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Turismo e seus impactos socioambientais

O turismo, de acordo com um material produzido e publicado pela plataforma G1 em 2018, é um dos setores que mais cresceram em âmbito nacional e internacional nos últimos anos, justamente pela sua capacidade de circular a economia e propiciar lazer a muitos indivíduos. Embora esse setor representar boa parte da economia mundial e possuir vários outros quesitos positivos, a negligência com a sustentabilidade ambiental nas práticas turísticas vem causando óbices e comprometendo a fauna e flora. Nesse sentido, urge analisar as principais causas que permitem a perduração desse panorama, para que seja possível estipular uma solução viável a tal adversidade.


Em primeira instância, é primordial ressaltar que a lógica capitalista, vinculada a exploração de recursos naturais, é um dos principais fatores que permitem que as práticas turísticas sejam, em muitas situações, negativas para o meio ambiente. Diante disso, o intelectual indiano -  Mahatma - profere que “a natureza pode suprir todas as necessidades dos homens, menos a ganância”. Dessa forma, é cabível salientar que, para a preservação do meio ambiente, é necessário que o funcionamento turístico não comercialize práticas que comprometam a sincronicidade da natureza, na tentativa de auferir lucro a qualquer custo - lógica capitalista.


Além disso, é substancial destacar a negligência do estado em fiscalizar e conscientizar a população sobre a necessidade de ter uma responsabilidade ambiental em suas práticas. Nesse cenário, o poder executivo, por meio dos discursos do atual presidente, vem cada vez mais tornando ínfima a importância do Ministério do Meio Ambiente, bem como, reduzindo a sua capacidade orçamentária. Diante disso, é válido salientar que o célebre filósofo contractualista - Thomas Hobbes - argumenta que é dever do estado garantir o bem-estar social de toda a população. Todavia, com as atitudes dos atuais líderes, a garantia desse direito para a futura sociedade brasileira, com o desmatamento da natureza, estará comprometida.


Portanto, para que o turismo deixe de ser uma prática ofensiva à natureza e, consequentemente, ao futuro do bem-estar da humanidade, medidas devem ser tomadas para corrigir esse impasse. Sendo assim, urge que o Poder Executivo, por meio de verbas governamentais e pela atuação das entidades e organizações que são responsáveis pelo meio ambiente e pelo turismo, como os Ministérios e Secretarias Federais que atuam em tais áreas, promova palestras pautadas na conservação ambiental em escolas e locais com a presença de uma demasiada quantidade de indivíduos. Somente assim, é possível ponderar que os impactos socioambientais intrínsecos do turismo seriam mitigados.

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