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Xenofobia no Brasil

Uma nova canção
Na obra "Extraordinário" de R.J. Palácio, é retratada a vida do menino Auggie, que nasceu com uma deformidade facial, e luta constantemente para ser aceito na sociedade, meio a todas as desigualdades e discriminações. No Brasil, a obra torna-se real através dos imigrantes, que são agredidos paulatinamente com práticas xenofóbicas, devido a esses carregarem algum estereótipo. No entanto, essa é uma prática que deve ser dizimado do âmbito brasileiro.
Inicialmente, vale destacar o quanto a xenofobia está intrínseca no indivíduo brasileiro. No ano de 2015, os casos de xenofobia, se comparados ao ano anterior, aumentaram em mais de 600%, sendo os refugiados, os mais afetados com isso, devido aos brasileiros conviveram com seu pensamento medíocre, e acharem, que "todo árabe é terrorista", ou, "todo jamaicano é maconheiro". Por esse viés, é perceptível, que essa atitude torna-se antagônica ao ser cordial concebida a população do Brasil.
Além disso, é cabível salientar, que mesmo sendo considerado crime, garantido pela constituição cidadã de 1988, casos de xenofobia ainda ocorrem na esfera social. Na cidade do Rio de Janeiro em 2017, Mohamed Ali, residente Sírio no Brasil, foi hostilizado verbalmente, sendo denominado homem-bomba e mandado sair do país. Nesse sentido, é notório o pensamento etnocêntrico do indivíduo frente ao refugiado sírio.
Destarte, visando uma sociedade menos xenofóbica e mais cordial, é mister superar entraves que ainda persistem para a dizimação dos casos de xenofobia no Brasil. O Governo Federal, em conjuntura com o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), deve fiscalizar e averiguar casos de práticas xenofóbicas que foram denunciadas, para que, dessa maneira, os refugiados sintam-se integrados socialmente. Ademais, a escola deve realizar seminários, ministrados por profissionais na área, em todos as turmas, principalmente no ensino fundamental, devido aos discentes não estarem com senso crítico formado, demonstrando assim, que não há perigo algum em conviver com estrangeiros. Desse modo, transformando a canção do exílio, de, "minha terra tem palmeiras", para, "nossa terra tem palmeiras".
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