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O Blog do Redação Online é a maior fonte de conteúdo gratuito sobre redação para ENEM, vestibulares e concursos públicos no Brasil. Com mais de 1.400 artigos escritos por professores especializados, nosso blog cobre temas atuais, técnicas de escrita, repertório sociocultural e análises detalhadas das competências avaliadas nas provas.
Cada artigo é elaborado para ajudar estudantes a desenvolver habilidades de escrita dissertativo-argumentativa, com exemplos práticos, modelos de introdução e conclusão, e repertórios que podem ser utilizados em qualquer tema de redação. Nossos conteúdos são atualizados regularmente para acompanhar as tendências dos vestibulares e as mudanças na matriz de referência do ENEM.
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Na Competência 1 da Redação ENEM os participantes são avaliados quanto ao domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. Saiba como se dar bem nesse critério! Recentemente, publicamos aqui os erros ortográficos e gramaticais mais comuns nas redações submetidas ao ENEM. Hoje, você vai saber um pouco mais sobre os critérios de correção da Competência 1. Na matriz de referência das correções, divulgada pelo Inep, consta o que será alvo do escrutínio dos avaliadores: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa Na competência 1 da redação ENEM, os corretores atribuem notas considerando se o estudante demonstra desconhecimento (nível 0) até o excelente domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa e de escolha de registro (nível 5). Nos níveis intermediários (1, 2, 3 e 4), os textos podem apresentar domínio precário, insuficiente, mediano ou bom, respectivamente. Mas como é decidido em qual nível o texto do candidato se encaixa? Vamos ver na sequência! Avaliação objetiva Em 2019, quase 4 milhões de pessoas realizaram a prova de redação, e pouco mais de 5 mil professores foram selecionados para as correções. Assim, como uma avaliação de larga escala, que envolve atores (participantes e avaliadores) de todo o país, é fundamental haver alinhamento sobre como atribuir a nota, a fim de evitar as famosas “discrepâncias”. Portanto, ao se deparar com um texto, o avaliador terá dois aspectos a verificar na competência 1 da redação: estrutura sintática; quantidade de desvios. Quanto à estrutura sintática, é necessário que o participante demonstre que consegue escrever um texto fluido, sem truncamentos. Isso acontece quando são escritos parágrafos bem organizados, em que as ideias são claramente explicitadas e estão completas. Uma redação nível 5 na competência 1 da redação pode ter apenas uma única falha de estrutura sintática. Além disso, o autor deve ter produzido um texto com construção de períodos mais complexos. Essa complexidade é demonstrada pelo uso de orações subordinadas, intercaladas e inversões. Textos com estrutura sintática mais simples (apenas sujeito, predicado e objeto, na ordem canônica, por exemplo) não se enquadram no nível 5, que exige uso excelente da linguagem. No nível 0, o participante apresenta um texto em que inexiste estrutura sintática (é como um amontoado de palavras desconexas). Ou seja, não é possível identificar as ideias que ele pretendeu expressar. Mesmo que todas as palavras escritas não apresentem muitos desvios, a ausência de articulação de frases e períodos mantém a redação neste nível na primeira competência. Dica: Se você conhece bastante sobre sintaxe, mas não sente segurança em se arriscar, opte por escrever períodos mais curtos. Dessa forma, as chances de errar são menores e você conseguirá escrever um texto mais objetivo e claro. Releia sempre seu texto, prestando muita atenção à pontuação. Jamais separe sujeito e predicado com vírgula, por exemplo. Lembre-se de que cada parágrafo da sua redação é um “minitexto”, que precisa ter começo, meio e fim. Ele precisa fazer sentido e ter todas as informações necessárias para defender seu ponto de vista. Porém, não se esqueça de que, na “zona segura”, seu texto provavelmente será avaliado no nível regular (3) ou bom (4). E isso vai depender, ainda, da quantidade de desvios. Conforme ganhar mais confiança, tente produzir estruturas mais elaboradas. E não há outra forma: para tirar seu texto do regular para o excelente é preciso TREINAR! E como são avaliados os desvios? Os desvios referem-se a problemas de ordem gramatical, de convenções da escrita, de escolha de registro ou de escolha vocabular que aparecem ao longo do texto. Dentro dessas quatro categorias, temos vários aspectos que precisam ser atendidos para que se receba nota máxima na competência 1 da redação. Para ser avaliado no nível 5, o participante pode cometer, no