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Violência no Parto

A violência durante o parto pode ser realizada por modo verbal , ou como ato físico. Muitas mulheres relatam em seus depoimentos abusos que sofreram por médicos e obstetras durante ou após o parto, dentre eles estão, procedimentos e medicações desnecessárias ,ainda que não autorizada a realização, os médicos executam o ato , xingamentos e piadas entre a equipe médica , e a não permissão de entrada do acompanhante, mesmo sendo Lei Federal que toda gestante deve ter direito a pelo menos um acompanhante pré , durante e pós-parto.
Segundo o filósofo Rousseau, a espécie de felicidade de que preciso não é tanto fazer o que quero, mas não fazer o que não quero, sendo assim as mulheres gestantes devem ter a liberdade de escolher o que de fato elas acreditam ser o melhor para elas e seus filhos e não devem ser obrigadas a realizar procedimentos , os quais acreditam ser desnecessários. De acordo com o Art 8° do Estatuto da Criança e do Adolescente, é assegurado a todas as mulheres atenção humanizada na gravidez, ou seja, tudo deve ocorrer de acordo com a conscientização da paciente.
É de forma revoltante o jeito em que os obstetras tratam a criança após o nascimento,como se já não bastasse o abuso que é cometido com a mulher, muitos não tem cuidado nenhum com o bebê, e acabam por deixar muitas vezes hematomas pelo corpo , ou até mesmo uma fratura em algum osso, logo que, são muito frágeis e precisam de todo o cuidado possível. Todos os anos notícias são abafadas por hospitais públicos e privados, de morte durante o parto por negligência médica ou até mesmo por imprudência.
Portanto, é imprescindível que medidas sejam tomadas, logo, o Ministério da Saúde, em parceria com o Estatuto da Criança e do Adolescente, por meio de palestras com Defensores Públicos, devem encorajar mulheres gestantes a realizarem denúncias se por ventura, sofrerem algum tipo de abuso durante ou pós-parto, sendo assim esses órgãos entrarão em contato com a Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e com o Conselho Federal de Medicina , para que juntos possam realizar um estudo com os médicos obstetras, e conscientizá-los que é crime violência no parto, e que podem perder sua formação caso denúncias sejam feitas, tornando assim as mulheres mais seguras na hora da concessão do bebê.
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