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Violência nos estádios

O conceito de "corpo social" de Durkheim permite analisar o fato de que a sociedade contemporânea é regida por princípios e regras que norteiam a conduta humana de modo a garantir uma boa convivência. No momento em que tais princípios são rompidos, a violência nos estádios torna-se um problema que influenciado pelos grupos expressivos de torcedores violentos e pela ausência de intervenção dos clubes que pode gerar consequências irreversíveis para o país.
Em primeira análise, percebe-se que grupos expressivos de torcedores violentos age como o principal influenciador para a perspectiva do quadro insegurança. Sob essa perspectiva, o sociólogo Francês Michel Foucault definiu através da ideia de "dispositivo de controle" que a era moderna é definida através da dominação que tem como objetivo domesticar o comportamento humano. Nesse viés, a sociedade atual encontra-se oprimida e obrigada a seguir determinados paradigmas como o afastamento aos estádios e padronizar todos os torcedores de baderneiros, sem se quer perceber que é manipulado a agir de tal maneira. Dessa forma, ações nocivas e agressivas tornam-se naturalizadas e aceita pelo meio social, o que resulta em baixa frequência nos jogos e guerra entre torcidas com a intervenção da polícia.
Além disso, cabe ressaltar que a violência nos estádios burla preceitos constitucionais. Pela mesma razão, a constituição Brasileira promulgada em 1988, após duas décadas da Ditadura Militar, transformou a visão dos cidadãos perante seus direitos e deveres. Contudo, 20 anos depois de sua divulgação, o direito de um jogo pacífico continua impraticável. À vista de tal preceito, os clubes não intervém sobre seus torcedores o que configura-se uma chaga social que demanda imediata um resolução, pois fere a livre expressão individual.
Em suma, percebe-se a necessidade de ações eficientes para a contenção dos casos violentos nos estádios na sociedade brasileira. Assim, cabe ao Poder Executivo garantir o cumprimento dos direitos constitucionais dos cidadãos acerca de eludir violências através de inserção de fiscalização dos agentes entorno do local do jogo. Ademais, as instituições de ensino podem promover feiras educativas e culturais que abordem os problemas gerados pela criminalização de forma que conscientizem a população a compreender sobre o principal enredo do esporte. Apenas desse modo será possível atingir uma coerência e funcionalidade total do corpo social no Brasil.

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