máximo, 2 desvios. Quanto mais desvios, menor será a nota atribuída nessa competência. Veja, a seguir, conteúdos aos quais ficar atento(a) na hora de escrever: Desvios gramaticais de regência: podendo ser verbal ou nominal, diz respeito à relação de um termo regente (verbo ou nome) com os seus complementos. Assim, as regras de regência indicam se há necessidade ou não de uso de preposição entre o termo regente e aquele do qual ele depende para fazer sentido. O desvio ocorre quando o participante desconhece essa relação e usa equivocadamente – ou deixa de usar – a preposição em determinada oração. concordância: os verbos devem concordar em número (plural ou singular) e pessoa (1ª, 2ª ou 3ª) com o sujeito da oração. No caso da concordância nominal, não esquecer que os complementos de um substantivo (adjetivo, pronomes, artigos, numerais) precisam concordar em gênero e número com ele. Quando isso não é observado, o participante comete desvio de concordância. Portanto, não se esqueça “dos plural“! #brinks pontuação: o desvio ocorre quando vírgulas, pontos finais, dois pontos, ponto e vírgula, travessão etc. são usados de forma prejudicial à fluidez da leitura. Vale estudar esse tópico, especialmente considerando os três grifados acima, pois são os que mais geram desvios nos textos. paralelismo sintático: sua ausência dificulta a objetividade, a clareza e a precisão de um texto. emprego de pronomes: conheça os tipos de pronomes (oblíquos, retos, demonstrativos, possessivos, entre outros) para fazer o uso correto de cada um deles. Lembre-se de que não se usa pronome reto após verbos, e que os demonstrativos estabelecem relações de anáfora e catáfora dentro do texto, por exemplo. Se você não lembra o que é isso, é necessário se aprimorar! Crase: calcanhar de Aquiles de muita gente, a famosa “crase” merece uma atenção especial. Portanto, é necessário conhecer as regras de uso (ou não) de sinal indicativo de crase para evitar esse desvio. Estude! Desvios de convenção da escrita acentuação e ortografia: cada “politica” sem acento; cada “paralização” com z, é como uma facada no peito do avaliador. Além de conhecer as regras para acentuar as palavras, é preciso saber as suas grafias corretas. Uma dica é fazer listas de palavras que você tem dúvida quanto à forma de escrever. Pesquise o modo correto e escreva-as várias vezes. Qualquer

Você já usou músicas brasileiras na redação como repertório sociocultural? Selecionamos 7 canções para você surpreender na hora da argumentação. Acompanhe! Quem não gosta de ouvir boas músicas brasileiras? Para muitas pessoas, elas fazem parte da rotina: são ouvidas a qualquer hora, em qualquer lugar, com qualquer humor. Às vezes estamos tristes e escolhemos algum “som” para nos animar; outras, escolhemos algo bem melancólico – para ficarmos ainda mais tristes. Independentemente do motivo de ouvi-las, o fato é que, para além de uma boa melodia, canções também servem para a reflexão. Aliás, por meio das letras, somos conduzidos a diversos sentimentos e pensamentos, servindo como pontes para a interpretação do mundo. Como forma de arte extremamente valorizada, nacional e internacionalmente, as músicas brasileiras podem e devem estar presentes nas redações. Sem dúvida, nelas encontramos material sociocultural que possibilita abordar diversas temáticas. Assim, não importa qual estilo musical, sempre encontraremos bons exemplos de canções discutindo desigualdades, racismo, corrupção, estereótipos, entre outras questões. Por isso, separamos 7 músicas brasileiras que você pode usar para se inspirar e acrescentar como repertório na sua redação. Ademais, esperamos que elas despertem sua memória para outras que você já conhece, mas que nunca pensou em explorar dessa forma. Boa leitura! 1 – Ser diferente é normal Todo mundo tem seu jeito singular De ser feliz, de viver e enxergar Se os olhos são maiores ou são orientais E daí, que diferença faz? Todo mundo tem que ser especial Em oportunidades, em direitos, coisa e tal Seja branco, preto, verde, azul ou lilás E daí, que diferença faz? https://youtu.be/qAj-yafayfsNesta canção, interpretada por Lenine, a mensagem é simples e clara: que diferença faz sermos diferentes? A referência à diversidade racial se manifesta na menção aos olhos (maiores ou orientais) e às cores. Além disso, podemos usá-la para tratar sobre ações afirmativas. “Todo mundo tem que ser especial/em oportunidades, em direitos”. Isso nos lembra do conceito de equidade, tão em evidência atualmente. Trata-se de fazer justiça e dar oportunidades iguais a indivíduos em suas diferenças. Assim, “todo mundo é especial” (em sua singularidade) e deve ter acesso aos mesmos direitos. Eventualmente, você pode encontrar outras formas de discutir essa letra, dependendo do assunto sobre o qual a sua dissertação tratar. Na sequência desses versos destacados, ainda temos menção à gordofobia, à liberdade religiosa e à liberdade de expressão. Por enquanto, ouça com atenção e se inspire. 