis, sem nome’. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R $ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: “Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”, explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. ‘Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’, diz. Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga.. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.[..]” Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Texto 2: Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Texto 3: […] ConseqüênciasA invisibilidade social provoca sentimentos de desprezo e humilhação em indivíduos que com ela convivem. De acordo com Gachet, ser invisível pode levar as pessoas a processos depressivos. ‘”Aparecer” é ser importante para a espécie humana, ser valorizado de alguma forma é parte integrante de nossa passagem pela vida, temos que ser alguém, um bom profissional, um bom estudante, um bom pai, uma boa mãe, enfim, desempenhar com louvor algum papel social’, diz.Outra conseqüência dessa invisibilidade é a mobilização dos ‘invisíveis’, grupos de pessoas que se juntam para conseguir “aparecer” perante a sociedade. Muitos são os exemplos desses grupos: MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais sem terra), a Central Única de Favelas (CUFA), fóruns nacionais, estaduais e municipais de defesa dos direitos da criança e do adolescente. Esses grupos também podem ser encontrados no crime organizado, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho).A invisibilidade social já está cotidianamente estabelecida e a sociedade acostumou-se a ela, passar por um pedinte na rua ou observar uma criança ‘cheirando cola’ em uma esquina é algo corriqueiro na vida social, segundo Gachet aceitar isso é violar os direitos humanos. ‘É preciso não só ver esses invisíveis, mas é preciso olhar para eles e sentir junto com eles, é preciso “colocar óculos em toda humanidade”’, finaliza. Fonte: https://www.overmundo.com.br/overblog/invisibilidade-social-outra-forma-de-preconceito Escreva uma redação sobre Tema: O problema da invisibilidade social e nos envie para correção.

Se você faz parte das pessoas que se perguntam isso, confira as dicas de hoje do Por que eu não consigo tirar 1000 na redação do ENEM?! Separamos alguns dos erros mais comuns dos alunos na hora de escrever a Redação para o Enem, assim você fica esperto e não dá bobeira. Confira nossas indicações! Não exponha ideias radicais via GIPHY Contenha suas emoções, criança! Isso acontece quando o aluno traz uma opinião completamente intransigente sobre dado tema, sem argumentos que justifiquem essa tomada de posição. Vale lembrar que o aluno vai ser avaliado por defender um ponto de vista, com argumentos e posições claras. Escolha uma posição, óbvio, mas evite usar expressões extremista como, por exemplo, “nunca”, “sempre”, “jamais”. Além disso, em geral, ideias radicais vão contra os direitos humanos, e ir contra os direitos humanos vai fazer com que você zere a sua nota. Não utilize expressões ou provérbios clichês e citações sem critério via GIPHY Muitos alunos estão empregando em seus textos receitas de “como se fazer uma Redação para o Enem”. Consequentemente, dicas que aparentemente podem parecer a solução para a sua redação, acabam deixando ela empobrecida. Por isso, se for para colocar citação, certifique-se de que ela realmente vai contribuir para a construção do seu argumento. Não coloque citação só para dizer que colocou, pois, ao invés de parecer inteligente, vai passar que você está tentando equilibrar um elefante branco num alfinete. Não use vocabulário muito rebuscado via GIPHY Às vezes, acontece de o aluno colocar uma palavra rebuscado no meio do texto quando ela é claramente desconexa. Pior é quando é usada uma “palavra bonita” que não faz o menor sentido com o contexto. Outro problema que pode ocorrer é de o aluno entulhar de expressões rebuscadas e o texto perder a fluência ou até ficar confuso. Cuidado com a linguagem oral via GIPHY Tome cuidado com a oralidade ao escrever. Pequenos deslizes como escrever “tá”, ao invés de “está”, são cada vez mais frequentes. Expressões coloquiais e gírias, como “irado”, não são adequadas a um texto que exige a norma culta da língua. Atenção aos erros de gramática via GIPHY Assim como a oralidade, os erros gramaticais também são inimigos de um bom texto. Se estiver com dúvida na hora de usar algum termo, procure trocá-lo por outra palavra mais segura. Não se arrisque! De maneira sucinta, vamos lembrar os tópicos que podem fazer com que você zere na Redação Enem. Aí sim você fica longe do mil: Fugir do tema;red Escrever um texto que não seja dissertativo; Texto com até 7 linhas; Impropérios, desenhos e deboches; Desrespeito aos direitos humanos (racismo, xenofobia e homofobia); Folha de redação em branco. Você pode dar uma olhadinha no post que fizemos com dicas para não zerar na Redação Enem, é só clicar no link aqui. Nesse post você vai encontrar de maneira mais detalhada tudo que você precisa saber para não zerar na Redação Enem. E aí, pronto para tirar 1000? Para ficar bem preparado, escolha um dos temas de redação aqui do nosso blog e comece a escrever. Treinando, você consegue chegar à nota máxima! O que achou de nosso texto sobre Por que eu não consigo tirar 1000 na redação do ENEM?
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