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Violência no Parto

Ao considerar o tema da violência obstétrica, faz-se profícuo analisar o contexto da sociedade espartana, em que as mulheres obtinham treinamento que as tornava mais flexíveis e resistentes às dores do parto. Posto que, sua principal atribuição era de gerarem guerreiros fortes. Por conseguinte, é perceptível a necessidade de condições para majorar a segurança do parto. Não obstante, persiste a existência de violência obstétrica em hospitais públicos e privados. Dessarte, convém verificar o contexto histórico-cultural do Brasil e a negligência por parte do Poder Público, visto que influenciam de forma direta, com essa problemática. 


É indubitável que para o sociólogo Durkheim as atitudes são determinadas por fatos sociais. Isso significa que os indivíduos agem de acordo com convenções vigentes na sociedade. Nessa conformidade, no Brasil há raízes históricas de violência contra a mulher, dado que, mulheres eram excluídas de decisões políticas e sociais. De maneira que, há uma herança histórica de inferioridade com as mulheres, porquanto, a violência obstétrica demonstra que são vistas como àquem do desenvolvimento social. À vista disso, validando o exposto no livro "O Poder das Conexões", as concepções históricas influenciam nas ideias de uma sociedade. 


Outrossim, de acordo com a Constituição Federal de 1988 — norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro — a saúde é um direito de todos. Não obstante, quando se analisa a violência obstétrica, percebe-se o descumprimento de tratados nacionais. Dessa maneira, por exemplo, o caso ocorrido na Santa Casa de Belém, em que um bebê teve sua cabeça arrancada na hora do parto. Em consequência disso, acontecendo o que Durkheim chama de "Patologia social", isto é, quando uma legislação existe, todavia, não age com vigor. De modo que, o Poder Público deve  cumprir o "Contrato social" de John Locke. 


Portanto, a violência contra a mulher está enraizado na sociedade brasileira. Dessarte, os brasileiros devem se conscientizar da importância da saúde obstétrica, dado que, é um fator de saúde pública e de respeito às mulheres. Destarte, urge aos Estados desenvolver mudanças criativas que promovam reduzir energicamente a violência obstétrica no Brasil. Com o intuito de que, ao contrário do que afirma Sartre, o inferno deixe de ser os outros. À vista disso, a violência obstétrica torne-se extinguida e as mulheres obtenham qualidade no momento do parto.

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