2 – Triste, louca ou má https://youtu.be/lKmYTHgBNoEEm 2016, foi lançado o álbum de estreia da banda Francisco, el Hombre. A música Triste, louca ou má provavelmente é uma das mais conhecidas dele, pois fez parte da trilha da novela O outro lado do paraíso, da Rede Globo. De acordo com a percussionista da banda e uma das compositoras da canção, Juliana Strassacapa, faz parte da função social da música discutir machismo e violência doméstica no nosso dia a dia. Só para ilustrar, em uma das cenas da novela, a canção tocou após o estupro da protagonista, pelo marido, em sua noite de núpcias. Triste, louca ou má / será qualificada/ ela quem recusar/ seguir receita tal/ a receita cultural/ do marido, da família/ cuida, cuida da rotina/ só mesmo rejeita/ bem conhecida receita/ quem não sem dores/aceita que tudo deve mudar/ que um homem não te define/ sua casa não te define/ sua carne não te define/ você é seu próprio lar (…) A violência contra a mulher já foi tema da redação do ENEM em 2015, mas a persistência do problema segue até nossos dias. Com efeito, pesquisas alertam que a pandemia de coronavírus fez crescer essa mazela que coloca diversas mulheres em situação de perigo. Portanto, infelizmente podemos nos deparar com esse assunto – reformulado – em situações de prova semelhantes. Ao longo de toda a composição – que tem uma melodia e um clipe oficial tão sensíveis quanto a letra – são percebidos os traços da cultura patriarcal e da mulher que “desperta” para o fato de que não pode ser definida pelo seu sexo. Assim, é uma música brasileira que pode auxiliar bastante a tratar as questões de gênero na redação, e em como elas influenciam na vida em sociedade. Então, coloque o fone de ouvido para ouvir e ver essa obra no Youtube. Aproveite para conferir outras músicas brasileiras para redação compostas por bandas “alternativas” do nosso país. 3 – Fórmula mágica da paz https://youtu.be/qAj-yafayfsO álbum “Sobrevivendo no inferno”, dos Racionais Mc’s , virou notícia em 2018 ao ser incluído na lista de obras de leitura obrigatória para o vestibular da Unicamp. Publicado em livro pela editora Companhia das Letras, as poesias ajudam – e muito – a debatermos sobre política, racismo, história, exclusão social e lutas por direitos. Certamente muitas músicas desse grupo podem ser relevantes argumentos em qualquer texto, por isso vale a pena ler/ouvir o álbum na íntegra. Aqui, destacamos “Fórmula mágica da paz”, que narra – pela visão de um morador – a realidade dura da comunidade pobre, a luta para arrumar uma forma de não viver no/do crime. As imagens construídas são fortes e tocantes, e a narrativa nos dá a sensação de estarmos vendo um filme: 2 de Novembro era Finados, eu parei em frente ao São Luís do outro lado E durante uma meia hora olhei um por um e o que todas as senhoras tinham em comum A roupa humilde, a pele escura, o rosto abatido pela vida dura Colocando flores sobre a sepultura Podia ser a minha mãe, que loucura! Cada lugar uma lei, eu tô ligado No extremo sul da Zona Sul tá tudo errado Sim, aqui vale muito pouco a sua vida, nossa lei é falha, violenta e suicida Se diz, que me diz que, não se revela Parágrafo primeiro na lei da favela Legal, assustador é quando se descobre que tudo deu em nada e que só morre o pobre No trecho destacado, é possível perceber várias possibilidades de uso dessa música em uma redação. Aqui é mostrada uma situação que está na mídia frequentemente,

Refletir sobre a importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil é fundamental. Amplie o repertório sobre o tema e tenha bons argumentos na sua redação. Confira este tema de redação CLICANDO AQUI! A prática da Educação Física na escola é extremamente benéfica para os estudantes. Além de desenvolver o corpo, auxilia a mente, proporcionando bem-estar. Por isso, discutir sobre a importância da Educação Física no desenvolvimento infantojuvenil é relevante na atualidade, especialmente nesse momento de distanciamento social. Visando dar a você mais informações sobre o assunto, separamos alguns conteúdos que podem ser utilizados como fontes na argumentação. Assim, você terá um repertório pertinente ao tema, desenvolvendo seu ponto de vista de maneira aprofundada diante dessa proposta de redação. Portanto, esperamos que o material selecionado ajude com esse e outros temas que relacionem saúde, prática de atividades físicas e educação escolar. Vamos lá! 1 – Vídeo: Você sabe qual a importância da Educação Física na escola? https://youtu.be/6KjxmXfIACcNeste vídeo, publicado pelo canal Câmara de Ciência e Tecnologia – CREF1, é possível reconhecer os benefícios da educação física escolar. Pelas palavras dos profissionais da área, em apenas 2 minutos são explicitadas as vantagens relacionadas à melhora do desempenho escolar como um todo. Além de desenvolver as funções motoras, os estudantes aprendem a trabalhar em equipe, ter responsabilidade consigo e com os outros. Assim, também são destacadas vantagens cognitivas, com aumento da autoestima, respeito e disciplina. 