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Oi, gente, tudo bem? Hoje estamos aqui pra ajudar vocês a inserirem citações nos textos sem que elas pareçam descontextualizadas. Vocês talvez não saibam, mas é extremamente irritante para o corretor quando ele se depara mil vezes com textos que apresentam citações desconexas, que não têm nada a ver com o tema. Quer um exemplo? Hoje em dia se usa muito uma citação do personagem Brás Cubas, que fala “não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria”. E se isso pra falar sobre educação, sobre segurança, sobre redes sociais e por aí vai. Não faça isso! Mas, então, como saber se a citação vai ser boa? Pra isso, você tem que pensar se ela tem algo a ver com o assunto, com o tema ou com o seu argumento naquele momento. Então, vamos pensar em citações específicas para alguns temas, que tal? 1.Tema: Os desafios para manter um sistema de saúde público no Brasil. Eis aqui uma ótima citação de Charles Saint-Evremond que diz: “A saúde como a fortuna, deixa de favorecer os que abusam dela”. Percebe-se que a citação tem tudo a ver com saúde, um dos assuntos abordados na proposta de redação. Então, para todos os temas que tratem sobre saúde, a citação pode servir 2. Temas que falem sobre tecnologia. Veja uma ótima citação para este tema: “Se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade”. Albert Einstein; 3. Temas que falem sobre educação. Eis a frase de kant: “É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade”. 4. Temas sobre preconceitos. Olha esta frase do Maquiavel, se não é um tapa na cara: “Os preconceitos têm mais raízes do que os princípios”. 5. Fake News. “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. Atribui-se esta frase a Paul Joseph Goebbels. 6. Temas sobre refugiados. “Direito de asilo é direito humano”, diz Habermas, filósofo alemã. 7. Temas sobre drogas. Vejamos a frase de Carl Jung: “Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo”. Deve-se tomar cuidado com a citação, devido à sua ambiguidade. E aí, curtiu? Tentamos inserir citações impactantes e curtas, para que você consiga lembrar delas na hora de escrever. Pra gravar elas na memória, que tal discorrer sobre os temas listados aqui, e enviar a sua redação pra gente corrigir? Aguardamos seu texto! Leia também: Conjunto de temas já cobrados no ENEM Conjunto de temas cobrados em vestibulares Como fazer uma boa citação?

O gênero infográfico é uma poderosa ferramenta para transmitir informações de forma clara e concisa. No Brasil, a desigualdade social é um tema urgente e compreender seus dados é crucial para o ENEM. Conhecer esses dados é essencial para entender a realidade brasileira e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. No ENEM, esse conhecimento pode ser aplicado em questões interdisciplinares e redações, demonstrando consciência social e crítica construtiva. 1º problema da desigualdade social no Brasil: 101 mil moradores de rua A desigualdade social no Brasil é um problema complexo e multifacetado que afeta milhões de pessoas em todo o país. Infelizmente, uma das consequências mais visíveis da desigualdade é o grande número de pessoas em situação de rua. De acordo com o IBGE, o Brasil tem mais de 101 mil moradores de rua, um número alarmante que reflete a falta de acesso a serviços básicos como moradia, saúde e educação. Para combater a desigualdade e reduzir o número de moradores de rua no Brasil, é necessário um esforço coletivo que envolva o governo, a sociedade civil e o setor privado. É preciso investir em políticas públicas de inclusão social, como a garantia de moradia adequada, saúde e educação para todos. Além disso, é importante combater a discriminação e promover a igualdade de oportunidades para todos os brasileiros. 2º problema da desigualdade social no Brasil: 20 milhões de mães solteiras Essas mães solteiras enfrentam uma série de desafios decorrentes da desigualdade de gênero e da falta de suporte social. Muitas vezes, têm que conciliar múltiplos papéis, como o de provedora financeira, cuidadora e educadora dos filhos. A responsabilidade e a pressão sobre elas podem ser enormes, especialmente quando se trata de garantir o sustento e o bem-estar dos filhos. 