
Você sabia que milhões de pessoas ao redor do mundo enfrentam o transtorno de compras compulsivas? Esse problema, conhecido como oniomania, tem raízes profundas em fatores emocionais e sociais, e seus impactos vão muito além das finanças pessoais. Dessa forma, é fundamental refletir sobre as causas e consequências desse transtorno, que reflete um dos maiores desafios da sociedade contemporânea: o consumismo desenfreado.
Dados do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) apontam que 40% das dívidas de brasileiros estão relacionadas ao consumo descontrolado. Além disso, segundo a American Psychiatric Association (APA), a oniomania é um transtorno do controle de impulsos, que muitas vezes gera graves consequências psicológicas, sociais e econômicas.
Dessa forma, diante disso, discutir o impacto da oniomania é essencial para compreender seus desdobramentos e propor soluções que respeitem os direitos humanos.
Não Cometa Erros na Redação – Invista no Feedback Especializado!Com base nos textos motivadores e nos conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema “O impacto da oniomania na sociedade contemporânea”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos.
A oniomania, também conhecida como compulsão por compras, é classificada como um transtorno psiquiátrico caracterizado por comportamentos repetitivos e impulsivos relacionados ao consumo. Essa condição afeta significativamente a saúde mental, além de causar prejuízos financeiros e sociais.
De acordo com a psicóloga Natalia Reis Morandi, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, “a oniomania é um transtorno crônico que se manifesta por meio de comportamentos repetitivos e impulsivos. Ela provoca prejuízos emocionais e materiais consideráveis, afetando a vida pessoal, profissional e social do indivíduo”.
Ademais, muitas vezes, o problema só é reconhecido em estágios avançados, quando os danos emocionais e financeiros já são severos. Ocultação de gastos, uso excessivo de limites de crédito e rupturas nos relacionamentos são sinais críticos que indicam a necessidade urgente de intervenção.
Fonte:Rede de Hospitais São Camilo
Dê Valor à Sua Redação – Teste Seu Texto Agora!A oniomania, conhecida como compulsão por compras, é um transtorno psiquiátrico que afeta aproximadamente 8% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa condição vai além do prazer ou necessidade de consumir, sendo caracterizada por um comportamento repetitivo e incontrolável de comprar, muitas vezes como resposta a questões emocionais, como ansiedade e depressão.
De acordo com Tatiana Filomensky, psicóloga e coordenadora do Programa para Compradores Compulsivos do Hospital das Clínicas (PRO-AMITI), é fundamental distinguir o consumismo da compulsão. Enquanto o consumista compra por desejo ou inserção social, o comprador compulsivo utiliza o ato de consumir para suprir necessidades emocionais. “É uma condição muito vinculada a suprir uma necessidade emocional”, destaca a especialista.
A psicanalista Monik Sittoni acrescenta que a compulsão é guiada por impulsos incontroláveis, comparáveis à dependência química. O sistema de recompensa cerebral se torna um motor para o comportamento compulsivo, criando um ciclo vicioso de excitação durante a compra e frustração subsequente. “Quando a pessoa compra compulsivamente, ela entra quase em um estado de excitação, mas o relaxamento que segue é pequeno e fracionado”, explica Sittoni.
Esse transtorno não é uma questão apenas de organização financeira, mas de saúde mental. Portanto, é crucial procurar ajuda especializada para tratamento, que geralmente inclui psicoterapia e, em casos mais graves, medicação.
Fonte:G1 – Consumista ou comprador compulsivo?
A compulsão por compras, conhecida como oniomania, não apenas afeta as finanças, mas também transforma profundamente a vida de quem enfrenta esse transtorno. Camila Nunes, moradora de Goiás, acumulou uma dívida superior a R$ 240 mil ao longo de dez anos de compras compulsivas. Atualmente em tratamento, Camila compartilha sua experiência nas redes sociais, alertando sobre os perigos de não identificar precocemente os sinais dessa condição.
Com mais de 200 vestidos, 65 calças jeans e centenas de peças de roupa que nunca usou, Camila precisou de um quarto extra para armazenar seus pertences. Apesar de esforços para conter o vício, como cortar seus cartões de crédito, a compulsão muitas vezes foi mais forte. “Cheguei a levar três bolsas iguais em cores diferentes, usando um cartão cortado, porque não consegui resistir”, relata.
A história de Camila ilustra como a oniomania pode passar despercebida, sendo frequentemente confundida com um comportamento normal, em uma sociedade que incentiva o consumo excessivo. “Por ser algo estimulado, demorei a perceber que tinha um problema”, explica.
Outrossim, especialistas destacam que a oniomania pode gerar crises de endividamento, mentiras e isolamento social. Segundo psiquiatras, essa compulsão muitas vezes está associada a outros transtornos emocionais, como ansiedade e depressão. O caso de Camila reflete uma realidade compartilhada por muitas pessoas que enfrentam o transtorno, onde o consumo serve como uma forma de lidar com questões emocionais mal resolvidas.
Hoje, em processo de recuperação, Camila vende parte de seus itens em brechós para reduzir a dívida e busca conscientizar outras pessoas sobre a importância de procurar ajuda especializada. Sua história reforça a necessidade de identificar os sinais precoces da oniomania e buscar tratamento adequado.
Fonte:G1 – ‘Fiz R$ 240 mil em dívidas com compras compulsivas’
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Fonte:Gazeta do Povo – Compra compulsiva é considerada uma doença
Filmes e documentários:
🎬 Minimalism: A Documentary About the Important Things – Explora como o consumismo afeta a saúde mental e a sociedade.
🎬 O Dilema das Redes – Analisa como as redes sociais influenciam o comportamento humano, incluindo o consumo.
Literatura e pensadores:
📚 Sociedade do Consumo (Jean Baudrillard) – Aborda a relação entre consumo e identidade social.
📚 A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo (Max Weber) – Reflete sobre o papel do consumo na sociedade moderna.
Dados históricos:
Impacto individual e psicológico:
Impacto ambiental e social:
Por fim, a oniomania é um reflexo direto das dinâmicas de consumo exacerbadas na sociedade contemporânea, trazendo consequências profundas para indivíduos e para o meio ambiente. É essencial investir em educação financeira, conscientização social e políticas públicas que reduzam os incentivos ao consumo impulsivo.
Por isso, ao refletirmos sobre essa questão, podemos contribuir para uma sociedade mais equilibrada, em que o consumo deixe de ser uma armadilha e se torne uma prática consciente e sustentável.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br