2 – Vídeo: Educação Física Escolar vai muito além da diversão https://youtu.be/nW-0Q1EBWZQNa reportagem, publicada no canal do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), é mostrado que a prática de Educação Física na escola auxilia na redução dos problemas causados pela obesidade. O vídeo repercute uma pesquisa do Ministério da Saúde, de 2017, que revelou que 1 em cada 5 brasileiros estão obesos. Assim, por meio de depoimentos de professores e alunos, discute-se a importância da Educação Física não só na infância e juventude. Além de ser fundamental para o desenvolvimento dos pequenos, o acesso aos esportes desde cedo prepara futuros adultos com melhor qualidade de vida. De acordo com a pesquisa, 45% da população afirmou ser sedentária. Um dos fatores apontados para a diminuição da prática das atividades físicas é o excesso de uso das tecnologias. Assim, o vídeo alerta para a necessidade do brincar e do equilíbrio entre a utilização de recursos midiáticos com atitudes saudáveis. A relação entre corpo e mente também é evidenciada pelo ensino de xadrez nas aulas de Educação Física de uma escola. Você sabia que xadrez é um esporte? Em 2017 foi aprovado o Projeto de Lei 5840/16 que reconheceu poker, xadrez e dama como esportes a serem inseridos no Calendário Esportivo Nacional. Vale a pena dar uma pesquisada também sobre esses que são chamados “esportes da mente”. 3 – Vídeo: 150 minutos de exercícios por semana https://youtu.be/alZZ2PQ0SL8 O famoso Dr. Dráuzio Varella mostra, neste vídeo, que para evitar o sedentarismo e uma de suas consequências mais graves – a obesidade – são recomendados 150 minutos de prática de atividade física por semana. Essas atividades precisam ser de moderadas a intensas, conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Embora não fale especificamente da Educação Física escolar, o vídeo é uma boa fonte de informação relacionando exercícios físicos a uma melhor qualidade de vida. 4 – Artigo: O quebra-cabeças da educação física à distância Como proporcionar aulas de Educação Física eficientes em tempos de distanciamento social? Essa é a questão abordada pela reportagem da revista GQ. Desde março de 2020, as instituições escolares tiveram de se adaptar para o ensino remoto. No entanto, a Educação Física – que muitas vezes requer espaço amplo para a prática – acaba prejudicada nesse novo modelo. Especialmente para as crianças, a ausência de atividades físicas pode ser prejudicial de muitas formas. Além da atividade em si, a importância da Educação Física se revela na interação com os colegas. Assim, à distância esse aspecto não consegue ser contemplado. Fora isso, nem sempre os pais têm as qualificações necessárias – ou mesmo tempo – para realizarem as atividades com os filhos. Algumas alternativas são mostradas, como videoaulas e brincadeiras mais simples, com objetos que se tem em casa. Porém, geralmente as aulas não são ao vivo, impedindo a interação entre professores e alunos e um acompanhamento mais cuidadoso. Pensar como a pandemia afeta as aulas de Educação Física é um caminho para falar da importância dela na redação. 5 Artigo: Como trabalhar a inclusão na Educação Física Escolar A educação inclusiva pode ser um caminho original para tratar sobre a importância da Educação Física para o desenvolvimento infantojuvenil. O olhar para as minorias é pouco explorado por muitas pessoas, por isso merece nossa atenção. De fato, é pouco comum pensarmos nas dificuldades de promover o acesso de pessoas com deficiência a aulas adaptadas. Portanto, é essencial discutir a prática de atividades físicas para esse público na escola. No artigo, você vai conhecer as diferenças entre a Educação Física adaptada e a Educação Física inclusiva. Também vai identificar os benefícios da inclusão para o desenvolvimento de competências socioemocionais. Além disso, ao final são descritas algumas práticas que podem ser aplicadas na escola, envolvendo todos os estudantes. Vale a leitura! Agora, a partir do que selecionamos e suas próprias pesquisa, escreva uma excelente redação sobre a temática da semana. Bons estudos e siga treinando!

