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Uberização do trabalho e precarização profissional

A partir da Revolução Industrial e as reformas trabalhistas, diversos povos passaram por profundas transformações não só econômicas e culturais, como, pricipalmente, sociais. Embora a sociedade brasileira atual apresente contornos específicos, ainda é possível visualizar o legado presente na questão da precarização profissional, o que acarreta o surgimento de outras formas de trabalho, por exemplo, a autonomia do trabalhador, chamada de uberização. Essa realidade comprova que o problema está presente de maneira significativa e abrangente na sociedade e necesita de intervenção.


Sob esse viés, é possível apontar como empecilho à consolidação de uma solução, a insuficiência legislativa que aborda os direitos trabalhistas. A Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislação não tem sido suficiente no que se refere à questão da uberização do trabalho e precarização profissional, uma vez que esse problema atua fortemente no contexto atual. Assim, a lei que estabelece os direitos para uma empregabilidade justa e uma remuneração equitativa sendo enfraquecida, dificulta-se a resolução da precarização profissional e ainda aumenta a a taxa de desemprego entre os brasileiros. 


Além disso, vale ressaltar que a falta de debate também configura-se como um entrave no que tange a uberização do trabalho e precarização profissional. Nesse sentido, Habermas traz uma contribuição relevante ao defender que a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Desse modo, para que esse problema seja resolvido, faz-se necessário debater sobre. No entanto, percebe-se uma lacuna no que se refere a essa questão, que é muito silenciada, o que intensifica a uberização e o desemprego e contribui para que a população se acostume com essa realidade. Assim, trazer à pauta esse tema, debatê-lo, e tornar a população ativa na busca de resoluções, aumentaria a chance de atuação sobre ele.


Portanto, para que a uberização do trabalho e a precarização profissional deixe de fazer parte da realidade brasileira, medidas precisam ser tomadas. Para isso, é preciso que ONG´s apoiadoras dos direitos trabalhistas, junto aos trabalhadores autônomos e não autônomos promovam projetos de lei, a serem encaminhados para a Câmara de Deputados, que reformulem a questão da valorização dos trabalhadores e um reajuste no piso salarial dos mesmos, a fim de combater o desemprego. Tais projetos também promoveriam um reajuste salarial aos que trabalham por aplicativos, com o obejtivo de extinguir a desvalorização desses trabalhadores. Além disso, as Escolas poderiam criar projetos com palestras para debater sobre as condições trabalhistas no século 21, visando tornar os alunos, pessoas atuantes na busca de resoluções para uma melhor condição de trabalho. Com essas medidas tomadas, o problema poderia ser resolvido.

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