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Violência nos estádios

A Constituição Federal de 1988 fixou a isonomia entre todos os cidadãos. Esse princípio não é, no entanto, propagado em muitas situações, como na violência nos estádios- fenômeno consoante à atual realidade do Brasil-, na qual cidadãos ignoram sua isonomia e agridem-se. Essa violência constitui uma problemática astronômica no País e se intensifica por conta da ausência ou tíbia punição aos infratores e pela adesão de jovens nas disputas violentas.
A tibiez dos órgãos de segurança desemboca em um atroz resultado. É evidente que, no cenário atual do País, muitas pessoas envolvidas em conflitos em estádios não são, de modo adequado, punidas. Esses indivíduos, quando presos, livram-se do cárcere em um curto intervalo de tempo sem serem analisados psicologicamente. Há, também, casos em que são apenas submetidos ao pagamento de multas. Tais situações emergem em uma atroz consequência, a alta probabilidade desses autores tornarem aos conflitos nos estádios. Esses fatores evidenciam, portanto, a falha desses órgãos em remediar a problemática.
Outrossim, é notável pontuar que a violência nos estádios se acentua por conta de sua alta transmissibilidade. Segundo Peter Watson, o comportamento humano se molda baseado em influências ambientais, como as relações sociais. Diante da perspectiva do psicólogo é possível analisar a intensidade da violência nos estádios, uma vez que muitos jovens são influenciados, por familiares e amigos, a torcerem com ímpeto. Aprendem, também, a rivalidade nociva: aderem o princípio de antagonia de si com os torcedores do time alheio. Essa influência comportamental é, infelizmente, responsável pela possível crianção de um futuro infrator.
Portanto, a violência nos estádios é uma problemática que possui diversos entraves para ser combatida. E é um dever do Estado realizar esse combate. Nesse sentido, o Legislativo deve promulgar leis de punição que incluam, concomitamente, maior tempo de cárcere e, adjacente a isto, um tratamento e análise psicológica do autor, para que ele torne em harmonia à sociedade. Ademais, o Ministério da Educação deve criar debates em escolas que incluam a participação dos alunos e suas famílias, de modo que discutam e conscientize as crianças dos perigos que inscrevem a torcida violenta.
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