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Atualidades
Otavio Pinheiro

MENINAS MALVADAS na redação: como usar o filme como repertório?

O Lucas Felpi, que tirou nota 1000 na redação do ENEM 2018, trouxe uma dica de um repertório sociocultural icônico dos anos 2000 para vocês: como usar o filme  MENINAS MALVADAS na redação! Bora fazer o barro acontecer? Primeiramente, confira a ficha técnica e sinopse do filme antes de conferir como usar MENINAS MALVADAS na redação: MENINAS MALVADAS (filme): 2018 • 2h13min • 14+ Sinopse: “Cady Heron cresceu na África e sempre estudou em casa, nunca tendo ido à escola. Após retornar aos Estados Unidos com seus pais, ela se prepara para iniciar sua vida em uma escola pública. Logo Cady percebe como a língua venenosa de suas novas colegas pode prejudicar sua vida e, para piorar ainda mais sua situação, Cady se apaixona pelo garoto errado.” ENSINO DOMICILIAR Pelos últimos 12 anos, Cady Heron foi educada pelos pais em casa enquanto vivia na África. Ao se mudar para Evanston, EUA, ela passa a frequentar uma escola pública, sendo obrigada a se adequar a protocolos de socialização estranhos a ela. O filme originalmente seria intitulado “Homeschooled”. ESTEREÓTIPO DO CONTINENTE AFRICANO A personagem principal não revela o seu país de origem, sendo referido apenas como “África”. Tal fato, somado às cenas de

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Repertório para o tema ”A importância das redes de relacionamento on-line para os movimentos sociais”

CONFIRA O TEMA CLICANDO AQUI! O tema desta semana com certeza te traz uma série de exemplos à mente, isso porque, nos últimos anos, as redes sociais, em especial o Facebook, o Twitter e o Instagram, têm se mostrado potentes enquanto mobilizadoras de movimentos na sociedade. Não é raro vermos situações sociais que, com o apoio das redes de relacionamento, ganham tanta relevância que acabam se tornando movimentos propriamente ditos, muitos deles com consequências, positivas ou não. Também é extremamente importante refletir, além da questão da potência das redes e das consequências dos movimentos, sobre o preparo social que os usuários têm enquanto pessoas ativas no mundo on-line. Será que todos e todas sabem se posicionar adequadamente diante de situações polêmicas nas redes? Centramos nosso roteiro de estudos nessas três frentes, mas lembre-se de que o assunto desta semana é muito rico e te permite um grande leque de opções de desenvolvimento da redação. 1- Artigo sobre o conceito de ciberativismo no Brasil. Disponível em: each usp jornal 1906 Acesso em: 23/06/2020 A ação de se criar movimentos sociais a partir de redes de relacionamento on-line tem um nome: ciberativismo. Neste artigo, você poderá saber um pouco mais sobre esse

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Temas e Repertórios
Otavio Pinheiro

Repertório para o tema “Sororidade e união entre as mulheres”

CONFIRA O TEMA COMPLETO CLICANDO AQUI! Sororidade, um substantivo feminino bastante novo, mas que já tem dado muito o que falar, principalmente por conta da presente edição do Big Brother Brasil, televisionado pela Globo. Muita gente já não assistia ao Big Brother há anos, mas, por conta de toda a polêmica, tendo, de um lado, um grupo de homens extremamente machistas e de outro, mulheres esclarecidas, que não aceitaram algumas atitudes e se juntaram contra eles. Já sabe o que aconteceu, né? A divisão dos participantes em dois grupos bastante distintos causou muita polêmica nas redes sociais e na mídia em geral e o assunto da sororidade, do Girl Power e do feminismo, que estão presentes nas discussões sociais, ganharam ainda mais espaço. Nossa proposta da semana, muito por conta do Dia das Mulheres, comemorado no último dia 08, foi inspirada em todo o destaque que essa discussão tem recebido. Vamos conhecer um pouco mais sobre o assunto? Matéria on-line sobre o significado do termo sororidade e as formas de praticá-la. Disponível em https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2018/04/01/o-que-e-sororidade-e-como-pratica-la.htm  / Acesso em 09/03/2020. Esse texto compôs nossa proposta de redação, porém de forma editada devido ao seu tamanho. Sugerimos a leitura na íntegra, pois a

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Tema de Redação: A importância da representatividade no Cinema e na TV

TEXTO 1 Inúmeros estudos demonstram uma inquietante verdade: a esmagadora maioria de diretores, atores, colaboradores, ou seja, trabalhadores da área cinematográfica – e pasme – até mesmo críticos, são homens. Tal pesquisa revela que “apenas 10,7% dos filmes analisados possuíam um elenco equilibrado de homens e mulheres – a proporção média encontrada foi de 2,25 atores para cada atriz”. O mesmo estudo apontou que um terço das atrizes trajam roupas provocantes ou estão parcialmente nuas nas filmagens. A desproporção atinge inclusive os bastidores: há uma média de 5 homens para cada mulher trabalhando na indústria cinematográfica. São apenas 9% de diretoras mulheres, contra 91% de diretores homens na atualidade. Na história do Oscar, apenas quatro mulheres já foram indicadas ao prêmio de Melhor Direção, enquanto somente Kathryn Bigelow saiu vencedora nesta categoria pelo filme “Guerra ao Terror”, de 2009. Não são apenas as mulheres que são deixadas de lado. Uma polêmica envolveu a cerimônia do Oscar do ano de 2016, que, pelo segundo ano consecutivo, não indicou nenhum negro para as categorias principais. O que dizer, então, acerca da participação de outras minorias, a exemplo dos transgêneros, que são massivamente ignorados: “Nenhum personagem transgênero apareceu nos 100 filmes de maior bilheteria

