
Se uma deficiência evidente já dificulta a vida do portador, imagine uma oculta! A maioria não a percebe e nem imagina que existe esse problema.
Exatamente por isso queremos deixar você preparado se cair esse tema no Enem.
Nesta semana o tema é “A invisibilidade das deficiências ocultas no cotidiano brasileiro e os desafios de reconhecimento”. Quais são os problemas advindos da deficiência oculta de um indivíduo? E como esses problemas podem ser minimizados?
Desse modo, escreva uma dissertação argumentativa sobre o assunto, inclua propostas de intervenção que respeitem os direitos humanos. Afinal, tudo que você precisa está aqui abaixo (o texto 2 é bem impactante!), ou seja, role mais um pouco a tela.
Quais São Algumas Deficiências Ocultas Comuns?
Fatores Comuns: O que as Deficiências Ocultas Têm em Comum?
traduzido livremente e adaptado de ist hawaii edu
Jovem faz desabafo sobre transtorno de ansiedade em rede social e viraliza
“Me faz parecer dramática, louca, pra quem não tem. As pessoas não conseguem entender o que acontece em meu interior. Me faz mentir toda vez que alguém pergunta se está tudo bem. Mesmo quando minha mente está me matando, digo que está tudo ótimo porque não quero ter que explicar que não tenho controle sobre isso, não ainda.
Além disso, a ansiedade tensiona cada músculo do meu corpo enquanto tento lidar com questões internas e tento manter o rosto sereno para ninguém notar. Também me faz sentir a todo segundo que tem alguém chateado com algo que fiz ou falei. O peso de tudo fica dobrado e sinto que preciso cuidar de todo mundo, mas não deixo ninguém cuidar de mim.
Não quero ouvir que estou sendo ridícula ou exagerada. Só quero que entendam que minhas qualidades estão acima da ansiedade, isto é, que ela não determina quem eu sou.
Se você também luta contra a ansiedade, saiba que não está sozinho. Alguns dias são difíceis mesmo, mas uma hora o sossego há de chegar para cada um. E para quem não tem, mas conhece alguém que tenha, para quem conhece a mim, respeite essa pessoa, me respeite, não nos julgue. No fim, estamos todos tentando sobreviver a nós mesmos e a esse mundão, mas algumas pessoas têm batalhas maiores que as outras. Logo, seja gentil, você não sabe pelo que o outro está passando.”
fonte: clinica espaco village
Pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo podem levar pelo menos quatro anos para buscar tratamento
Pesquisadores do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), integrantes do Consórcio Brasileiro de Pesquisa sobre o Transtorno Obsessivo-Compulsivo, investigaram a latência para a procura por tratamento em pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em uma grande amostra brasileira.
Nesse sentido, os dados mostraram que levou pelo menos quatro anos para que essas pessoas recebessem tratamento específico para a doença. Por outro lado, um artigo sobre o tema, Latency to treatment seeking in patients with obsessive-compulsive disorder: Results from a large multicenter clinical sample, acaba de ser publicado na revista Psychiatry Research.
Portanto, a doença é caracterizada pela presença de obsessões (pensamentos, ideias ou imagens repetitivas, indesejáveis e angustiantes) e compulsões (comportamentos repetitivos ou rituais mentais destinados a reduzir o sofrimento provocado por obsessões).
fonte: jornal usp
Audiência pública discute dificuldades enfrentadas por pessoas com fibromialgia
(…)
“Ninguém quer ser tratado como inválido, porque não é. Mas quer ter direito ao tratamento. É muito duro você dizer ‘eu sinto isso’ e ter que provar para ganhar credibilidade. E, muitas vezes, uma carteirinha com esse diagnóstico não é para te dar um direito especial”, ressaltou.
(…)
A presidente do Grupo de Apoio a pessoa com Fibromialgia, Erica Castro, salientou que existe incompreensão até mesmo no meio médico sobre a fibromialgia. Além disso, em sua intervenção, ela relatou episódios de descaso com a dor causada pela doença e falta de informação sobre como a doença se desenvolve.
“Infelizmente, aqui no Brasil, a fibromialgia não é tratada pela classe médica e pela classe governamental com a forma como a gente gostaria que fosse. Portanto, não existem olhos firmes e voltados para a gente”.
fonte: recife pe legislativo
“Você não tem cara de PcD” e o desafio que ninguém vê por trás do colar de girassol”
Em uma sociedade que muitas vezes julga e compreende com base no que é aparente, as pessoas que enfrentam deficiências ocultas travam batalhas silenciosas e desafiadoras. Além disso, em um esforço para jogar luz sobre essa questão, a Lei 14.624/23 foi sancionada em 17 de julho pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin.
