
O nosso tema desta semana reflete sobre o silenciamento das mulheres na nossa sociedade. Se você é mulher, já passou por alguma situação em que desvalorizaram ou ignoraram sua opinião, seja na escola, no trabalho ou mesmo nos seus grupos sociais.
Isso acontece de várias formas e há tanto tempo que só recentemente passou a ser foco de discussão. Afinal, hoje as mulheres estão cada vez mais ocupando espaços de poder. Portanto, o silenciamento das mulheres não é mais aceitável e precisamos combatê-lo. Para ajudar a pensar na sua argumentação, selecionamos alguns conteúdos para você incluir na sua pesquisa e, quem sabe, em seu projeto de texto também.
O filme, baseado em uma história real, mostra uma equipe de cientistas da NASA, formada exclusivamente por mulheres afro-americanas, que ajudou os EUA na corrida espacial durante a Guerra Fria. No entanto, apesar de fundamentais ao processo, essas mulheres foram diversas vezes silenciadas, tendo seu trabalho assinado por homens brancos. Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de Lavras, da área de estudos da Linguagem, analisou como esse silenciamento ocorreu e é mostrado no filme. Então, se você já viu o filme, assista ao vídeo a seguir para saber mais! Se ainda não viu, corra para assisti-lo!

Inspirada pela obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale (ou “O conto da aia”, no Brasil) trata-se de um futuro distópico em que o fundamentalismo cristão ascende ao poder. Nesse novo sistema, as mulheres, além de sofrerem diversos abusos e explorações, não têm autonomia para nada, sequer podem ler. Portanto, elas vivem subjugadas e não possuem qualquer possibilidade de participação política. Desse modo, o conhecimento dessa história, seja pela série ou pelo livro, pode ajudar a compreender os silêncios impostos às mulheres na sociedade. Assista ou leia!

Leia o artigo publicado no Garotas Geek para entender como o silenciamento de mulheres aparece em um dos episódios da série e, depois, procure-o para assistir e tirar suas próprias conclusões!
Neste videocumentário, realizado pela Sempreviva Organização Feminista (SOF), discute-se o papel da mulher no mercado de trabalho e no sistema de produção, destacando a sua invisibilidade dentro desta estrutura. Certamente é um material rico que você poderá usar na sua argumentação. Então, dê play!

E será que existe espaço para as mulheres nas artes? Leia esta entrevista. Nela, a rapper Lívia Cruz revela as experiências, muitas vezes de silenciamento, que as mulheres encontram na cena Hip Hop.
Bastante em evidências nos últimos dias devido a uma entrevista à Oprah, a atriz Meghan Makle contou que sentiu-se como a “Pequena Sereia” porque, ao entrar para a família real, teve que “apagar” a sua personalidade. Paralelamente, ela conta que, assim como na animação, ela consegue sua voz de volta – a partir da saída dela e do marido da realeza. Portanto, para tratar dessa questão, você pode também comparar a situação de Meghan com o filme. Provavelmente você já assistiu, mas, caso não, assista. De fato ele mostra como muitas vezes, para conseguir o que quer, ou para ter um amor, algumas mulheres se submetem ao silenciamento. Trata-se, então, de boa metáfora!
Neste artigo você terá contato com algumas dicas sobre como agir em situações em que a mulher é interrompida, por exemplo, em reuniões de trabalho.
A revista VC S/A também preparou um material com dicas sobre como as mulheres podem reagir às situações que levam ao seu silenciamento no ambiente corporativo. Então, quem sabe com elas você não começa a pensar em uma proposta de intervenção? Leia a matéria na íntegra e saiba mais!
Neste documentário mulheres sauditas contam a sua história. Trata-se de atletas, jornalistas, artistas, educadoras e políticas – vozes que até então não eram ouvidas no país que tem a maior desigualdade de gênero do mundo. Confira a matéria sobre o assunto feita pela DW.
Por fim, confira esta matéria da Folha de S. Paulo que discute outro tipo de silenciamento: o do assédio. Aqui, são discutidos casos como o de Dani Calabresa, Mari Ferrer e Duda Reis. Além de ocorrerem em espaços privados, os agressores presumem que as vítimas ficarão caladas. Vale a pena ler!
E aí, gostou dessas dicas? Lembrou de algum filme, série ou livro que também trabalhe essa temática? Certamente, no mundo das artes muitas histórias de silenciamento de mulheres já apareceram. Conte nos comentários que repertório você usaria nesse tema!