Você já refletiu sobre a importância da Educação Física para o desenvolvimento das crianças e jovens? Pratique a escrita da redação por meio desta proposta. Leia os textos a seguir e, a partir das reflexões suscitadas, analise a questão a respeito da Educação Física e sua importância para o desenvolvimento infantojuvenil. Texto 1 BNCC – A ETAPA DO ENSINO FUNDAMENTAL – A ÁREA DE LINGUAGENS – EDUCAÇÃO FÍSICA A Educação Física é o componente curricular que tematiza as práticas corporais em suas diversas formas de codificação e significação social, entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais no decorrer da história. Nessa concepção, o movimento humano está sempre inserido no âmbito da cultura e não se limita a um deslocamento espaço-temporal de um segmento corporal ou de um corpo todo. Nas aulas, as práticas corporais devem ser abordadas como fenômeno cultural dinâmico, diversificado, pluridimensional, singular e contraditório. Desse modo, é possível assegurar aos alunos a (re)construção de um conjunto de conhecimentos que permitam ampliar sua consciência a respeito de seus movimentos e dos recursos para o cuidado de si e dos outros e desenvolver autonomia para apropriação e utilização da cultura corporal de movimento em diversas finalidades humanas, favorecendo sua participação de forma confiante e autoral na sociedade. É fundamental frisar que a Educação Física oferece uma série de possibilidades para enriquecer a experiência das crianças, jovens e adultos na Educação Básica, permitindo o acesso a um vasto universo cultural. Esse universo compreende saberes corporais, experiências estéticas, emotivas, lúdicas e agonistas, que se inscrevem, mas não se restringem, à racionalidade típica dos saberes científicos que, comumente, orienta as práticas pedagógicas na escola. Experimentar e analisar as diferentes formas de expressão que não se alicerçam apenas nessa racionalidade é uma das potencialidades desse componente na Educação Básica. Para além da vivência, a experiência efetiva das práticas corporais oportuniza aos alunos participar, de forma autônoma, em contextos de lazer e saúde. Fonte: base nacional comum Acesso em: 28 set. 2020. Texto 2 Fonte: vestibular uem. Acesso em: 28 set. 2020. Texto 3 Crianças precisam de educação física, mesmo fora da escola Falta de atividades estruturadas, seja por causa do isolamento social ou das férias, contribuem para o sedentarismo Quando notei que meu filho de 12 anos passava cerca de sete horas por dia fazendo seus deveres escolares on-line devido à pandemia da covid-19, me preocupei de imediato. Como pesquisador com foco em ‘como tornar as crianças mais ativas fisicamente’, eu sabia que meu filho e seus colegas de classe estavam sedentários por muito tempo. Ser fisicamente ativo é bom para a saúde física e mental de todos, incluindo crianças de todas as idades e habilidades. Crianças mais ativas fisicamente tendem a obter notas melhores e a desenvolver a autoconfiança que poderá capacitá-las a ter sucesso mais tarde em suas vidas. No caso de pessoas com deficiências, a atividade física pode ajudá-las a obter certa independência. (…) O Departamento de Saúde e Serviços Humanos americano recomenda que crianças e adolescentes passem pelo menos uma hora por dia correndo, andando de bicicleta ou fazendo qualquer atividade física. No entanto, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), apenas uma em cada quatro crianças entre 6 e 17 anos estava cumprindo essa recomendação antes da pandemia. Mesmo crianças que participam de esportes organizados podem não estar atingindo os 60 minutos de atividade por dia prescritos. Um estudo descobriu que crianças em ligas de futebol-bandeira (uma variação menos violenta do futebol americano) passavam apenas 20 minutos se exercitando durante os treinos em equipe. Essa descoberta é bastante consistente em outros esportes também, como futebol e basquete, onde não mais da metade do tempo de treino era dedicada à prática de exercícios físicos. O nível de atividade física despenca quando as crianças chegam ao ensino fundamental, não fazendo muita diferença se elas estão em equipes competitivas ou não. Um estudo em San Diego descobriu que crianças entre 11 e 14 anos gastam um total de sete minutos a menos em atividade física, do que crianças entre 7 e 10 anos, durante práticas esportivas. Ainda assim, crianças e adolescentes gastam em torno de oito horas por dia em ocupações como assistir a TV, usar smartphones e jogar videogame. Educação física escolar – a pílula não tomada Quando se trata de promover a atividade física, os pesquisadores se referem à educação física como “a pílula não tomada”. Atualmente, apenas o estado de Oregon e o Distrito de Columbia têm políticas