(…)
“Cara de PcD”
Deborah Martins, ativista indigena pataxó, é autista, e desabafa “Acho que o mais clássico dos desafios sendo uma pessoa com deficiência oculta é o famoso “mas você nem tem cara de PcD [Pessoa com Deficiência]” como se eu precisasse corresponder a certos estereótipos para ser “autista o suficiente”. Usar assentos, filas e qualquer outro dispositivo de acessibilidade é sempre um desafio porque, mesmo com o colar, é inevitável que as pessoas olhem com a cara feia ou que façam algumas piadas, infelizmente.”
Desse modo, Deborah, que compartilha nas redes sociais seus desafios diários desde que recebeu o tardio diagnóstico de autismo, publicou em sua conta do Twitter (hoje X) sua experiência única sobre a segurança e autonomia que sentiu ao poder viajar de avião com sua cã de serviço, a Diva.
fonte: terra
vídeo – este é um documentário que você pode citar na sua redação como contextualização: ele mostra a luta das pessoas com deficiência em geral pela participação na sociedade.
reportagem – um repertório obrigatório na sua redação do Enem sobre as deficiências ocultas precisa tocar no cordão de girassóis – e nesta matéria você tem relatos de quem o usa.
filme – “Temple Grandin”, de 2010, é uma cinebiografia da jovem autista Temple Grandin, e sua maneira particular de ver o mundo – isto é, ela que chegou ao doutorado na área de pecuária!
vídeo – um caso emocionante de um garoto com deficiência oculta que consegue seu 1o emprego – veja!
artigo – quem foi o surdo Ferdinand Berthier, homenageado pelo Google? leia e use este repertório!
reportagem – o criador do cordão de girassóis é Paul White, e nesta matéria da Veja você encontra uma frase dele ótima para sua redação!
filme – “Uma Lição de Amor” foi lançado em 2001, para contar o caso de um homem com deficiência mental que cria sua filha com ajuda de seus amigos; em certo momento ele precisa enfrentar a Justiça – será que conseguirá apesar da deficiência oculta?
reportagem – a história deste adolescente autista explica por que é tão importante reconhecer quem tem deficiência oculta (sem dúvida, e vai surpreender você!).
vídeo – entenda melhor como é o comportamento de uma criança autista neste vídeo; isso, sem dúvida, vai ajudar na hora de elaborar seus argumentos.
Por fim, que ótimo que você chegou até aqui! Apostamos que você não imaginava a invisibilidade das deficiências ocultas no cotidiano brasileiro e os desafios para seu reconhecimento!
Mas agora você está mais que preparado se esse for o tema do Enem deste ano! Nossos corretores já começaram a receber redações desta semana – envie logo a sua!
Envie suas redações e receba correção profissional em até 24h. Nossos especialistas aprovados nas melhores universidades vão te ajudar a alcançar a nota máxima.
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A prova de redação da Unicamp 2026, aplicada neste último domingo (30), rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados entre estudantes e especialistas. Isso aconteceu porque, logo na abertura do enunciado, os candidatos se depararam com duas propostas extremamente atuais, socialmente relevantes e que exigiam, sem dúvida, um nível elevado de leitura crítica e domínio dos gêneros textuais. Ambos os temas tratavam de fenômenos que atravessam o cotidiano brasileiro: de um lado, a expansão da chamada “machosfera”, universo digital marcado por discursos de ódio e radicalização masculina; de outro, a importância histórica da CLT e dos direitos trabalhistas, que estruturam a cidadania social no país. Além de surpreender, as propostas reforçaram uma tendência que a Unicamp vem consolidando ao longo dos últimos anos: a de cobrar temas ancorados em debates contemporâneos, que permitem ao estudante demonstrar conhecimento de mundo, repertório sociocultural e capacidade de argumentar de maneira crítica. Por essa razão, compreender o que foi solicitado torna-se essencial para quem deseja não apenas revisar seus acertos, mas também se preparar com estratégia para a edição de 2027. O que caiu na redação da Unicamp 2026? Os candidatos encontraram duas propostas distintas e deveriam escolher apenas uma. Ambas tinham em comum a profundidade temática e a necessidade de observar rigorosamente o gênero textual solicitado. Tema 1 — A expansão da machosfera e o discurso de ódio contra mulheres A primeira proposta exigia um depoimento pessoal narrativo-argumentativo. O estudante precisava narrar um episódio testemunhado em ambientes digitais ligados à machosfera — incluindo grupos incel e redpill — e, a partir disso, refletir criticamente sobre os riscos e consequências dos discursos de ódio contra mulheres. Isso significa que o candidato não podia apenas narrar, mas articular uma experiência verossímil com uma análise consistente do fenômeno, demonstrando