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Ver Planos de CorreçãoA obesidade infantil é um problema crescente e alarmante, especialmente em comunidades carentes. No dia 3 de junho, celebramos o Dia da Conscientização contra a Obesidade Mórbida Infantil, uma data crucial para chamar a atenção e conscientizar a população sobre a importância dos cuidados preventivos e do combate a essa grave questão de saúde pública. Pesquisas do Ministério da Saúde indicam que 12,9% das crianças brasileiras de 5 a 9 anos são obesas, enquanto 18,9% dos adultos estão acima do peso. Esses números mostram a urgência de abordarmos o problema com seriedade e ação efetiva. Neste post, vamos explorar como as políticas públicas podem ajudar a combater a obesidade infantil em comunidades carentes. Discutiremos as causas, consequências, e soluções possíveis, bem como apresentaremos repertórios valiosos para entender melhor esse desafio. Que tal praticar e refletir sobre como podemos contribuir para um futuro mais saudável para nossas crianças? Vamos lá! Proposta de redação sobre obesidade infantil A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As políticas públicas e o combate à obesidade infantil em comunidades carentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação sobre obesidade infantil Textos motivadores sobre obesidade infantil Texto I A obesidade em crianças e adolescentes é multifatorial. Condições genéticas, individuais, comportamentais e ambientais podem influenciar no estado nutricional. O relatório público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional, com dados de pessoas acompanhadas na Atenção Primária à Saúde, aponta que, até meados de setembro de 2022, mais de 340 mil crianças de 5 a 10 anos de idade foram diagnosticadas com obesidade. Em 2021, a APS diagnosticou obesidade em 356 mil crianças dessa mesma idade. Atualmente, a região Sul possui 11,52% de crianças obesas nessa faixa etária, maior índice do País. Em seguida aparecem as regiões Sudeste, com 10,41%; Nordeste, com 9,67%; Centro-Oeste, com 9,43%; e Norte, com 6,93% das crianças acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na região. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/acompanhadas-pelo-sus-mais-de-340-mil-criancas-brasileiras-entre-5-e-10-anos-possuem-obesidade Texto II A necessidade de isolamento social instituída pela pandemia e a mudança de rotina que ela acarretou, em especial a diminuição de exercícios físicos, refletiu no aumento de peso em crianças e jovens. Segundo o boletim do Observa Infância, o período de 2019 a 2021 chama a atenção para um crescimento de 6,08% de crianças até 5 anos com sobrepeso ou obesas. Entre os adolescentes brasileiros houve um aumento de 17,2% no número de jovens. “A obesidade infantil e de adolescentes no Brasil ainda é uma grande preocupação de saúde pública. Apesar de observarmos uma queda nos últimos anos, o Brasil ainda possui números acima da média global e da América Latina. Nos anos de pandemia, observamos um aumento nos índices de obesidade infantil possivelmente consequência do aumento no consumo de ultraprocessados durante o período de isolamento”, alerta Cristiano Boccolini, pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) e coordenador do Observa Infância. Fonte: https://portal.fiocruz.br/noticia/obesidade-em-criancas-e-jovens-cresce-no-brasil-na-pandemia Texto III Por que a obesidade continua a crescer? De antemão, o maior desafio da obesidade é o fato de essa ser uma doença multifatorial. Por esse motivo, trata-se de uma condição complexa, pois exige ações em diversos setores, não só da saúde. Isso significa dizer que a oferta de alimentos, assim como a sua qualidade, influencia no surgimento da doença. Os ambientes e locais que as pessoas frequentam podem favorecer ou não a obesidade, o que é chamado de ambientes obesogênicos, e estimular a alimentação inadequada, o comportamento sedentário e a inatividade física. Os hábitos também impactam nas escolhas alimentares, assim como as questões econômicas. Até mesmo a infraestrutura de uma cidade é considerada um fator para o surgimento e crescimento da doença. E já que a obesidade é um desafio global para a saúde e para a sociedade, é necessário adotar estratégias efetivas em todo o mundo para prevenir e deter o avanço do problema. Mas a transformação também pode e deve acontecer localmente. A execução de estratégias em nível municipal é possível e necessária para reverter o cenário e prevenir os danos: – Investimento na Atenção Primária à Saúde (APS) para o monitoramento da situação alimentar e nutricional e para a promoção do aleitamento materno e da alimentação complementar adequada e saudável em crianças menores de 2 anos; – Tornar as cidades favoráveis ao acesso a uma alimentação saudável e à prática de atividade física com estruturas adequadas e segurança; – Veiculação de campanhas efetivas de comunicação em saúde; – Valorização da escola como um ambiente aliado a esta causa, inclusive para a prática da atividade física e para a restrição da oferta de alimentos não saudáveis; – Implementação de políticas fiscais e medidas regulatórias para facilitar o acesso aos alimentos saudáveis e reduzir o acesso e a exposição aos alimentos não saudáveis. Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-ter-peso-saudavel/noticias/2022/como-seu-municipio-pode-avancar-na-prevencao-da-obesidade-infantil Texto IV Fonte: https://www.crefsp.gov.br/comunicacao/noticias/3-de-junho-dia-da-conscientizacao-contra-a-obesidade-morbida-infantil Repertórios para o tema de redação sobre obesidade infantil 1. Filmes: • “Super Size Me” (2004): Um documentário que explora os impactos da alimentação de fast food na saúde. Ele destaca a importância de políticas públicas na promoção de dietas saudáveis e na regulação da indústria alimentícia. • “Wall-E” (2008): Embora seja uma animação, o filme apresenta uma sociedade futurista onde a obesidade é comum devido à vida sedentária e à dependência de alimentos processados, sublinhando a necessidade de intervenções políticas para promover estilos de vida saudáveis. 2. Séries: • “Jamie Oliver’s Food Revolution” (2010): Esta série documenta os esforços do chef Jamie Oliver para melhorar a alimentação nas escolas americanas, ressaltando a importância de políticas públicas na educação nutricional. • “The Magic School Bus” (Episódio: “Ready, Set, Dough”): Este episódio aborda a importância da nutrição, mostrando como a educação e a informação podem influenciar hábitos alimentares saudáveis desde a infância. 3. Legislações: • Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA):
Proposta de redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “As disparidades raciais e sociais refletidas nas taxas de analfabetismo no Brasil” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I Analfabetismo Autor: Alceu Ravanello Ferraro, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS O termo “analfabeto” vem do latim e significa literalmente “sem alfabeto”. Historicamente, esse rótulo era reservado a pessoas que, devido a suas posições ou funções sociais, precisavam saber ler e escrever. Contudo, desde o século XVIII, essa exigência se estendeu para a população em geral, marcando uma mudança significativa no entendimento e na abrangência do analfabetismo. No Brasil pós-1870, ser alfabetizado tornou-se um critério para votar com a Lei Saraiva de 1881, promovida pelo Partido Liberal. Os analfabetos foram excluídos do voto, considerados ignorantes e até perigosos, criando um estigma social duradouro. Paulo Freire, em 1968, criticou essa visão, apontando o analfabetismo como uma expressão de injustiça social. Segundo ele, a alfabetização deveria transcender a simples técnica de ler e escrever, evoluindo para uma ferramenta de reflexão crítica e libertação. Fonte adaptada: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), acesso em 24 de junho de 2024. Texto II sobre analfabetismo No Brasil, 11,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais, ou seja, 7% dessa faixa etária, não sabem ler e escrever uma carta simples. Apesar da redução do problema nas últimas décadas, o Nordeste permanece como a região com a taxa de analfabetismo mais elevada do país, com 14,2%, o que representa o dobro da média nacional. Esses dados, divulgados pelo Censo Demográfico de 2022 na última sexta-feira, apontam também uma melhora comparativa: em 2010, a taxa de analfabetismo era de 9,6%. Fonte adaptada: G1, acesso em 24 de junho de 2024. Texto III sobre analfabetismo no Brasil Segundo dados do Censo, a taxa de analfabetismo entre os indígenas alcança 15,1%, o que é significativamente superior em comparação com outras etnias. Este índice é maior do que os 10,1% observados na comunidade preta e os 8,8% na comunidade parda. Em contraste, as populações branca e amarela apresentam as menores taxas, com 4,3% e 2,5%, respectivamente. Isso mostra que as taxas de analfabetismo para pretos e pardos são mais que o dobro em relação aos brancos, e quase quatro vezes maior para os indígenas. Fonte adaptada: CNN Brasil, acesso em 24 de junho de 2024. Texto IV Fonte IBGEhttps://www.ibge.gov.br/ Repertórios para o tema sobre taxa de analfabetismo no Brasil Filmes para tirar nota alta na redação do Enem Séries sobre analfabetismo no Brasil Legislações sobre