que exigem que as escolas forneçam a quantidade de tempo recomendada nacionalmente para educação física – 150 minutos semanais para séries do ensino infantil e 225 minutos para alunos do ensino fundamental e médio. Além disso, mais da metade dos estados possui brechas que permitem que os alunos do ensino médio se abstenham da educação física. No geral, a maioria dos sistemas escolares não estava fazendo o suficiente para manter as crianças em forma antes da covid-19 dar início a meses de aprendizado remoto improvisado. O CDC deu às escolas uma nota D- por seus esforços nessa frente. Em resumo, a grande maioria das crianças precisa gastar mais tempo sendo ativa tanto na escola quanto em casa. O tempo adicional gasto nas aulas de educação física aumenta a capacidade dos alunos de aprender as habilidades para se manterem ativos quando adultos. Fonte: nexo jornal. Acesso em: 28 set. 2020. Texto 4 Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 2015 Percentual de estudantes fisicamente ativos cresceu de 30,1% em 2012 para 34,4% em 2015 Em relação à prática de atividade física, a maioria dos estudantes do 9º ano (60,8%) foi classificada como insuficientemente ativa (tiveram de 1 a 299 minutos de atividade física por semana), 34,4% eram ativos (acumularam 300 minutos ou mais de atividade física na semana) e 4,8% foram considerados inativos (não praticaram atividade física no período). Em 2012, os classificados como ativos representavam 30,1%. A pesquisa considerou o deslocamento de casa para a escola e da escola para

Reflita sobre o papel crucial da Educação Física no desenvolvimento de crianças e jovens. Explore textos da BNCC e outras fontes para aprimorar sua redação sobre o tema. Entenda como a prática contrib

Identifique quais os erros ortográficos e gramaticais mais comuns encontrados na redação ENEM. Aprenda quais aspectos da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa aprimorar para se dar bem nas avaliações. Em maio deste ano, o Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, responsável pelas provas do ENEM, disponibilizou as apostilas usadas para capacitação dos corretores de redação. Assim, pela primeira vez, estão acessíveis a qualquer interessado os critérios utilizados pelos avaliadores para atribuir as notas nas cinco competências do exame. No Módulo 3, são descritos os critérios de correção da Competência 1. Aqui, é possível conhecer os erros ortográficos e gramaticais mais comuns nas redações, com alguns exemplos. O objetivo da divulgação desse material – até então sigiloso – foi auxiliar os estudos dos candidatos para a redação ENEM e o aprofundamento de professores e comunidade em geral sobre a prova. Na primeira competência, avalia-se o domínio quanto à modalidade escrita formal da Língua Portuguesa. Portanto, tanto o aluno ao escrever quanto o corretor ao corrigir deve pautar-se pelo que dispõe a norma-padrão. Considerando isso, é necessário ter em mente dois aspectos: estrutura gramatical e desvios. Como o material do Inep é bastante extenso, vamos sinalizar apenas os principais desvios cometidos com base nesse conteúdo e em nossa experiência com as correções na plataforma Redação Online. Portanto, para ver todos os tópicos elencados pelo Instituto, sugerimos a consulta do módulo completo. Você já conhecia esses critérios? Fique atento(a) à leitura e aplique os conhecimentos em seus textos para tirar uma boa nota! Estrutura sintática Juntamente com os desvios, a estrutura sintática também faz parte das regras da Língua Portuguesa, especificamente aquelas que dizem respeito à sintaxe. Em poucas palavras, pressupõe a existência de certos elementos oracionais que se organizam na frase e garantem a fluidez da leitura e a clareza das ideias do autor de um texto. Textos falhos quanto à estrutura sintática podem apresentar: Mas o que seria uma leitura truncada? Uma das características de textos que apresentam deficiência na estrutura sintática é a necessidade de interromper várias vezes a leitura e retomá-la de certo ponto anterior porque as ideias começam a não fazer sentido. Geralmente, isso ocorre pela ausência ou uso inadequado da pontuação nas orações. A seguir vemos um exemplo que consta na apostila do Inep. Perceba que o candidato isolou as orações iniciadas por gerúndio quando deveriam ser subordinadas à oração principal. Esse tipo de erro gramatical é um dos mais comuns encontrados na redação ENEM. Acesse o arquivo completo para verificar outros exemplos. A justaposição de palavras, que também é recorrente, acontece quando orações que deveriam ser independentes formam um único período. Abaixo temos mais um exemplo destacado pelo Inep. Nela, inclusive fica difícil compreender corretamente o trecho inicial, que