consciência social e conhecimento dos mecanismos de violência simbólica e digital. Tema 2 — A importância histórica da CLT A segunda proposta solicitava que o estudante escrevesse uma nota de esclarecimento destinada ao público interno de uma empresa. A tarefa consistia em explicar o significado de “ser CLT” e argumentar sobre a relevância histórica da legislação trabalhista no Brasil. Esse gênero, mais técnico e formal, exige objetividade, clareza terminológica e domínio da função social do texto, já que uma nota interna deve informar, orientar e esclarecer. Ambas as propostas, portanto, exigiram habilidades diferentes, mas igualmente sofisticadas: no primeiro tema, a combinação de narrativa e argumentação; no segundo, a precisão formal e a articulação histórica. O que diziam os textos motivadores da prova? Para além da escolha dos temas, a Unicamp reforçou sua tradição de oferecer coletâneas densas e multirreferenciadas, que ajudassem o candidato a compreender plenamente o contexto de cada proposta. Textos motivadores do tema da machosfera A coletânea incluía: – Trechos da série Adolescência, da Netflix, que aborda a vulnerabilidade de jovens expostos a discursos radicais em fóruns como incels;– Casos reais de ataques motivados por ideologias misóginas, como Elliot Rodger (EUA), Alek Minassian (Canadá) e Jake Davison (Reino Unido);– Leis brasileiras relacionadas ao enfrentamento da violência digital, como a Lei Maria da Penha em sua dimensão online, a Lei Lola Aronovich, a Lei do Sinal Vermelho e a Lei dos Deepfakes;– Reflexão do psicanalista Christian Dunker sobre a vergonha, a solidão e o sofrimento emocional que alimentam comportamentos violentos. Esses textos convidavam o estudante a analisar não apenas episódios isolados, mas um fenômeno complexo em que vulnerabilidade emocional, misoginia e algoritmos digitais se entrelaçam. Textos motivadores do tema da CLT A coletânea trazia: – Explicações sobre a função e o histórico da CLT;– O processo de consolidação de direitos como jornada de 8 horas, férias e FGTS;– O argumento econômico de que direitos trabalhistas não prejudicam o desenvolvimento, mas o fortalecem;– O impacto do 13º salário na economia brasileira e outros dados organizados pelo Dieese. Esses textos davam ao candidato um panorama histórico e estrutural sobre a evolução dos direitos trabalhistas no Brasil, mostrando como a CLT é fundamental para a cidadania social. Como o Redação Online antecipou exatamente esses dois temas Um dos pontos que chamou a atenção após a prova foi que o Redação Online já havia trabalhado exatamente os dois eixos temáticos cobrados pela Unicamp meses antes. Essa antecipação não foi coincidência: ela é resultado de um acompanhamento contínuo das tendências sociais, legislativas e culturais que influenciam os vestibulares. A discussão sobre a cultura incel, por exemplo, foi profundamente abordada no artigo: 🔗 Caminhos para o enfrentamento da cultura incel na sociedade contemporânea Nesse conteúdo, analisamos as origens da machosfera, explicamos como fóruns digitais amplificam a misoginia e discutimos políticas públicas e repertórios fundamentais — como Bauman, Bourdieu e ONU Mulheres — que dialogam diretamente com a proposta da Unicamp. Do mesmo modo, o eixo do trabalho e da proteção trabalhista já havia sido explorado em: 🔗 O fim da escala 6×1: medida válida para a saúde mental dos trabalhadores ou uma intervenção desnecessária? Esse tema discutiu a precarização do trabalho, a saúde mental dos empregados, a função social da legislação trabalhista e o papel da CLT como proteção histórica. Em ambos os casos, os conteúdos ofereceram aos estudantes exatamente o repertório necessário para compreender profundamente as propostas da Unicamp. Além disso, a série Adolescência, utilizada no motivador da prova, também foi analisada de forma detalhada no post: 🔗 Adolescência, da Netflix: como usar a série em redações e o que ela revela sobre a juventude brasileira Essa análise permitiu que os estudantes já tivessem contato prévio com conceitos fundamentais presentes no enunciado. Por que esses dois temas fazem sentido para a Unicamp? Ambos os temas escolhidos refletem movimentos sociais amplos. No caso da machosfera, observa-se um aumento global de discursos antifeministas, reforçados por algoritmos de recomendação e pela lógica de comunidade que valida frustrações e ódios. Por conseguinte, compreender esse fenômeno exige atenção às dinâmicas emocionais, tecnológicas e sociológicas. No tema da CLT, a universidade parece reafirmar a importância de revisitar a história do trabalho no Brasil para entender os avanços sociais e os desafios contemporâneos. Ademais, ao pedir