analfabetismo Clássicos da Literatura para usar na redação sobre esse tema Fato Histórico sobre analfabetismo Argumentos para o tema sobre taxa de analfabetismo no Brasil Argumento 1 sobre taxa de analfabetismo no Brasil: desigualdade social Causa: A desigualdade social, agravada pela distribuição desigual de recursos educacionais, está diretamente relacionada ao alto índice de analfabetismo entre comunidades vulneráveis no Brasil. Consequência: O analfabetismo limita oportunidades de emprego e participação cívica, perpetuando ciclos de pobreza e exclusão social. Solução Possível: Investir em educação acessível nas áreas mais afetadas, incluindo a formação de professores e o uso de tecnologias educacionais, pode quebrar o ciclo de desigualdade. Repertório: Ariano Suassuna destacou como a integração da cultura local na educação pode combater a exclusão. Adaptar métodos educacionais para respeitar e valorizar as identidades regionais promove inclusão e interesse pelo aprendizado. Argumento 2: lacuna educacional Causa: A lacuna educacional no Brasil é agravada pela falta de infraestrutura adequada e pela ausência de programas que incentivem a leitura e a escrita, especialmente em comunidades vulneráveis. Consequência: Essa deficiência resulta em altas taxas de evasão escolar e em um baixo índice de alfabetização, perpetuando a exclusão social e limitando as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Solução Possível: Investir em infraestrutura escolar e criar programas de incentivo à leitura e à escrita, adaptados às necessidades locais, pode reduzir a evasão escolar e melhorar a alfabetização. O uso de metodologias participativas e inclusivas, como as propostas por Paulo Freire, pode engajar os estudantes e valorizar seu contexto sociocultural. Repertório: Paulo Freire destacou a importância de uma educação que vá além da simples transmissão de conhecimentos. Ele defendia uma pedagogia que considera o aluno um agente ativo no processo de aprendizagem, promovendo a conscientização e a transformação social. Aplicar esses princípios pode ajudar a preencher a lacuna educacional. Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre as disparidades raciais e sociais refletidas nas taxas de analfabetismo no Brasil, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter sua redação corrigida pela mais renomada e eficiente plataforma de correção do Brasil..
Proposta de redação A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “O papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes” apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Desse modo, selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista. Instruções para redação Textos motivadores Texto I A dor musculoesquelética afeta cerca de 27% das crianças e adolescentes brasileiros, representando um desafio significativo para a saúde pública, conforme estudo publicado no Brazilian Journal of Physical Therapy. Essa condição, muitas vezes subestimada por pais e profissionais de saúde, pode ter um impacto considerável nas atividades diárias dos jovens, incluindo a frequência escolar e a participação em atividades físicas. O estudo revela que mais de um quarto dos jovens entrevistados relataram dores incapacitantes que afetaram suas rotinas, com as costas sendo a região mais afetada. Esse dado é alarmante, principalmente porque a dor na infância e adolescência pode evoluir para problemas crônicos na vida adulta. No Brasil, estima-se que mais de 35% dos adultos acima de 50 anos sofram de dor crônica, o que destaca a importância de abordar essas questões desde cedo. Entre os fatores associados à dor musculoesquelética em jovens, destacam-se o sedentarismo, como horas excessivas diante de televisões e videogames, além de questões psicossomáticas e a qualidade de interação familiar. Esses elementos são cruciais para entender o contexto amplo em que essa dor se desenvolve e persiste. Uma abordagem proativa para o manejo dessas dores inclui a promoção de atividades físicas, que são fundamentais não apenas para a prevenção, mas também como parte do tratamento. O encorajamento ao movimento e à atividade regular pode ser um passo vital para mitigar os impactos dessa condição na juventude. Fonte adaptada: CNN Brasil Texto II Dores nos membros inferiores representam cerca de 10 a 15% das consultas pediátricas, sendo um encaminhamento comum para serviços de reumatologia. As causas de dor musculoesquelética em crianças variam entre condições reumáticas e não reumáticas, com destaque para as síndromes dolorosas idiopáticas e síndromes de amplificação da dor musculoesquelética (SADMs), que incluem as dores de crescimento, fibromialgia