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Violência no Parto

Dar á luz é um momento mágico na vida de uma mulher que optou pela maternidade, porém, este momento pode se tornar um pesadelo devido a violência obstétrica, são varios os relatos de mulheres que no parto foram violentadas, física, psicologica e moralmente. Os relatos vão desde episiotomias, uma incisão efetuada na região do períneo (área muscular entre a vagina e o ânus) para ampliar o canal de parto, a ofensas como : ¨ na hora de fazer não doeu! ¨, ou o conhecido popularmente por ¨ ponto do marido¨ caracterizado por um procedimento cirúrgico que requer uma ou mais suturas do que o necessário para reparar o períneo de uma mulher depois de ter sido rompido ou cortado durante o parto. O objetivo alegado é apertar a abertura da vagina e, assim, aumentar o prazer de seu parceiro durante a penetração sexual, além de não haver evidência de benefícios, tal prática pode ocasionar dores durante o ato sexual, fazendo com que muitas percam a libido e motive problemas conjugais.


Sendo assim, observamos que a violência ocorrida no momento do parto pode acarretar sequelas irreparáveis para a nova mamãe. Atualmente vem sendo difundida nas redes sociais cartilhas ensinando ás futuras mamães a se defender de tal, visto que, violência obstétrica é toda ação ou omissão direcionada à mulher durante o pré-natal, parto ou puerpério, que cause dor, dano ou sofrimento desnecessário à mulher, praticada sem o seu consentimento explícito ou em desrespeito à sua autonomia. Esse conceito engloba todos os prestadores de serviço de saúde, não apenas os médicos. Define-se, ainda, como violência obstétrica qualquer ato ou intervenção direcionada à mulher grávida, parturiente ou puérpera (que recentemente deu à luz), ou ao seu bebê, praticado sem o seu consentimento explícito ou informado e em desrespeito à sua autonomia, integridade física e mental, aos seus sentimentos e preferências.


Sendo assim, vemos á necessidade de um ensino em saúde mais humanizado, onde alunos possam se tornar profissonais empáticos. Maior participação do Ministério Público na fiscalização e punição de profissionais que cometam tais ações, além de, justiçar instituições de ensino que corroborem com a propagação de técnicas e comportamentos violentos. Maior atuação do Ministério da Saúde nas campanhas de conscientização contra atos de violência obstétrica, na distribuição e confecção de materiais informativos. Concluindo que, com informação, punição e ensino humanizado se pode evitar sofrimento para que estas mães se doem para seus filhos.


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