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Teste em animais na fabricação de cosméticos

    No início de 2021, uma pequena animação intitulada "Salve o Ralph" viralizou na internet ao representar a dor animal na fabricação de cosméticos. Sob esse viés, nos dias atuais, ainda são realizados testes em seres vivos de maneira cruel e sofrida. No entanto, a dor deve ser substituída por controles de qualidade alternativos.


    Nesse contexto, muitas espécies são utilizadas por empresas de beleza de forma indiscriminada. Sobre essa óptica, a comunidade civil está cada vez mais ativa ao defender a causa animal. Paralelamente, raras marcas de cosméticos fornecem a mudança na testagem de produtos que a sociedade deseja - como é o caso da Avon que foi comprada pelo grupo Natura e deixou de usar animais na criação de cosméticos. Porém, o Brasil e o mundo ainda carecem de correções éticas como essa.


    Além disso, existem outros meios pelos quais podem ser investigadas as reações de toxicidade de produtos no corpo humano. Nesse sentido, de acordo com a comunidade científica, o teste "in vitro" é mais econômico e eficaz na verificação de compatibilidade à substâncias - uma vez que são utilizadas células do próprio paciente, não de outra espécie. Com isso, é notório que se faz urgente a máxima proteção de animais e, principalmente, a abolição de testes que os fazem sofrer.


    É necessário, portanto, que o Poder Legislativo desenvolva uma lei que proíba, em todo o território nacional, o uso indiscriminado de animais para testes da área cosmética. Para tanto, o Poder Legislativo deverá punir, de forma severa, as empresas que descumprirem a lei. Tais medidas têm por finalidade resguardar e respeitar a existência de todas as espécies de animais, uma vez que esses são indefesos. Só assim, a área cosmética alcançará a bioética.

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