
A busca incessante pela fama nas redes sociais | Tema de redação
Nos anos 1960, o artista plástico Andy Warhol previu “No futuro, todas as pessoas serão famosas durante 15 minutos”. Não é que acertou em cheio? Quantas maluquices os jovens têm feito para viralizar na internet!
Então, vamos tratar desse fenômeno neste artigo!
Assim, escreva uma dissertação argumentativa para o Enem, sobre “a busca incessante por fama nas redes sociais”. Fale sobretudo acerca das consequências dessa busca por fama – os textos abaixo vão te dar ideia! É preciso incluir propostas de intervenção, não se esqueça!
7 “desafios mortais” da internet que deram muito errado
Quanto vale se tornar um viral na internet? O #MilkCrateChallenge foi banido nesta semana do TikTok por atentar contra a vida. Em 2020, o “Desafio da Farinha”, que também começou no TikTok e foi parar no Instagram e no YouTube, também chamou a atenção de médicos. A brincadeira, que foi feita por muitos famosos, apesar de parecer inofensiva, traz riscos. Profissionais da saúde alertam que os participantes podem acabar inalando sem querer as partículas finíssimas da farinha, que podem se alojar no pulmão e causar insuficiência respiratória. Desse modo, pessoas que já têm asma ou bronquite precisam ter ainda mais cuidado.
fonte: capricho abril
TEXTO 2
Desafio da rasteira: a idiotice viraliza e os pais surtam… –
Zombar dos outros sempre foi uma atividade adolescente. Desde que o mundo é mundo, jovens com os hormônios em ebulição pregam peça nos colegas, irmãos e amigos. Aquela coisa boba que tem seu ápice no estilo “Jackass” que transforma as baboseiras em desafios radicais. Pois bem. A diferença agora é que zombar do outros pode se tornar “viral” e isso deixa a coisa mais excitante – e, consequentemente, mais idiota e perigosa.
fonte: lia bock
A psicologia por trás de nossa obsessão por 15 minutos de fama
De repente, estamos vivendo em um mundo multiverso e tecnicolor – filtrado superficialmente e perdido na alma. Hoje, é mais difícil do que nunca se encontrar, em meio a uma selva de charlatães em proporções épicas. A vida é boa e nós a tornamos complicada – interferência, tédio e desleixo. Onde está a arte perdida da humildade? a raça humana não está em uma encruzilhada, já passou disso, há muitas áreas cinzentas e precisamos encontrar uma maneira de revelar a sutileza e a beleza desse fenômeno.
A vaidade move as pessoas hoje em dia e o fundamental é transformar 15 minutos de fama em algo digno e razoável. Todos nós olhamos para uma lente, às vezes ainda vale a pena olhar para um espelho e aproveitar esse narcisismo para contar uma história que vale a pena ser contada. O conceito de 15 minutos de fama pode ser um evento que muda o mundo. Ademais, a noção elementar dos tempos medievais que chama a atenção e a ganância pelo poder transcendeu aos tempos contemporâneos na forma de seguidores e contagem de curtidas.
traduzido livremente de wordcast
O TikTok está criando um novo lote de estrelas infantis. Os psicólogos dizem que o que vem a seguir não será bonito.
“Se você está usando sua celebridade para o bem, pode realmente sair melhor porque está desenvolvendo um eu interior”, disse Rockwell. “Você está sendo alguém de quem pode se orgulhar. Você está vivendo seus valores.”
Assim, um exemplo disso é a adolescente que filmou tutoriais de maquiagem no TikTok enquanto falava sobre o tratamento da China aos muçulmanos trabalhando em campos de internamento em Xinjian. Ademais, tanto Charli quanto Dixie D’Amelio, duas das pessoas mais famosas do TikTok, já participaram de vários esforços para ajudar o bem coletivo, incluindo um recente projeto anti-bullying com a Unicef e promovendo a positividade do corpo. Dixie D’Amelio disse ao Insider em uma entrevista anterior que adora usar sua plataforma para “aumentar a conscientização e arrecadar dinheiro para boas causas”.
traduzido livremente de insider
‘Não brinquem com fogo’, diz criança queimada ao imitar vídeo na web
A criança de 11 anos que teve 40% do corpo queimado, em Fortaleza, após tentar imitar uma brincadeira com álcool em gel da internet disse que se arrepende do que fez e pede para outras crianças não brincarem com fogo da maneira que fez. “Eu queria pedir para outras crianças que não brinquem com fogo como eu fiz. Eu me arrependi do que fiz. E também quero muito voltar para casa. É muito doloroso”, disse.
Ademais, o menino contou que viu na internet vídeos de outras crianças brincando com álcool em gel. Segundo Cleiton, a família possui o produto em casa e a criança pegou o material para imitar a brincadeira. Ele tentou colocar o produto em uma garrafa e acendeu. Houve a explosão e acabou atingindo o jovem na metade do rosto, nas costas e em parte das pernas.
vídeo – qual a porcentagem dos jovens que deseja ser influenciador e ter seus 15 minutos de fama? a resposta está neste vídeo.
filme – “Chicago”
reportagem – conheça alguns casos em que os jovens famosos na internet puseram a saúde em risco
livro – a monografia de Renato Alves para o UCEUB é um material perfeito para quem quer compreender as celebridades instantâneas – ótimos repertórios, imperdível!
opinião – Wagner Hertzog é analista político – vale a pena saber o que ele acha das celebridades instantâneas, ou idiotas úteis, como ele diz (sim, porque tem gente interessada nelas!).
reportagem – e se você acha que os famosos das redes sociais se saem bem, veja o preço que pagam pela fama instantânea.
Portanto, agora você já sabe tudo sobre a busca incessante pela fama nas redes sociais, com repertórios ótimos para Enem! Vai ser ótimo ver sua redação na nossa plataforma de correção, porque a gente ajuda você a chegar à nota máxima!
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br