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Violência no Parto

A trajetória do homem na terra foi marcada por grandes avanços: saiu do estado primitivo e evoluiu para a mais sofisticada tecnologia. Todavia, em pleno século XXI, ele ainda sofre com a extrema violência obstétrica, muitas vezes, transparente aos olhos da sociedade. No Brasil, o alto índice de mulheres violentadas em seus partos é decorrente de uma mentalidade conservadora das obstetras que, acabam por, tratar com frieza e agressividade as pacientes desprovidas de qualquer meio defensivo.
É irrefutável que as mulheres são e, sempre foram, fundamentalmente, decisivas para a existência da vida humana na terra por serem o único gênero capaz de abrigar e desenvolver, em si mesma, uma nova vida. A obstetrícia é um ramo da saúde responsável pelo período gestacional, pré-natais, partos. Contudo, a violência vêm, cada vez mais, arraigando-se a ela, principalmente, devido ao caráter conservador e fantasioso das médicas na qual o parto cesariana é sinal de medo e fraqueza e o processo há de ser o mais doloroso possível, por exemplo.
Ademais, o constante violação dos direitos humanos ao realizar-se procedimentos arriscados e, frequentemente, desnecessários sem a devida autorização dos pacientes somado a agressões físicas, sonegação de remédios que a aliviem as dores do parto, põem em risco a vida da mãe e seu filho. Os hospitais públicos são, sem dúvida, o âmbito mais favorável as práticas abusivas no parto pois, além da intolerância e falta de estrutura, é onde ocorrem o maior número de episiotomias, procedimento de alto risco para a gestante, abortos clandestinos e condutas agressivas.
Dado o exposto, é preciso, portanto, que haja, por interposto do governo, implantação de câmeras de seguranças supervisionadas, na hora dos partos, por um agente dos direitos humanos acompanhado de um redator a fim de descrever tudo o que ocorrer no parto através de um laudo. Além disso, a cassação ao registro profissional e aplicação de severas multas aos envolvidos com qualquer tipo de violência ou repressão das pacientes. Outrossim, a mobilização midiática é de suma importância para a denúncia e erradicação dessas práticas, logo, comerciais e redes sociais são necessários para postagem de fotos e vídeos das agressões para que cheguem nas autoridades competentes e gerem movimentação de grupos que apoiem e lutem contra a violência obstétrica
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