No dia 30 de novembro de 2025, a UERJ aplicou a redação do Vestibular Estadual 2026 trazendo um tema profundamente atual, embora ancorado em um dos maiores clássicos da literatura mundial. A banca apresentou um excerto de Hamlet, no qual Polônio aconselha Laertes a manter prudência, sensatez e, sobretudo, fidelidade a si mesmo. A partir desse texto, o candidato deveria responder: É possível, nos dias atuais, ser fiel a si mesmo, como aconselha Polônio?A proposta exigia um texto dissertativo-argumentativo, entre 20 e 30 linhas, com título obrigatório, desenvolvimento crítico e interpretação literária articulada ao mundo contemporâneo, marca registrada da UERJ. A leitura da coletânea: por que Hamlet foi o texto motivador? A escolha do trecho de Hamlet não foi aleatória. Polônio apresenta um conjunto de orientações sobre prudência, postura social, autocontrole e ética. Mas, ao final, dá o conselho fundamental: “Sê fiel a ti mesmo.” A UERJ transforma esse verso clássico em uma pergunta urgente da vida moderna: • Como manter autenticidade em uma sociedade hiperconectada?• É possível agir com coerência interna quando redes sociais moldam comportamentos?• Como conciliar identidade própria com expectativas externas (família, trabalho, cultura)?• O “ser fiel a si mesmo” ainda é um ideal possível, ou se tornou um mito social? A banca espera que o candidato mobilize interpretação literária + reflexão social, atualizando Hamlet para o contexto de:✔ pressões digitais✔ performatividade social✔ construção de identidade✔ sensação de vigilância constante✔ conflitos entre pertencimento e autenticidade Por que o tema não surpreendeu quem estudou com o Redação Online Ao longo de 2025, o Redação Online trabalhou sistematicamente: • Identidade, autenticidade e coerência interna • Pressões sociais na contemporaneidade • Performatividade digital e perda de autonomia • O eu dividido entre desejo pessoal e olhar do outro E, de forma direta, publicamos o tema: ➡️ “A fidelidade a si mesmo na sociedade contemporânea.” Esse eixo é idêntico ao solicitado pela UERJ 2026. Além disso, oferecemos aos alunos: ✔ Análises completas de obras obrigatórias no Clube do Livro Incluindo reflexões literárias sobre identidade, ética, escolhas e conflitos internos — elementos essenciais para interpretar Hamlet com profundidade. Confira o post completo das obras: ➡️ https://redacaonline.com.br/blog/obras-obrigatorias-uerj-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber-para-arrasar-no-vestibular/ Quem estudou com o Clube do Livro já dominava: • o contexto de Shakespeare• técnicas de leitura literária para argumentação• como atualizar textos clássicos para temas sociais contemporâneos Ou seja: esse tema não foi surpresa para os nossos alunos. Entendendo o gênero: como escrever a redação no modelo UERJ A UERJ cobra a forma mais “pura” da dissertação argumentativa: A banca valoriza: Diferente do ENEM, não há proposta de intervenção. Argumentos possíveis para esse tema 1. A dificuldade de ser autêntico em meio à pressão social O candidato poderia defender que: • a sociedade define padrões rígidos de comportamento• a era digital cria expectativas irreais• o medo do julgamento inibe escolhas pessoais• algoritmos reforçam estereótipos e moldam comportamentos Repertório recomendado:Bauman e as identidades líquidas; Stuart Hall e a fragmentação identitária. 2. A autenticidade como resistência ética e filosófica O aluno pode argumentar que: • ser fiel a si mesmo é possível, mas exige coragem• autonomia moral é um exercício contínuo• autenticidade é uma forma de resistência ao controle social Repertório recomendado:Sartre (existencialismo e responsabilidade individual), Oscar Wilde, Hannah Arendt. Relação direta com o tema já trabalhado pelo Redação Online Nosso tema interno abordava: Tudo isso conversa diretamente com: “Sê fiel a ti mesmo.” Quem treinou com o Redação Online chegou à prova já preparado para: Como se preparar para a UERJ 2027 com o Redação Online Se o objetivo é conquistar alta pontuação, você precisa: O Redação Online oferece: Conclusão A prova de redação da UERJ 2026 reafirma o estilo da banca: um convite à reflexão filosófica, literária e social. Partindo dos conselhos de Polônio em Hamlet, a proposta desafia o candidato a discutir a autenticidade em um contexto marcado por pressões sociais e digitais. Quem estudou com o Redação Online encontrou familiaridade imediata com o eixo temático, pois trabalhamos exaustivamente conceitos de identidade, coerência interna, pertencimento e liberdade individual, além das obras literárias exigidas pela UERJ no nosso Clube do Livro exclusivo. Autenticidade não é apenas um tema literário: é um desafio contemporâneo. E, para escrever bem sobre ele, é preciso prática, repertório e direcionamento técnico. É isso que oferecemos todos os dias. Envie sua redação hoje mesmo e receba uma correção completa em até 24 horas:https://redacaonline.com.br