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Verticalização urbana: avanço ou problema?

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual predomina a ausência de problemas e conflitos. Entretanto, o que se observa na contemporaneidade é o oposto do que se prega, visto que a verticalização desordenada das cidades traz consigo vertentes negativas para o meio urbano. Logo, esse cenário antagônico deriva tanto do êxodo rural, quanto da falta de políticas públicas para controle da situação.


Primeiramente, é importante pontuar que a revolução industrial foi a maior agravante na verticalização, uma vez que promoveu o aumento na concentração de pessoas na cidade em detrimento ao campo. Diante disso, a verticalização foi implantada para suprir a demanda por moradias em um mesmo local, elevando os andares dos edifícios. Por conseguinte, quanto mais alto são os prédios, mais problemas surgem, como as ilhas de calor que inferem a vida de todos que permanecem ali.


Em segundo plano, outra causa para a configuração do problema deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que tange à criação de mecanismos que coíbam a recorrência das ilhas de calor. Assim, segundo o filósofo inglês Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar social, entretanto, isso não ocorre da forma que deveria, pelo fato de que a interação homem e natureza não é realizada corretamente.


Averígua-se, desse modo que, o Governo Federal, como instância máxima da administração executiva, deve agir em favor da população, por meio da verificação das construções em prol de regularidades entre edifícios, de modo que haja distâncias entre eles ou áreas reflorestadas, com a finalidade de diminuir as ilhas de calor. De outra forma, cabe ao Poder Legislativo a implementação de uma nova lei que obriga os empreendedores a realizar sacadas verdes ou ampliar terraços com gramíneas com o mesmo fim citado anteriormente.

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