3º problema da desigualdade social no Brasil: 13 milhões de analfabetos Essa realidade afeta principalmente as populações mais vulneráveis, como os moradores de áreas rurais, pessoas de baixa renda, negros e indígenas. A falta de acesso à educação de qualidade, a pobreza, a desigualdade regional e as desigualdades étnico raciais são alguns dos fatores que contribuem para a persistência do analfabetismo no Brasil. O analfabetismo limita significativamente as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional das pessoas afetadas. A falta de habilidades básicas de leitura e escrita dificulta a inserção no mercado de trabalho e o acesso a informações essenciais para a vida em sociedade. 4º problema da desigualdade social no Brasil: 13,5% concluiu o Ensino Superior Esse número evidencia uma desigualdade significativa no acesso à educação de nível superior. A falta de oportunidades educacionais adequadas, a precariedade do sistema de ensino e as dificuldades socioeconômicas são alguns dos fatores que contribuem para essa disparidade. As desigualdades regionais também são um aspecto relevante. Enquanto em algumas regiões metropolitanas o acesso ao ensino superior é relativamente mais amplo, em áreas rurais e regiões mais pobres, a oferta de instituições de ensino superior é limitada, o que dificulta o acesso e a conclusão dos cursos. 5º problema da desigualdade social no Brasil: 52% da população brasileira de 25 anos ou mais tem apenas o ensino fundamental completo Essa estatística reflete as desigualdades socioeconômicas presentes no país. A falta de acesso a uma educação de qualidade, a pobreza, a desigualdade regional e as disparidades étnico-raciais são alguns dos fatores que contribuem para essa realidade preocupante. A baixa taxa de conclusão do ensino fundamental tem impactos significativos nas oportunidades de emprego e no desenvolvimento pessoal das pessoas afetadas. A falta de qualificação educacional limita as possibilidades de acesso a empregos formais e melhor remunerados, perpetuando um ciclo de desigualdade e pobreza. 6º problema da desigualdade social no Brasil: 73,2% dos que vivem com R$130,00 per capta são negros Essa estatística revela uma profunda desigualdade socioeconômica que afeta predominantemente a população negra. O racismo estrutural e as históricas injustiças sociais contribuem para essa realidade, perpetuando a exclusão e a falta de oportunidades para esses indivíduos. A falta de acesso a uma educação de qualidade, empregos dignos e outros recursos básicos são alguns dos fatores que contribuem para essa desigualdade. A discriminação racial no mercado de trabalho, a segregação residencial e a falta de políticas públicas efetivas para combater o racismo também desempenham um papel significativo. 7º problema da desigualdade social no Brasil: 53,2% dos estudantes pretos ou pardos de 18 a 24 anos de idade cursam níveis de ensino anteriores ao superior Essa estatística revela uma desigualdade educacional profundamente enraizada. A população negra enfrenta obstáculos significativos no acesso à educação de qualidade, como a falta de infraestrutura adequada nas escolas, a discriminação racial no ambiente educacional e a escassez de recursos destinados a programas de inclusão. Essa disparidade educacional tem consequências sérias. A falta de oportunidades educacionais limita as perspectivas futuras desses estudantes, reduzindo suas chances de ingressar no ensino superior e obter empregos mais bem remunerados. 8º problema da desigualdade social no Brasil: 30 mil jovens no Brasil são assassinados todos os anos e 77% deles são negros A população negra é desproporcionalmente afetada pela violência, sendo alvo frequente da criminalidade e da violência armada. Fatores como a pobreza, a exclusão social, a falta de oportunidades e a discriminação racial contribuem para essa realidade alarmante. O racismo estrutural também desempenha um papel significativo na perpetuação dessa desigualdade. A violência policial, por exemplo, atinge de forma desproporcional jovens negros em áreas periféricas, resultando em um ciclo de violência e marginalização. 9º problema da desigualdade social no Brasil: renda média feminina é R$1.762,00 e a masculina é R$2.251,00 Essa diferença salarial reflete uma série de fatores, incluindo discriminação de gênero no mercado de trabalho, segregação ocupacional, acesso limitado a posições de liderança e a falta de políticas efetivas de equidade salarial. As mulheres enfrentam obstáculos adicionais, como a sobrecarga de trabalho não remunerado, especialmente nas tarefas domésticas e cuidados familiares, o que muitas vezes limita suas oportunidades de desenvolvimento profissional e ascensão na carreira.