pode ter duas interpretações. Esse é um tipo de erro que, usando a técnica de leitura atenta do rascunho, pode ser evitado. Nem de mais, nem de menos Ainda no campo dos erros de estrutura sintática, pode acontecer excesso, duplicação ou ausência de palavras. O excesso é quando palavras “sobram” nas orações, como colocar duas preposições (por exemplo: para com) quando deveria ser uma. Já a duplicação é quando o candidato escreve a mesma palavra duas vezes em sequência (geralmente por desatenção). Assim, mais uma vez percebe-se a importância de reler algumas vezes o texto para conseguir sanar esse tipo de problema. Há ausência de palavras quando falta elemento sintático unindo outros dois para que a oração ou período faça sentido. Vamos ver mais um exemplo que o Inep disponibilizou: Neste trecho, faltou a preposição “a” entre as palavras atento e tudo, que é um desvio de regência. Mais adiante, um erro por ausência de palavra entre “fazem” e “iludi”. Esses problemas de estrutura dificultam a leitura, deixando-a sem fluidez. Por isso é preciso atentar-se à leitura crítica do próprio texto. Afinal, se você não estiver conseguindo entender, o corretor também terá muita dificuldade. Coloque-se no lugar do leitor! Desvios Agora que você já sabe um pouco mais sobre os problemas de estrutura sintática, vamos olhar melhor para os erros ortográficos mais comuns nas redações. Os desvios (como nós, professores, preferimos chamar os “erros”) podem ser de quatro tipos: Desses, o tipo mais aparente e fácil de identificar se refere às convenções da escrita. Atualmente, por digitarmos mais que escrevermos, contando com corretores ortográficos ou predominantemente usando uma linguagem mais informal, muitas vezes a acentuação das palavras é esquecida. Aqui já tocamos em outro aspecto que deve ser considerado: a escolha de registro. A linguagem, como pede a proposta e o gênero textual escolhido, deve ser formal. Informalmente, é aceitável uma linguagem menos monitorada e o uso de traços de oralidade (tá em vez de está, por exemplo), mas na dissertação isso não pode acontecer! Cabe rever as regras de acentuação em alguma gramática ou, sempre que tiver dúvida, consultar um dicionário para verificar a grafia correta das palavras. Também é possível usar o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa –VOLP para conferir acentuação, uso de hífen, ortografia. Portanto, quando mais você treinar a escrita, consultando as palavras que geram dúvida, mais bem preparado estará na hora de escrever a redação ENEM. Infelizmente não há mágica: é preciso estudar e ler bastante, e, principalmente, praticar. Escolha vocabular: saiba o significado das palavras Os desvios gramaticais impactam na estrutura sintática e, como já comentado anteriormente, podem ser resolvidos com uma boa leitura atenta do texto. É nesse momento que os truncamentos ficam evidentes pela ausência de fluidez e dificuldade de entender as ideias principais, tendo que retornar à leitura frequentemente para compreender o que se quis dizer. Aqui os erros mais comuns são de uso da crase, pontuação e concordância – nominal ou verbal. Mas, para finalizar, vamos conversar um pouco sobre os desvios de escolha vocabular. É frequente vermos redações em que os estudantes utilizam palavras pouco comuns, que não usariam no dia a dia, e muitas vezes nem conhecem exatamente o significado. É valorizado, sim, na correção, que o estudante

Saiba quais estratégias são eficazes para escrever melhor. Aprenda a identificar pontos da sua rotina de estudos que ajudam a fazer mais – sem esforço. Muitos estudantes têm facilidade para escrever e conseguem rapidamente elaborar uma argumentação e organizá-la dentro da estrutura de um gênero textual. No entanto, essa não é a realidade da maioria. Em um mundo onde quase tudo acontece na velocidade de um clique, escrever pode ser um grande desafio. Assim, para quem vai fazer ENEM ou prestar vestibular, a prova de Redação muitas vezes é motivo de grande apreensão. Porém, existem estratégias para escrever melhor que podem ajudar qualquer pessoa a ultrapassar esse obstáculo. Na contemporaneidade, introduzir metodologias ativas na educação tem colaborado para que estudantes consigam apreender e avançar mais facilmente em seus estudos, tornando-se protagonistas de sua aprendizagem. Isso significa que é preciso “colocar a mão na massa”, ou seja, pôr em prática formas alternativas de estudar para alcançar determinados objetivos. De acordo com o psiquiatra norte-americano William Glasser e sua pirâmide de aprendizagem, 80% da retenção dos estudos se dá ao fazer, escrever ou praticar. Portanto, é por meio da atitude proativa que o aluno consegue desenvolver suas habilidades. E com a escrita não é diferente. É por meio de processos de leitura, releitura e reescrita que se torna possível melhorar nesse aspecto. Conheça como combinar uma sequência de atitudes que certamente ajudarão a produzir mais e melhores textos. E isso não só para avaliações em provas, mas para qualquer situação do dia a dia. Boa leitura! 