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Uso das redes sociais

De acordo com o filósofo Karl Marx, "As revoluções são a locomotiva da história". Sob esse ponto de vista, é notório que a sociedade encontra-se em crescente dependência das redes sociais (assim como na Primeira etapa da Revolução Industrial a civilização ficou em relação às maquinas), seja para comunicação, informação (que por vezes podem ser falsas) ou passatempo. Reflexo da Terceira Revolução Industrial, que desde 1950 vem introduzindo a era da tecnologia, porém, assim como as duas primeiras revoluções, apresenta suas óbices.
Um estudo da Universidade de Chicago revelou ser mais fácil contrapor-se ao uso de álcool ou cigarro do que ao acesso às mídias sociais. Decerto, o estudo mostra o espelho de um corpo social que, por muitas vezes devido ao desmazelo dos responsáveis é introduzido de forma precoce ao mundo dos smartphones e tablets. Ademais, o uso inadequado pode trazer diversos riscos além da sujeição, como assediadores, golpistas ou acesso à conteúdos proibidos para menores de 18 anos.
A Alegoria da Caverna é uma metáfora do filósofo grego Platão, apesar de passados milênios de sua criação, a alegoria permanece atual quando se trata da disseminação das "fake news", que além de propagarem notícias falsas, contribuem para o aumento de crimes, como os linchamentos ocorridos esse ano na Índia. Outrossim, a utilização das redes sociais é um canal para propagação generalizada de fotos e vídeos de pessoas mortas. Escancarando a fragilidade de leis e aspectos éticos da sociedade no mundo digital.
É inconcebível que medidas devem ser tomadas para a resolução dos problemas. Primordialmente, a sociedade deve repensar sobre o início prematuro de utilização da internet pelos menores. Além disso, como forma de supervisionar e controlar o acesso, os responsáveis devem procurar artifícios (como aplicativos) de modo que possam prevenir crimes e impossibilitar conteúdos inapropriados. Ademais, fica sob responsabilidade do Poder Legislativo a criação de uma lei que propicie a punibilidade nos casos de "fake news", como também sejam revistos os parâmetros para inibição e punição nos casos de vilipêndio de cadáver. Para que dessa maneira notícias falsas não propaguem ódio e crimes, bem como fotos e vídeos não desrespeitem a família e a imagem de pessoas que já tenham falecido.
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