Qual é a boa do fim de semana? Ok, ok, estudar porque o Enem está chegando. Porém, não podemos esquecer que é necessário destinar um tempo para relaxar. Então, que tal assistir a um filme e refletir um pouquinho sobre temas que podem aparecer nos vestibulares, inclusive na nossa amada prova de redação? Eis uma listinha separada por temas em filmes. (Apenas para começar a brincadeira. Sugestões são sempre bem-vindas!) Ah, não esqueça: olhos atentos e críticos. Ao fim da sessão, questione-se: ‘o eu que penso sobre?’, ‘E se fosse uma proposta de redação, qual seria o meu posicionamento?’ ‘Quais bons argumentos sustentariam a minha tese?’ Prepare a pipoca e divirta-se enquanto estuda. Beijo no <3 e até a próxima! Limites para o humor e liberdade de expressão Drogas Uso de celular, viciados em tecnologia Desigualdade de gênero Mudanças climáticas Mobilidade urbana Saúde pública e epidemias Questão indígena Matriz energética Inclusão do deficiente
O terrorismo global é considerado a maior ameaça à segurança mundial, e o avanço do Estado Islâmico (EI) é um tema que mobiliza as discussões entre os principais líderes mundiais. Para entender o que vem acontecendo, recomendamos que leia o texto Atualidade: Estado Islâmico – Parte I. Agora vamos de Atualidades: Estado Islâmico, parte 2. Terror midiático O Estado Islâmico mostra seu poder a partir da imposição do medo e pela grande exposição midiáticas de suas ações. Essa tática de conquista pelo terror ajudou a tornar o grupo mais temido e conhecido no mundo, principalmente a partir da divulgação de vídeos mostrando decapitações de reféns ocidentais, causando uma grande repercussão mundial. O grupo ficou conhecido rapidamente pelas táticas bárbaras para dominar os povos conquistados – açoitamentos, amputações e brutais execuções, cujos métodos incluem decapitação, enforcamento e crucificação. O ataque em Paris foi mais uma forma de exposição de sua força. Esses ataques massivos, causam grande repercussão Financiamento Sabemos que para sustentar uma guerra é necessário muito dinheiro. E você deve se perguntar “Como eles conseguem tanto dinheiro para comprar seus armamentos?” é o que vamos explicar agora. A Al-Qaeda de Osama Bin Laden sobrevivia de doações de simpatizantes, mas atualmente com o Estado Islâmico o financiamento é mais sólido. O Ao instalar seu governo nas áreas conquistadas, o EI consegue recursos a partir de impostos cobrados da população. Mas a maior base de sustentação econômica deles é o controle dos campos petrolíferos. A venda ilegal de petróleo garante diariamente uma renda estimada em 3 milhões de dólares. Mas não podemos esquecer que o EI também obtém dinheiro por meio do resgate de sequestros e do contrabando de obras arqueológicas retiradas de patrimônios históricos conquistados Impasses entre rivais O EI está cercado de inimigos. A maior parte dos países do Oriente Médio querem acabar com o grupo. Até mesmo a Al Qaeda e outras organizações extremistas não concordam com eles. Mas então por que ninguém dá um jeito de derrotar o EI? A questão é complexa, mas fundamentalmente diz respeito à falta de coordenação conjunta e ao receio de enviar tropas para combater em terra firme. Atualmente, a coalizão ocidental contra o EI se limita ao treinamento de forças locais e a bombardeios aéreos, que não tem sido suficientes para conter o avanço dos terroristas. Os EUA querem evitar a repetição das intervenções militares realizadas no Afeganistão (2001), no Iraque (2003) e na Líbia (2011), que conseguiram derrubar governos hostis, mas instalaram o caos ao acirrar as divergências entre os grupos internos que disputam o poder. Diante deste impasse, o EI aproveita para consolidar seu poder. Fonte Guia do Estudante O que achou de nosso texto Atualidades: Estado Islâmico, parte 2?
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