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Tema de Redação: Mulheres na política brasileira
Temas e Repertórios
Otavio Pinheiro

Tema de Redação: Mulheres na política brasileira

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o Tema de Redação: Mulheres na política brasileira TEXTO 1 Segundo o Inter-Parliamentary Union, o Brasil é um dos piores países em termos de representatividade política feminina, ocupando o terceiro lugar na América Latina em menor repre樂威壯sentação parlamentar de mulheres. No ranking, a nossa taxa é de aproximadamente 10 pontos percentuais a menos que a média global e está praticamente estabilizada desde a década de 1940. Isso indica que além de estarmos atrás de muitos países em relação à representatividade feminina, poucos avanços têm se apresentado nas últimas décadas. Esse cenário se observa em todas as esfera do poder do Estado. Desde as câmaras dos vereadores até o Senado Federal, essa taxa de representatividade ainda permanece muito baixa, mesmo em um cenário no qual 51% dos eleitores são mulheres. O quadro abaixo, com dados de 2016, mostra como o número de mulheres na política é baixo no Brasil. Como você pode ver, naquele ano, apenas um cargo de governo estadual era ocupado por mulher, hoje a situação não é muito diferente, apenas dois governos estaduais não são governados por homens. Diante desse

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Atualidades
Otavio Pinheiro

Como usar a série COISA MAIS LINDA nas redações

Oi, pessoal! Nosso parceiro Lucas Felpi, que tirou 1000 na redação do ENEM 2018, preparou uma dica super legal para vocês! A série COISA MAIS LINDA estreou há pouco tempo na plataforma Netflix e traz vários assuntos que podem ser pertinentes em uma redação! Vamos conferir? SÉRIE: COISA MAIS LINDA 2019 • 1 temporada • 50min • 16+ Sinopse: “Uma dona de casa chega ao Rio dos anos 50 para encontrar o marido e descobre que foi abandonada. Em vez de sofrer, ela decide ficar na cidade e abrir um clube de bossa nova.” GERAL 1ª TEMPORADA EXEMPLO NA REDAÇÃO Tema ENEM 2015: “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira” No série nacional da Netflix “Coisa Mais Linda”, o cenário do Rio de Janeiro de 1959 é marcado pelo patriarcalismo. Nesse sentido, Augusto é um político que, com medo de perder sua bela e cobiçada esposa cantora, a bate e a agride regularmente em casa, chegando a estuprá-la. Sessenta anos depois, é evidente que muitas circunstâncias não se alteraram: a violência contra a mulher persiste no Brasil do século XXI, consequência majoritariamente da insegurança masculina em perder sua posição de poder. Gostou desta super dica? Não deixe

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Documentários disponíveis na Netflix para escrever melhores redações

Oi, pessoal! Hoje, pra descontrair um pouquinho, trouxemos uma lista com alguns documentários disponíveis na Netflix que poderão ser citados por você na hora de escrever a sua redação. Então, sem demora nenhuma, vamos descobrir quais são eles e caprichar em melhores redações? 1. Feministas: O que elas estavam pensando? Um álbum de fotos da década de 1970 captura o despertar de algumas mulheres, deixando para trás restrições culturais impostas sobre elas desde sua infância e abraçando a si mesmas por inteiro. A diretora Johanna Demetrakas revisita essas fotos e as histórias de vida das mulheres retratadas nelas, refletindo sobre as mudanças culturais que aconteceram desde então e que exigem uma ainda presente necessidade de mudança. O documentário nada mais é do que uma entrevista com diversas mulheres que falam sobre as grandes mulheres da segunda onda do feminismo nos EUA. Vale a pena assistir para se inspirar para escrever melhores redações. O documentário pode ser citado ao se abordar diversos temas, como igualdade de gênero, busca de direitos, direitos humanos, etc. 2. The True Cost Documentário de 2015 que explora o impacto da moda nas pessoas e no planeta. Mostra passo a passo a produção de moda e como isso

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Temas e Repertórios
Otavio Pinheiro

Tema de redação: As altas taxas de feminicídio no Brasil

Texto 1 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de assassinatos no Brasil chega a 4,8 para cada 100 mil mulheres. O Mapa da Violência de 2015 aponta que, entre 1980 e 2013, 106.093 pessoas morreram por sua condição de ser mulher. As mulheres negras são ainda mais violentadas. Apenas entre 2003 e 2013, houve aumento de 54% no registro de mortes, passando de 1.864 para 2.875 nesse período. Muitas vezes, são os próprios familiares (50,3%) ou parceiros/ex-parceiros (33,2%) os que cometem os assassinatos. Com a Lei 13.140, aprovada em 2015, o feminicídio passou a constar no Código Penal como circunstância qualificadora do crime de homicídio. A regra também incluiu os assassinatos motivados pela condição de gênero da vítima no rol dos crimes hediondos, o que aumenta a pena de um terço (1/3) até a metade da imputada ao autor do crime. Para definir a motivação, considera-se que o crime deve envolver violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Para a promotora de Justiça e coordenadora do Grupo Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (GEVID) do Ministério Público do Estado de São Paulo, Silvia Chakian, a lei do

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