1 – Faça um mapa mental Você já fez algum mapa mental? Essa é uma técnica bastante utilizada para estudos, e talvez você até a faça, mas sem conhecer por esse nome. Trata-se de substituir as anotações tradicionais por esquemas em que se coloca um tópico central. A partir dele, usam-se ramificações que podem ser coloridas, com símbolos, ícones, desenhos, fazendo associações com esse tema principal. Para pensar a escrita, por exemplo, você pode usar um mapa mental para organizar os pontos que pretende usar como argumentos em sua dissertação. Uma ideia é colocar o tema da proposta de redação no centro e dali criar os tópicos que podem ser desenvolvidos no seu texto. Assim, coloque quais fontes você já têm e que são pertinentes ao assunto, qual o seu ponto de vista sobre a questão, quais propostas de intervenção são possíveis diante do que você pretende apresentar etc. Visualizar partes do seu texto antes de partir para a escrita em si faz com que você não se perca e ajuda a trazer foco para o que é possível trabalhar no texto. Também ajuda a não esquecer aspectos importantes – ninguém quer chegar ao final do texto e lembrar que faltou falar algo essencial sobre o assunto, né? Hoje, é possível encontrar até mesmo aplicativos para smartphone que ajudam a produzir mapas mentais. Mas recomendamos fortemente que, antes de partir para opções virtuais, você treine mapas mentais feitos à mão. E vamos explicar o porquê na sequência. 2 – Elimine distrações É sempre muito bom contar com facilidades das tecnologias para realizar nossas tarefas. E por que não usar isso também para trabalho e estudos? O dilema é que vivemos quase sempre conectados, recebendo diversos estímulos visuais, auditivos e táteis ao mesmo tempo. Assim, esse uso exagerado prejudica uma habilidade essencial para escrever bem: o foco. Uma boa escrita prescinde de você conseguir estar em um ambiente o mais adequado possível e determinado a pensar sobre um assunto em profundidade. É preciso escrever, reler, reescrever. Assim, fazer isso fica muito complicado se você parar de 2 em 2 minutos para checar as mensagens no celular. Ou se, por causa de uma notificação, se perder por horas vendo memes no Instagram. Portanto, prepare-se para escrever: tire um tempo para fazer somente isso (e calcule esse tempo para poder identificar se precisa “acelerar” em uma situação de prova). Faça o teste com as distrações ligadas e com elas desligadas (não só o celular, como outras abas do computador abertas, televisão etc.). Certamente você vai conseguir fazer muito mais e melhor na situação em que estiver mais concentrado. E ninguém vai deixar de ser seu amigo se tiver que esperar sua resposta no Whats por 30 minutos… 3 – Escreva à mão Estamos tão acostumados a digitar que, quando vamos escrever um texto, a mão começa a doer. A letra começa linda no primeiro parágrafo e no final nem a gente entende o que está fazendo, não é verdade? Então: isso é falta de hábito. E como nas provas precisamos mostrar nossa letra pros corretores, é essencial deixá-la o mais legível possível. Uma letra pouco clara pode prejudicar um candidato de muitas maneiras. Mas não se preocupe que há jeito pra tudo. Caso você pense que precisa melhorar a sua letra, é possível encontrar na internet exercícios de caligrafia. Lembra daqueles cadernos com letras bonitas muito usados antigamente nas séries iniciais? É mais ou menos isso. E não precisa ter vergonha de treinar a sua escrita usando esse recurso, principalmente se você é um “nativo digital”, ou seja, se faz parte da geração que nasceu digitando. Buscar meios para caprichar na letra não só dará mais segurança na hora das provas como pode até melhorar a autoestima. Ou você nunca ouviu de alguém: “não repara a minha letra”? Além disso, ao escrever à mão, você se envolve com o texto de forma íntima, visualiza quanto espaço ainda tem para escrever, consegue fazer as correções… Sem falar que essa atitude também ajuda a evitar as famosas distrações. Resumindo: simule uma situação em que você tem um tempo para fazer algo, um limite de escrita (geralmente, 30 linhas) e que o seu leitor precisa entender o que escreveu. Com isso em mente, aceite que melhorar sua escrita vai além de ter bons argumentos pra desenvolver um texto. É preciso que ele seja entendido visualmente – e de preferência sem sentir dor no final. 4 – Leia em voz alta Entre

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