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Uberização do trabalho e precarização profissional

  Com o advento da Revolução Industrial, em meados do século XVIII, a tecnologia veio à tona, por consequência, o homem cada vez mais se tornou dispensável. Na realidade contemporânea, tal quadro tem se repetido, resultando na uberização do trabalho e na precarização profissional. Esse cenário antagônico é fruto tanto da reificação, quanto da alta taxa de desemprego. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.


  A priori, é fulcral pontuar a reificação como promotora do problema, ao passo em que o trabalhador tem perdido seu valor, virando um mero objeto, sendo assim algo substituível. Conforme o exposto, observa-se que à medida em que o meio tecnológico avança, o mercado de trabalho foi afunilando-se. Desse modo, faz-se mister a reformulação da dinâmica trabalhista de forma urgente.


  Ademais, é imperativo ressaltar o desemprego como consequência da escassez de vagas no mercado trabalhista. Segundo o filósofo alemão Hegel, o trabalho é a essência do homem. Partindo desse pressuposto, vê-se que a falta de emprego, afeta não só o âmbito financeiro, mas também, no mental. Tudo isso, retarda a resolução do empecilho, já que Artigos que visam a proteção contra o desemprego não são cumpridos, contribuindo com a perpetuação dessa realidade temerária.


  Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade. Dessarte, cabe ao Governo, por meio do Ministério do Trabalho, promover a integração dos indivíduos com o meio das tecnologias, com a criação de sites ou aplicativos, que possibilitem que empresas contratem aqueles que na mesma, oferecem seus serviços. Dessa forma, o homem alcançará a sua essência, assim como no pensamento de Hegel.


  

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