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Violência no Parto

Em pleno século XXI, ainda é perceptível que a mulher brasileira não é muito valorizada no território, haja vista que problemas encontram-se desde o setor econômico, como receber salários menores que os dos homens em algumas áreas, até o setor social e de saúde, em que existem crescentes relatos de violência no parto. Nesse sentido, é valido ressaltar que medidas eficazes devem ser adotadas para eliminar, dentre outras mazelas, a última mencionada, com o objetivo de construir um Brasil melhor para todos.
De acordo com a Magna Carta do Brasil, todos os cidadãos possuem direito à escolha e à liberdade de expressão, todavia, entraves acontecem diariamente e corrompem a harmonia da sociedade, a violência obstétrica, por exemplo. No ano de 2017, um fato foi grandemente repercutido pela mídia nacional: no interior do Rio Grande do Norte uma mãe, que apresentava grave quadro de dores, e o filho que a mesma estava esperando faleceram devido a um médico recusar atendimento. Nessa perspectiva, portanto, é perceptível que embora existam leis que defendam os direitos dos indivíduos, poucas são praticadas ativa e efetivamente.
Ademais, é necessário salientar que por motivos de falta de informação muitas mulheres acabam por serem enganadas por profissionais da saúde e, por conseguinte, optam por uma escolha que vai contra a vontade individual. Somado a isso, pode-se citar os grandes números de episiotomia (incisão realizada na região do períneo), fato que pode trazer desconforto para a mulher e prejudicar a vida sexual pós-parto. Ainda mais, existe a chantagem emocional para a realização da cesárea que, em casos específicos, não é necessária. Tais fatos são exemplos de violência no parto que, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Nascer Brasil, 25% das mulheres brasileiras são vítimas.
Sendo assim, é indubitável dizer que a violência obstétrica no parto trás varias consequências negativas. Nesse contexto, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da saúde, deve criar projetos de conscientização nos hospitais, através de palestras sobre o tema e ministradas por um especialista a fim de diminuir as ocorrências maléficas. Além disso, é importante que o Poder Legislativo crie leis que punam os praticantes de tal ato, por meio de decisões efetivas nas reuniões políticas, com o objetivo de reestabelecer os direitos dos cidadãos. Por fim, a mídia, com a utilização de propagandas, deve incentivar as vítimas a denunciarem qualquer dano ocorrido durante o período da gestação, com o intuito de combater a situação que poderia acometer outras.
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