juvenil, síndrome de dor regional complexa, fobia escolar e reumatismo psicogênico. Outros grupos de condições que podem causar dor incluem doenças mecânicas, inflamatórias, infecciosas, hematológicas, neoplásicas e metabólicas. O diagnóstico dessas dores inicia-se com uma avaliação detalhada da história do paciente e exame físico, que direcionam os exames complementares necessários. Essa abordagem evita procedimentos desnecessários e encaminhamentos excessivos para especialistas. Fonte adaptada: Secad Artmed. Texto II Especialistas do Institute of Training Science and Sports Informatics, em estudo publicado na revista “Pediatrics”, destacam os benefícios da musculação para crianças e adolescentes quando devidamente supervisionada. O treino de resistência realizado duas vezes por semana resultou em maior ganho de força comparado a treinos menos frequentes ou mais curtos. A prática, que já é adotada por alguns profissionais no Brasil, requer supervisão de um educador físico e liberação médica. A Associação Nacional de Força e Condicionamento (NSCA) lista várias vantagens do treino de força nesta faixa etária, incluindo melhorias no equilíbrio corporal, concentração, massa óssea, e redução no risco de lesões. Esses benefícios se estendem à prevenção de condições como hipertensão e à promoção de um estilo de vida saudável. O treino também é benéfico para o desenvolvimento social e autoestima dos jovens. Fonte adaptada: https://www.anapaulasimoes.com.br/nossos-artigos/musculacao-para-criancas-e-adolescentes/ Texto IV Fonte: IBGE Repertórios relacionados ao tema sobre o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética Filme: “Billy Elliot” Esse filme retrata a vida de um garoto que encontra na dança uma paixão e um escape para suas frustrações pessoais e físicas, incluindo as tensões musculares do trabalho manual que muitas crianças enfrentam em contextos desfavorecidos. A história destaca como a atividade física, mesmo não convencional, como a dança, pode influenciar positivamente o desenvolvimento físico e emocional. Série: “Cheer” (Netflix) Essa série documental expõe os riscos e benefícios físicos da prática intensiva de esportes desde cedo. Discute lesões comuns, prevenção e o impacto da atividade física no bem-estar e desenvolvimento dos jovens. Agenda 2030 – Objetivo de Desenvolvimento Sustentável: Saúde e Bem-Estar (Objetivo 3) Esse objetivo enfatiza a importância da saúde e bem-estar para todas as idades, incluindo o fomento de estilos de vida saudáveis desde a infância. O incentivo à prática regular de atividade física encaixa-se como uma estratégia para prevenir doenças crônicas desde cedo, incluindo problemas musculoesqueléticos. Lei: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) O ECA, em seus vários artigos, protege o direito à saúde das crianças e adolescentes, incluindo o acesso a práticas esportivas e atividades físicas que são essenciais para o desenvolvimento saudável e prevenção de doenças, como as dores musculoesqueléticas. Livro: “O Físico” – Noah Gordon A obra trata primordialmente de um aprendizado médico na Idade Média, mas também destaca o impacto dos conhecimentos médicos na melhoria da qualidade de vida e saúde, um paralelo que pode ser traçado em relação à importância do conhecimento sobre a biomecânica e fisiologia no treino de jovens. Constituição de 1988 A Constituição Brasileira estabelece como dever do Estado garantir a saúde como direito de todos, promovendo políticas sociais e econômicas que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos. Isso inclui promover programas e iniciativas que incorporem a atividade física como parte essencial da saúde pública, também para crianças e adolescentes. Argumentos para abordar o tema o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética Argumento 1: falta de debate sobre atividade física na infância Argumento 2: omissão governamental no estímulo à atividade física infantil Por fim, agora que você está bem informado sobre todos os aspectos a respeito do tema da redação sobre o papel da atividade física no combate à dor musculoesquelética em crianças e adolescentes, que tal colocar seus conhecimentos em prática? Ao acessar o nosso site, você terá a oportunidade de ter
A doação de livros é uma ferramenta de justiça social contra a exclusão cultural. Em um Brasil com cada vez mais não leitores, ela democratiza o acesso ao conhecimento e reduz desigualdades.
Vestibular UNEB 2026 debateu o feminicídio e a educação como combate à violência. Analisamos este tema crucial que desafiou milhares e te preparamos para futuras pautas sociais.
A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br